Coletiva-Apresentação do Plano de Relações Internacionais do Governo do Estado de São Paulo-20120204

De Infogov São Paulo
Ir para navegação Ir para pesquisar

Transcrição da coletiva da Apresentação do Plano de Relações Internacionais do Governo do Estado de São Paulo

Local: Capital - Data: 02/04/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha! Nós lançamento, hoje, o Plano Internacional da Ação do governo do estado de 2012 a 2014. Primeiro objetivo é atrair investimento para São Paulo, então no mundo globalizado reforçar a atuação da Agência Investe São Paulo no sentido de atração de novos investimentos na área da indústria, do agronegócio, do setor financeiro, do turismo, em todas as atividades. O segundo é trazer investimento para o nosso programa de PPPs de Parceria Público Privadas de concessões para ampliar a logística e a infraestrutura, ampliar a infraestrutura de São Paulo. O terceiro é o intercâmbio maior nas várias áreas: de ciência, de pesquisa, na área da cultura, educação, intercâmbio, enfim, um trabalho importante. E também buscar fontes de financiamento, o estado de São Paulo tem um novo programa de ajuste fiscal que é o PAF tem hoje um espaço de financiamento bastante grande foi sete bilhões o ano passado que ainda será contratada, e esse ano, nós deveremos ter um espaço ainda maior e vamos buscar em organismos internacionais, também esses financiamentos para poder investir fortemente na área de infraestrutura, logística na região metropolitana: metrô, trem, transporte de alta capacidade e de qualidade em todo o estado na área de saneamento, na área de transporte, enfim, nas prioridades da população de São Paulo.


REPÓRTER: Governador, o senhor fala na geração...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Queria... Pois não!


REPÓRTER: Desculpe!


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, não, pode ir.


REPÓRTER: Pro senhor falar da geração de 1,5 milhão de empregos, eu queria entender como é que esses empregos vão ser gerados?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha empregos? Até 2014, empregos diretos e empregos indiretos: construção civil gera muito emprego seja na construção de empresas, de fábricas, seja na construção infraestrutura. Setor produtivo: agronegócio, atividade industrial, nós temos praticamente uma vez por semana fechado protocolos e entendimentos pra novos investimentos em São Paulo, alguns de capital nacional e muitos de capital estrangeiro.

REPÓRTER: Como que essas secretarias vão buscar esse capital lá fora, como que vai ser isso na prática?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha! Buscar recursos, então, por exemplo, Banco Mundial, BID, CAF, JICA, enfim você tem... Hoje nós temos capacidade de financiamento e busca de quem financia, porque os números de São Paulo são grandes, então quando você fala São Paulo tem sete bilhões teve de autorização no ano passado, às vezes você consegue R$ 1,5 milhão, dois milhões, você precisa ter vários organismos internacionais para poder completar toda essa possibilidade de financiamento para infraestrutura no estado.


REPÓRTER: Governador, então 1,5 milhão, todo com origem no financiamento para aumentar investimento?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, não, não é só financiamento, são investimentos, financiamento, investimentos estrangeiros aqui, investimentos no setor produtivo, agricultura, indústrias, serviços, investimentos em infraestrutura através de PPP, através de concessões, investimento infraestrutura através de financiamento externo, todo esse conjunto.


REPÓRTER: Mas o Governo vai poder fazer concessão para empresas estrangeiras?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Pode, pode, desde que associadas à empresas nacionais, nenhum problema. Aliás, no último, última concorrência nossa para projetos, para projetos na área de trem e CPTM foram quase todas empresas estrangeiras. No último... Concorrência que nós fizemos para energização da CPTM os dois consórcios são estrangeiros, Siemens e Brown Bovery. Se você for verificar a grande parte dos investimentos, pegar os trens, quem está construindo cem trens, oitocentos vagões, fábrica instalada em Hortolândia, mas a CAF é espanhola. Então, nós estamos recebendo muito investimento estrangeiro produtivo, não é capital especulativo, é produtivo, para gerar emprego, para gerar benefício para a população.


REPÓRTER: Governador, o senhor confirma o diretor da pinacoteca?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Queria também dizer que o secretário da Cultura, Dr. Andrea Matarazzo fez um bom trabalho na Secretaria Da Cultura Do Estado De São Paulo, inauguramos no último sábado a quinta Fábrica De Cultura lá na Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo, fez um belíssimo trabalho e ele deixará a Secretaria esta semana para se candidatar aqui na capital para ser candidato nas eleições municipais.

REPÓRTER: O senhor já tem um substituto?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Então, nós convidamos o Marcelo Araújo que é o atual presidente da Pinacoteca do Estado que fez um trabalho dez anos a frente da pinacoteca, pinacoteca vive um dos seus melhores momentos, pessoa extremamente respeitada na área cultural, uma boa expertise, uma boa experiência, advogado, museólogo, doutor pela FAU, pela Universidade de São Paulo, foi diretor do Museu Lasar Segall, integra o Conselho da Fundação Bienal, da Fundação José e Paulina Nemirovsky, do Liceu De Artes De Ofícios de São Paulo e do Acervo Artístico e Cultural aqui do Palácio, dos Palácios do Governo, e é o atual diretor da Pinacoteca de São Paulo. Então reuni todas as boas condições para fazer um bom trabalho a frente de uma pasta cada vez mais importante.




REPÓRTER: O secretário Andrea Matarazzo tinha dúvidas se deixaria o cargo para concorrer a vereador, ou se continuaria pleiteando uma vaga de vice na chapa do Serra... O que o senhor aconselhou ele a fazer?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, ele pode ser... Ele se afastando seis meses antes, que é esse o prazo de desincompatibilização, ele pode ser candidato a cargo executivo, vice-prefeito, e pode ser candidato a cargo legislativo, a vereador, não é? Onde ele participar, tenho certeza, dará uma grande contribuição à cidade de São Paulo.


REPÓRTER: Governador, o senhor já falou com o comandante da PM?


REPÓRTER: Governador, com relação à troca do comando da Polícia Militar...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, não. Só a Secretaria da Cultura.


REPÓRTER: É, porque o coronel Camilo já entregou a carta de exoneração.


REPÓRTER: Mas o coronel Álvaro Camilo já entregou o cargo...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É, isso vocês serão anunciados no momento adequado.


REPÓRTER: Ainda hoje o senhor vai anunciar? Ainda hoje o senhor vai definir?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Não, não. Não será hoje.


REPÓRTER: E como é que fica enquanto isso? Se ele já deixou o cargo, como é que fica?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, ele não deixou o cargo, ele pôs o cargo à disposição. O comandante-geral da Polícia Militar, ele, obrigatoriamente, sairia agora, no mês de maio, porque não pode ficar mais do que cinco anos em cargo de coronel. Então, ele deixaria o cargo, obrigatoriamente, por lei, no mês de maio. Então, o secretário da Segurança Pública, Dr. Antônio Ferreira Pinto, em conversa com o comandante-geral, acertaram antecipar agora pra abril essa substituição. O comandante-geral fez um excelente trabalho, deu um avanço enorme na Polícia Militar, tecnologia, liderança na tropa, redução dos índices de criminalidade... A Polícia Militar, que é uma instituição centenária, avançou ainda mais. É um orgulho de São Paulo, a nossa Polícia Militar. Valorização dos policiais, carreira, foram importantes conquistas. E o secretário da Segurança vai, no momento adequado, trazer o nome pra nossa aprovação, e ele será anunciado.


REPÓRTER: Governador, só pra entender, porque o coronel Álvaro Camilo, ele divulgou uma nota dizendo que está deixando o governo. Então, enquanto esse novo nome não é anunciado, ele continua no cargo, é assim?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Claro, óbvio! Óbvio! Claro que é! Está bom? Por exemplo, secretário Andrea Matarazzo não saiu hoje, ele vai sair na sexta-feira. Então, não é imediato, não haverá nenhuma solução de continuidade. Está bom?


REPÓRTER: Obrigado.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Um abraço!