Coletiva - Entrega de 119 Uhs em Parapuã - 20121711

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Entrega de 119 Uhs em Parapuã

Local: Parapuã - Data: 17/11/2012

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, nós estamos... Nós estamos entregando hoje, em Parapuã, 119 casas e estamos iniciando mais 109. Dá 218 casas só aqui em Parapuã. E vamos entregar em seguida, em Nova Guataporanga, mais 86 casas. Nós temos hoje em obra aqui na região 3.064 unidades habitacionais. E pra começar, mais 1.300. E é um programa socialmente importante, porque ele atende quem ganha um salário mínimo, dois salários, três salários, vai até 10 salários mínimos. Então, gera bastante emprego. A outra boa notícia é a rodovia. Dia 23, agora de novembro, portanto a semana que vem, já sai o edital da SP-294, a Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros. Vai de Adamantina até Tupi Paulista. E no começo do ano, de Tupi Paulista até Panorama. Nós teremos perto de R$ 200 milhões de investimento no recapeamento, acostamentos, terceiras faixas, obras de arte, obras de segurança e sinalização, desde o Rio Paraná até Adamantina. E a outra obra é a Rodovia Assis Chateaubriand, SP-425. No dia 17 de dezembro já sai também o edital entre Parapuã até Martinópolis. Também é uma obra importante, R$ 73 milhões de investimento. Então, só nessas duas obras são mais de R$ 270 milhões. Isso é importante para reduzir acidente, para preservar a saúde da população e promover o desenvolvimento da região.


REPÓRTER: Uma região que tanto precisa, isso ajuda a trazer empresas, ajuda a trazer mais desenvolvimento pra cá, Geraldo?


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ajuda. Porque... O que é que faz uma empresa se instalar numa região? Logística, né, transporte. Então, boas estradas. E autorizamos também o Melhor Caminho, para as estradas rurais aqui de Parapuã, que tem borracha, tem avicultura, tem pecuária, tem fruta, agricultura. A outra são recursos humanos, né? Nós estamos ampliando a Etec, vamos ter uma nova Fatec em Adamantina. Já temos Pompéia, Prudente e Marília, vamos ter uma nova Fatec na Alta Paulista, e duas engenharias na Unesp. Em Tupã, Engenharia de Biossistemas; em Dracena, Engenharia Agronômica. Ou seja, o campus da Unesp crescendo. Então, infraestrutura, capacitação para o trabalho, recursos humanos e dedução de impostos. Nós demos um crédito de ICMS de 5% para avicultura, para o setor da avicultura, que é forte aqui na região. Bastos é a capital do ovo. Então o apoio importante para a avicultura.


REPÓRTER: Governador, em relação à Segurança Pública, na última visita do senhor a Álvares Machado, o senhor disse que os ataques não chegariam ao interior do Estado. Mas, na madrugada de quarta para quinta-feira, a casa de um sargento da Rocam foi alvejada em Presidente Prudente. O que o senhor tem a dizer sobre isso?


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, nós estamos indo para Tupã, onde vamos inaugurar o novo prédio da Delegacia de Defesa da Mulher e do Distrito Policial. Nós estamos investindo bastante. Uma boa notícia, até o final deste mês, 200 delegados a mais já estão nomeados. Terminam o curso na Acadepol, na Academia de Polícia, e virão, grande parte deles, para o interior de São Paulo. Então, um reforço importante. Nós já nomeamos 900 investigadores e escrivães de polícia, agora mais 200 delegados. O concurso teve um bom resultado, pessoal de alto nível, 22 mil inscritos. Então, nós já mandamos chamar mais 157 que tinham sido aprovados. Então, um reforço importante. E a Polícia Civil, ela vai investigar, já está investigando e vai prender esses criminosos.


REPÓRTER: É motivo de pânico?


REPÓRTER: Governador, uma medida do Governo de transferir alguns dos principais líderes aqui para o Oeste paulista. O senhor acredita que essa medida pode se alastrar ainda mais a violência aqui no interior paulista?


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Eu não entendi. Como é que é?


REPÓRTER: Tem uma medida do Governo de transferir alguns dos principais líderes das facções aqui para o Oeste Paulista, como em Presidente Prudente. O senhor acredita que essa medida pode aumentar a violência?


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, a transferência que nós estamos fazendo, já fizemos, de líderes do crime organizado, é para fora de São Paulo, para penitenciarias federais. O Governo Federal não tem penitenciária federal em São Paulo. Então, todas elas são em outros estados. Nós já fizemos duas transferências, vamos fazer outras, mas a gente só divulga depois que é feita pra não ter problema.


REPÓRTER: Governador, [ininteligível] uma pergunta. Eles querem saber, nas últimas três noites agora desse feriado já foram 24 mortes aqui e na Grande São Paulo. E só na noite de ontem já foram oito. Como que está esta questão das medidas? O Governo pretende reforçar a segurança?


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, o que que nós estamos fazendo junto com o Governo Federal? Na área penitenciária, transferência de líderes do crime organizado para penitenciárias federais fora de São Paulo. Na área da contenção, começa agora no início da semana, em 14 pontos estratégicos, juntos com a área de inteligência do Estado e Federal, a contenção para evitar entrada de drogas e entrada de armas. De outro lado, na área da Polícia Científica, os núcleos especializados do Instituto de Criminalística, para a gente verificar, inclusive, o DNA da droga. De onde está vindo a droga, se é Bolívia, Peru, Paraguai. Você tendo o DNA da droga. Depois, o Sisbala. É um sistema importante para você identificar pelo projetil a arma que ele saiu e poder ter mais rapidez em prender os criminosos. Há outro centro de controle, um comando, que também está se trabalhando. Enfim, 200 delegados de polícia agora no final deste mês já entram também em operação. Estão terminando a academia, a Acadepol. A Polícia Militar fazendo Operação Saturação nas regiões mais necessárias. E a Polícia Civil empenhada na questão da investigação.


REPÓRTER: Mas mesmo assim continua, governador. E aí?