Coletiva - Entrega de apartamentos da primeira Parceria Público Privada da Habitação do país 20162912

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Entrega de apartamentos da primeira Parceria Público Privada da Habitação do país

Local: Capital - Data:Dezembro 29/12/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Olha, hoje nós estamos entregando os apartamentos da primeira PPP de habitação do Brasil. Nós fizemos a primeira PPP do país em metrô em 2004, que é a Linha 4, e hoje a primeira PPP do país de habitação. São 126 apartamentos aqui na Rua São Caetano, super bem localizado, e todas as habitações no centro expandido, para trazer de volta as pessoas para morarem no centro, onde tem grande parte do emprego, já tem toda a infraestrutura, e as pessoas voltando a morar no centro expandido recupera a segurança, porque de noite se ninguém mora fica tudo ermo, vazio e acaba piorando a segurança. Então esse é o primeiro prédio entregue. Está muito bonito, muito bem acabado, muita qualidade. A Prefeitura deu o terreno aqui na Rua São Caetano, o segundo prédio já começou, são 91 unidades, apartamentos da Alameda Glete, já está em obra, e o terceiro, na antiga rodoviária, são 1.202 apartamentos. Já começou a demolição, a gente espera que amanhã a Secretaria da Aeronáutica dê autorização e aí o alvará da prefeitura em seguida, a gente pode começar na primeira semana de janeiro já as obras de 1.200 apartamentos lá na Nova Luz. São três, já estão contratados 3.683, está contratado. A habitação de interesse social 2.260, que são famílias de menor renda, então 2.260 o governo tem que dar o terreno. A prefeitura nos deve dar o terreno da usina de asfalto, lá cabe mais 800 apartamentos. Aí a gente praticamente fecha os 2.260. E os 1.500 o setor privado está adquirindo, então é mercado popular, a Canopus, que é a concessionária, é obrigação dela comprar o terreno. Ela praticamente já fechou aí várias possibilidades. Então nós teremos no centro expandido 3.683 unidades. Uma média de quatro pessoas, estamos falando aí de 14 mil moradores voltando para o centro expandido de São Paulo. REPÓRTER: ... estava prevista para ser entregue em outubro, qual o motivo desse pequeno atraso?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Essa obra é um recorde, ela foi feita em onze meses, é apenas um problema burocrático porque a obra está pronta, já há 60 dias, mas está entregue, eu diria que o prazo era esse ano, estamos entregando esse ano.

REPÓRTER: Mas governador, o plano foi lançado em 2012 nós estamos em 2016, as primeiras unidades foram entregues somente agora e somente 126 e somente 90 em construção. Por quê?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Importante destacar o seguinte, parceria público-privada você precisa ter privado interessado, se você não tem empresa privada interessada, ela não existe, ela não é uma obra pública, então nós fizemos a PPP, só esse lote teve interessados, ele foi contratado o lote inteirinho, 3.683 unidades, o prazo é seis anos para a PPP estar completa, nós estamos antecipando as datas, o prazo é até seis anos para o setor privado viabilizar, nós estamos entregando aqui em onze meses. Então repetindo, 126 entregues hoje, 91 na Alameda Glete já iniciadas, 1.202 nós só dependemos da Secretaria da Aviação Civil por causa da proximidade com o aeroporto de Campo de Marte, toda essa burocracia, a gente espera iniciar a obra já na primeira semana de janeiro, tendo alvará da prefeitura, a quarta obra nós dependemos da prefeitura, que é o terreno da usina de asfalto, ainda não foi desocupada a usina de asfalto, na hora que for desocupado nós faremos a obra. E o setor privado está procurando o mercado popular, é ele que vai construir, o prazo é seis anos e nós estamos antecipando todos aí as obras da PPP. E dois fatos importantes, a primeira PPP do país e no centro expandido, recuperar o centro expandido de São Paulo.

REPÓRTER: Governador, o governo do estado chegou a oferecer R$ 50 mil reais como forma de recompensa para os dois assassinos daquele ambulante do metrô. Uma dessas, um deles foi achado graças a essa denúncia anônima, mas a Secretaria da Segurança Pública agora diz que vai verificar se vai pagar ou não essa recompensa, essa recompensa será paga ou não e se não será paga se isso tira um pouco da credibilidade do pedido de ajuda da população nesses casos?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Olha, nós temos esse mecanismo de, em alguns casos, premiar, dar uma recompensa a quem nos dê a informação para prender criminosos; o primeiro assassino preso foi preso pela polícia sem nenhuma dica, nenhuma informação privada, o segundo, que estava foragido, houve uma resolução da secretaria dizendo que se a informação fosse apreender daria recompensa. Será dada. A secretaria precisa só checar se foi realmente essa informação que levou à prisão. Quero aqui me solidarizar com a família da vítima, do Índio, me solidarizar com ela, esse assassinato cruel e brutal, os dois criminosos já estão presos e se realmente a informação foi a que levou à prisão, ele receberá a recompensa.

REPÓRTER: [ininteligível].

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Não, não importa, o que importa é que se ela realmente foi o que levou, a informação levou a prisão do criminoso.

REPÓRTER: O metrô falhou na segurança na sua avaliação, governador? Não havia nenhum segurança.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Não consigo dar resposta precisa, nós temos mais de mil, mais de mil seguranças no metrô. foi um caso inimaginável, você ter uma pessoa, criminosos baterem até matar um vendedor, foi um absurdo.

REPÓRTER: Governador, com relação... Cidades da grande São Paulo já estão reajustando a tarifa, o senhor promete manter a tarifa de R$3,80 já no início do ano, qual vai ser a situação aqui em São Paulo?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Olha, nós estamos exatamente nesse momento fazendo todos os estudos, raspando o fundo do tacho para tentar evitar reajuste, se for feito sendo o menor possível, beneficiar ao máximo a população nesse momento de dificuldade, queda de salário e aumento de desemprego, os números não estão ainda fechados, vamos aguardar até amanhã. Tá bom?

REPÓRTER: O senhor estuda?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÂO PAULO: Estamos estudando, estudo.