Coletiva - Governo de SP e Fapesp anunciam R$ 580 milhões em investimentos em ciência e inovação 20212705

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Coletiva - Governo de SP e Fapesp anunciam R$ 580 milhões em investimentos em ciência e inovação 20212705

Local: Capital – Data: Maio 27/05/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Pessoal, obrigado mais uma vez. quero agradecer a presença de vocês aqui. Patrícia Ellen aqui ao meu lado, professor Zago a hora que ele chegar ele se incorpora. Como vocês puderam registrar, hoje nós estamos fazendo um investimento de R$ 582 milhões na Fapesp, é o maior investimento em pesquisa já realizado aqui no estado de São Paulo, no total, somando esse investimento com aqueles que já temos comprometido, e feito, e autorizado para as universidades de São Paulo são R$ 10 bilhões de investimento em pesquisa, em ciência, inovação e tecnologia, liberados pela Fapesp que pela sua natureza como uma fundação de amparo à pesquisa e desenvolvimento da ciência ela representa e muito bem todo o esforço da ciência de São Paulo voltado pra diferentes áreas, área da saúde que o Jean Gorinchteyn, nosso secretário que está aqui ao nosso lado; área de educação do Rossieli Soares; área de agronegócios, agricultura e abastecimento, do Gustavo Diniz Junqueira; a área da pesquisa como um todo principalmente no campo da vacina nesses últimos 18 meses. Todos esses recursos serão priorizados para estas áreas através da Fapesp. Então estou muito feliz, muito contente. Obrigado, Patrícia Ellen também por todo seu esforço. A Patrícia, vocês viram o que eu falei, ela é embaixatriz da ciência e da tecnologia, até porque essa é a área que ela comanda à frente da sal secretaria, mas São Paulo dá um exemplo, enquanto o Governo Federal enfraquece e empobrece a pesquisa e a ciência, nós aqui valorizamos, enriquecemos e damos valor aos cientistas que ajudam a saúde, a vida, a educação, a proteção social e ao desenvolvimento econômico do estado de São Paulo. E com isso ajudamos o Brasil também. As pesquisas que são realizadas aqui não ficam aqui, elas são compartilhadas, elas são colocadas à disposição de todos os brasileiros. Então estou muito feliz. E aí vamos às perguntas começando com a Nanny Cox da Rádio Jovem Pan. Nanny, obrigado por vocês estar aqui mais uma vez.

NANNY COX, REPÓRTER: Boa tarde, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa tarde.

NANNY COX, REPÓRTER: [ininteligível] como é que está o andamento [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ótimo. Vou pedir... Obrigado, Nanny. É importante esse esclarecimento... Obrigado por você ter feito a pergunta, Nanny. Vou pedir ao Jean Gorinchteyn, todos sabem o Jean Gorinchteyn além de secretário da saúde é também médico infectologista do Instituto Emílio Ribas. Jean.

JEAN CARLO GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO: Nanny, nós temos toda uma atrativa legal pra poder fazer aquisição de qualquer produto mesmo de forma emergencial. Estamos agora na análise das propostas das empresas internacionais que foram convocadas, e já a partir da segunda quinzena de junho nós estaremos recebendo pelo menos 3,5 milhões medicamentos, serão mais de 9 milhões desses medicamentos. A primeira parcela estará sendo abarcada nos nossos depósitos pra distribuição para os 645 municípios já no início da segunda quinzena.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. Obrigado, Jean. Nanny, obrigado pela pergunta. Já agora com o professor Zago aqui presente também. Lucas Teixeira do UOL. Lucas, obrigado por você estar aqui mais uma vez.

LUCAS TEIXEIRA, REPÓRTER: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, tranquilo, tranquilo.

LUCAS TEIXEIRA, REPÓRTER: [ininteligível] são investimentos a mais [ininteligível] um pouquinho mais sobre o depoimento do Dimas Covas para a CPI. [ininteligível]. Como o senhor avaliou esse [ininteligível] sobre a CPI.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ok. Vou responder as duas perguntas. A primeira vou dividir com o professor Marco Antônio Zago que é o presidente da nossa Fapesp. Esse é um recurso adicional, não é um recurso daquele anterior. Ou seja, aquele foi mantido, nós assumimos um compromisso com o professor Zago. Vou pedir pra trocar de posição pro Zago ficar aqui mais pertinho. Nós assumimos um compromisso e cumprimos o compromisso com a ciência e com a Fapesp especificamente de manter o orçamento conforme estava previsto. E fizemos a reforma administrativa que está nos permitindo, inclusive, a partir deste ano fazer um investimento de R$ 21 bilhões em diferentes áreas do estado de São Paulo. Inclusive, esse R$ 582 milhões adicionais para a Fapesp são oriundos dos recursos obtidos com a reforma administrativa. Hoje, Caio, São Paulo é o estado mais saudável da federação, nós temos mais recursos pra investir do que o Governo Federal. Por quê? Porque fizemos a reforma previdenciária em 2019, e fizemos a reforma administrativa em 2020. Nós enxugamos o tamanho do estado. O estado hoje é menor e com mais eficiência, menos gastos desnecessários, temos dinheiro pra fazer investimento, em ciência, em pesquisa, em saúde, em educação, em proteção social, em segurança pública. Vocês têm acompanhado aqui vários desses anúncios, esses recursos são advindos da reforma administrativa, portanto, adicionalmente aos recursos da Fapesp estamos colocando mais R$ 582 milhões e fazendo isso com a consciência de que esses recursos vão multiplicar benefícios com as pesquisas e o trabalho científico coordenado pela Fapesp. Professor Zago.

MARCO ANTÔNIO ZAGO, PRESIDENTE DA FAPESP: Bem, vejam, dois aspectos, o primeiro deles é que... o primeiro deles é que os recursos da Fapesp estão integrais este ano. Então houve discussões, houve análises de possíveis soluções diferentes, mas o fato é que os recursos foram integralmente preservados. E hoje, como o governador está dizendo, eles são cerca de um terço maior do que eram, por exemplo, em 2019, 2020. Então a Fapesp está num momento positivo de crescimento dos seus recursos. E diante disso, e diante do fato de que a ciência e a tecnologia vai muito bem em São Paulo, a Fapesp tem procurado expandir os formatos de apoio a ciência e tecnologia. Além dos formatos, clássicos, sem nenhum prejuízo a eles, os projetos regulares, os projetos de centros de pesquisa e assim por diante, nós entendemos que seria muito importante dialogarmos com a sociedade e identificarmos problemas da sociedade do estado de São Paulo que podem ser resolvidos pela ciência, e promover então projetos desse tipo que então estão neste pacote que apenas uma parte deles foi hoje apresentada, governador, mas nós teremos ainda um edital para a educação básica que é uma coisa fundamental para a vida do estado. Teremos um outro relativo a um instituto de saúde global, e todos reconhecem a importância disso, de tal maneira que são soluções que a Fapesp vem apresentar a sociedade uma vez que ela tem recursos que permite fazer isso.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, professor Zago. O professor Zago deu, Lucas, aqui só uma deixa, mas que será objeto de uma... de uma intervenção em uma das nossas coletivas. Esse Instituto de Saúde Global foi uma proposta que eu acalento desde o ano passado de termos aqui no Brasil especificamente em São Paulo, um National Health Institute (NIH), como temos em Washington. Eu morei em Washington, estudei em [ininteligível], a Universidade Católica com sede no distrito, a capital americana, e lá nós... eu aprendi, eu morava, aliás, a dois quarteirões do National Health Institute. E fui várias vezes lá como curioso pra verificar os programas, eles tinham palestras abertas ao público, bastava você se inscrever e participar. E fiquei muito impressionado com a dimensão de um instituto, comentei isso com a Patrícia, que estuda doenças raras e soluções baseadas na ciência para esses problemas. E ali que eu aprendi, inclusive, o que é a nova ciência psicossomática, foi desenvolvida lá no NIH que é a relação mente e corpo, a relação cérebro para o domínio da doença, emissão de ondas vibratórias pra que você possa criar anticorpos e melhorar com isso a sua condição de vencer doença. Só pra dar um exemplo que é este projeto que o professor Zago enunciou aqui, mas que nós daremos mais detalhes a vocês muito em breve. Mas eu não resisti porque eu sou um grande entusiasma desse projeto.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Eu sabia.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado.

[risos]

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Em relação a segunda pergunta, Lucas, eu não sei se continua a CPI, mas até onde eu pude assistir, até o intervalo na hora do lanche, como eles chamaram, o professor Dimas Covas foi brilhante. E por que ele foi brilhante? Porque Dimas Covas falou a verdade e a verdade sempre dói naqueles que são propagandistas da mentira, naqueles que são defensores do negacionismo. Então, certamente doeu na alma, no ouvido dessas pessoas que, seja no Congresso Nacional, seja no âmbito do Palácio do Planalto ou em ministérios desse governo defendem o negacionismo, defendem o terraplanismo, defendem cloroquina, tratamentos precoces, medidas distantes daquilo que a população brasileira mais precisa. E neste momento são as vacinas. Então considerei o depoimento dele muito bom por ser sincero, por ser verdadeiro e confrontando com as mentiras e as fake news tão propagadas nos últimos meses aqui no Brasil. Parabéns ao Dimas Covas, e parabéns também à CPI, à conduta daqueles que, no comando da CPI, estão ali para produzir a verdade, e conseguiram.

Bem, vamos agora à Vitória, da Folha de São Paulo. Vitória Damasceno, da Folha de São Paulo. Eu ia falar Vitória Abel, desculpa. Quase que eu virei aqui, desculpa, Vitória, perdão.

REPÓRTER: [Pronunciamento fora do microfone]

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Vou pedir à Patrícia. A Patrícia anuncia e eu complemento, ok? À Vitória.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: Vamos lá, Vitória. Esse edital, ele já sai, sim, hoje, ele está sendo lançado oficialmente hoje. Ele é o nosso segundo edital. Nós já havíamos, quando o governador fez a visita pela primeira vez à Fapesp, nós fizemos um primeiro edital, de R$ 80 milhões, num programa chamado Ciência para o Desenvolvimento. Então, nós já temos inclusive projetos em andamento com a Secretaria de Infraestrutura, da Saúde, da Segurança Pública, Agricultura, em diversas áreas. Pela pandemia, mais ou menos 30% a 40% dos recursos acabaram sendo alocados prioritariamente para a área de saúde, devido à demanda que nós estamos vivendo. Nessa nova etapa, nós já estamos lançando imediatamente o edital, no valor de R$ 120 milhões, e o professor Luís Eugênio, ele mencionou um ponto muito importante, que, na verdade, se a gente somar o que vai ser investido pela iniciativa privada e pelos institutos, na verdade, nosso investimento de hoje não é de R$ 580 milhões, é de R$ 1 bilhão, porque pra esses R$ 120 milhões, nós temos a contrapartida da iniciativa privada e de institutos, então todos entram com recursos. Os R$ 120 milhões vão ser, no mínimo, R$ 480 milhões. Então, nós estamos falando, só desse projeto, mais ou menos R$ 0,5 bilhão. E isso se soma ao restante, que são outros R$ 462 milhões, para ser bem específica. Somando os dois, a gente está falando de quase R$ 1 bilhão. É que a gente se limitou a falar aqui do investimento público da Fapesp, mas haverá complemento e contrapartidas em cada um dos projetos. Grande parte deles, novamente, será na saúde. Além desse edital do Ciência para o Desenvolvimento, nós vamos investir mais R$ 50 milhões num outro projeto de saúde. Eu não posso estragar a surpresa, o governador e o professor Zago falaram aqui, mas eu não vou dar detalhes. Nós temos mais R$ 55 milhões que vão ser aplicados no PIP para startups, é um programa de investimento não reembolsável, para apoiar startups em diversas áreas, mas principalmente investindo em tecnologia. Estamos também criando um programa muito inovador, que é um fundo de investimentos em inovação, com outros parceiros, com o Sebrae, entre outros. Mas nesse ali a gente vai investir um pouco mais que R$ 100 milhões, são cerca de R$ 150 milhões. E temos também um programa de conectividade no campo, e um outro programa de conectividade em governo, em parceria com a Prodesp. Esses dois vão dar mais ou menos R$ 100 milhões. E, para finalizar, como o professor Zago falou, o Centro de Pesquisa Aplicada em Educação Básica. O edital de hoje, R$ 120 milhões, e que vai, na verdade, mobilizar R$ 480 milhões.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Patrícia. E Vitória, complementando, nós vamos continuar investindo no Butantan e o Butantan continuará investindo, através da Fundação Instituto Butantan, em mais pesquisas. Foram essas pesquisas que permitiram ao Butantan chegar à Butanvac, a nova vacina que está já desenvolvida, pronta, e que nós estamos aguardando a aprovação da Anvisa para que os estudos clínicos possam ser aprovados até, no máximo, dia 7 de junho. E eu, de novo aqui, clamo para que a Anvisa mantenha, evidentemente, seus protocolos, nós respeitamos a Anvisa, mas senso de urgência. Diante de uma pandemia que leva 2.500 vidas por dia, nós precisamos de vacinas, e se pudermos avançar, sem romper protocolos, a velocidade, para aprovação de estudos, os estudos vão demonstrar a eficácia da vacina e mais uma boa vacina estará disponível para os brasileiros, provavelmente até o final de setembro ou início de outubro. Dadas as circunstâncias da Anvisa, porque nós já autorizamos a produção de 40 milhões de doses da Butanvac, 18 milhões na fase inicial, já temos 6,8 milhões de doses prontas, e depois, isso até 31 de julho, e depois, agosto e setembro vamos a 40 milhões de doses dessa vacina. Isso é fruto de investimento, investimento em pesquisa, em ciência e em inovação do Butantan, e ele continuará a fazer. Fruto disso também o plasma, que foi agora autorizado pela Anvisa para os estudos clínicos, nessa etapa, também é fruto de um trabalho de pesquisa, de ciência, e levando em conta toda a experiência do Butantan nos últimos 30 anos, com elaboração de plasmas, e com a vacina contra a Influenza e o H1N1. O Butantan é um orgulho do Brasil, um orgulho de São Paulo e uma referência mundial. E sem nenhum recurso público, eu quero deixar claro, público federal, zero. Hoje, na CPI, houve a pergunta de um senador: Qual foi o investimento do Governo Federal no Butantan? Zero. Qual foi o investimento na Fiocruz, que é federal? R$ 1,9 bilhão. As conclusões, vocês mesmos podem fazer. Pessoal, muito obrigado, nós vamos encerrar agora--

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: O Zago...

MARCO ANTONIO ZAGO, PRESIDENTE DA FAPESP: Só uma coisa adicional, que eu acho que é importante.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Diga. Ah, desculpa, perdão. Desculpa.

MARCO ANTONIO ZAGO, PRESIDENTE DA FAPESP: Isto, nós estamos falando de investimentos dentro desses editais programados. Mas a Fapesp fez investimentos muito importantes em relação à pandemia, que estão fora disto. Por exemplo, cerca de R$ 100 milhões em projetos de pesquisa, projetos de inovação, para criação de respiradores e coisas dessa ordem; R$ 30 milhões para o teste clínico da vacina do Butantan; já temos um portfólio acumulado de, sei lá, alguma coisa ao redor de R$ 200 milhões, R$ 300 milhões, aplicados na evolução e nas pesquisas em vacinas, no Butantan. Então, este é um fluxo permanente, para um instituto que é reconhecido como um dos institutos importantes de ciência, de conhecimento, mas também de produção de soluções práticas, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, professor Zago. E lembrei também, estava até consultando a Patrícia: Os respiradores mencionados pelo professor Zago foram desenvolvidos na Universidade de São Paulo, com o apoio do Hospital das Clínicas, que hoje nós temos um respirador por R$ 9 mil. Respiradores que chegaram a ser comprados, no pico da primeira onda da pandemia, por R$ 250 mil, importados da China e da Europa. Hoje, nós temos respiradores aqui sendo produzidos a R$ 9 mil. Olha a diferença que faz um esforço de pesquisa e o financiamento dessa pesquisa. Produzido, desenvolvido aqui, respiradores que estão sendo utilizados, inclusive recentemente para Manaus nós cedemos para o governo da cidade de Manaus, gratuitamente, se eu não estou enganado, acho que foram...

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: Nós distribuímos mais de 600 respiradores.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Não, mas lá pra Manaus especificamente...

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE: Foram 600... Foram 100 pra Manaus--

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Cem pra Manaus, eu queria me referir porque a situação de Manaus era a situação mais crítica, e nós cedemos, não cobramos nada, colocamos sob empréstimo esses equipamentos, até que a pandemia possa estar colocada sob controle, e os equipamentos aí serão devolvidos para o Hospital das Clínicas. Mas isso é fruto da ciência e desse investimento feito pela Fapesp.

Como eu falei no seu nome, Vitória, Vitória Abel, então vou deixar você concluir, e aí vou pedir licença pra vocês, que tem gente me esperando lá em cima. Tá bom, claro...

REPÓRTER: [Pronunciamento fora do microfone]

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Eu preciso segurar aqui o Dr. Jean Gorinchteyn, porque ele fala. Na semana que vem, nós vamos apresentar, e teremos uma novidade muito boa. Nós temos que ir por etapas. Então, na próxima quarta-feira, na nossa coletiva... Não, e também não vou tirar o privilégio do Dimas, ele merece, ele foi um grande chancelador desse estudo, o Projeto S, que é o Projeto Serrana. E virá acompanhada de uma outra informação muito importante. Então, na quarta-feira, Vitória, você está sempre aqui conosco, aliás, vocês estão sempre aqui conosco, nós estaremos informando isso 12h45, na quarta-feira da semana que vem. Guarde a ansiedade, mas a notícia é boa. Pessoal, obrigado mais uma vez, boa tarde, se protejam, estejam bem. Obrigado.