Coletiva - Governo de SP inicia montagem de “tatuzão” da Linha 6-Laranja do Metrô 20211708

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Coletiva - Governo de SP inicia montagem de “tatuzão” da Linha 6-Laranja do Metrô 20211708

Local: Capital – Data: Agosto 17/08/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Leandro, da Rádio CBN. Leandro, bom dia, mais uma vez, sua pergunta, por favor.

LEANDRO, REPÓRTER: Bom dia, a você. Bom dia, a todos. Eu queria primeiro entender a função da roda no Tatuzão, exatamente, quanto tempo vai levar a operação a partir de dezembro, né? Tanto no sentido Sul, quanto no sentido Norte a partir do ano que vem? E aproveitando a sua presença em um dia que a gente começa uma nova etapa no plano São Paulo, eu queria que você explicasse para a população se as fiscalizações vão continuar como estavam antes, e quais eventos ainda não são permitidos? Quais cuidados que a população deve tomar ainda? E também comentar se a decisão de diminuir o centro de contingência do Coronavírus. Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Leandro, eu começo então pelas duas últimas, e depois o diretor-geral da Acciona, que é o engenheiro responsável pela obra, responde à sua pergunta, aliás, também bastante interessante. Bem, o centro de contingência agora é um comitê, passa a ser a partir de agora, desde já, e amanhã nós vamos anunciar o nome dos sete integrantes do comitê científico, nós tínhamos 21 integrantes, agora teremos sete, não há mais necessidade de uma estrutura com tamanho tão expressivo, mas há necessidade sim de cientistas e de um grupo que se materializa em sete nomes. E são sete nomes que eram do centro de contingência. Nós não estamos mudando, trocando e muito menos acrescentando, são sete nomes daqueles 21, cujos os nomes serão apresentados amanhã. Mas eu já quero antecipar que a coordenação segue com os dois cientistas que estavam coordenando o centro de contingência. Ou seja, doutor Paulo Menezes e doutor João Gabbardo. Nada muda, apenas uma estrutura menor, mais enxuta, mas adequada aos tempos onde temos uma redução de casos, de internações, e felizmente de óbitos também. Sobre fiscalização, a força tarefa continua, ela não foi desfeita, ela continua a sua mobilização, evidentemente de acordo com as novas regras, e ela vai continuar atuando na fiscalização impedindo e cessando o funcionamento daquilo que não deve funcionar, e dentro das novas regras. Essa força tarefa integrada pela Prefeitura Municipal de São Paulo, com a vigilância sanitária, a Guarda Civil Metropolitana, a Polícia Militar, Corpo de Bombeiro, Polícia Civil, o DOP, a OAB, e também temos o Procon, e igualmente a vigilância sanitária do estado de São Paulo. Essa força tarefa tem a contribuição também do deputado federal Alexandre Frota, que aliás, tem sido extremamente colaborativo nesse programa, ele e a sua equipe. Então a força tarefa continua, tivemos uma reunião na semana passada, com a presença do prefeito Ricardo Nunes, e da sua equipe, e o trabalho da força tarefa continua, porém, Leandro, adequado às novas regras mais flexíveis do nosso plano São Paulo, mas regras que devem merecer obediência. Inclusive uso de máscara, o uso de máscara será continuamente obrigatório até o final desse ano, quero já aproveitar para dar essa notícia aos meus colegas jornalistas, até o final do ano nós estaremos utilizando máscaras, mesmo a partir de novembro, quando entraremos em uma fase de flexibilização, as máscaras continuarão sendo obrigatórias. As máscaras preservam, as máscaras salvam, nós temos a expectativa de ter a conclusão de todo o período vacinal, o ciclo vacinal no final do mês de outubro, mesmo assim dado a variante delta, os cuidados e os zelos, as máscaras ainda farão parte da nossa indumentária por um tempo um pouquinho maior. Mas já com a normalidade, com a capacidade de estarmos mais próximos, com alegria, frequentando restaurantes, bares, e a partir de novembro também eventos, o futebol, teatro, cinema, o circo, apresentações musicais, artísticas, e a Fórmula 1. O Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, que vai acontecer aqui na capital, em uma ação integrada da prefeitura com o governo do estado de São Paulo, com todos os ingressos vendidos, agora no próximo dia 26 tem a segunda fase da venda dos ingressos, na primeira, amigos que aqui estão, sabe em quanto tempo foram vendidos, todos, 40% dos ingressos? Nove horas. Em nove horas esgotaram todos os ingressos, preço médio do ingresso R$ 600. Agora vem a segunda etapa para a venda dos 60% para a ocupação das arquibancadas, e também do paddock do nosso Autódromo de Interlagos. Então vamos agora ao diretor-geral da Acciona, para a primeira pergunta do nosso Leandro, da Rádio CBN. Pode vir para cá, se você quiser.

ANDRÉ DE ÂNGELO, DIRETOR-GERAL DA ACCIONA: Bom dia. Quanto a... A primeira pergunta foi a roda de corte, o que isso significa, para o equipamento. Então como no próprio nome diz, a roda de corte é que vai à frente cortando o solo. Então é a principal peça, é a responsável por ir escavando. Ela vai à frente de um equipamento de quase 100 metros, que depois justo agora ela está em um momento de içamento, que logo, logo vai estar baixando. E quanto aos prazos, o trecho Norte, que são de 5 km, levará 17 meses, e o trecho Sul, que são os outros 10 km, vai levar 24 meses, perdão, 30 meses, 17 meses o trecho Norte, e 30 meses o trecho Sul. Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: André, muito obrigado. Alguma complementação, Baldy? Ok. André, obrigado, então. Vamos agora ao Alfredo Henrique, do Jornal Agora São Paulo. Alfredo, obrigado.

ALFREDO HENRIQUE, REPÓRTER: Bom dia, bom dia, a todos.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom dia.

ALFREDO HENRIQUE, REPÓRTER: Eu vou fazer uma pergunta técnica sobre a obra, e depois fazer uma outra questão, tá? O senhor falou que é a maior obra urbana em andamento no Brasil, e na América do Sul, eu queria saber as dimensões da obra, o que já está pronto? O tamanho do terreno de obras aqui que está sendo realizado, eu queria saber a dimensão da obra, o que está pronto e o que está faltando a ser feito? E uma outra questão, eu vou até aproveitar e importar para o prefeito, porque é uma questão conjunta, tá? No último dia 9 lançou um relatório de IPCC, alertando o mundo sobre uma questão climática que é irreversível, que é o aquecimento global, pediu para que todas as nações tomassem posturas com relação às suas políticas ambientais, de médio e longo prazo, para uma coisa que agora é perene, nunca mais vai mudar, a tendência é que piore se não se tome nenhum tipo de atitude. Eu gostaria de saber o que o governo do estado e a Prefeitura de São Paulo está pensando para políticas de meio ambiente de médio e curto prazo, para contribuir de alguma forma a minimizar essa situação?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Alfredo, nós vamos dividir a resposta, nós vamos começar com a dimensão da obra, que você indagou, interessante também para que as pessoas possam ter, e você ajuda a prestar serviço para os seus colegas também, para fazer a boa retranca dessa matéria. Então vou pedir ao Alexandre Baldy, e o Baldy se precisar recorrer a mais alguém para completar a questão da dimensão da obra.

ALEXANDRE BALDY, SECRETÁRIO DE TRANSPORTES METROPOLITANOS: Alfredo, a obra possui 15 frentes de trabalho distintas, nós estamos aqui em uma que é, vamos dizer, o canteiro aonde vai a descida dos equipamentos, dos tatuzões, outras frentes já iniciaram, nós temos uma que é o lote nove, não é isso, André? Que falta a licença da CETESB, para que a gente possa início, vamos dizer, à todas as frentes de trabalho, que são cinco novas estações, não é isso? E cinco frentes de trabalho distintas. Que é o último ponto que falta para que a gente inicie todas as frentes de trabalho que ainda nos restam. Agradecer ao prefeito, porque realmente é o licenciamento em conjunto, aonde a prefeitura e a CETESB concedem, já foi feito todos os outros anteriores. Então a Estação Perdiz será a última. Eu não tenho aqui em mente a metragem das áreas, mas são áreas extensas, são diferentes áreas VSEs, que são Ventilação e Saída de Emergência. São também canteiros, abertura de valas que são bem expressivos. Eu vou pedir, Alfredo, para compartilhar esses dados técnicos de dimensão de cada uma das frentes de trabalho que nós temos, de dimensão de todas elas, independente se seja aqui no canteiro, se seja nos canteiros aonde hajam as estações, as VESs, para que você e todos os demais jornalistas tenham noção de como e quão estão alocados os trabalhadores, de qual é a dimensão de cada uma dessas frentes, de qual é a dimensão do volume de caminhões, porque vamos chegar a quase 3 mil caminhões diariamente, em retirada de terra nessas escavações. Então esses dados são interessantes, mas são extensos os dados. Portanto, nós vamos encaminhar para vocês com todas essas posições, que realmente são números bastante interessantes. E, sobretudo, são números que vão diretamente no impacto ao meio ambiente que o governo do estado tem feito, a maior obra de infraestrutura do Brasil é essa Linha 6-Laranja. A segunda maior obra de infraestrutura do Brasil é a extensão da Linha 2-Verde, entre Vila Prudente e Penha. E sem dúvida nenhuma, entre as cinco maiores obras, nós temos a Linha 17-Ouro que está retomada, nós temos outras obras que são importantes, e que visam retirada de veículos das ruas, e emissão de poluentes, que é um dos principais itens que a ONU e que, claro, que o [Ininteligível], que é o programa global deles, em combate à poluição, sobretudo, de veículos nas ruas, visam para fazer a transformação em soluções de mobilidade, que permitem que as pessoas saiam dos automóveis e vão utilizar o transporte público de massa.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Baldy. Alfredo, para completar, nós assinamos na semana passada, inclusive, bem próximo, o nosso compromisso do carbono zero 20/50, ou seja, até 2050, São Paulo terá zero de emissão de carbono, o estado de São Paulo, foi o compromisso que nós assinamos, e que vamos ratificar agora na COP, na Cúpula do Clima, agora em Glasgow, capital da Escócia, no próximo mês de novembro, na penúltima semana de novembro, onde eu inclusive serei conferencista da COP, apresentando dois projetos, por recomendação da COP, o projeto da PIPA, da Rodovia Piracicaba/Panorama, que é a carbono zero, é a primeira rodovia na América Latina carbono zero, está sendo construída, 1.377 mil km. E o projeto do Rio Pinheiros, que foram selecionados pela COP para essa apresentação. Nós temos também aqui a política IISD, nós somos signatários, a política para as ações do governo do estado de São Paulo. E também as recomendações para que fornecedores do estado de São Paulo, como é a Acciona, sigam o IISD também. E eles têm protocolo nesse sentido. Aliás, todas as obras, todos os fornecedores do estado de São Paulo devem ter o compromisso IISD, portanto, compromisso ambiental, claro, nos seus canteiros de obras, nas suas iniciativas, e na baixa emissão. E se possível, carbono zero em alguns casos, como essa obra da rodovia PIPA - Piracicaba/Panorama. Então vamos agora à prefeitura, que não está distante disso não, nós estamos juntos também nesse programa de proteção ambiental, e o compromisso do carbono zero.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Alfredo, tem bastante tinta na caneta aí? Porque o que tem de coisa da Prefeitura de São Paulo, e o governo do estado na área de meio ambiente, é motivo de bastante orgulho. Mas vou te destacar os principais. Nós temos 109 parques na cidade de São Paulo, nosso plano de meta vamos ampliar mais oito parques. Hoje a cidade de São Paulo tem 48,13% de cobertura vegetal, olha que dado importante, a cidade de São Paulo tem 48,13% de cobertura vegetal. Nós vamos passar 50% de cobertura vegetal na cidade, ampliando principalmente os jardins de chuva. Várias áreas da cidade você vai ver que são áreas de concreto, então se tirando o concreto, fazendo o acesso ao solo, e fazendo jardins. Nós inauguramos há pouco tempo o Centro de Tecnologia Verde Bruno Covas, da pasta da Aline, que procura incentivar as startups, principalmente nessa área da tecnologia verde. Nós temos 14 mil ônibus na nossa frota de ônibus, nós vamos mudar 20% para ônibus à bateria. Só para você ter uma ideia, os Estados Unidos inteiro têm 500 ônibus, nós vamos ter, pelo menos, 2.800 mil ônibus aqui na cidade de São Paulo, que serão movidos à bateria. Porque 62% da nossa emissão de dióxido de carbono é da nossa frota, e dos veículos que circulam na cidade de São Paulo. Ou seja, tem muita coisa que a gente está fazendo essa questão ambiental, inclusive São Paulo se candidatou para sediar o C40 no ano que vem, para o encontro de prefeitos do C40, esperamos que a gente sejamos escolhidos. Mas a questão do compromisso ambiental é muito forte. A questão dos ecopontos, estamos colocando em todos os nossos ecopontos o recebimento de gesso. Pode parecer uma ação, João Doria, pequena, mas é algo fundamental, o gesso tem um grande potencial de poluição, e muitas vezes, é jogado nos córregos e nos rios, nós passamos a receber agora o gesso nos nossos ecopontos que a gente não recebia, a gente tem uma ação muito forte nessa questão ambiental, que acho que esses aí são alguns pontuais, que já dá para você... Senão vai acabar a sua tinta. Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa! E para você gastar um pouquinho mais de tinta, Alfredo, antes da Maira, que é a última pergunta, São Paulo aumentou a sua cobertura vegetal em 3%, foi o único estado do Brasil que aumentou a sua cobertura vegetal em 3%, isso foi saudado pelo Green Pierce como um exemplo de respeito ambiental. E estabeleceu também uma referência da WWF, pela eficiência do governo de estado ao longo desses dois anos e meio, em não permitir desmatamento nem legal, e muito menos ilegal. E todo o desenvolvimento, inclusive das novas linhas de metrô, que estão dentro da redução de carbono. E dos trens também, os trens intercidades, ontem o Alexandre Baldy esteve em Campinas, os três intercidades, tanto para a região de Campinas, quanto São José dos Campos, serão trens elétricos, portanto, sem emissão, são exemplos que poderíamos dar outros, mas isso a gente pode complementar para você. Dado do adiantado da hora, eu vou com a Maira Djaimo, que é da Rádio e TV Bandeirantes, e Band News. Maira, você ficou por último, te peço primeiro perdão, obrigado pela paciência, e se você puder, uma pergunta, porque o Leandro e o Alfredo aproveitaram e embalaram várias perguntas aqui.

MAIRA DJAIMO, REPÓRTER: Se é uma pergunta eu vou ter que sair do tema.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Escolha, não tem problema, a pergunta que você quiser, nós temos o dever de responder.

MAIRA DJAIMO, REPÓRTER: Bom, governador, a gente vai ter o início da vacinação dos adolescentes, tem que ser com a Pfizer, por enquanto. Então eu queria saber daquelas 228 mil doses que o Governo Federal, que o Ministério da Saúde ficou de repassar. As 50 mil, que eram na segunda, eu lembro que não vieram, o governo até entrou na justiça. Mas queria saber se ao final da semana aquelas 228 mil prometidas foram entregues? Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Maira, ainda não foram entregues, o Governo Federal e o Ministério da Saúde devem a São Paulo 228 mil doses da vacina do Pfizer, e nós entramos com medida judicial no Supremo Tribunal Federal, e a Suprema Corte deverá expressar o seu voto a esse respeito nos próximos dias. Mas eu considero isso uma atitude criminosa, você suprimir vacinas da Pfizer para a população que já foi vacinada com a Pfizer na primeira dose, não ter o direito de receber a segunda dose, é além de uma atitude reprovável, é uma atitude criminosa do Ministério da Saúde. Nós não podemos comprar vacinas da Pfizer, como não podemos comprar vacinas da AstraZeneca. Da Coronavac nós compramos, aliás, fizemos isso, compramos 4 milhões de doses e pagamos com recursos do dinheiro público de São Paulo, para poder acelerar a vacinação, é o estado que mais vacina no Brasil, é a vacinação mais rápida no Brasil, nós já atingimos aqui na capital 99%, no estado de São Paulo, 92,5%, da vacinação de todas as pessoas adultas com mais de 18 anos. Amanhã vamos iniciar, como você sabe, a vacinação dos jovens com comorbidades, na faixa de 17 a 12 anos, logo na sequência iniciaremos a vacinação de todos os jovens nessa faixa de 17 a 12 anos. E já pedimos autorização também para a ANVISA, para que a Coronavac possa ser aplicada não apenas nos jovens nessa faixa etária, de 17 a 12 anos, como também de crianças de três a 11 anos. Estamos aguardando a decisão da ANVISA. E com isso nós teremos também a autonomia com relação à vacina da Pfizer, mas aguardamos a decisão do Supremo, com referências das 228 mil doses que foram subtraídas dos brasileiros de São Paulo. Eu posso assegurar a você, Maira, nós vamos reaver essas 228 mil doses, o Governo Federal não vai me fazer passar moleque em São Paulo, principalmente no que se trata de vidas, e aqui nós protegemos vidas. O Governo Federal é o governo que adotou a ignorância, e a ignorância mata, e nós adotamos a ciência, e a ciência salva. Obrigado, então, Maira. Obrigado ao Leandro, Alfredo. Obrigado a todos que aqui compareceram, meus colegas jornalistas, cinegrafistas, prefeito, obrigado, Ricardo. Obrigado aos vereadores, vereadoras. Alexandre Baldy, toda a equipe, todo o time, muito obrigado. Acciona, vamos em frente acelerando. Muito obrigado, a todos. Um bom dia, aos trabalhadores, nossos amigos, muito obrigado, nossa homenagem a vocês, vocês são os nossos heróis aqui, obrigado.