Coletiva - Assinatura de financiamento com o BNDES para a construção da Linha 5-Lilás do Metrô e duplicação da Rodovia dos Tamoios 20122712

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Assinatura de financiamento com o BNDES para a construção da Linha 5-Lilás do Metrô e duplicação da Rodovia dos Tamoios

Local: [Rio de Janeiro] - Data: 27/12/2012


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: [ininteligível] Essa tem 12, 12, 8. 11,5 km e 11 estações. Bom, assinou todos. Cada um traz aqui. Traz para tirar foto. [ininteligível]. Uma palavra aqui destacando a importância do contrato assinado. Agradecendo ao Dr. Luciano Coutinho. Presidente o BNDES, o Dr. Guilherme, o doutor aqui da equipe aqui do BNDES. Cumprimentar o Dr. Calabi, que tem dois ternos. Um terno de secretário da fazenda e outro de ex-presidente do BNDES. Saudar a equipe do Dr. Calabi. E destacar a importância do financiamento. Esta linha 5 do metrô ela começa lá no largo 13, Santo Amaro, e ela percorre 11,5km de extensão. São 11 estações de metrô. E termina na Chácara Klabin. Então ela integra com a linha 1, que é a norte e sul, Santa Cruz, integra com a linha 2, que é da Paulista, que vai lá pra zona leste, Chácara Klabin, integra com o corredor metropolitano ABCD, vem lá de São Mateus e vem para o Brooklin, e integra com a linha 17, que é o monotrilho do Morumbi, que é a linha 17, a do aeroporto de Congonhas, então é uma linha integradora, porque esta linha de metrô. Mas essa linha de metrô é uma linha muito importante no ponto de vista de integração com as demais linhas de metrô. São Paulo é a terceira metrópole do mundo, com 21 milhões de habitantes, atrás apenas da grande cidade de Tóquio e de Nova Delí, na Índia. Então é a terceira região metropolitana do mundo. Os carros não param. A cidade de São Paulo tinha, Luciano, há 10 anos de 12 milhões de veículos. Hoje a frota é de 23,5 milhões. Quase dobrou em 10 anos. Então toda a questão da mobilidade urbana é investir na alta capacidade e qualidade, que é metrô, trem, monotrilho, corredores de ônibus, transporte coletivo e de qualidade. Nós estamos transportando hoje 7,5 milhões de passageiros dia. Dois milhões de passageiros viagem dia, 2,7 milhões pela CPTM e 4,8 milhões pelo metrô. Nós vamos terminar o ano nos aproximando aí de quase 8 milhões de passageiros de uma expectativa de chegar perto aí em 2 anos a 10 milhões de passageiros dia. E a meta é expandir mais rapidamente a rede, porque ela ainda é pequena. Nós temos menos de... temos 76km de rede de metrô, que é pouco para o tamanho da cidade. Então a prioridade é no caso do trem, melhorar a qualidade, temos 260km de rede. E no caso do metrô, expandir a rede que ainda é pequena pra região metropolitana, só 76km. Essa linha vai nos trazer mais 11,5km, 11 estações e ela é integradora, porque ela integra ¼ das estações, que dá uma grande sinergia. O financiamento é R$ 1.958.600 a outra boa notícia é que o estado de São Paulo que tinha há 8 anos atrás o endividamento era 2,28, o índice entre a dívida sobre a receita, corrente líquida, a lei de responsabilidade fiscal dizia que o limite era 2, então nós estávamos acima do limite. O senado nos deu até 2015 pra atingirmos o limite do índice 2. E nós estamos hoje com 1,4. 1,4. Quer dizer, a dívida teve uma forte redução, o que possibilitou ao governo federal, através do PAF, do Programa de Ajuste Fiscal, nos dar aí uma possibilidade de financiamento maior. E o pró-investe, que a presidenta Dilma lançou foi rápido. Então nós já estamos assinando este ano mesmo que foi lançado no finalzinho do ano, esse financiamento. A nossa palavra é de agradecimento e temos uma carteira importante com o BNDES, muita coisa já assinada e outras em enquadramento. Temos a hidrovia Tietê, Paraná, que assinamos também como governo federal, que ela vai atender Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás. Nós vamos investir 1,5 bilhão na hidrovia Tietê/Paraná e recurso só estado e federal. Temos o Complexo Cultural da Luz. Temos a linha 15, que é a linha branca, do metrô, outra linha importantíssima. Nós até já estamos lançando o edital. Temos a linha 2, que é o monotrilho lá pra zona leste e a linha 6, que deve ser uma PPP, uma parceria público/privada, que é a linha que vai para a zona norte, em Pirituba, onde será sede, que São Paulo está disputando a Expo 20 20. Nós estamos disputando a exposição mundial, a expo 20 20 e o recinto lá, o chamado Piritubão, essa linha 6 é que chegará até o Piritubão. E temos ainda a aquisição de trens. Mas a nossa palavra é de agradecimento e dizer que os recursos vão ser muito bem utilizados em benefício dos brasileiros lá de São Paulo.

REPÓRTER: [ininteligível].

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Com o BNDES? Só com o BNDES nós temos contratados R$ 2.493 bi já assinados. Sem contar esse de hoje. Então iremos aí pra 4,5. R$ 4.450 bi. E temos em análise pra enquadramento mais 5.700. O PAF nosso foi de 19?

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Foi de 10 este ano amis estes 2. Sete ano passado.

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É, nós tivemos R$ 7 bi o ano passado, espaço fiscal pra novos financiamentos. Esse ano 10 e mais 2 do pró-invest. Vai dar R$ 19 bi. E a grande prioridade é a mobilidade urbana, ou seja, é metrô, trem, transporte de alta capacidade.

ORADORA NÃO IDENTIFICADA: Tem ideia de quanto desse montante é voltado para este setor [ininteligível]?

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, deve ser 80%. 70%, fora disso, nós temos saúde, temos saneamento básico e temos penitenciárias e habitação, habitação.

ORADORA NÃO IDENTIFICADA: O que ele falou que vocês assinaram hoje qual o valor para a Linha 5 do metrô?

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Tudo, tudo. Não, é praticamente tudo. A lei permite usar se necessário na nova [ininteligível], que é a duplicação da [ininteligível], mas essa linha ela custa bem mais do 2 bi, então praticamente vai ser tudo na linha 5.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: É, dos 5,700 que estão em análise no banco, 1.800 já está enquadrado, que é a linha branca, né, do metrô e, linha branca e a hidrovia. Exatamente. O senhor já tá contratado.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível].

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É, já está iniciando [ininteligível] já tá nos 4 [ininteligível] já contratados. Isso, são dois contratos. Um tá assinado, o outro vem.

ORADORA NÃO IDENTIFICADA: Dr. Luciano, além de São Paulo quantos estados já assinaram contrato do Pró-Invest?

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Do pró-investe? Dr. Guilherme. Praticamente todos.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: É a maioria. Hoje assinamos seis, temais uns três que de hoje pra amanhã podem ser assinados. E os outros devem ser assinados início agora de janeiro. Aprovados todos. Como o Luciano disse, aprovados todos, todos já foram aprovados.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Aprovados todos. E aí é o seguinte, metade do pró-invest tá sendo operacionalizado via Banco do Brasil e Caixa, porque como nós fizemos já a [ininteligível] nós dividimos o trabalho com os outros bancos federias pra poder assegurar que o pró-invest teria celeridade. Da nossa parte todos estão aprovados para todos os estados. E eu quero crer que o Banco do Brasil e a Caixa já assinaram também a grande maioria e nós assinamos também

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: O que está agora é o estado, o tesouro liberando, o [ininteligível] dando a garantia. Então [ininteligível]. Devemos assinar hoje, por exemplo, ainda um contrato do Ceará, tá chegando aí, o governador tá mandando.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível]

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É o mais alto. É o mais alto. Bahia, Bahia, R$ 1,4 bi.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível] GOVERNADOR DE SÃO PAULO, GERALDO ALCKMIN: Não, é R$ 307 milhões. É hidrovia transporte R$ 233 milhões é cultura, Complexo Cultural da Luz. É cultura e todos os outros é trem e metrô. É só cultura. Tirou cultura os outros são todos transporte. Só um dado aqui importante. Essa linha 5 ela tem um pedaço pequeno. Então ela transporta hoje 275 mil passageiros dia. A hora que terminar, chegar na Chácara Klabin, que é o que nós estamos aqui assinando, ela vai agregar 0,5 milhão de passageiros dia. Então ela vai saltar de 275 mil por dia para 770 mil por dia. Ela aumenta 495 mil passageiros viagens dia. 0,5 milhão praticamente a mais de passageiros. Ela...

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível] do tesouro é da ordem de R$ 80 bi, R$ 20 bi por ano praticamente. Dos R$ 80 bi, R$ 28 bi são do metrô e R$ 18 bi de estradas. A soma de metrô mais estradas é cerca de 70% do total. As outras partes importantes são habitação, como o governador citou. Adicionalmente tem um investimento da ordem de R$ 10 bi das empresas estatais independentes principalmente a Sabep, Cesp e Emai, além de uma expectativa de PPP, da ordem de R$ 10 milhões. Então esse é o quadro.


ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Dr. Luciano nós gostaríamos que o senhor falasse um pouco sobre [ininteligível]

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Ah, não. Eu não vou falar do banco aqui, o banco tá indo muito bem, mas não é o momento de falar. Nós temos um [ininteligível] feito até novembro [ininteligível]. Nós já realizamos janeiro, novembro, volume de 120, 121 e pouco. E em dezembro tá muito forte. Então nós vamos talvez até ficar em torno pra aquela previsão que a gente, mas ainda temos 2 dias, ainda temos o dia de hoje e o dia de amanhã trabalhando intensamente aqui. Então eu nem posso me antecipar. ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Como? É, normalmente eu sempre tenho o mês de dezembro, novembro e dezembro sempre são meses muito fortes. E tá sendo. Como?

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível].


ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Já estamos perto dos 150. Dependendo do que acontecer hoje à tarde e amanhã quem sabe a gente até. É difícil, difícil.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível].

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Muita coisa depende assim. A empresa chegar aqui e trazer documentação, trazer o... trazer o CND, trazer isso e trazer aquilo, aí você desenvolve se tiver tudo em ordem. Então, nem tudo depende da [ininteligível]. Então, pode ser que, nós ainda temos a tarde de hoje e o dia de amanhã. O banco tá, nós temos, nós decidimos trabalhar até o último minuto. Então eu só saberei dos números amanhã no fim da tarde. Amanhã, depois que encerrar o horário bancário a gente... é uma corrida em obstáculos.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível].

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Pode ser, mas eu não posso adiantar. Eu queria agradecer aqui era a presença do governador de São Paulo, dizer muito nos honra a presença do governador vir aqui, é uma honra pra nós. Segunda vez já. Dr. Calabi também, nosso amigo. E dizer que ficamos muito impressionados com os números e o [ininteligível] do outro programa de investimento do governo de São Paulo. Muito obrigado.

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Amanhã só trabalha o BNDES e os jornalistas.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Já é a segunda vez, hein? O Leo Pietro mandou um abraço para o senhor.




REPÓRTER: ...adesão, projeto e tal, como que o senhor vê essa [ininteligível], e um projeto com muitos vetos?

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha! Eu acho que foi importante, não ter votado agora em dezembro, eu acho que nós precisamos ter um melhor entendimento federativo, precisamos ter um poder moderador aí, no sentido de se ter um entendimento federativo melhor.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível].

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, eu quero dizer que é importante uma visão de conjunto, né, das questões que envolvem a Federação, que eu citei aqui quatro, cinco temas, eles até são mais amplos. Tá bom?

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Mas isso seria feito por quem, pelos governadores?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Eu acho que tem que ter uma presença federal nessa questão, no sentido de procurar fazer aí o poder moderador no sentido de conciliar os interesses da Federação. E como uma visão de conjunto, porque senão vai sendo feito de forma fatiada. Você discute petróleo e gás, depois separadamente discute [ininteligível], depois separadamente discute comércio eletrônico, depois separadamente discute ICMS. E acho que deveria ter uma discussão mais ampla para verificar quem perde, quem ganha, como é que você compensa perdas, né?

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: O senhor sugere então que o Governo Federal tome as rédeas da [ininteligível].

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Eu acho que não precisa ser sozinho, acho que os governadores tem um papel importante para ajudar. Mas acho que o Governo Federal pode ter uma participação maior nisso. Tá bom?