Coletiva - Anúncio de novos investimentos para o Programa Bom Prato - 20121010

De Infogov São Paulo
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Transcriçã​o: Coletivas Geraldo Alckmin - Bom Prato

Local: Capital - Data: 10/10/2012


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Duas boas notícias. Os melhores programas avaliados pela população é o restaurante Bom Prato. Comida a R$ 1,00, com todo o controle nutricional, alimentação perfeita, que é o arroz, feijão, uma salada e uma carne; o suco da época, fruta de sobremesa e o pãozinho. Restaurante limpo, arrumado, comida quente, bem feita até com apoio agora dos melhores chefes de São Paulo. Houve um aumento no preço de alimento no Brasil, arroz aumentou muito, feijão aumentou muito, então nós estamos dando um reajuste de 20%, não para o usuário, o usuário vai continuar pagando R$ 1,00, mas o nosso subsídio vai passar de R$ 2,50, para R$ 3,00 para as entidades aguentarem que elas não estavam aguentando. E o Bom Prato agora tem café da manhã, cedo, R$ 0,50 café, leite, achocolatado, pão, queijo, frios e frutas; tem a internet, o Acessa São Paulo, a internet gratuita o dia inteiro e tem à tarde o Via Rápida para o emprego, cursos na área de gastronomia - é cozinheiro, padeiro, pizzaiolo, chapeiro, copeiro, enfim cursos pra aproveitar a espaço e utilizar o dia todo o espaço físico. E a outra é reformar, são 38 restaurantes, alguns já têm quase dez anos, então eles vão ser pintados reformados, trocar equipamentos de cozinha, mesas enfim, passar por uma requalificação para ficarem bem arrumados. Nós estamos chegando a 1,4 milhão de refeições dia, perdão mês, isso dá 17 milhões de refeições por ano, garantindo quem está em trânsito, pessoa, hoje muita gente come fora de casa e quem está em trânsito, uma alimentação de qualidade por R$ 1,00. Esse é o melhor remédio que tem, porque muitas doenças são por maus hábitos alimentares ou alimentação errada ou até não se alimentar ou alimentar de forma errada. Então uma alimentação correta é saúde pras pessoas, não é graça, mas tem o subsídio para garantir famílias de menor renda a população de menor renda fora de casa se alimentar fora com qualidade. Então eles são localizados perto de pontos de ônibus, terminal rodoviário, hospitais, locais de grande fluxo.


REPÓRTER: Governador, podemos falar de segurança já?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Podemos.


REPÓRTER: Nesta madrugada, final de noite, madrugada, tivemos mais dez mortes na grande São Paulo. A partir de hoje começa aquela operação da PM com 5 mil homens que saem do setor administrativo, reforçam o patrulhamento em algumas regiões. O que se esperar com esse recurso?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, dois trabalhos, primeiro nós já estamos há vários meses trabalhando a reengenharia para é reduzir a atividade meio e nós termos mais polícia na rua. Então a questão de três meses nós colocamos mais 2.1678 policiais militares no Estado de São Paulo no patrulhamento sem contratar ninguém, e em caráter permanente, 2.168, fazendo um agrupamento de companhia, fazendo uma reengenharia, informatização, esse trabalho já foi feito e é definitivo. Agora, nós estamos colocando mais 5 mil policiais militares; de que forma nós conseguimos? No policiamento a partir de hoje, suspendendo aqueles cursos de capacitação temporária, então nós demos suspensão nesses cursos de ‘reatualização’ que tem todo ano, suspendemos um pouco e também tirando uma parte da atividade meio, então a população vai sentir aí mais positivamente uma maior presença policial, 5 mil policiais militares a mais para reforçar a segurança pública. Não, não, 5 mil é no estado, mas a prioridade é a Região Metropolitana de São Paulo e a Baixada Santista, especialmente nas cidade maiores que tem mais segurança.


REPÓRTER: Por quanto tempo isso?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Pelo tempo necessário, aí já não é mais uma ação de 24 horas.


REPÓRTER: Governador, a própria Corregedoria da Polícia Militar, trabalha com investigações sobre a possível suspeita de vingança, por parte dos policiais militares em relação aos criminosos. Como é que o Governo se posiciona sobre isso, isso existe na opinião do senhor?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: O que eu fiz em abril do ano passado? Quando você tem um confronto, com resistência seguida de morte, já tinha uma apuração que era feita pela Corregedoria da Polícia Militar. Nós mantivemos, só que agregamos, além da Corregedoria da Polícia Militar, o DHPP. Então, a Polícia Civil, o departamento especializado, que é o DHPP, ele faz a apuração de todos os casos, todos, todos os casos de resistência seguida de morte. Nós não descartamos nenhuma possibilidade, isso está sendo investigado, está sendo investigado. Se houver algum caso que seja comprovado é demissão sumária da polícia, porque a polícia são os homens e mulheres da lei, para cumprir a lei e proteger a sociedade.


REPÓRTER: Há uma guerra declarada hoje, governador, entre a Polícia Militar e criminosos?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, essa é uma tarefa, é uma luta diuturna. Agora, São Paulo não intimida com o crime. O que ganha uma organização criminosa de atacar um policial, matar um policial, é intimidar o Estado. Quer dizer, querer que o Governo não combata o crime, não atrapalhe negócios, especialmente tráfico de droga. Infelizmente cresce no país todo. Então, polícia na rua cumprindo o seu dever, trabalhando, maior presença policial para dar mais segurança à população.


REPÓRTER: Governador, além de [ininteligível], o que mais tem para a região, governador?


REPÓRTER: O não reconhecimento [ininteligível] estão articuladas?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, articulado, desarticulado, é trabalhar e fazer policiamento forte. Aqui na região do Campo Limpo nós fizemos a Linha-5 do metrô, e aí duas notícias importantes: o metrô que para no Capão Redondo, nós já estamos fazendo o projeto para ir até o Jardim Ângela; e o metrô que para no Largo 13, levá-lo até chácara Klabin, ou seja, integrar, perdão, com a linha norte-sul, serão mais 11 estações de metrô que vai melhorar muito o trânsito aqui na região.


REPÓRTER: Governador, lá hoje...


REPÓRTER: Governador.


ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível] pessoal. Obrigado.