Coletiva - Entrega de 734 novas viaturas para a Polícia Civil e Polícia Militar da capital 20163001

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Entrega de 734 novas viaturas para a Polícia Civil e Polícia Militar da capital

Local: [[]] - Data:Janeiro 30/01/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Destacar a entrega de 734 viaturas, zero quilômetro, para a Polícia Civil e Polícia Militar, só da capital, porque no interior tem um número ainda maior, só aqui na capital e todas diesel. Então, são veículos melhores, mais resistentes, mais eficazes, consome menos combustível, então foi um grande ganho, não é. Um sonho da Polícia. Todo, tudo a diesel. E as motocicletas, 600 cilindradas. Nós vamos fortalecer também o policiamento com motos, que é mais rápido, mais flexível, nas grandes cidades e especialmente aqui na capital.

JORNALISTA: Já vão estar em circulação para o carnaval, vão participar do carnaval?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: A partir de hoje, imediatamente, imediatamente, já está todo mundo aí já trabalhando. 734 aqui na capital. Ontem entregamos 115 na região metropolitana, lá em Santana de Parnaíba. E amanhã vamos entregar as do interior.

JORNALISTA: Governador, hoje, além de [ininteligível] também tem o grande mutirão contra a dengue, não é? Quando a gente acompanhou os pesquisadores da USP que trouxeram reagentes importantes para uma pesquisa para estudar os efeitos do Zica no corpo humano, e aí por conta de um erro da companhia área American Airlines, esses reagentes chegaram sim, mas não vai ser mais possível a utilização deles. Foi um valor de R$ 8 mil que eles compraram. Eu sei que as universidades têm autonomia para lidar com seus orçamentos, mas no caso em que o Governo do Estado está mobilizado contra a dengue, contra, todos esses outros vírus, considera a possibilidade de repassar esse dinheiro novamente para que esses reagentes sejam comprados novamente.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, é importante destacar que no dia de hoje nós estamos fazendo um mutirão contra o mosquito da dengue, o mosquito Aedes Aegypti, que pode transmitir Dengue, febre Chikungunya e Zica vírus, é o mesmo agente, o mesmo mosquito, em 250 municípios do Estado de São Paulo. Ao mesmo tempo hoje, 250 cidades, está tendo um mutirão com profissionais do Estado, das Prefeituras, do exército e muitos voluntários, não é, e Defesa Civil. São Paulo está liderando a pesquisa, no caso da vacina esse mês de fevereiro a gente já começa os primeiros casos de vacinação voluntária no Hospital das Clínicas, com uma dose contra os quatro tipos de vírus da dengue. E a Universidade de São Paulo está fazendo também importantes pesquisas. A empresa ela é responsável, não é, quer dizer, na realidade o produto estava vindo para o Brasil, legalmente, para pesquisa e foi perdido o produto, por erro da companhia área americana, ela é responsável. Vou entrar em contato com o reitor da USP, para o que nós podemos aí apoiá-lo, mas na realidade a empresa tem que repor esses produtos.

JORNALISTA: Considera uma ação judicial contra a empresa?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, se puder resolver amigavelmente, e acho que é possível se resolver, porque a responsabilidade é incontestável, não é? Eu acho que nem a empresa vai querer que haja ação judicial.

JORNALISTA: Governador, sobre essa guerra que está se desenhando entre taxistas e motoristas de Uber, não é? Tem como a Polícia agir de forma preventiva para evitar novos confrontos? Qual é a avalição que o senhor faz?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, o secretário Alexandre de Moraes vai poder colocar. Agora, o regramento ele é municipal, não é? Quer dizer, aí não é um regramento estadual. O município que estabelece aquilo que pode, não pode, a forma de fazê-lo. A Polícia fiscaliza a regra.

JORNALISTA: ...E agora desse movimento mais próximo do ex-presidente Lula. Eu queria ver se o senhor tem comentários a fazer sobre isso? Qual é a visão do senhor a respeito desse novo direcionamento que a operação está tomando?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, eu acho que o Lula é o PT, não é? O Lula é o retrato do PT. Partido envolvido em corrupção, sem compromisso, não é? Com as questões de natureza ética, sem limites, é muito triste o que nós estamos vendo. E o que a sociedade espera é que seja apurado com absoluto rigor e se faça justiça.

JORNALISTA: Dá para dizer que o cerco está fechando agora ao ex-presidente finalmente, governador?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, eu acho que o Brasil sempre teve, lamentavelmente, uma impunidade com o chamado crime de colarinho branco, não é? Então, a impunidade era difícil você ter punição efetiva. Até porque também não são fáceis de serem comprovados. Eu acho que o país está dando um salto importante com sacrifício, é doloroso tudo isso, mas é necessário.

JORNALISTA: Governador, em relação ao esquema de venda de merenda escolar, não é? O Ministério Público está investigando, foi visto que teve aditivos nos contratos para tirar mais dinheiro da Secretaria de Educação. Queria saber se esses aditivos, se eles foram pagos, se eles vão ser ressarcidos e se o contrato com a Coaf vai ser suspenso ou não.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, nós defendemos a apuração rigorosa, rigorosa, doa a quem doer. Agora, quero destacar também aqui a minha total confiança nos nossos secretários. Eu conheço o doutor Herman Voorwald há décadas, décadas, não é? Um luterano de origem holandês, é um homem até quadrado, assim, no seu comportamento, vamos dizer assim, absoluto rigor de natureza ética. Da mesma forma o secretário Duarte Nogueira. Mas nós queremos o quê? Apuração absoluta, para quem tiver culpa responder judicial e criminalmente e quem não tiver, ser inocentado, não é? Não se pode incriminar a honra de pessoas sem prova. Tá bom?

JORNALISTA: Mas e o contrato com a Coaf, ele vai ser suspenso?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, isso a Secretaria da Educação vai verificar. O que existe? Existe uma lei federal que obriga que 30% do recurso da merenda, que é transferido para o Estado, para a Prefeitura, o que for, tem que comprar de agricultura familiar, de assentamentos, ou de quilombos, isso é obrigação legal. Em cinco anos, eu acho que o estado fez três chamadas. Não teve nenhuma chamada em 2012, nenhuma em 2013, 2014 teve uma que está sob judice. O que o governo comprou foi ínfimo, de empresa que tinha certificação e vai ser verificado, não é, se o preço está correto ou não. E se alguém da máquina pública tem envolvimento com isso. Então, essa é uma apuração que vai ser feita e que o governo é o maior interessado, e punição de quem tiver qualquer envolvimento, seja quem for, de que partido for. Tá bom? Categoria 30 de janeiro de 2016 [[]]