Coletiva - Governo de SP entrega hospital de campanha de Itaquaquecetuba 20212104

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Coletiva - Governo de SP entrega hospital de campanha de Itaquaquecetuba 20212104

Local: RMSP – Data: Abril 21/04/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Nós vamos agora às perguntas. Eu queria só uma caneta, se alguém pudesse me emprestar. Pela ordem, nós temos a Rádio Guardiã da Notícia, aqui do Alto Tietê. Depois a TV Diário, TV Globo, aqui de Mogi. Depois O Diário de Mogi, e finalmente o SBT, com Fábio Diamante, que há tempos que eu não via, que está aqui na nossa frente. Fábio, prazer em revê-lo. Vamos então começar com a Gabriele, da Rádio Guardiã da Notícia, do Alto Tietê. Gabriele, já está aqui. Prazer reencontrar você também. A Gabriele já nos acompanha já faz bastante tempo, nesses últimos dois anos tenho visto sempre você nos acompanhando. Boa tarde, sua pergunta, por favor.

GABRIELE, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Governador, o senhor disse que a partir do próximo dia 3 chegará um novo lote de vacinas aqui para todo o estado de São Paulo, eu gostaria de saber quantas vacinas vão vir aqui para a região. O secretário de Saúde disse que foram 42 mil pessoas vacinadas aqui na cidade. A cidade tem pouco mais de 350 mil habitantes. Então eu gostaria de saber quantas vacinas vão vir aqui para a região. E se dentro desse novo lote já estão inclusos os profissionais do transporte, que o senhor anunciou também na coletiva no Palácio ainda nessa semana. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Gabriele, vou responder, se necessário, com complementação do Jean Gorinchteyn, na ausência aqui do doutor Dimas Covas, presidente do Instituto Butantã. Sobre vacinas, sempre o Jean Gorinchteyn responde, mas eu posso... Perdão, o Dimas Covas responde, mas ou o doutor Jean, ou o Marco Vinholi, está aqui ao meu lado. Nós seguiremos a mesma proporcionalidade de entrega e distribuição de vacinas, que seguimos no Programa Nacional de Imunizações - PNI, são 100 milhões de doses no total, São Paulo tem a sua proporção, quase 23%, aproximadamente, da totalidade das vacinas, e aí segue a proporcionalidade de população por estado. E o mesmo critério adotado pelo Programa Estadual de Imunização, que é a população, e vamos seguir dentro desse mesmo critério. Então Itaqua continuará a receber vacinas, a vacina do Butantã, a Coronavac, e assim como as outras vacinas, a começar da AstraZeneca, que também o governo promete uma entrega, uma enxurrada, eles dizem, esperamos que, de fato, cheguem as outras vacinas nesse mesmo volume prometido. Mas vamos seguir o mesmo critério, seja na vacina do Butantã, na Coronavac, seja na vacina de Oxford, que é a vacina AstraZeneca da nossa Fiocruz. Agora, Jean, quer fazer uma intervenção? Obrigado.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Foi muito bem dito pelo governador, o segmento da proporcionalidade para cada faixa etária, para cada grupo profissional específico, seja os profissionais da área da saúde, sejam os profissionais da área da segurança pública, assim como toda a parte voltada para a educação dentro dos critérios estabelecidos. No próximo mês nós teremos alguns grupos prioritários que serão também abarcados, que são exatamente adultos com Síndrome de Down, de 18 a 59 anos, portadores de doença renal, mas aqueles que façam diálise também estarão incluídos. E apenas no dia 18, os metroviários estarão inseridos, e até todos os transportes de trens, CPTM, uma vez são também trabalhadores muito importantes, uma vez que hoje eles atuam especialmente na nossa grande São Paulo, em 23 municípios. E o seu absenteísmo decorrente da própria doença dificulta a sua reposição, e diminui diariamente cerca de 900 viagens por dia. Então é muito importante que nós tenhamos também esse cuidado tanto com os metroviários e os transportes sobre trilho, e também motoristas e cobradores. Mas tudo dentro das grades de proporcionalidade para cada região, e a região do Alto Tietê não será diferente.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean. Gabriele, apenas para complementar, nós a partir de hoje, dia 21, já estamos vacinando 65 e 66 anos em todo o estado de São Paulo, inclusive aqui no Alto Tietê e Itaqua. A partir do dia 23 de abril, depois de amanhã, 64 anos. A partir de 29 de abril estaremos vacinando 63 anos, e a partir de 6 de maio, todas as pessoas com 60, 61 e 62 anos no Alto Tietê, em todo o estado de São Paulo, e na capital de São Paulo também. Síndrome de Down, com mencionou o doutor Jean Gorinchteyn, a partir do dia 10 de maio, pessoas com Síndrome de Down de 18 a 59 anos. Pacientes renais em diálise, também dia 10 de maio, igualmente na mesma faixa etária, 18 a 59 anos. Os transplantados imunossuprimidos, de 18 a 59 anos, também no dia 10 de maio, e vão os metroviários e ferroviários 11 de maio, e motoristas e cobradores de ônibus municipais e intermunicipais, a partir do dia 18 de maio. E sempre seguindo a proporcionalidade conforme já foi mencionado pelo doutor Jean Gorinchteyn. Gabriele, muito obrigado. Pois não. Ah, sim, fique à vontade, tem mais um complemento aqui do nosso Marco Vinholi.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Eu queria só fazer um registro importante, o prefeito Doria tem se dedicado à vacinação de forma muito intensa aqui em Itaqua. A cidade tem uma população mais jovem do que o restante do Alto Tietê, por isso que tantas vezes ela tem uma vacinação menor em números absolutos, mas a aplicação das vacinas na totalidade, e colocou até uma equipe extra aqui para fazer inserção no sistema, para poder fazer a aplicação, coloca a pontuação de Itaquaquecetuba muito à frente no índice de doses recebidas versus doses aplicadas. Então parabéns, prefeito, a vacinação segue muito bem aqui em Itaqua.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Vinholi. Agora a Miriele de Castro, da TV Diário, de Mogi. Boa tarde, prazer em reencontrar você, sua pergunta, por favor.

MIRIELE DE CASTRO, REPÓRTER: Boa tarde. Boa tarde, a todos. Sobre o hospital de campanha aqui de Itaqua, ele já começa a funcionar amanhã com 100% da capacidade, senão eu queria saber a questão dos prazos. Insumos, equipamentos, enfim, esse hospital já está completo? E eu pedir licença também para representar o colega do G1, que está aqui, o Natan Lira, o G1 tem uma questão sobre as aglomerações hoje nas estações de trem, metrô, porque nesse feriado a CPTM aumentou o intervalo entre os trens e metrôs, então a gente queria uma posição sobre isso também.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Ok, responderemos as duas perguntas, a primeira será respondida pelo prefeito de Itaqua, que está aqui ao meu lado, Eduardo, e a segunda, pelo Marco Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional. Eduardo.

EDUARDO BOIGUES, PREFEITO DE ITAQUAQUECETUBA: Miriele, respondendo à sua pergunta, a gente inicia amanhã os atendimentos aqui, não ao público, lógico, indo sempre das outras unidades, como nós explicamos, aqui não haverá atendimento ao público. Todo o encaminhamento será feito através da central de saúde, como a UPA também, e o nosso [Ininteligível] 24 horas. E das outras unidades do Alto Tietê também, se você tiver com suspeita ou infectado, você procura a unidade mais próxima, e a regulação, o fluxo será de lá para cá, e não aqui na porta. E nós iniciaremos amanhã com 50% da nossa capacidade. E a previsão máximas, depois no máximo uma semana, com 100% total. Tá joia?

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Bom, a questão do transporte público, coletivo, é um desafio mundial, o mundo inteiro está enfrentando isso, Reino Unido, Estados Unidos, Europa, e o Brasil e o estado de São Paulo também. Nós tomamos as melhores práticas, e hoje, em um feriado, nós temos um número muito superior ao que tradicionalmente funciona em termos de transporte público sobre rodas aqui no estado de São Paulo. E sobre trilhos também. É fundamental dizer, o governador falou agora pouco sobre a vacinação dos trabalhadores, motoristas e cobradores de transporte público em ônibus, e também dos metroviários e ferroviários. Então tudo que pode ser feito entorno desse escalonamento de horários, conscientização de todos para poder superar esse momento está sendo feito. Mas eu registro aqui mais uma vez, é um desafio mundial, e todos nós estamos tendo que enfrentar isso.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Vinholi. Vamos então agora ao Fábio Paulo Deti, do Diário de Mogi. Cadê você, Fábio? Tá aqui, já com o microfone. Boa tarde, Fábio.

FÁBIO, REPÓRTER: Tudo bem? Obrigado pelo espaço.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Imagina, obrigado você.

FÁBIO, REPÓRTER: Confirmar se a abertura desse hospital de campanha que atende toda a região, altera os planos lá no Doutor Arnaldo, em Mogi? Em março foi anunciado que a unidade poderia chegar até 90 leitos, e ontem, segundo informações que a própria Secretaria de Saúde me passou, são 30 leitos funcionando, sendo dez de UTI. Eu queria saber se eles ainda vão ser abertos, ou se mudou o cronograma, algo assim? Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Fábio.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Não muda absolutamente nada nos planos, tanto os aumentos do número de leitos em Ferraz de Vasconcelos, na [Ininteligível] de Pinho Melo, e também no Arnaldo Pezzuti, vão estar sendo elevados dia após dia. Nós tivemos inclusive no Arnaldo Pezzuti o cuidado, junto com todo o consórcio do Alto Tietê, de instalarmos um cilindro de oxigênio para que dessa maneira nós pudéssemos ter naquele hospital o maior número de leitos aportados, tanto de Unidades de Terapia Intensiva, quanto também de enfermaria, mas é natural que à medida que um hospital se instale, ele amplie as suas áreas de forma gradual e progressiva. Então nós continuamos de olho para a região, para todos os hospitais, para que dessa maneira toda a população possa ser adequadamente assistida.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean. Fábio, muito obrigado pela pergunta. Agora é com você, Fábio Diamante, do SBT, concluindo a nossa coletiva. Boa tarde.

FÁBIO DIMANTE, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Governador, eu queria fazer uma pergunta para o senhor sobre o projeto aprovado pela Assembleia, sobre a obrigatoriedade da vacina em São Paulo. Eu sei que tem uma análise aí técnica para ser feita pelo senhor, mas eu queria saber se o projeto conta, de fato, com a sua simpatia, e se ele, de fato, deve ser sancionado, em que pese, as críticas dos negacionistas que não querem ser vacinados? E se o senhor me permite, já que eu não venho há muito tempo, queria insistir na pergunta do transporte com respeito ao secretário Vinholi, eu sinto falta de uma explicação, porque, de fato, houve grandes aglomerações nas estações. O que houve? Houve um cálculo errado? Ou houve uma surpresa para o governo, e no feriado que esperava que as pessoas circulassem menos, houve uma circulação muito maior do que o governo esperava? Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Fábio, vamos responder as duas, e vou pedir do Vinholi para ajudar na resposta, e também com isso complementamos a pergunta feita pela Miriele. Não se esperava esse movimento, evidentemente, em uma quarta-feira de feriado, sem o funcionamento de comércios, sem o funcionamento de serviços, sem o funcionamento de indústrias, nos surpreendeu, evidentemente o volume bem superior ao que se esperaria de um feriado. Um feriado nacional, e, portanto, em obediência as pessoas poderiam estar em suas casas, e muitas saíram, foi fora da expectativa. A boa notícia é que todos estavam usando máscaras, nós tornamos obrigatório, isso já tem mais de cinco meses que o uso do transporte público, sobretudo, trens, trilhos, metrô e trem, só se faça o ingresso na estação de embarque mediante o uso de máscara. Então estavam todos com máscara, assisti umas matérias na televisão, no SBT, na Record, na CNN, na Globo, na Globo News, e também na Rede TV, hoje na hora do almoço, e me impressionou o número de pessoas que estavam ali circulando em pleno feriado, com tudo fechado. Mas o lado bom foi que todos estavam de máscara, não havia ninguém, nenhuma só pessoa quando não estivesse portando máscara. E é importante que aproveitando sua pergunta, Fábio, antes de passar ao Marco Vinholi, deixar a mensagem aqui aos que puderem nos ajudar nesse sentido, emissoras de rádio, emissoras de televisão, jornais e sites, para que a população ajude, se todos ajudarem, sairemos mais rapidamente dessa crise, se poucos ajudarem será mais difícil e mais lento. A força tarefa do governo do estado de São Paulo e da Prefeitura de São Paulo ontem, na terça-feira, ficou das 20h até às 7h da manhã fazendo fiscalização na capital, na região metropolitana de São Paulo, e foram fechados 26 eventos. É inacreditável que na véspera de um feriado, no meio da semana, 26 eventos com pessoas, uma com 100, outra 150, 140, duas estavam para começar, felizmente foram fechadas antes mesmo da chegada de pessoas, 70 pessoas foram indiciadas, os donos dos estabelecimentos estão sendo criminalizados, os estabelecimentos foram fechados e lacrados. Mas é surpreendente, nós estamos em uma pandemia, uma pandemia que mata, e as pessoas se aglomerando, e se aglomerando em um ambiente fechado, sem janela, sem ventilação, alguns não tinham sequer ar-condicionado, eu vi as imagens, a força tarefa me mandou, eu como durmo pouco, fui dormir quase às 3h da manhã, acompanhei as imagens que me foram sendo enviadas, e hoje pela manhã já, quase das 7h da manhã, mais imagens do período das 3h da manhã até às 7h, locais absolutamente inóspitos, sem janela, sem ar-condicionado, sem troca de ar. E mesmo que tivessem, não poderiam estar funcionando. Então é importante que a população respeite a orientação e respeite a si próprio, as pessoas estão se expondo e correndo o risco de vida, e levando esse risco também para os seus pais, para os seus irmãos, para os seus avós nas suas casas. Se não houver essa consciência, nós não conseguiremos sair dessa crise com mais velocidade, que é o nosso desejo. Então é preciso que as pessoas respeitem a própria vida, a vida dos seus familiares e a vida dos seus amigos. Vinholi.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Bom, acho que são dois campos, tentar aqui relatar sobre os dois. Primeiro, sobre a disponibilidade de vagões, e ônibus aqui do estado de São Paulo, que é superior ao que tradicionalmente em feriados fica disponível. No outro campo, o governador deixou de forma muito clara, nós estamos ainda em uma fase de transição, hoje é um dia, um feriado, portanto, não é um dia que trabalha a grande parte das pessoas. O que a gente espera é a conscientização da população sobre um período ainda duro que nós vivemos, para que a gente tenha uma menor circulação de pessoas. Amanhã nós vamos ter os índices relativo ao distanciamento social de hoje, nós vamos poder verificar qual foi o índice em todo o estado de São Paulo. Mas aproveito para registrar mais uma vez, ainda estamos no meio de uma pandemia, tivemos melhora ao longo dos últimos dias, vamos seguir trabalhando para que essa melhora possa acontecer no estado de São Paulo. E o distanciamento social segue sendo uma política fundamental aqui no estado de São Paulo.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Muito obrigado bem, obrigado, então, Marco Vinholi. Fábio Diamante, muito obrigado, bem-vindo. Estava de férias?

FÁBIO DIMANTE, REPÓRTER: Governador, sobre o projeto da Assembleia?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Ah, o projeto da Assembleia, o Vinholi pode falar também. Ele veio de lá.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Bom, Fábio, nós ainda vamos analisar o projeto, não é de autoria do governo do estado de São Paulo, então nós vamos analisá-lo ao longo desses próximos dias, e verificar de que forma o governo deve atuar. Mas é importante dizer, nós estamos mobilizando aqui no estado de São Paulo uma grande campanha de vacinação, essa campanha tem grande apelo da população do estado de São Paulo, o que a gente vê os prefeitos, toda a comunidade querendo se vacinar o mais rápido possível, e nós estamos trabalhando para isso. Eu acho que a questão do apelo que existe hoje da vacina na sociedade, e também da produção feita aqui no estado de São Paulo, da articulação de toda uma rede para fazer a vacina, é o centro da questão. Sobre a obrigatoriedade nós vamos analisar ao longo desses próximos dias, mas o fundamental é a vacina no braço das pessoas, é isso que o governador João Doria tem feito desde o primeiro momento.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Vinholi. Fábio, para complementar também, a pesquisa recente, aliás, a pesquisa é do Instituto Data Folha, a pesquisa não é do governo do estado de São Paulo, demonstrou que o número de pessoas que na origem, antes do início da vacinação, era entorno de 60%, hoje é superior a 80%. Ou seja, o desejo de vacinar subiu de 60% para 80%. E vem crescendo, de acordo com o Instituto Data Folha, a cada mês mais pessoas tomam a decisão de se vacinar. Então eu entendo que esse gesto, essa atitude mudou de meses, dos últimos três meses para cá, a partir do início da vacinação no dia 17 de janeiro. O contágio, as imagens das pessoas sendo vacinadas, a vacina no braço, a vibração de senhores, senhoras, pessoas que poderiam ser nossos avós, nossos pais, assim como agora outros segmentos também, tem motivado a população a se vacinar. E aumentou a confiança na vacina. Então essa é a boa notícia, independentemente da obrigatoriedade, a conscientização das pessoas cresceu nos últimos três meses, desde o início da vacinação no dia 17 de janeiro. Agora nós vamos concluir a nossa coletiva, vou pedir a todos que, se possível, possam se dispersar com calma, não se aglomerarem aqui na porta, mesmo que com desejo de conversar com os seus amigos, usem os seus celulares para falar depois, não aqui, para liberar o hospital. As últimas médias estão sendo adotadas pela equipe, porque amanhã às 8h da manhã ele entrará em funcionamento, como observou o prefeito Eduardo. E até, acho que foi para a Gabriele, não sei, em relação ao funcionamento, todo o hospital, seja de campanha, o hospital, ele abre gradualmente, nenhum hospital abre operando 100%. Então apenas para complementar a boa resposta do prefeito Eduardo. Então isso faz parte de protocolo, de qualquer hospital, em qualquer parte do mundo, ele começa operando 50%, ou 60%, ou 40%, e vai a cada semana incorporando mais leitos e ampliando a sua operação, para garantir a qualidade do atendimento. Então está correto e dentro do protocolo o hospital de campanha, aqui ao lado, o hospital de Itaqua. Muito obrigado, a todos. Tenham uma boa tarde. Os que puderem, sigam para as suas casas, fiquem em casas, os jornalistas ainda vão trabalhar, dentro do resguardo e do protocolo que as suas emissoras e os seus veículos de comunicação já os orienta também. Muito obrigado, sexta-feira estaremos juntos no Palácio dos Bandeirantes, em nova coletiva de imprensa. Muito obrigado, a todos. Prefeito, muito grato também.

EDUARDO BOIGUES, PREFEITO DE ITAQUAQUECETUBA: Gente, queria agradecer a todos, a presença de todos vocês. Agradecer também ao nosso deputado Federal, Guilherme Mussi, presidente do Progressistas do estado, na pessoa do Jer, nosso coordenador, que também está dando uma força muito grande, nosso deputado Federal, para que esse hospital de campanha dê certo. E levar um abraço também ao deputado Federal Marco Bertaioli, de Mogi das Cruzes, na pessoa do assessor dele, que está aqui, o Serginho, um forte abraço, e que Deus abençoe a todos vocês. Valeu, gente, obrigado.