Coletiva - Entrega do "Edifício CIDADE IV" - 20120406

De Infogov São Paulo
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Transcrição da coletiva da Entrega do "Edifício CIDADE IV"

Local: Capital - Data: 04/06/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha! Hoje, nós estamos tomando posse de um novo edifício aqui no centro da cidade, na Rua Boa Vista na política de revitalizar o centro de São Paulo e trazer os órgãos públicos do Governo aqui para o centro de São Paulo. Virão para cá entre 1.100 e 1.200 funcionários, trabalhar aqui nos 15 andares, 18.000m² aqui do prédio da Rua Boa Vista. Com isso nós vamos economizar perto de R$ 500 mil por mês de aluguel, nós temos alugueis caros na região dos Jardins, no Espigão da Paulista, na Faria Lima deixamos de pagar aluguel, o prédio é próprio aqui do Governo e ampliamos os nossos serviços. Por exemplo, a Defensoria Pública que tem uma fila de pessoas na rua, lá na Avenida Liberdade, vai ficar bem acomodada, bem atendida aqui prédio da Rua Boa Vista. Então, para cá estão vindo Secretarias de Estado, estão vindo empresas do Governo e com isso, nós, o Governo dá um exemplo de revitalização do centro de São Paulo. Nós compramos três prédios: um aqui na Boa Vista, que é o maior, esse aqui que era do Itaú/Unibanco; o outro aqui na rua do lado que é a Rua 15 de Novembro e o outro na Rua Líbero Badaró, para a Fundação Seade, e temos em mente ainda outros prédios aqui no centro para o Governo comprar. Então, a gente vai revitalizando o centro, trazendo muita gente para trabalhar aqui ao lado metrô, revitaliza o comércio, restaurantes, cafeterias, bares, o comércio da região, o governo vai saindo do aluguel vai ficando com prédios próprios para a administração do Estado.


REPÓRTER: A partir de quanto começam a funcionar, aqui, esses órgãos?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É imediato, hoje já a CPOS assume a gestão aqui do Edifício Cidade IV. Chama aqui, Felipinho, o pessoal começa a mudar quando?


ORADOR NÃO IDENTIFICADO: A partir de hoje, a gente vai começar a mudar.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: A partir de hoje, amanhã as primeiras virão para cá. As Secretarias e empresas do Governo, que saem de alugueis e vem aqui para o prédio próprio do Governo. Eu me lembro de que antes de trazer para cá vários órgãos do Governo, nós compramos sete prédios aqui no centro, da outra vez que eu fui governador, o comércio era muito fraco aqui na região e de repente aquele barzinho virou uma grande lanchonete, uma grande cafeteria, revitalizou, aqui, a região! E a nossa meta é que as pessoas morem no centro, então nós estamos fazendo uma PPP, uma Parceria Público-Privada, para poder termos 40 mil pessoas, ou seja, 10 mil moradias na região central através de PPP, para as pessoas voltarem a morarem no centro, aqui tem emprego, tem água, luz, telefone, asfalto, metrô, transporte, banda larga, tem tudo! Então... E perto do emprego, não é, muito perto do emprego, então uma política de revitalização da região central, além de ser uma região muito gostosa, muito agradável!

REPÓRTER: O que fazer ser feito, governador, onde é o Centro de Exposição Imigrantes, hoje, vai ter hotel?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: O Centro de Exposição Imigrantes é uma concessão de 20 anos, ela foi feita em 1993, então, vence em 2013, então nós vamos relicitar a concessão, só que ao invés de ser só a érea do parque, do centro de convenções, Centro de Evento Imigrantes, nós vamos ampliar a área, incluindo onde era a FEBEM, que não existe mais, onde é a Secretaria da Agricultura. Nós vamos fazer ali um grande complexo que terá parque de exposições, centro de eventos, hotel, tudo privado, não é, nós vamos fazer uma licitação desta área que é privilegiada, porque está na porta da Imigrantes, ao lado do Porto de Santos, pertinho do Aeroporto de Congonhas quase ao lado Metrô Jabaquara e perto da esquina do Rodoanel.


REPÓRTER: Para onde vai a Secretaria da Agricultura, já tem uma noção?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Então, a Secretário da Agricultura, nós temos alguns estudos. Um deles vir para o centro de São Paulo. Poderá ser, por exemplo, o prédio da Votorantim, o antigo Hotel Explanada.


REPÓRTER: Governador, [ininteligível] uma reportagem que aparece os homens da ROTA descobrindo uma câmera durante uma ação, nós tivemos naquele caso da rodovia Ayrton Senna, na semana passada. O senhor acha que há algum problema com o trabalho da ROTA?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Só um segundinho... [ininteligível]. Olha, duas palavras sobre isso, a primeira: nós temos um controle muito rigoroso de mortes em confrontos, um controle rigoroso. Então, em 2010 nós tivemos de no primeiro trimestre de 2010, 140 mortos em confronto com a polícia. O ano passado caiu para 108. No segundo trimestre, 128. O ano passado aumentou para a 133, aumento de 4%. No terceiro trimestre caiu 100 para 92, queda de 8%. No quarto trimestre: queda de 121 para 104. Então, se nós com formos verificar, o ano passado comparado com 2010, houve uma queda de 12%. O que nós queremos é que não houvesse nenhum óbito nesse confronto, mas infelizmente, você tem, às vezes, quadrilhas fortemente armadas, às vezes até com armamento mais pesado que o armamento da polícia, e que resistem à prisão. Essa é a primeira constatação: há um controle, e o que nós verificamos é que 2011 em relação 2010 houve uma queda de morte nesses confrontos. A segunda é apuração rigorosa. O que quê eu fiz a questão de um meses atrás? Todo caso de suspeita, ou seja, todo caso de confronto quem investiga é o DHPP, não é a Polícia Militar que investiga, é o DHPP, o Departamento de Homicídio da Proteção a Pessoa Humana, que faz a investigação. Houve uma denúncia, no caso da ação da ROTA, essa denúncia foi imediatamente...as providências foram tomadas, os policiais foram recolhidos, foram presos, afastados as suas funções, e a corregedoria já está atuando no caso.


REPÓRTER: O senhor acha que há alguma cultura de desvio de conduta?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, não há nenhuma cultura, a ROTA, ela não faz um policiamento preventivo, ela age nas ações mais graves, quando há quadrilhas mais armadas, casos mais graves. Então, é óbvio que se ela atua nos casos mais graves, são exatamente esses casos onde há mais confronto. Então, isso é evidente. Agora, nenhuma tolerância, nenhum tipo de abuso policial.


REPÓRTER: Sobre o caso do pagode [ininteligível], ele disse [ininteligível] houve um aditivo de 260...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Pagode?


REPÓRTER: Pagou, o Dnit...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Pagou? Só uma palavrinha, uma boa notícia aqui. O Governo paga os salários dos servidores ativos e inativos no quinto dia útil, como vai cair no feriado, então, nós estamos antecipando o pagamento para quarta-feira. Então, na quarta-feira vão ser pagos 1 milhão e 77 mil servidores, ativos, aposentados e pensionistas, R$ 3,4 bilhões. Então, ao invés de receber o salário na semana que vem, já vão receber o salário nessa quarta-feira agora.


REPÓRTER: Governador, com relação aos professores, o Governo tem o planejamento em que fazer com curso para professores [ininteligível]?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, em relação aos professores, nós já nomeamos, primeiro, 9300 professores o ano passados, já tomaram posse. No começo desse ano, mais 14 mil professores, são 23 mil professores e temos mais 9 mil que começam a fazer o curso agora em julho, a escola de professores, era em agosto, nós antecipamos para julho, e já estarão dando aula no comecinho do ano. Então, são 32 mil professores concursados, contratados, nomeados e que vão está trabalhando. E temos sim expectativa, no segundo semestre, de um novo concurso na rede estadual, agora no segundo semestre.


REPÓRTER: O senhor tem ideia de quantas vagas?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, aí será divulgado oportunamente. É provável, é provável, não vamos antecipar. É provável, vamos ter... É que não tenho certeza do número.


REPÓRTER: E o caso [ininteligível], governador?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É como cinema Pindamonhangaba, tinha um seriado domingo, você ia no seriado, à tarde no Cine Brasil, aí a hora que a mocinha caia no precipício, àquela hora mais... fechava a tela, volte domingo que vem.


REPÓRTER: E o caso [ininteligível] teve esse aditivo, ou homicídio?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Esse caso, primeiro: não se sabe quem fez a denúncia, ela é anônima, não tem o nome do denunciante, ela mentirosa e caluniosa, e nós já vamos tomar medidas judiciais que o caso requer.


REPÓRTER: Qual vai ser a medida?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Acabei de falar... vou repetir para você, é uma denúncia que não se sabe quem fez, não tem o nome da pessoa, denúncia sem... você não sabe que é o autor da denúncia que é reproduzida, ela é mentirosa, é caluniosa, nós já estamos estudamos judiciais que é o caso requer.


REPÓRTER: Houve esse aditivo, governador?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Por segurança da USP, a USP é uma universidade que tem autonomia universitária, então ela que decide, ela que decide que tipo de segurança faz dentro do Campus da USP, o Campus da USP é uma cidade, é uma cidade. Então, ela é maior que alguns municípios, ela demanda sim uma ação importante de segurança, agora, a maneira de fazê-la quem estabelece é a universidade...


ORADOR NÃO IDENTIFICADO: O governador deu alguns exemplos...


REPÓRTER: Dá para sair à lista ou ainda no saiu?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Eles vão começar o curso em julho.


REPÓRTER: Em julho já está garantido?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Julho já, o ano passado o curso começou em agosto, nós estamos antecipando um mês, então eles vão começar o curso em julho.


REPÓRTER: Eles não foram comunicados até agora, vão ser quando? Quando que vai sair no diário?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Eu vou passar os dados para vocês.


REPÓRTER: Ok, muito obrigado.


REPÓRTER: E a atitude da Marta da eleição, o senhor [ininteligível].


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: E o prefeito, está bem?



REPÓRTER: A eleição aqui em São Paulo, o senhor acha que essa coisa da Marta...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: A Marta, aí é um assunto de outro partido, nós vamos está comentando, eu acho que é um assunto interno do PT.