Coletiva - Entrega de moradias do Programa Morar Bem, Viver Melhor 20162812

De Infogov São Paulo
Ir para navegação Ir para pesquisar

Coletiva - Entrega de moradias do Programa Morar Bem, Viver Melhor

Local: Dumont - Data:Dezembro 28/12/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: [ininteligível] que era praticamente na virada do ano, na chegada do ano novo entregarmos [ininteligível] suas famílias, né, 35 aqui do [ininteligível] e 198 em Monte Alto. Então, só hoje dá 233 moradias, nós estamos hoje com praticamente cem mil unidades em construção no estado de São Paulo, entre o CDHU e o Casa Paulista, que complementa o programa federal. Isso tem importância para proporcionar moradia a famílias de menor renda, São Paulo não deixa ninguém para trás, então quem ganha um salário tem acesso à casa própria. E do outro lado, gera muito emprego, cem mil unidades em construção são 120 mil empregos diretos, fora os empregos indiretos. E o conjunto com toda a infraestrutura, prontinho, com asfalto, calçada, muro divisório, inclusive com aquecedor solar que dá uma economia para a família na conta de luz, e ajuda o meio ambiente através de uma energia renovável como é a energia solar. Então a gente fica muito feliz de trazer aqui os votos de um feliz Ano Novo para toda a população da região e poder proporcionar às famílias o acesso a casa própria.

REPÓRTER: Governador, o senhor teve um encontro ontem com o presidente Michel Temer, né? É uma aproximação do senhor já com o Governo Federal, com o PMDB? O que foi discutido nesse encontro?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Nós sempre temos um trabalho de parceria, né? O Brasil é uma república federativa, o que caracteriza a federação é a colaboração entre os entes federados. Então o Estado de São Paulo é o estado que mais faz convênio com prefeituras, com o governo local, apoiando o governo local. E também temos um trabalho conjunto com o Governo Federal. Conversamos muito sobre emprego e renda, né, esse é o problema hoje do Brasil. Eu entendo que infraestrutura, saneamento, habitação, tudo o que envolve construção civil pode ajudar nessa retomada do crescimento da economia.

REPÓRTER: Teve algum pedido específico que o senhor fez para ele?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, abordamos várias questões aqui do estado de São Paulo, de infraestrutura, financiamentos, mais geral.

REPÓRTER: Governador, em relação a segurança pública, nós temos vários casos aqui na cidade de São Paulo, ataques [ininteligível]. A cidade que está passando por verdadeiras situações de pânico, e também nós temos o problema sério nas delegacias, nós temos falta de contingente. Tanto o delegado que às vezes atende em até duas, três cidades, e também alguns casos em que a delegacia não tem sequer funcionários, como já aconteceu nessa semana.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Olha, primeiro no caso de roubo a banco, nós tivemos aqui na região uma queda de 10%, janeiro a novembro, comparado ao ano passado. Não houve aumento, houve uma queda de 10%. Dos dois últimos casos, um ladrão foi morto, no embate com a polícia e nada foi roubado. E o segundo caso, três foram mortos, criminosos no enfrentamento com a polícia, nada foi roubado. A polícia tem trabalhado de maneira bastante eficiente. De outro lado, nós estamos hoje com 2.200 soldados fazendo a operação verão que vai muita gente para o litoral nessa época. Isso vai até o dia 7 de fevereiro. Acabou a operação verão, redistribui, são novos policiais. Então a região não teve um número imediato, mas a região vai ter um reforço policial. Eles já foram, fizeram o curso, passaram, fizeram curso de um ano e já foram nomeados. Estão no litoral, na Operação Verão, fevereiro vem para o interior de São Paulo definitivamente. A região ganha um grande reforço. E temos hoje mais 2.293 em concurso em andamento, mais 2.293 vagas para o policiamento ostensivo.

REPÓRTER: Governador, em relação a [ininteligível], segundo dados da Segurança Pública, atualmente, 27% de todo o estado [ininteligível] relacionado ao passado. Existe [ininteligível] para reduzir esse número?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Deixa eu pegar aqui o número. Só um minuto. Olha, aqui você tem, estado, isso aqui tá tudo na internet.

REPÓRTER: Sim.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Todo mês, no dia 25, a gente publica a estatística do mês anterior e faz o acumulado do ano. Então, Estado de São Paulo, janeiro a novembro de 2015. Roubo a banco: 149 casos. De janeiro a novembro, em todo o estado de São Paulo. Aqui é uma população maior do que a Argentina, 45 milhões de pessoas. Este ano, 123, então roubo a banco reduziu 17,45%. Isso no estado inteirinho, isso tá na internet, então não houve aumento. E aqui na região do Deinter 3, que é a região de Ribeirão Preto, houve uma queda de 10%. Foram dez casos [ininteligível]. Estou dizendo isso, não é que a gente esteja satisfeito não, nós estamos empenhados aí para reduzir mais ainda esses índices. E o principal são os crimes contra a vida que é homicídio e latrocínio, e eles estão em queda. Diferentemente do Brasil, tá subindo, em razão da crise. Mas, São Paulo, a gente conseguiu segurar aí os indicadores, e tivemos mais uma queda de homicídio no estado de São Paulo. Vou dar um número que dá para as pessoas entenderem bem. A Organização Mundial de Saúde estabelece que não pode ter mais do que dez homicídios por cem mil habitantes/ano. Então se o Estado de São Paulo tem 45 milhões, você não poderia ter mais do que 4.500 por ano. Nós devemos fechar o ano com 3.500, mais ou menos. É o menos índice da série histórica. Tanto é que hoje o maior, o maior responsável pelas chamadas causas externa de morte não é mais homicídio, é acidente rodoviário. Morre 3.500 pessoas de homicídio e 7 mil de acidente rodoviário, carro e moto. Por isso nós lançamos um grande programa de redução de acidentes para poupar vidas, especialmente jovens, em todos os finais de semana no estado. Tá bom? Deixa eu te dar aqui.

REPÓRTER: Obrigado, governador.