Coletiva - Governo de SP autoriza início das obras do segundo trecho do VLT da Baixada Santista 20202409

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Governo de SP autoriza início das obras do segundo trecho do VLT da Baixada Santista 20202409

Local: Santos - Data: Setembro 24/09/2020

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REPÓRTER: Governador, primeiro eu queria que o senhor falasse sobre, claro, o que o senhor está inaugurando hoje, e sobre a previsão para a estação elevatória na entrada da cidade, para acabar com as enchentes, sobre esses dois assuntos.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom, desse primeiro, eu vou responder agora, e o segundo eu vou pedir para depois você falar com o João Octaviano, que é o nosso secretário de Transporte e Logística. Mas, muito importante o início dessa segunda etapa do VLT aqui em Santos, a etapa um já demonstrou o seu sucesso, o seu êxito, e a população de Santos abraçou o VLT como sistema de transporte para o trabalho, para atividade acadêmica e para o lazer também. Essa nova fase com oito quilômetros e 14 estações, vai cumprir este mesmo papel, somado à revitalização do centro da cidade de santos. E isso é muito importante, porque nessa área se concentram alguns museus importantes, como o Museu do Café, o Museu Pelé, e também comércio, o setor universitário e outras obr as novas que poderão ser executadas ao longo dos 30 meses, que é o período para conclusão desta nova linha do VLT. Que vai ligar todo o trecho Conselheiro Nébias Valongo, vai permitir uma velocidade maior na logística e no transporte das pessoas, mas também no seu lazer, no aspecto cultural e turístico também. Todo o investimento do governo do estado de São Paulo, ao lado da prefeitura de Santos, é em torno de R$ 300 milhões para essa obra que estará pronta em 30 meses, talvez até em um prazo menor, mas ela terá um impacto muito grande e muito positivo na vida dos habitantes aqui de Santos.

REPÓRTER: Quando deve começar essa obra? Porque 30 meses é a partir do início, né?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: A obra começa imediatamente, aliás, nós estamos aqui no canteiro da obra, e a Queiroz Galvão, que é uma construtora que ganhou essa concorrência, ela já tem uma enorme experiência aqui em Santos também, tem mão-de-obra disponível, ou seja, ela pode agilizar o processo e iniciar imediatamente as obras.

REPÓRTER: Governador, eu sou Fabiano, da Santos [Ininteligível] TV. O senhor termina a sua fala falando: "A vacina vem aí". Né? Eu queria que o senhor explicasse um pouco mais isso, quando a vacina chega? Quantas doses? Quem serão os primeiros a receber?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: A vacina Coronavac, que é a vacina do Butantã com a Sinovac, o laboratório privado chinês, chega agora já em outubro, 5 milhões de doses chegam neste mês de outubro a São Paulo. Obviamente que nós teremos que aguardar o fim dessa terceira fase de testagem, que se encerra em 15 de outubro. Depois a ANVISA tem o prazo de até 60 dias para fornecer a licença, e a partir desta licença da ANVISA, da autorização da ANVISA, nós já poderemos iniciar a imunização. Se tudo correr bem, como está correndo, nós a partir de 15 de dezembro, iniciaremos a imunização aqui em São Paulo, começando com médicos e paramédicos. E depois vamos aqueles que tem contato direto com o grande público, nas áreas de atendimento, do governo d o estado, das prefeituras, Polícia Militar, Polícia Civil, portos, aeroportos, que tenham contato direto, e também as estações de trem, de metrô e de ônibus. Logo na sequência, as pessoas com mais de 60 anos, pessoas com morbidade. E aí dando uma sequência no mesmo modelo que já vem sendo adotado nos programas de imunização contra a gripe, por exemplo. E repito, tudo correndo bem, nós poderemos ter a totalidade da população de São Paulo imunizada até março do próximo ano.

REPÓRTER: Governador, tudo bem? Jeferson, daqui da VTV SBT. Governador, a gente está falando hoje de um transporte, uma questão de mobilidade urbana importante, nós temos a entrada de Santos também, como uma questão importante, a ponta da praia também é importante. E a gente se remete à questão do transporte de balsas, né? Não se falou mais na questão da privatização das balsas, que é algo que é o projeto do senhor, e também da ponte que dá de Santos a Guarujá. Em que pé estão essas questões?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, o programa das balsas ele não foi inibido, foi apenas adiado, dada a circunstância da pandemia, mas ele será colocado em concessão pública, o nosso secretário João Octaviano está aqui, pode falar a esse respeito. Mas esse é um dos programas prioritários, todo serviço de balsas, Baixada Santista, litoral Norte e litoral Sul de São Paulo, será concedido ao setor privado. Essa é uma decisão de governo, é uma decisão de estado, e ela não vai retroceder. Em relação à ponte que liga Santos ao Guarujá, falei na última semana com o ministro Tarcísio Gomes de Freitas, se dependesse de São Paulo as obras já teriam iniciado, inclusive, nós já temos condições de iniciar a obra. Houve ali manifesta&cce dil;ões feitas aqui pela Companhia DOCAS de Santos, e por alguns integrantes do Ministério da Infraestrutura colocando algumas objeções. Não é a visão do ministro, o ministro tem sido extremamente sensato nessa análise, e eu fiz um apelo ao ministro Tarcísio na semana passada, lembrando que nós estamos há 90 anos para iniciar essa obra, que não pode comemorar um século de inexistência, nós temos que ter a ponte. E já temos condições nesse sentido. O ministro propôs uma reunião, não nessa próxima semana, na outra semana, que faremos, uma reunião virtual com a equipe do ministério liderada por ele, eu liderarei também a equipe de secretários aqui em São Paulo. E aí vamos tentar finalizar esse entendimento, eliminar dúvidas, já temos o projeto e iniciar a obra.

REPÓRTER: Jornal à Tribuna tem uma pergunta sobre saúde.

REPÓRTER: Governador, o senhor falou sobre [Ininteligível], eu queria perguntar só... O governo pediu [Ininteligível] para o Governo Federal, R$ 80 milhões para o instituto Butantã. E o restante como está a situação? E [Ininteligível]?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Foram duas solicitações feitas ao ministro Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, que repito, tem sido extremamente correto com São Paulo. O primeiro ele já atendeu, R$ 80 milhões para a expansão da nova fábrica do Butantã para a vacina Coronavac, a vacina contra a COVID-19. Que somado ao investimento privado, nós teremos cerca de R$ 240 milhões para este investimento. E aí passaremos a produzir a vacina aqui, já a partir de maio do próximo ano. Além disso, solicitamos o mesmo valor que o governo está destinando para Fiocruz, para a vacina de Oxford, para a vacina Coronavac, R$ 1,9 bilhão. O mesmo recurso com o mesmo objetivo, fornecimento da vacina para os brasileiros. Ao meu ver, o país vai precisar de três, talvez até quatro vacinas para garantir a imuniza&ccedi l;ão de todos os brasileiros. O argumento que eu utilizei ao ministro e ao Governo Federal, é no sentido de que nós não podemos ter brasileiros de primeira classe que recebem a vacina antes, e brasileiros de segunda classe que recebem a vacina depois, não é justo. É importante que todos os brasileiros sejam vacinados ao mesmo tempo, os brasileiros de São Paulo, os brasileiros do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste, do Sul e do Sudeste. Se o Governo Federal avançar na aquisição de 100 milhões de doses da Coronavac, mais de 100 milhões de doses, se for possível, esta quantidade, da vacina de Oxford, e eventualmente com uma terceira vacina, nós teremos todo o país imunizado até maio do próximo ano. Em São Paulo começamos em dezembro, em São Paulo nós garantismo aqui a imunização dos brasileiros de São Paul o. Mas torcemos muito para que a imunização seja feita em todo o país, para todos os brasileiros. E para isso dependemos do Ministério da Saúde.

REPÓRTER: O senhor já tem algum posicionamento?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Da primeira parte sim, ontem o ministro assinou e fez a liberação. Mas eu tenho uma expectativa boa, dada a circunstância em que o ministro tem tido o cuidado de não colocar nenhum fator ideológico, política, partidário ou eleitoral nessa questão. Que aliás, não faria o menor sentido, nós temos que proteger vidas e proteger as pessoas. Então eu tenho convicção de que vamos evoluir nesse tema positivamente, até aqui não tenho razões para duvidar.

REPÓRTER: Obrigada, pessoal.