Coletiva - Governo anuncia ampliação do complexo de estações Vila Prudente do Metrô 20210902

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Coletiva - Governo anuncia ampliação do complexo de estações Vila Prudente do Metrô 20210902

Local: Capital - Data: Fevereiro 09/02/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ok, pessoal. Nós teremos quatro perguntas dos veículos: TV Globo, Globo News, Rádio Jovem Pan, Jornal O Globo e a Rádio Band... Band News. Então vamos começar com você, Isabela Leite, pela TV Globo, Globo News. Obrigado pela sua presença aqui. Bom dia. Sua pergunta, por favor.

ISABELA LEITE, REPÓRTER: Governador, eu não vou levantar porque senão--

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Claro. Senão atrapalha as câmeras. Claro.

ISABELA LEITE, REPÓRTER: Só vou explicar pro senhor em condição de respeito. Eu queria fazer pergunta para os dois, pro secretário se esses 30 meses começa a contar a partir de hoje já, levando em consideração a elaboração do projeto da obra, se são 30 meses a partir da conclusão do projeto. E pro senhor, governador, não tem como a gente deixar de falar da pandemia. Ontem o senhor reafirmou que caso o Governo Federal não se posicionasse sobre o... a redução dos leitos de Covid-19 aqui em São Paulo o senhor acionaria o STF hoje. Queria saber se isso será feito, se já foi? E também, a gente tem uma dúvida em relação ao registro da Coronavac, se vocês já sabem quando a Sinovac deve entrar com esse pedido de registro definitivo no Brasil. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. Então vamos, Isabela, primeiro tratar do transporte coletivo com o Alexandre Baudy que responde a sua pergunta. E do prazo, se os 30 meses começa a correr a partir de agora, mês de fevereiro.

ALEXANDRE BALDY, SECRETÁRIO DE TRANSPORTES METROPOLITANOS DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom dia, Isabela. A obra, ela se inicia em 60 dias. O prazo de 30 meses ele se inicia imediatamente. Assinada a hora de serviço, elaboração de três projetos, mas a obra em si com a organização do canteiro se dará a partir de então no prazo de até 30 meses. Mas lembrando, a elaboração desse projeto levará até 60 dias pra que a obra efetivamente se inicie e a partir de já o prazo já está iniciado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem. Começando a correr, Isabela, a partir de agora. Em relação ao tema: habilitação de leitos. Não só pra São Paulo como pra outros estados também. Comentei ontem na coletiva de imprensa que o tema afeta não só São Paulo, mas também muitos estados brasileiros. Pra não dizer todos, mas vários governadores com os quais troquei mensagens vivem a mesma situação triste da desabilitação de leitos de UTI pelo Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde alega que não tem recursos, que solicitou mais recursos ao Governo Federal através do seu Ministério da Economia, o que me surpreende, nós estamos diante de uma pandemia, o Ministério da Saúde já sabia que a habilitação dos leitos têm prazo definido, determinado, não é surpresa o controle de habilitação de leitos. O que é surpresa é a falta de planejamento de controle sobre a manutenção desses leitos de UTI dos estados brasileiros, nesse salva vidas. Estamos falando de pessoas que vão para o atendimento em unidade de terapia intensiva, são os casos mais graves de UTI. E a UTI salva, ela consegue salvar vidas, felizmente, na maioria das vezes. Mas sem uma UTI você não consegue salvar vidas, você escolhe aquelas vidas que podem prosseguir na existência e aquelas que por falta de atendimento de UTI infelizmente vão a óbito. Nós estamos com a medida judicial pronta, vamos aguardar conforme prometido até as 18h de hoje, não havendo a decisão, a manifestação do Ministério da Saúde, São Paulo ingressa amanhã no Supremo Tribunal Federal para exigir que os leitos sejam reabilitados para o estado de São Paulo, imaginando também que esse seja o mesmo procedimento de outros estados. Aliás, eu quero aproveitar pra dizer, Isabela, que ontem o estado do Maranhão fez o mesmo, já entrou no Supremo através do governador Flávio Dino, governador do estado do maranhão. E certamente outros governadores farão isso da mesma maneira, obviamente, e com razão para proteger a saúde e a vida dos seus habitantes. É necessária a manutenção da habilitação dos leitos. Agora nesse caso a retomada à reabilitação desses leitos. Em relação à vacina do Butantan sobre o registro definitivo, vamos ter essa manifestação amanhã pelo Dr. Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, Isabela. Se você puder estar conosco amanhã na coletiva, ou com o Guilherme Balza, ou alguém da equipe Globo News, TV Globo, o próprio presidente do Instituto Butantan abordará esse tema. Você quer falar mais alguma coisa?

ISABELA LEITE, REPÓRTER: Quantos leitos foram desabilitados? Porque a nota do Ministério da Saúde fala muito dos contratos durante 2020 e aí no resquício em janeiro. Que realidade que a gente está falando aqui pra São Paulo hoje?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: É uma realidade de leitos desabilitados no total, 3.200 leitos. É uma quantidade muito grande. Isso ao longo do período. Amanhã o secretário Jean Gorinchteyn pode precisar qual exatamente a necessidade de reabilitação neste momento aqui pra São Paulo. E volto a dizer que este é um problema que afeta a maioria dos estados brasileiros. É triste diante de uma pandemia quando o governo devia tomar a liderança para o atendimento da saúde da população, não faz por falta de planejamento, por falta de estrutura, e em certos casos há impressão até por falta de vontade de fazer, de salvar vidas no Brasil. Isabela, obrigado. Vamos agora a Beatriz Manfredini da Rádio Jovem Pan. Bom dia. Obrigado pela sua presença aqui, Bia. Sua pergunta, por favor.

BEATRIZ MANFREDINI, REPÓRTER: Bom dia, governador. Bom dia a todos. Também não vou levantar, governador, por conta das câmeras. O senhor deve ter visto entrando aqui agora na estação uma pequena manifestação do sindicato dos metroviários pedindo pela vacina. A gente sabe que a vacina é escassa, por enquanto, mas em muitas categorias metroviárias [ininteligível] é um sistema mesmo sempre. Como as 20 milhões de doses da Coronavac só pra São Paulo pra vacinar a população até o fim do ano? A gente pode esperar que essas categorias sejam priorizadas? [ininteligível] do Ministério da Saúde? Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Beatriz, São Paulo segue o Plano Nacional de Imunização, embora tenha também seu Plano Estadual de Imunização. O que nós precisamos, você mencionou, mais vacinas para vacinar mais brasileiros e mais rapidamente. O Plano Nacional de Imunização coincide com o Plano Estadual de Imunização. Nós estabelecemos com prioridade os profissionais da saúde, os profissionais que trabalham na saúde. Na sequência, indígenas, quilombolas, e as pessoas com mais idade, pessoas com mais de 70 anos, começando com mais de 90, mais de 85, começa na próxima segunda-feira, dia 15, na sequência vamos anunciar até sexta-feira as pessoas com mais de 80, 80 a 85, e de 75 a 80. E assim vamos até chegar a faixa dos 60 anos. Então, neste universo, todos serão [ininteligível], todas as pessoas já nesta fase inicial com mais de 60 anos, sejam trabalhadores do metrô, da CPTM, de todos os setores que têm contato com o público serão vacinados. E na sequência, todos acima de 18 anos. O que nós fizemos é mais vacinas. Eu tenho repetido que neste momento praticamente a única vacina em larga escala disponível no Brasil é a vacina do Butantan. Nós temos um compromisso de cem milhões de doses, 46 milhões pra entrega agora até março. Amanhã estaremos recebendo mais um lote de 8,2 milhões vacinas através do IFA que chega da China, e o Butantan vai processar. Amanhã estarei no Aeroporto Internacional de Guarulhos recebendo mais esse lote de IFA que veio da China. Somente nessas duas semanas são 16 milhões, 16,4 milhões de doses da vacina do Butantan. E vale mencionar também, Beatriz, que de cada dez pessoas vacinadas no Brasil, neste momento, nove estão recebendo a vacina do Butantan. Ou seja, se não fosse o esforço de São Paulo e do Instituto Butantan, não teríamos vacina no Brasil nesse momento. Praticamente não teríamos vacina no Brasil. Portanto, fizemos demais vacinas. A vacina de Oxford que é a vacina da Fiocruz, a Sputinik, a Moderna, Pfizer, todas as vacinas que possam ter a homologação e autorização da Anvisa são necessárias para a imunização dos brasileiros. E aí finalizo, Beatriz, mencionando que autorizei, sim, o Instituto Butantan fazer uma aquisição adicional de mais 20 milhões de doses da vacina, isso independentemente do Governo Federal, ou seja, as cem milhões de doses contratadas serão entregues e atendidas ao Ministério da Saúde, mas por conta e com o investimento do Governo do estado de São Paulo determinei a compra de mais 20 milhões de doses com a convicção de que até o final deste ano todos os brasileiros residentes em São Paulo que precisam ser vacinados serão vacinados. Obrigado, Bia. Vamos agora ao Gustavo Schmidt, do jornal O Globo. Gustavo, onde você está? Aqui. Perdão. Bom dia, Gustavo.

GUSTAVO SCHMIDT, REPÓRTER: Bom dia, governador. Bom dia, secretário. Governador, os jornais dizem hoje que o senhor tem um encontro com o presidente do DEM, ACM Neto. Queria saber se o senhor vê solução com a sua relação com o DEM depois da eleição da Câmara dos Deputados, e se o senhor vê hoje o DEM próximo do presidente Bolsonaro?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Perguntinha fácil do Gustavo Schmidt. Pra começar, pra abrir a manhã de terça-feira. Gustavo, a nossa relação com o DEM, historicamente no PSDB sempre foi uma boa relação. Mas nos últimos dois anos ela foi essencialmente coordenada nessa ação conjunta com o deputado Rodrigo Maia, até então presidente da Câmara Federal. E o deputado Rodrigo Maia que esteve comigo no último domingo, em minha casa, juntamente com o Rodrigo Garcia, foi textual que ele sairá do DEM e deve anunciar esta semana sua saída definitiva do DEM. Muito provavelmente será seguido por vários outros parlamentares, prefeitos, governadores que integram o DEM no plano federal e no plano estadual. A nossa relação foi muito fortalecida com o deputado Rodrigo Maia. Não há estremecimento nem distanciamento na relação com o presidente do DEM, ACM Neto, tanto é que ele pediu, nós hoje o receberemos no Palácio dos Bandeirantes hoje à noite para jantarmos juntamente com o ex-deputado, ex-ministro Mendonça Filho. Nós não rompemos essa relação, mas o nosso alinhamento sempre foi... eu quero voltar a repetir aqui, com o deputado Rodrigo Maia. Tanto é que eu já fiz o convite, reafirmo aqui pra que o deputado Rodrigo Maia considere a legenda do PSDB para a sua decisão tão logo anuncie a sua desfiliação do DEM. O que é importante? Aí eu concluo, Gustavo. É que nós estejamos juntos. Juntos dentro de uma frente democrática pelo Brasil e claramente, quero deixar isso até muito enfatizado aqui pra vocês, a posição do PSDB é a posição de oposição ao governo Jair Bolsonaro. Os que não quiserem fazer oposição ao governo Jair Bolsonaro, ao governo negacionista de Jair Bolsonaro, peçam pra sair do PSDB porque essa é a posição do PSDB, e isso nós extraímos de uma reunião ontem à noite, com várias lideranças do PSDB e com a anuência do presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso. Os que entendem que o Brasil precisa ter a defesa da vida, defesa da democracia, da liberdade de imprensa, dos princípios democráticos, do direito à diversidade, a proteção ao meio ambiente e, sobretudo, a saúde e a vida, que fiquem no PSDB e façam oposição ao governo Bolsonaro. Os que quiserem fazer vassalagem a Bolsonaro, tenham coragem e dignidade de pedir pra sair do PSDB. E sigam seu caminho aonde desejar. Quer completar?

REPÓRTER: Governador, por gentileza, em relação a essa reunião de ontem, nela o senhor defendeu a exposição do deputado Aécio Neves--

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Pedi o afastamento.

GUSTAVO, REPÓRTER: O afastamento? E nesse mesmo encontro o senhor atribui a ação do deputado Aécio em supostas traições dos tucanos pra votarem [ininteligível] como muito o senhor vê, muitos [ininteligível] o senhor se refere a uma operação do Aécio pra comandar essas traições, ou atuar de alguma maneira nesse sentido.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Eu entendo, Gustavo, que o PSDB não deve abrir espaço pra comportamentos desse tipo. Ou o PSDB é um partido e um partido com um direcionamento e com uma posição, embora possa ter discursões, debates, isso faz parte do processo democrático de qualquer partido, mas você não pode ter dissidências, um partido que se posiciona com clareza, a favor da vida, em defesa da democracia, dos direitos, da liberdade, da saúde e do meio ambiente, e deputados ou senadores, ou quem quer que seja filiado ao PSDB defendendo o oposto. Isso não é partido. Então aqueles que têm pensamento distinto tenham dignidade e coragem, peçam pra sair. Essa é minha posição como presidente do PSDB. Se tiver coragem, saia. Que é a atitude que se espera de alguém com o mínimo de dignidade, ainda que tenham posições distintas, é o que se espera de um parlamentar, afinal de contas, ele foi eleito pelo voto popular. Então respeite o voto, respeite a democracia e respeite o PSDB. Essa é a nossa posição. Vamos agora ao Lucas Guerreiro da Rádio Band. Ah, o Lucas está aqui. Desculpa, Gustavo. Só pra gente acelerar um pouquinho. Por favor, Lucas.

LUCAS GUERREIRO, REPÓRTER: Bom dia, governador. Bom dia, secretário. Perguntar pros dois, primeiro começar com o secretário, com relação ao prazo para o término das obras o que o povo quer saber mesmo quando as obras vão terminar já que existe... existem adiamentos subsequentes com relação a entrega de obras do metrô e também da CPTM. Então, quando vão ficar prontas as obras de expansão da Linha 2 e da Linha 3 pra ficar bem claro. E uma outra questão agora envolvendo vacina e perguntando pro governador, a gente fez um levantamento hoje na Rádio Bandeirantes também com os outros meios de comunicação do Grupo Bandeirantes e inúmeros prefeitos das cidades da região metropolitana, [ininteligível] de ABC, enfim, estão preocupados e um pouco receosos com a chegada de novas doses e novos lotes pra começarem a vacinação nos idosos de 85 a 89 anos a partir da próxima semana, inclusive na Luz disse que não teria disponível algumas quantidades de doses pra poder vacinar os profissionais da saúde, disseram que [ininteligível] de preferência que eles têm lá com relação a clínicas privadas. Então, qual a posição do Governo do Estado com relação a essas doses de vacinas extras que vão chegar pras cidades de todo o estado e tranquilizar a população que precisa ser vacinada de 85 a 89 anos? Por favor.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Lucas, começo pela segunda pergunta e depois a primeira o Alexandre Baudy fará a resposta. O Programa Estadual de Imunização é planejado e ele é bem-feito exatamente pra permitir a disponibilidade das doses da vacina a quem deve ser vacinado. E tanto na primeira dose quanto na segunda dose. O que é preciso é que os prefeitos e prefeitas respeitem o Programa Estadual de Imunização. Neste momento estamos vacinando pessoas com mais de 90 anos, esse processo vai até o próximo dia 14, domingo, dia 14 quando nós estimamos estarmos praticamente com 99% de todas as pessoas com idade superior a 90 anos, vacinadas, no estado de São Paulo. E na sequência, a partir do dia 15, as pessoas com 85 até 89 anos. Para toda a população dessa idade temos vacinas em quantidade suficiente para a entrega aos municípios para que possam proceder a vacinação dessas pessoas e também no momento oportuno a segunda dose, 21 dias depois da primeira dose. O que não pode é qualquer prefeito ou prefeita desviar a destinação de vacina para atendimento de outro público ou outra faixa etária que não seja a determinada pelo Programa Estadual de Imunização. Se todos respeitarem o Programa Estadual de Imunização que está sob o manto do Plano Nacional de Imunização, não faltará vacina. Mas é preciso deixar claro, Lucas, que prefeitas e prefeitos devem seguir rigorosamente o Programa Estadual de Imunização. Baudy. O tema dos prazos [ininteligível] e Linha 15.

ALEXANDRE BALDY, SECRETÁRIO DE TRANSPORTES METROPOLITANOS DO ESTADO DE SÃO PAULO: Lucas, nós aqui respondemos pela nossa gestão, pelos nossos atos desde o dia 1º de janeiro de 2019. A equipe do Metrô, a equipe da CPTM tem se identificado de maneira bastante evidente, tanto que se tem aqui quatro estações que foram retomadas na nossa gestão, da nossa equipe do Metrô e elas foram entregues, inclusive, antes do prazo. A estação São Mateus que é uma grande estação que beneficia de sobremaneira a região, Sapopemba, Fazenda Júlia e Jardim Planalto. A estação Jardim Colonial nós iniciamos, o governador deu lá acionamento do equipamento iniciando a obra em 2019, que será entregue também antes do prazo previsto conforme a evolução e andamento da obra. Demos aqui também o início da obra de extensão aqui de Vila Prudente pra que nós tenhamos os trens chegando e fazendo a sua correta interseção para que eles possam operar com a sua velocidade mais plena e possa atender a necessidade dos passageiros. Então todas as obras dessa linha, elas começaram e terminaram na nossa gestão dentro dos prazos. Assim como nós também retomamos a obra da estação Francisco Morato também praticamente do início, uma obra de quase R$ 150 milhões, entregamos cinco meses antes da sua previsão. Entregamos outras obras também de menor envergadura antes do seu prazo. E nós estamos nos dedicando pra que essa obra de ampliação da estação de Vila Prudente, assim como também da extensão aqui em Vila Prudente e Penha, como é [ininteligível] do governoJoão Doria, pra que ela cumpra o planejamento, que ela cumpra organização orçamentária, financeira e de execução física para que nós com os projetos, como aqui foi iniciada essa obra de extensão da Linha 2-Verde que é uma obra metroviária pra que consigamos também cumprir os prazos com toda previsão e, fundamentalmente, com a execução com a execução físico e financeira pra que não obra se reparada, que muito menos faltem recursos pra que ela também possa ser devolvida de acordo com a expectativa. Portanto, é planejamento, organização e cobrança, cobrança diária e semanal, mensal, dedicando aos prazos, aquilo que já seja entregue em 30 meses a ampliação [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Baudy. Lucas, muito obrigado. Nós vamos aqui ao lado fazer uma foto, [ininteligível] em fazer, vou fazer imagem aqui ao lado da composição do metrô. Isabela, obrigado. Beatriz, muito obrigado também a você. Gustavo, obrigado. Ao Lucas também. Amanhã estaremos juntos na coletiva de imprensa noPalácio dos Bandeirantes, às 12h45. Obrigado também aos cinegrafistas, fotógrafos [ininteligível] que gentilmente comparecem aqui nesta manhã. Obrigado a todos. Bom dia. Sob proteção, Deus no coração. Obrigado. [aplausos]

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado.