Coletiva - Governo de SP amplia Vale Gás para mais de 2 milhões de pessoas 20210308

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Governo de SP amplia Vale Gás para mais de 2 milhões de pessoas 20210308

Local: Capital – Data: Agosto 03/08/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom dia para todos vocês. Obrigado pela presença. Está ok o áudio? Está bom para vocês? Se está bom para você, está bom para todo mundo? Você é uma figura. Bem, pessoal. Nós vamos direto às perguntas. Vamos começar com a TV Globo, Globonews, depois com a Bruna, da Rádio e TV Bandeirantes, depois a Adriana Cimino, da TV Cultura, e a Hyndara Freitas, do Portal Metrópoles. Estamos, vamos começar com a Carol. Com você, Carol. Aqui.

CAROL, REPÓRTER: [Ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Vou pedir só... se você puder falar um pouquinho mais alto, eu te agradeço. Desculpa, perdão.

CAROL, REPÓRTER: Eu queria saber se [ininteligível] avaliação [ininteligível]. E também os dados da ampliação desse programa agora.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, vou dividir a resposta com a secretária Célia Parnes, Carol, mas ele foi feito para atender todos os municípios. Mas agora ele está ampliado, ou seja, ele dobrou de tamanho, mais do que dobrou, ele praticamente triplicou de tamanho pela necessidade e pela demanda que passou a assistir aí de todos os municípios no estado de São Paulo. Esse é o programa mais robusto de Vale Gás já feito na história do Brasil. Um investimento expressivo do governo de São Paulo que agora atende a 2 milhões de pessoas nesta faixa de vulnerabilidade. É importante ressaltar que o programa é destinado a quem está em situação de pobreza ou extrema pobreza no nosso estado e precisa do gás para cozinhar o alimento, para a sua família, para os seus filhos. Célia.

CÉLIA PARNES, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL: Inicialmente, quando esse programa foi lançado, na sua primeira entrância, ele foi destinado a um público que vivia em territórios mais vulneráveis, às favelas, comunidades, que nós chamamos de tecnicamente de aglomerado subnormais, e coincidentemente isso abarco ou alguns municípios. E agora ele está sendo ampliado a todos os municípios. Eliminamos, então, essa questão territorial e estamos atendendo a toda a população nessa faixa de renda, até 178 reais de renda per capita mensal, famílias na pobreza e da extrema pobreza, inscritas no Cadastro Único e que não recebem o Bolsa Família.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Célia. Obrigado, Carol. Bruna.

BRUNA, REPÓRTER: Governador, bom dia. Bom dia a todos. Só aproveitar que nosso assunto é sobre essas questões sociais, mas vou puxar para um outro aspecto, que é do frio. Agora em agosto a gente deve continuar com essas ondas, mais geadas devem acontecer. O governo do estado de São Paulo tem várias ações [ininteligível] na estação [ininteligível] para essa população de rua, só que isso tudo acabou no dia 31, próximo sábado. Quais são as previsões agora para o mês de agosto? Deu certo no governo, governador? Deve continuar com [ininteligível]. Queria falar também um pouquinho sobre frio [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa pergunta, Bruna. Também vou dividir com a secretária Célia Parnes. O Programa Noites Solidárias voltará agora em agosto, infelizmente teremos novas ondas de frio intenso durante o dia, e, especialmente à noite, no próximo mês de agosto. E o Programa Noites Solidárias que foi esse que nós implementamos aqui em São Paulo, nas noites mais frias do ano até agora voltará em agosto novamente, junto com a Pastoral das Ruas das ruas, com o padre Júlio Lancellotti e juntos com o prefeito Ricardo Nunes. Uma ação coordenada do estado e do município para abrigar as pessoas em situação de rua, e mais uma vez, na estação Brás do metrô, que demonstrou ser adequada, ampla e com capacidade... Pedro II, desculpe, não é Brás, perdão. Estação Pedro II, do metrô, que mostrou ter capacidade e funcionalidade para o acesso, o abrigo e as condições adequadas, incluindo, os banheiros que foram ali implantados, a alimentação, a alimentação quente, os colchões, os cobertores, as meias, as tocas, o atendimento também ambulatorial em alguns casos. E nós repetir isso em conjunto com a pastoral da terra... perdão, junto com a Pastoral das Ruas, do padre Lancellotti e mais a prefeitura de São Paulo, com a Secretaria de Promoção Social, mas a Célia pode dar mais detalhes. Célia.

BRUNA, REPÓRTER: Tem uma data para que isso aconteça? Vai seguir a previsão do tempo mesmo?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: É importante a complementação. Sim, nós vamos aguardar a meteorologia com as informações mais precisas, como foi agora, nós conseguimos, com uma semana antes, ter uma previsão precisa e correta das temperaturas, o que nos permitiu a mobilização e a realização das noites solidárias. Agora, inclusive, pelo fato de já termos realizado, e termos realizado com sucesso, será ainda mais rápida a sua implementação. Tendo as datas fortalecidas pela meteorologia do estado de São Paulo e também do Ministério da Agricultura, nós poderemos prever quais são as noites onde este tipo de acolhimento será feito na mesma forma como fizemos agora no mês de julho.

CÉLIA PARNES, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL: Bruna, o governador João Doria vem ampliando e expandindo também os períodos dos programas sempre que há necessidade e sempre que há demanda. Isso tem sido feito em vários programas, e não seria diferente no Noites Solidárias. Como o governador mencionou, foi uma iniciativa de grande sucesso, conseguimos fazer um grande acolhimento, são 400 vagas para pessoas em situação de rua nas noites de frio, sobre observando as previsões climáticas, como o governo mencionou, também da nossa equipe da defesa civil, que faz esse acompanhamento diário. E estaremos sempre prontos para atender essa, que é a população mais vulnerável da nossa sociedade.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. E apenas para complementar, esse tema das noites frias, nós continuaremos a ter o apoio também das igrejas. Eu falei com o cardeal e o cardeal arcebispo de São Paulo também disponibilizou várias paróquias, foram várias, mais de 20, que fizeram o acolhimento nas noites frias em pessoas em situação de rua, inclusive, a catedral da Sé para o acolhimento no período das 20h até às 8h. Para nossa alegria também a comunidade judaica fez este mesmo gesto em algumas das suas sinagogas. O rabino Michel, que o chefe do rabinato, da comunidade judaica também esteve aqui, inclusive, e fez esse mesmo gesto em algumas das sinagogas. Nós esperamos que em momentos futuros outras religiões também possam abrir os seus templos para abrigar essas pessoas para passarem a noite protegidas e com isso evitando a situação da hipotermia e do frio excessivo, que infelizmente passam nas ruas. Então, vamos, de novo, pedir o apoio de outras igrejas, além da egrégia católica e da comunidade judaica, que já se mostraram solidários neste primeiro momento. Obrigado, Bruna. Agora, Adriana Cimino. TV Cultura. Bom dia, Adriana.

ADRIANA CIMINO, REPÓRTER: Bom dia a todos, eu queria falar sobre o Vale Gás. Só para eu entender melhor, essas [ininteligível] famílias, elas já foram ajudadas? Todas têm que estar no Cadastro Único ou ainda há um meio para se inscrever e se já há uma data para o Vale Gás começar a ser [ininteligível].

CÉLIA PARNES, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL: Obrigada, Adriana. De fato, essas 427 mil famílias são famílias que estão no Cadastro Único. É o cadastro onde nós nos baseamos para os programas sociais do governo do estado. Então, de fato, elas já estão mapeadas, inclusive, por município. Hoje os prefeitos recebem também o número de famílias contempladas em cada um desses municípios, agora, que ampliamos para os 645 municípios do estado. Então, todo o estado poderá atender essa população mais vulnerável, como eu mencionei. Mas, sim, têm que estar inscritos no Cadastro Único com esse recorte de renda de até 178 reais per capita e que não receba o Bolsa Família.

ADRIANA CIMINO, REPÓRTER: Então, não tem como se inscrever mais para entrar nessa etapa?

CÉLIA PARNES, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL: Neste momento nós acabamos de lançar baseado no último cadastro que nós temos nos mais atualizado, portanto, nós atenderemos 100% das famílias elegíveis.

ADRIANA CIMINO, REPÓRTER: Quando que começa a funcionar?

CÉLIA PARNES, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL: Imediatamente, nós já temos uma questão de processamento de dados, mas não mais do que dez dias.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Adriana. Obrigado, Célia. Agora a última pergunta, Portal Metrópoles, a Hyndara. Bem-vinda. Bom dia, Hyndara. Não estou te ouvindo, desculpa. Estamos sem microfone.

HYNDARA FREITAS, REPÓRTER: [Ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Hyndara, espero ter entendido plenamente tudo o que você perguntou do mesmo tema, da volta às aulas. Será objeto, inclusive, da coletiva de amanhã. Quarta-feira, com a presença do Rossieli Soares, secretário da Educação, mas eu posso adiantar que todos os protocolos foram obedecidos. A frequência no retorno às aulas foi alta, foi elevada, amanhã o secretário vai dar o balanço completo. Professores, gestores, merendeiras, prestadores de serviços nas escolas todos estavam presentes, todos com máscara, todos dentro do protocolo. Álcool em gel foi obrigatório no ingresso nas escolas, assim como o uso de máscaras também. Para aqueles que estavam sem máscara nós fornecemos máscaras gratuitamente. Alguns alunos, infelizmente, chegaram sem máscara porque os pais não tinham dinheiro para comprar, nós fornecemos as máscaras gratuitamente. Ainda nesse mês de agosto a volta às aulas não é obrigatório, mas a partir de setembro provavelmente será, isso amanhã, nós teremos a confirmação pelo secretário Rossieli Soares, dado ao fato também, da evolução da vacinação e da queda de casos de internações e de óbitos também. Há uma correlação direta entre a flexibilização e abertura da economia e das escolas públicas e privadas em relação ao processo vacinal em São Paulo, que segue de forma acelerada e infelizmente de forma acelerada também o decréscimo de casos de ocupação de leitos e, infelizmente, de mortes também. Então, amanhã, se você quiser mais detalhe, 12h45 o Rossieli vai estar aqui. É um tema importante esse tema de volta à educação porque São Paulo foi o primeiro estado do Brasil a voltar às aulas, e já fizemos isso no primeiro semestre. Foi o primeiro estado a vacinar professores e prestadores de serviço nas escolas. Nós, inclusive, contrariamos o Programa Nacional de Imunização, que não previa isso. Nós entendemos, isso era necessário, vacinar os professores com as duas doses para que pudessem retornar às aulas com tranquilidade e também para os pais. E um outro programa que foi mencionado aqui pela Célia Parnes, que vale a pena mencionar, Hyndara, é o fato de estarmos contratando 21 mil pais de alunos. Vinte e um mil pais de alunos estão sendo contratados pelo governo do São Paulo, sendo contratados já para iniciarem imediatamente, a partir agora de agosto, no mais tardar em setembro, o apoio no retorno às aulas. Com isso, eles estão mais confiança aos filhos, eles também se tornam mais confiantes diante das escolas onde seus filhos estão estudando. Apoiam professores e gestores das escolas sobre os protocolos, têm um olhar mais protetivo e mais afetivo com a própria escola e a geração de renda também é um programa que gera renda para 21 mil famílias de pessoas vulneráveis. Também aí há uma prioridade para representantes, pais ou mães, de famílias vulneráveis. Pessoal, muito obrigado pela presença de vocês. Se protejam. Um bom dia. Obrigado, pessoal. Obrigado a todos. Tchau. Obrigado.