Coletiva - Entrega das obras de infraestrutura da Avenida Aeroporto 20162201

De Infogov São Paulo
Ir para navegação Ir para pesquisar

Coletiva - Entrega das obras de infraestrutura da Avenida Aeroporto

Local: [[]] - Data:Janeiro 22/01/2016

JORNALISTA: Pela oposição do Brasil, o senhor cogita deixar o PSDB para ingressar no PSB, isso é verdade? O senhor vai mudar de partido?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, não há nenhuma procedência sobre isso. Eu queria destacar aqui a importância aqui da entrega aqui da obra da avenida do aeroporto. Pedrinhas Paulista é um dos melhores municípios do nosso interior, nessas terras férteis aqui do vale do Paranapanema. E dar uma boa notícia para a região, que é a SP-333. Nós vamos duplicá-la desde a divisa com o Paraná, até Assis, e depois indo até Marília. Então, nós teremos aqui uma grande obra, estruturante, que vai trazer grande desenvolvimento, atrair empresas, gerar empregos na região, evitar acidentes, então, uma verdadeira vacina. E destacar também o bom momento da agricultura de São Paulo, do agronegócio. O setor de grãos como aqui, soja, milho de safrinha, amendoim, todo o setor de grãos, feijão, trigo, ele está muito bem. O setor de carnes, de proteína animal, também está super bem, não é, carne de boi, frango, porco, a laranja também recuperou, café, leite. E o único setor que estava em dificuldade que é o sucroalcooleiro, ele está se recuperando. Então, também deve se recuperar. Isso se traduz em renda, se traduz em mais emprego, mais investimento. Quem está segurando a peteca, salvando a lavoura, é o agronegócio. E estamos otimistas com a recuperação da indústria, a partir do segundo semestre, não é? Com o novo câmbio acho que a gente pode ir retomando a atividade econômica no Brasil, a partir do meio do ano.

JORNALISTA: Governador, em Sorocaba os pacientes com câncer estão precisando viajar até Guarulhos, que dá mais de 200 quilômetros para fazer o tratamento de radioterapia. O que é preciso fazer? O que pode ser feito de forma urgente?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Vou pedir para a Secretaria de Saúde responder.

JORNALISTA: Governador, por que a PM voltou a usar balas de borracha nas manifestações contra o aumento da tarifa, quando isso não aconteceu nas manifestações dos estudantes?

JORNALISTA: O senhor acha que a Polícia está agindo de maneira truculenta?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, a Polícia está agindo de maneira correta. As pessoas têm o direito de fazer manifestação, manifestações pacíficas, manifestações legítimas. Agora, não é possível interromper avenidas, não é possível tirar o direito de ir e vir das pessoas. Todas as grandes cidades do mundo têm regra, porque o nosso direito é até o momento em que perturba o vizinho, não é, o nosso irmão, então é preciso respeitar as pessoas. E ainda havia um risco de encontrar a manifestação contra a tarifa, da manifestação... com a manifestação dos perueiros, não é? Em razão de questões com a prefeitura de São Paulo. Claro que a Polícia tem que agir para poder evitar essas coisas.

JORNALISTA: Governador, sobre suposta fraude em licitações da merenda, qual é a posição do governo?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, a apuração rigorosa para verificar se houve alguma fraude, algum superfaturamento e punição exemplar. Aliás, a corregedoria do estado já está apurando. Tá bom?

JORNALISTA: Governador, o senhor pretende entrar novamente com o pedido de reorganização do ensino? E como será esse novo pedido? E se há escolas ainda ocupadas em São Paulo capital.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, não há mais nenhuma escola ocupada. A reorganização ela já vem ocorrendo já, há dez anos. Nós já temos 1500 escolas de ciclo único. Nessa escola é só ciclo um, nessa escola é só ciclo dois, nessa escola é só ensino médio, nós já temos 1500. Nós queríamos é ampliar para 2250, por quê? Porque essas escolas de ciclo único elas são melhores, o resultado no Saresp é melhor. O aluno, em média, tem 15% a nota dele maior no Saresp, do que as escolas em ciclo misto. E a maior razão de um pai, de uma mãe tirar o aluno da escola pública, é por uma criança de seis anos estar misturada com um adolescente de 17 anos. A escola particular já é separada: aqui é ciclo um, criança de 6 a 11 anos; aqui é ciclo dois, de 11 a 14; e aqui é ensino médio, 14 a 17. Porque você misturar adolescente com criança, ele sofre bullying, agressão, essa é a principal razão de retirar, às vezes, a família com dificuldade financeira, mas ela tira a criança da escola pública para pôr na escola particular, porque ela já é separada pela idade e por ciclo. É isso que nós queremos fazer, já fizemos, já temos 1500 escolas em ciclo único e vamos gradualmente ir conversando com os alunos e especialmente com os pais dos alunos, demonstrando o quanto a gente ganha com esse trabalho.

JORNALISTA: Então o senhor orientou o Sr. Secretário de Educação para continuar com a reorganização?

JORNALISTA: Governador, a respeito da dengue, a Secretaria da Saúde divulgou essa semana que uma em cada dez cidades de São Paulo está com problema de epidemia. O que quê a secretaria tem feito a esse respeito?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Nós faremos já amanhã um grande mutirão em todo o interior do estado. Não tenho aqui de cabeça, mas foram escolhidas mais de 50 cidades no estado de São Paulo. Enquanto não tem a vacina e como não há tratamento, só tem um caminho: é matar o mosquito, é atuar no criadouro do mosquito da dengue que são as águas paradas, então é todo mundo ajudar e 80% dos criadouros estão dentro das casas. Então, cada um em seu quintal, verificar se não tem uma latinha com água, pneu, o pratinho do vaso, não ter água parada, a calha do telhado, todo mundo ajudar, porque se o mosquito não se prolifera, e ele se prolifera exatamente agora no verão, porque é chuva e calor, não é? Se a agente conseguir segurar os criadouros a dengue vai cair.

JORNALISTA: Governador, ao vivo, Rádio Voz do Vale, por favor uma colocação a respeito do presídio de Florínia, a data, ou pelo menos o período de entrega. E ao mesmo tempo que poderá ser feito para reduzir o impacto em nossa região por mais um presídio.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, ele já está praticamente pronto, não é, deve estar sendo entregue nas próximas semanas. O impacto vai ser muito positivo, todo lugar que eu vou, uma mãe, um pai, uma esposa, entrega uma carta dizendo: “olha, meu marido, minha mulher, meu filho, trabalha no sistema prisional, mas está em Mogi Iguaçu, está em São Paulo, está em Campinas, está muito longe de casa”. Então com a abertura da unidade prisional muita gente aqui da região que está trabalhando muito longe vai poder vir para cá, ficar mais perto de casa, da família, isso gera... uma unidade prisional gera, no mínimo, 300 empregos diretos, fora os empregos indiretos, então só ajuda. E não tem nenhum problema de segurança, não é, o problema de segurança é Distrito Policial cheio de preso, unidade prisional não tem problema, tanto é que Presidente Prudente é a região mais segura do estado de São Paulo, tem os menores indicadores de criminalidade e tem o maior número de unidades prisionais.

JORNALISTA: Duplicação da SP-333, boas informações para a região?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boas informações. Nós vamos fazer agora as audiências públicas para a concessão e esperamos até o final do ano estar assinando o contrato. Então nós deveremos duplicar a SP-333 desde a divisa com o Paraná até Assis e depois até Marília. Então, isso vai trazer muita empresa para cá, muda a região, não é, uma boa logística, infraestrutura, você muda o desenvolvimento regional.

JORNALISTA: Pedrinhas e Florínia terão portais, é isso governador?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, não é portal, nós estamos estudando ter... isso vai ser discutido na Audiência Pública, ao invés de ter passagem em nível, você tem um viaduto para... porque onde é que ocorrem os acidentes? Os acidentes ocorrem nos cruzamentos, às vezes o carro morre, pessoas não viu bem, se afoga, fica nervosa, então é exatamente nos cruzamentos que tem mais acidentes. Então na Audiência Pública vai ser discutida a necessidade, ou de uma ampla rotatória em termos de engenharia, ou de uma passagem em desnível. Categoria 22 de janeiro de 2016 [[]]