Coletiva - Estado de SP pagará R$ 1 mil para manter alunos do ensino médio na escola 20211908

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Coletiva - Estado de SP pagará R$ 1 mil para manter alunos do ensino médio na escola 20211908

Local: Capital – Data: Agosto 19/08/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom, boa tarde. Obrigado pela presença de vocês, obrigado pela paciência também. Hoje o governo do estado de São Paulo anuncia no Bolsa educação um programa para 300 mil estudantes de camadas vulneráveis aqui no estado de São Paulo, 300 mil estudantes que vão receber R$ 1 mil como contribuição, como ajuda, como apoio, na contrapartida, evidentemente, ao estudo e ao complemento do seu currículo escolar. Essa é uma forma de apoiar famílias vulneráveis, famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, nesses 300 mil alunos que receberão Bolsa Educação, mais um programa social do governo do estado de São Paulo. E objetivo desse programa ao apoiar a educação e alunos na rede pública, é permitir que famílias vulneráveis possam ter os seus filhos estudando, estudando com qualidade na rede pública de ensino, e se possível na rede pública de tempo integral, nas escolas de tempo integral de São Paulo. E com isso reduzir a evasão escolar. Há poucos, creio que vocês também assistiram a apresentação do secretário Rossieli Soares, fiquei muito triste de verificar que os dados da UNESCO indicam que 5 milhões de jovens brasileiros abandonaram os seus estudos em 2020, isso é um deserto para o futuro do país, 5 milhões de jovens abandonando o ensino, não vão voltar. São jovens que perderam a expectativa do futuro, perderam a esperança. Fruto não só da pandemia, mas da dissidia, do descaso, da falta de interesse no investimento da educação, em políticas públicas reais, efetivas, grandiosas, sem ideologia, sem partidarismo, sem confusão, sem brigas. Mas felizmente, Rossieli, você aqui em São Paulo, tendo sido ministro da Educação, e que conhece a educação pública, foi secretário de Educação do seu estado, o estado do Amazonas, vem cumprindo aqui uma trajetória brilhante como secretário de Educação do estado de São Paulo. E eu tenho muito orgulho tendo sido aluno de uma escola pública estadual, Escola Professora Marina Cintra, de verificar que aqui em São Paulo hoje nós já temos 3.855 mil escolas de tempo integral, oferecendo ensino de qualidade, oito horas, mínima, de ensino, curso de inglês, no Inglês para Todos, inglês de qualidade, para que essas crianças, esses jovens possam ter o básico do inglês, compreendendo a dimensão de um mundo globalizado. Um ensino amplo, que envolve inclusive o aprendizado do empreendedorismo, sem contar a educação física, a educação cultural e cinco refeições por dia. Essa é a grande transformação que a educação de São Paulo vem tendo. E a Bolsa Educação vem complementar, e principalmente com esse olhar aos mais pobres, aos mais modestos, aqueles que estão desempregados, e às famílias vulneráveis. Eu vou iniciar aqui as perguntas, obviamente todos que estão aqui estarão à disposição de vocês para responder. Queria agradecer muito o Padula. O Padula já atuou aqui no governo do estado de São Paulo, hoje ele é secretário Municipal de Educação, da cidade de São Paulo, a maior cidade do país, a maior cidade da América Latina, a maior rede municipal de ensino, sem o apoio e a participação do Padula, nós não conseguiríamos implementar nenhum dos grandes programas que estamos fazendo na área de educação, especialmente esse da Bolsa Educação. Então, Padula, obrigado a você. Obrigado, ao Bruno que começou esse trabalho ainda em vida, saudosa memória. E o Ricardo Nunes, que tem tido a dignidade de manter esses programas e apoiar financeiramente. E a você, Rossieli, e toda a sua equipe, especialmente essa minha amiga aqui, brilhante e dedicada, também estarão à disposição para as perguntas. Nós vamos começar, nós temos a CBN, TV Cultura, TV Globo, Globo News, e o SBT. Vamos começar então com a CBN, Gabriela Rangel. Obrigado pela paciência, boa tarde. Sua pergunta, por favor.

GABRIELA RANGEL, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Vou pedir licença para falar de Coronavírus, da pandemia. Eu gostaria de um comentário sobre a decisão da ANVISA de ontem, houve essa decisão de negar a Coronavac para jovens, e também a recomendação de terceira dose para idosos. Então eu gostaria de saber se isso impacta o plano estadual de alguma forma, e também algum planejamento do Butantan, diante dessas decisões. E aproveitando esse cenário de Coronavírus, também queria colocar aqui um estudo feito por especialistas da USP, da UNESP, que é o Info Tracker, apontando aí uma indicação, uma tendência de uma explosão de casos de Covid-19 a partir de setembro, justamente por causa do avanço da Delta. E diante disso o governo já tem aí algum estudo, talvez uma possível quarentena? Gostaria de ter essa posição. Obrigada, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Gabriela, não vou deixar de atender você, mas vou pedir aos demais jornalistas. O nosso foco hoje é educação, minha gente, não é saúde, porque senão nós só vamos falar nesse tema, saúde, saúde, saúde, vacina, vacina, Ministério da Saúde, Butantan. Nós já falamos ontem, tivemos duas coletivas ontem, disso, hoje se nós não tratarmos de outros assuntos o Brasil vai ser um país monoglota, porque só vamos falar de saúde o tempo inteiro. Nós vamos te responder, não tem nenhuma impertinência, e muito menos o fundamento das suas perguntas. Mas peço encarecidamente aos três jornalistas, vamos falar de educação, minha gente, vamos dar um pouco de esperança para essa gente que precisa ouvir outros temas que não seja apenas saúde. Que já é um tema tão importante, tão significativo. Gabriela, o Instituto Butantan já se manifestou a esse respeito, e vai complementar os estudos, é perfeitamente natural que a ANVISA em circunstâncias solicite mais informações e a complementação de informações que foram providas pelo Instituto Butantan a partir dos estudos realizados na China, com crianças na faixa de 3 a 17 anos. A ANVISA solicitou, e o Instituto Butantan já emitiu inclusive um comunicado oficial que vai atender, e encaminhará as informações complementares para a submissão da vacina Coronavac para que ela possa ser avaliada como mais uma vacina para o atendimento às crianças de 3 a 11 anos, e de jovens de 12 a 17 anos. Em relação à variante delta, nós aqui seguimos a orientação de médicos infectologistas, epidemiologistas e de estudos que são feitos, mas de maneira racional, nós não trabalhamos aqui no terror, nem de um lado, nem de outro, nem o terror dos que querem fechar tudo com medo de tudo, e nem o terror dos que querem abrir tudo, como se nós tivéssemos vivendo uma situação pós-pandemia na plenitude. É preciso ter equilíbrio, e é preciso ter gestão para isso. E por isso que nós ainda mantemos o comitê de saúde, agora com nove integrantes, para nos orientar e direcionar as nossas ações. Se houver a necessidade, por exemplo, de uma terceira dose de vacina e essa for uma decisão da Secretaria de Saúde do estado de São Paulo, atendendo inclusive a recomendação que foi feita ontem pela ANVISA, nós faremos, aliás, é prudente que o Ministério da Saúde trate de providenciar mais vacinas, porque já estão faltando vacinas hoje com as duas doses, imagina o reforço da terceira dose, se essa for uma recomendação a ser adotada pelo Brasil e por São Paulo em especial. O que nós não vamos fazer é virar as costas e nos distanciar da ciência, da saúde e da vida, aqui continua a vida sendo prioridade. Obrigado, Gabriela Maria Manso, TV Cultura. É educação, né, Maria? Please, por favor.

MARIA MANSO, REPÓRTER: Claro. Olá, boa tarde. Essa ajuda financeira vai impactar os alunos que estão sofrendo naquela questão de procurar a renda para ajudar a família, estão tendo que trabalhar. E aquela outra questão do desinteresse, como é que vocês pretendem atingir esses alunos que se desinteressaram pelas escolas na pandemia?

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Maria, obrigado pela pergunta. Na verdade, quando você estabelece bolsa, todas as bolsas no mundo que já foram feitas na educação, mostram que ela serve para esse objetivo, para aqueles que mais precisam terem esse suporte e permanecerem na escola, porque isso apoia a própria família, o próprio jovem. Mas também aumenta o interesse, tanto que aqui a bolsa ele vai fazer atividades específicas para isso, inclusive com cursos e tudo mais. Então o outro lado é um conjunto de ações que a gente tem feito inclusive antes, pré-pandemia, a reforma do ensino médio é uma delas, mudar o currículo não adianta a gente achar que o menino do ensino médio vai se interessar pelo mesmo modelo de escola que ele está se afastando. Nós temos antes de pré-pandemia, 26% dos alunos abandonando a escola e não concluindo o ensino médio. Esse é o modelo que nós temos anterior à pandemia que já estava fracassado é esse o modelo que nós precisamos fazer alteração. O estado de São Paulo está com os alunos no primeiro ano do ensino médio, inclusive já em andamento com o novo currículo, o Inova Educação, que foi criado em 2019, aplicado desde o ano passado, ele estabelece, por exemplo, que a escola passa a ser observada o projeto de vida do estudante, toda ela se organiza a partir do projeto de vida do estudante. Ou seja, outra mudança curricular, da matriz curricular, que é fundamental, com as eletivas e tudo mais. Trouxemos o Novotec, parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com a Paula Souza, e com outras instituições via Secretaria de Desenvolvimento Econômico, trazendo para o aluno que está no ensino médio regular a possibilidade também de ele estar fazendo educação técnica, cursos que são de interesse. Ou seja, o que nós estamos falando aqui é de trazer a bolsa como um dos elementos, mas a mudança curricular, a mudança no processo da escola, uma escola onde hoje já receberão mais de R$ 1,5 bilhão de recursos, isso é inédito na história de São Paulo, onde as escolas estão muito melhores, reconhecido pelos estudantes, pelos profissionais da educação, e isso afeta o interesse, o ambiente. Nós hoje estamos avançando em todas as áreas para podermos mudar esse jogo do interesse. No curto prazo, a bolsa ela tem um valor muito importante, no longo prazo é o currículo, é mostrar que a educação faz diferença, isso precisa ser alterado no Brasil.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, obrigado, Rossieli. Destacando que esse investimento, Maria Manso, já foi mencionado aqui pelo Rossieli, mas ele é muito expressivo, porque quando você investe dinheiro público você reproduz o interesse do estado naquela determinada área, R$ 1 bilhão de investimento nesse programa reflete o interesse prioritário do governo de São Paulo em cuidar das crianças e das novas gerações, além de proteger, evidentemente, a saúde da população aqui de São Paulo. Gabriel, eu sei que você está louco para falar de saúde, vacina, ANVISA, Ministério da Saúde, Queiroga, Bolsonaro, mas vamos tentar fazer uma pergunta de educação, já que a sua cara-metade, a Gabriela, da CBN, que faz parte do Sistema Globo de Meios de Comunicação, já introduziu esse tema aqui. Então eu vou te fazer um apelo, vamos tentar ir na educação. Eu li aqui a sua mente, fiz uma leitura aqui dinâmica da sua mente.

GABRIEL, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Vamos para o meio termo, a minha pergunta não é nem sobre a educação, porque o secretário Rossieli já respondeu, e também não é sobre Bolsonaro, saúde, Queiroga, nem nada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Fechado, no meio termo está fechado.

GABRIEL, REPÓRTER: Vamos lá. Eu gostaria que o senhor comentasse o porquê da escola do deputado Rodrigo Maia para compor o secretariado do governo do senhor? Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. O deputado Rodrigo Maia assume amanhã oficialmente a Secretaria de Ações Estratégicas do governo do estado de São Paulo, com toda a experiência que tem, ele já foi secretário na sua cidade, no Rio de Janeiro, foi Presidente da Câmara Federal em dois mandatos, deputado federal experiente, e homem muito vinculado à economia, e ele terá como responsabilidade prioritária, Gabriel, o desenvolvimento e a expansão dos programas de desestatização do governo de São Paulo. Através de PPPs - Parcerias Público Privadas, concessões, e também as privatizações diretamente. É um tema que Rodrigo Maia, entre muitos temas que ele domina, esse é um tema que ele domina bastante bem, e contribuiu muito nos debates no Congresso Nacional. E traz também a força e a experiência do seu mandato, e também na qualidade de ex-Presidente da Câmara Federal, para ajudar a orientar os nossos caminhos, seja na economia, principalmente, é um tema que vem muito ao nosso interesse, esse é um governo liberal, um governo que quer ampliar os seus programas de desestatização, sobretudo, agora no período pós-pandêmico. E ao mesmo tempo a orientação política, que também é um fato positivo, e que engrandece a chegada de Rodrigo Maia, que passa a residir em São Paulo, aliás, ele vai fazer ao lado do Rossieli Soares, que aqui está, do Sérgio Sá Leitão, do Henrique Meirelles, do Vinícius Lummertz, apenas para citar alguns dos secretários, pessoas que não viviam em São Paulo, e que agora vivem, contribuindo com a sua inteligência, a sua experiência para um bom governo. Seja bem-vindo Rodrigo Maia. Obrigado, Gabriel. Sandra Redivo, SBT. Bem-vinda.

SANDRA REDIVO, REPÓRTER: Obrigada. Governador, eu só queria alinhar alguns números aqui, há quase um mês atrás a Unicef divulgou que no estado de São Paulo a evasão escola passava dos 660 mil, entre ensino fundamental e médio. Eu recebi também alguns números dizendo que o estado de São Paulo divulgou que, na verdade, menos de 1%, essa evasão escolar, isso somando o ensino fundamental e ensino médio, os números não batem, acabam não batendo. Qual número está correto?

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Vamos lá, são duas coisas distintas, o que inclusive eu falo, é que a estatística dos dados do ano passado são muito distintas da realidade, especialmente com o retorno às aulas. E quando as instituições falam do global de São Paulo, não é só da rede estadual, mas é rede estadual com todas as redes municipais. Então é sobre o universo de todos os estudantes. O que eu falo em relação ao abandono, à evasão, é que nós vamos ter maior clareza em relação ao abandono e evasão quando a volta das aulas vai se tornando cada vez mais presencial, e cada vez mais obrigatória. Os números estatísticos do Brasil estão enganando em relação ao ano de 2020, estão enganando absolutamente a população brasileira. O estado de São Paulo foi o único estado que teve processo inclusive de reprovação, porque exigia atividade para o aluno, por exemplo, fazer. Nós fizemos aula durante o mês de janeiro para 150 mil alunos presencial para dar chance de recuperação, na maioria dos lugares do Brasil se passou de qualquer jeito. Ou seja, ainda não se consegue perceber se o aluno vai realmente voltar, se ele está vinculado efetivamente à escola. Então da fala do que a gente mostra na estatística hoje do ano de 2020, ela é extremamente enganosa, em relação à própria série histórica, porque na maior parte dos lugares se aprovou automaticamente, e então a retenção não aconteceu, e o abandono e a evasão não aconteceu. Tanto que o número... Oi?

SANDRA REDIVO, REPÓRTER: [Ininteligível]?

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Com os dados estatísticos não. Veja, se você pegar os dados estatísticos comparados de 2020, com anos anteriores da maioria dos estados brasileiros, os dados são inclusive melhores, aparentemente menor o abandono. Por quê? Porque se aprovou todo mundo, o moleque não fez nenhuma atividade o ano inteiro de 2020: "Não vou aparecer na escola", e muito município, muito estado absolutamente não deixou o aluno prosseguir. Estou dando exemplo do estado de São Paulo, nós prosseguimos, nós tivemos retenção de 2%, que costumava ser de 5%. Mas quando é que você faz o abandono? Quando é que você registra a evasão? É quando ele se evade totalmente, quando ele desaparece do mapa da escola. Quando você está presencialmente começa o ano letivo e o aluno não vai para a escola, por exemplo, em fevereiro, março, abril, você considera o abandono, por exemplo. Em um ano de pandemia, como estamos vivendo, a gente está dando chance a todo momento, vai e traz, vai e traz. Por isso que a percepção real do tamanho do abandono, por isso que todos falam de estimativa do tamanho da evasão desses crescimentos exponencial que haverá, e haverá aqui também no estado de São Paulo. Por isso da criação do Bolsa do Povo para os nossos estudantes, é justamente para minimizar e evitar que isso aconteça, porque nós já estamos vendo, porque nós somos o estado que mais retornou às aulas no Brasil. Então a gente já consegue sentir, a gente já consegue sentir, não tem dados estatísticos ainda, a gente está organizando um estudo sobre isso, que as meninas por conta do trabalho familiar, muitas vezes, para cuidar do irmão mais velho, porque a creche não abriu em determinado momento, em determinada situação, ou porque tem outros problemas de inclusive serviços domésticos, que infelizmente inclusive mais uma vez o papel da mulher sendo desvalorizado na nossa sociedade, novamente, ao invés de estar na escola está tendo que fazer esse serviço. Isso está sendo evidente, inclusive com turmas com 100% de meninos, e 100% de não volta presencial das meninas, mas eu não posso dizer que elas abandonaram, porque elas estão conectando, elas estão fazendo alguma atividade. A volta presencial é que vai ser o divisor de águas. Quando a gente tiver a volta obrigatória, especialmente no Brasil.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Rossieli. Obrigado, Sandra. Obrigado, Gabriel, Maria Manso, Gabriela, as demais jornalistas, os jornalistas, os colegas cinegrafistas, fotógrafos, muito obrigado. Estaremos juntos, certamente amanhã em algum local. Muito grato por terem comparecido aqui e para falar de educação prioritariamente. Obrigado, se protejam, estejam bem. Bom dia, para vocês. Obrigado. Gabriel, especialmente a você, obrigado.