Coletiva - Governo entrega segundo trem com bagageiro em linha que liga capital à Cumbica 20202210

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Governo entrega segundo trem com bagageiro em linha que liga capital à Cumbica 20202210

Local: Capital - Data: Outubro 22/10/2020

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Vou usar o microfone, que eu acho que facilita pra vocês, depois nas perguntas também, facilita que vocês possam usar o microfone, senão vocês vão ter que gritar, e não tem necessidade. Bem, mais uma vez, obrigado aos colegas de imprensa, jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos, técnicos que também estão aqui, nós hoje estamos inaugurando essa segunda composição da série 2.500 da CPTM, produzido na China, com alta capacidade, alta tecnologia, velocidade, funcionalidade, conforto e com um detalhe adicional, sugerido pelos engenheiros da CPTM e incorporado pelo consórcio que fabricou todos esses vagões, que são os espaços para malas e bolsas, para que as pessoas que vão utilizar o terminal internacional de Guarulhos, ou saindo ou chegando, tenham conforto e onde colocar as suas malas. O cronograma do nosso programa de expansão, tanto dos trens da CPTM, como do metrô, em São Paulo, seguem em ritmo acelerado, e o objetivo é fazer ainda novas inaugurações até dezembro deste ano. Todas as demais informações já foram mencionadas aqui a vocês, vamos direto às perguntas, começando por você, Bruna Barbosa, da rádio e da TV Bandeirantes e Band News, ainda não é boa tarde, bom dia, obrigado pela sua presença. Sua pergunta, por favor.

BRUNA BARBOSA, BANDEIRANTES: Bom dia, governador, bom dia a todos, aqui sobre a questão da linha três, eu queria saber como é que estão as negociações com a concessionária pra, finalmente, o passageiro que usa a linha três pra chegar ao aeroporto consiga desembarcar em um dos terminais. E sobre a coronavac, não dá pra escapar desse assunto ainda hoje, governador, queria saber se tem alguma novidade e se o senhor continua garantindo que a população de São Paulo vai ser vacinada, independente de uma compra do Governo Federal, e se o governo fizer essa compra de 46 milhões de doses, a gente fala em 46 milhões, divididas em todo o país, ou 46 pra fora de São Paulo e São Paulo garantido independente dessa compra, o senhor pode esclarecer, por favor?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Posso, Bruna, eu vou primeiro responder a sua primeira pergunta, com o Alexandre Baldy, e na sequência a pergunta sobre a vacina.

ALEXANDRE BALDY, SECRETÁRIO DE TRANSPORTES METROPOLITANOS DE SÃO PAULO: Bruna, as tratativas para a construção do monotrilho que vai ligar a estação Guarulhos, o aeroporto internacional, aos três terminais de passageiros, um, dois e três, elas avançaram desde o ano passado, quando o ministro Tarcísio esteve no Palácio dos Bandeirantes, prometendo ao governador João Doria e a toda população essa deliberação, portanto, passou pela Secretaria de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, passou pelo Tribunal de Contas da União, para fazer essa avaliação, e também pela agência que é a agência reguladora, a ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, estamos aguardando essa autorização para que, num momento de pandemia, o próprio aeroporto, que é o aeroporto GRU Airport, que passou por todas essas situações que [ininteligível] do setor aéreo, pra que ele possa ter, a partir da sua outorga, que é compromisso de pagamento anual, a iniciar a sua obra, ele já escolheu a plataforma, a tecnologia que será executada, portanto, nós temos cobrado de forma reiterada, estivemos no Tribunal de Contas da União, com o governador, conversando com o ministro, pra que pudesse também contribuir para que essa obra, que é aguardada, seja pelos passageiros do Brasil e do mundo, que utilizam o aeroporto internacional, e seja também pelos trabalhadores que estão no aeroporto, que são milhares de pessoas, e os cidadãos de Guarulhos, e do Estado de São Paulo, que esperam ansiosamente pelo início dessa obra e, é claro, pela entrega da mesma.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Baldy. Bruna, em relação à vacina, hoje acabei, vindo pra cá, acabei de ler nos portais de notícias, inclusive da Band, que o presidente Bolsonaro declarou essa manhã que, mesmo que a vacina do Butantan seja aprovada pela Anvisa, ele não vai permitir a compra desta vacina, ou seja, se o absurdo já era grande, agora beira a situação criminal, um presidente da República negar o acesso à uma vacina aprovada pela Anvisa, em meio a uma pandemia, que já vitimou 155 mil brasileiros, que perderam a sua vida, cinco milhões e 100 mil brasileiros infectados, proibir o acesso à uma vacina é criminoso, é não só desumano, falta de solidariedade, como um ato criminoso de um presidente da República, ou seja, se prosseguir dentro dessa linha, eu não tenho dúvida que teremos que judicializar esse processo na defesa do direito de todos os brasileiros, Bruna, não só os brasileiros de São Paulo, mas todos terem acesso à vacina do Butantan, assim como as outras vacinas também, nós defendemos todas as vacinas, não apenas a vacina do Butantan. O que nós não defendemos é a falta de compaixão, a falta de carinho, a falta de respeito com os brasileiros, a falta de respeito com o direito do cidadão, de ter acesso gratuito à vacina para se proteger, e proteger a sua família também. É uma atitude que ratifica o negacionismo do presidente Jair Bolsonaro, que ele vem praticando desde o início da pandemia, afirmando que é uma gripezinha, resfriadozinho, só iam morrer quatro mil, como se quatro mil vidas não importassem, não usando máscara, criticando as pessoas que fazem distanciamento e isolamento e uso de máscara, chamou na semana passada de covardes as pessoas que usam máscara e as pessoas que, sobretudo pessoas com comorbidade e com mais de 60 anos, que nas suas casas preservam as suas vidas. Em relação à vacina, na verdade são 46 mais 14, são 60 milhões de doses da vacina coronavac do Butantan com o laboratório Sinovac, 46 cuja importação já está confirmada, se o Governo Federal não fizer a aquisição, São Paulo fará a aquisição de 46 mais 14, são 60 milhões de doses, não é o que nós gostaríamos, gostaríamos de ter 60 milhões de doses do Sistema Nacional de Imunização, compartilhando com o Brasil e torcendo pra que outras vacinas também pudessem somar a essas 60 milhões de doses, para atendermos a imunização de todo o país, o mundo, Bruna, vai viver, a partir de agora, uma grande corrida para a vacina, são seis bilhões de pessoas no mundo precisando de vacina, e aqui no Brasil o presidente Bolsonaro nega a vacina, enquanto o mundo busca vacinas e compra vacinas, então, posso garantir que, em São Paulo, para os brasileiros de São Paulo, não faltará a vacina, São Paulo vai comprar a vacina, vamos, evidentemente, aprovar na Anvisa, como estamos seguindo o protocolo da Anvisa, temos confiança na isenção, na capacidade científica e no distanciamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária de qualquer procedimento de ordem ideológica, político partidário eleitoral, estive ontem com o presidente da agência, [ininteligível], e dois outros diretores da Anvisa, que nos garantiram que a Anvisa será célere, ou seja, vai atuar com rapidez, mas com eficiência, para a aprovação da vacina do Butantan, [ininteligível] tem todos os dados completamente disponíveis da Anvisa, e eu acredito nesta isenção da Anvisa.

BRUNA BARBOSA, BANDEIRANTES: Dessas 60 milhões de doses, seriam 44 pra São Paulo e 16 pro resto do país então?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Não, na circunstância anterior, eram 46 milhões de doses para o Sistema Nacional de Imunização, nacional portanto, além das 14 milhões adicionais de doses, que nós já nos comprometemos em trazer para o Brasil, é o elemento básico da vacina, toda a preparação, ela é feita aqui no Butantan, que, aliás, é o maior fabricante de vacinas do Brasil e da América Latina, 75% de todas as vacinas de imunização do Sistema Único de Saúde do Brasil, são produzidas pelo Butantan, mas dado a essa resistência absurda do presidente da República, nós mantemos a decisão de importar as 46 milhões mais 14 milhões de doses, são 60 milhões de doses e, se necessário, compraremos mais, e ofereceremos a outros brasileiros, de outros estados, se o presidente Jair Bolsonaro não tem a coragem e a decência de fazer, se São Paulo puder, vai fazer. Agora, José Luiz Filho, SBT. Obrigado, Bruna.

JOSÉ LUIZ FILHO, SBT: Bom dia, governador, bom dia a todos. A primeira pergunta é sobre a linha 13 jade e também depois duas perguntas sobre esse assunto do momento, que é a vacina coronavac, toda essa circunstância que vem em torno dela. Bom, a demanda da linha jade ainda é pequena, mesmo antes da pandemia era pequena, caiu durante a pandemia, a entrega de trens adequados é fundamental importante pra quem vai utilizar, a demanda deve crescer após a pandemia, mas há algum planejamento do Governo do Estado de levar a linha jade, efetivamente, até dentro do aeroporto, como acontece nos aeroportos do mundo, já que a última estação é ainda distante, a pessoa tem que fazer uma baldeação pra ônibus. As outras perguntas sobre a vacina, é se o presidente Jair Bolsonaro se posiciona dessa forma, o senhor acredita que pode haver uma interferência política na autorização da Anvisa pra que a vacina seja autorizada, mesmo tendo sido aprovada, todos os critérios clínicos, nos testes, nas três fases, e ainda eu gostaria que o senhor comentasse uma fala do presidente Jair Bolsonaro, que acabou de dizer numa entrevista, em Brasília que a OMS, segundo ele, se manifestou contra a obrigatoriedade da vacina, e ele diz que isso ele já vinha antes, que a OMS até seguiu o que ele tá dizendo, são palavras dele, e que impor medidas autoritárias só pra nanicos, projetos e [ininteligível], como esse cara de São Paulo aí. Gostaria que o senhor comentasse isso.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: José Luiz, obrigado, José Luiz fez três pedidos, vai pedir gol no SBT no domingo. Bom, começando pela última questão. O presidente Bolsonaro primeiro precisa ler o que ele escreve, e os decretos que ele assina, ele assinou um decreto, vou até dar o número aqui pra vocês, decreto nº 13.979, sancionado por ele em fevereiro de 2020, portanto, em fevereiro deste ano, onde torna obrigatória a vacina no Brasil, decreto assinado por Jair Messias Bolsonaro, e pelo então ministro Luiz Henrique Mandetta. Então, recomendo ao presidente Bolsonaro, primeiro que leia, ele tem dificuldade, mas é bom, às vezes parar e ler, segundo, leia antes de assinar o que assina, e depois, quando publica um decreto, que respeite o decreto, se o decreto é dele, decreto presidencial e nem ele respeita o próprio decreto, que presidente é esse que nós temos? Então, recomendo ao presidente Bolsonaro, se ele quer anular o seu decreto, que anule, mas ele fez o decreto, assinou o decreto e foi publicado no Diário Oficial da União. Em relação ao tema, a segunda era a vacina, né, que você perguntou. Sim, eu já tinha respondido pra Bruna, mas eu reforço isso a você, sem problema nenhum, se nós temos confiança que a Anvisa terá a isenção necessária para a análise da vacina, sim, temos, não há nenhuma razão, pelo menos até o presente momento, pra colocar em dúvida a isenção e a velocidade, dentro da normalidade que uma Agência Nacional de Vigilância Sanitária independente deve ter, como tem a nossa Anvisa, até aqui nós não temos dúvida em relação a isso. E a palavra, ontem, do presidente da Anvisa, [ininteligível], foi muito clara, ao lado de dois diretores da agência, dizendo: Faremos no melhor tempo e no menor tempo, aliás, essa frase foi utilizada por uma diretora da Anvisa, determinando claramente a leitura de que farão ao menor tempo possível, mas com toda a qualidade necessária. E?

JOSÉ LUIZ FILHO, SBT: Mas será que o presidente pode interferir?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Ele até, talvez, desejaria, mas eu duvido que uma agência de vigilância sanitária independente como é, se sujeite a uma pressão do presidente da República, seria um desastre, seria colocar em risco todas as agências do país, em todos os setores, são agências independentes, com mandato independente, quer dizer, se o presidente Bolsonaro desejar fazer isso, ele, sim, estará utilizando essa vocação autoritária que ele tem para, como um ditador, determinar a uma agência independente que ela deve ou não decidir, sobretudo num tema de saúde pública, como esta crise que nós estamos vivendo do coronavírus, essa pandemia no Brasil. Em relação ao trem, eu vou pedir também a intervenção do Baldy, mas quero dizer a você que houve um compromisso determinado pelo ministro Tarcísio Gomes de Freitas, que eu espero também que não se contamine com essa politização, partidarização e ideologia do presidente Bolsonaro, ele até aqui tem sido digno e correto, o ministro Tarcísio, ministro da infraestrutura, porque ele garantiu que a outorga feita ao aeroporto internacional, aos operadores do aeroporto internacional de Guarulhos, seria reduzido o valor para a extensão de mais 1.500 metros deste trem, até as estações, os terminais um, dois e três do aeroporto internacional de Guarulhos. Você tem toda razão, José, dá um desconforto pra quem chega e pra quem vai pro aeroporto, ter que desembarcar, descer uma escada com mala, pra chegar, pegar um ônibus pra chegar até o terminal, é bizarro, pra ser bem preciso, uma circunstância de um trem, que deveria ligar o aeroporto à cidade, e não liga, ele termina um quilômetro e meio antes de chegar ao aeroporto, eu espero que o ministro Tarcísio cumpra o compromisso que teve com o Governo de São Paulo, e com os brasileiros, porque o aeroporto internacional de Guarulhos, embora seja em São Paulo, é o maior aeroporto do Brasil, maior aeroporto da América Latina, é o grande hub, é o grande centro de distribuição de passageiros pra todo o Brasil, tiver um [ininteligível] dessa natureza, primeiro vai enfrentar o protesto duro do Governo de São Paulo, e vamos judicializar, se tiver alguma iniciativa dessa natureza, depois, ele não prejudica São Paulo, prejudica o Brasil. Quer completar.

ALEXANDRE BALDY, SECRETÁRIO DE TRANSPORTES METROPOLITANOS DE SÃO PAULO: Creio que ficou absolutamente adequado, José Luiz, e até porque foi assinado um documento no Palácio dos Bandeirantes, do compromisso do Ministério da Infraestrutura, através da Secretaria de Aviação Civil, onde a Agência Nacional de Aviação Civil também estava presente, e esse processo foi todo submetido ao Tribunal de Contas da União, pra sua apreciação e sua aprovação. Portanto, nós acreditamos que quando o governador João Doria determinou que a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, através da CPTM, executasse aquela obra, que era um compromisso da Infraero com o aeroporto lá quando a linha 13 jade foi construída, é bom frisar, aquele monotrilho que é a ligação entre a linha 13 jade e o terminal de passageiros, era o compromisso da Infraero com o consórcio do Airport e que não foi realizado, quando o governador determinou que nós executássemos, o ministro Tarcísio se dispôs a realizar desta forma, e assim aguardamos que seja feito, porque era pra iniciar em setembro do ano passado, entendemos que toda burocracia das agências, enfim, da regulação federal, e esse ano, com a pandemia, que seja feita o mais breve possível.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Baldy. Sobre prazo, José Luiz, nós temos uma reunião com o ministro Tarcísio no próximo dia dez, é dez de novembro? Dez, com o ministro Tarcísio Gomes de Freitas, no dia dez de novembro, a partir desta reunião é que nós poderemos confirmar, até aqui também não temos razão para duvidar da postura do ministro, mas em se tratando do governo Bolsonaro, é sempre bom ter cautela e caldo de galinha, né, vamos esperar, então, a reunião do dia dez, aí nós nos pronunciaremos. A última intervenção de hoje é do William Moreira, dos blogs Diário de Transporte e Diário dos Trilhos. William, prazer em revê-lo.

WILLIAM MOREIRA, DIÁRIO DE TRANSPORTE: Obrigado pela oportunidade. Minha pergunta é sobre a questão das empresas estatais, agora foi aprovada a [ininteligível] de algumas, dentre elas a MTU, eu queria saber como será a tramitação das responsabilidades da MTU para a Artesp, se já há um cronograma, e se se haverá impactos na fiscalização do transporte intermunicipal pros usuários e toda operação das concessionárias.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Boas perguntas, William, são práticas e ajudam a esclarecer as razões, as motivações e, principalmente, as consequências que não vão prejudicar nenhum usuário. Baldy.

ALEXANDRE BALDY, SECRETÁRIO DE TRANSPORTES METROPOLITANOS DE SÃO PAULO: William, o Governo do Estado de São Paulo solicitou à Assembleia Legislativa, aqui na pessoa do deputado estadual Delegado Olimpo, a lei autorizativa pra realizar a extinção das empresas estatais, com essa lei autorizativa, agora, sim, iniciam-se os estudos para que haja a extinção das referidas empresas. Portanto, a transferência das suas atribuições, das suas responsabilidades, e no caso específico da MTU, todo o impacto que poderá ser causado, e que não vai prejudicar o cidadão que utiliza o transporte público, através dos ônibus da MTU. Então, todo esse estudo, todo esse impacto será analisado, para que nos próximos dois a três anos, possa, então, ser definida a sua extinção e a sua transferência de atribuições para uma agência reguladora, pra que possa fiscalizar o serviço, e que o intuito é de melhorar o serviço ao cidadão que utiliza o transporte de pneus através da MTU.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Baldy. William, obrigado pelas perguntas também, é sempre um prazer tê-lo conosco aqui nos nossos encontros. Amanhã temos coletiva de imprensa, às 12 horas e 45 minutos, no Palácio dos Bandeirantes, os que puderem estar lá, obviamente, serão sempre muito bem-vindos. Quero agradecer, mais uma vez, aos jornalistas, aos cinegrafistas, fotógrafos, técnicos, obrigado pela presença, um bom almoço pra vocês, aos jornalistas também, e amanhã nos encontraremos às 12:45 na coletiva de imprensa, lá no Palácio dos Bandeirantes. Um bom dia a todos, muito obrigado.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Queremos vacinar todos, mas parabéns pelo desejo de ter a vacina.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Só quem tem a dor de ter perdido alguém da família, ou alguém próximo, ou vizinho, sabe o quão importante é ter a vacina, a vacina salva, só quem não sabe disso chama-se Jair Messias Bolsonaro.