Coletiva - Governo envia à ALESP projeto de lei para criação da Região Metropolitana de Rio Preto 20211805

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Coletiva - Governo envia à ALESP projeto de lei para criação da Região Metropolitana de Rio Preto 20211805

Local: São José do Rio Preto – Data: Maio 18/05/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Começando com a TV Band Paulista. Depois Diário da Região. Depois o De Hoje. E finalizando com a TV TEM, que é a TV Globo. Larissa Lima, da TV Band, já com o microfone na mão. Obrigado por ter vindo, obrigado pela compreensão. Sua pergunta, por favor.

LARISSA LIMA, REPÓRTER: Obrigada. Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Governador, duas perguntas diretamente à questão das assinaturas, tá? Primeiro, como o senhor enxerga a criação da região metropolitana, e como ela vai beneficiar a nossa região? E a segunda pergunta é em relação ao Projeto Novas Estradas Vicinais, qual ser o investimento? E também o benefício dele para todo o Noroeste? Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem, são duas perguntas, a segunda eu vou compartilhar com o Marco Vinholi, nosso secretário de Desenvolvimento Regional. Em relação à primeira, o projeto está sendo encaminhado amanhã, quarta-feira, para a Assembleia Legislativa do estado de São Paulo, o projeto que cria a região metropolitana de São José do Rio Preto. Um sonho de quase 40 anos dessa região, e que agora está muito próximo de se tornar realidade. Eu já antecipei ao presidente da Assembleia Legislativa do estado de São Paulo, aqui presente, deputado Carlão Pignatari, que feita a decisão da Assembleia, soberana no voto dos deputados, esse projeto era promulgado, será assinado pelo governador do estado de São Paulo, tão logo chegue ao Palácio dos Bandeirantes. Portanto, é uma realidade que vai se materializar, ao meu ver, nos próximos 15 ou 20 dias. Ou seja, no máximo em três semanas nós deveremos ter essa aprovação da Assembleia Legislativa do estado de São Paulo. Estradas vicinais, nós aqui apresentamos na região Noroeste o mais vigoroso programa de estradas vicinais da história do estado de São Paulo. Vigoroso por quê? Porque são 3 mil quilômetros de rodovias que serão asfaltadas, recuperadas, sinalizadas, e muitas delas nas suas entradas ou saídas também iluminadas. São 161 rodovias que vão atender em todas as regiões do estado, o escoamento da produção agrícola, o transporte público, o transporte de pessoas, o lazer, o turismo e o ir e vir de pessoas que utilizam estradas vicinais em todo o estado de São Paulo. E essa região, a região aqui de São José do Rio Preto, será amplamente beneficiada com um número expressivo de estradas vicinais. E sobre isso fala Marco Vinholi, nosso secretário de Desenvolvimento Regional. Vinholi.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Bom, de forma muito rápida aqui, e objetiva. R$ 155 milhões foram liberados nos lotes um e dois, e hoje mais R$ 70 milhões. Atingindo R$ 225 milhões em investimentos somente aqui na região de São José do Rio Preto. Hoje pela manhã ainda vindo para cá, nosso vice-governador Rodrigo Garcia me ligava para a inclusão da última que entrou nesse lote, que eu acho que é muito importante aqui para o município de Rio Preto, que liga aqui Rio Preto a Engenheiro Schimdt. Portanto, a lista de todas as vicinais nós vamos disponibilizar para a imprensa significando um investimento superior a R$ 225 milhões, o maior já feito aqui na região.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Portanto, são R$ 225 milhões de investimento em vicinais nessa região Noroeste do estado, tendo como eixo central aqui a sua cidade, Edinho Araújo, São José do Rio Preto. Antes de prosseguir aqui nós temos mais três perguntas, eu vou pedir encarecidamente às pessoas que estão conversando aqui, que, por favor, respeitem os jornalistas que estão aqui, senão nós vamos ter que interromper a coletiva, e quanto mais aglomeração, mais nós estamos contrariando inclusive o protocolo. Então eu vou pedir, por gentileza, aos que estão conversando, que, por favor, respeitem. Mais seis minutos nós terminamos, por favor. Se vocês não ficarem em silêncio nós não vamos continuar a coletiva. Obrigado. Agora a Franciela Pinheiro, Diário da Região. Franciela.

FRANCIELA PINHEIRO, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Eu gostaria de saber do senhor o que muda efetivamente para essa população que vai ser beneficiada aí com a região metropolitana, e quais as estruturas do estado que devem ser criadas? Nós temos aqui um escritório regional, gostaria de saber do senhor sobre isso. E também a questão do fundo da RMC, como é que esse fundo deve ser gerido?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa pergunta. Eu vou dividir a resposta em três pessoas, primeiro o prefeito da cidade sede da região metropolitana, que é o prefeito Edinho Araújo, que já foi parlamentar, deputado estadual, deputado Federal, prefeito por várias vezes. E, portanto, ele conhece profundamente o tema, e pode apresentar também os pontos de defesa. Depois o deputado Carlão Pignatari, se puder chegar aqui como presidente da Assembleia, também, aliás, ele terá a responsabilidade do encaminhamento desse projeto. São respostas curtas. E finalmente o Marco Vinholi, que aqui está. Mas a sua pergunta é muito importante para esclarecer leitores, ouvintes e telespectadores, o que significa uma região metropolitana de São José do Rio Preto. Edinho.

EDINHO ARAÚJO, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO: As cidades estão integradas, dentro dessa nova conceituação desse novo formato, que são as regiões metropolitanas. A questão do transporte público é algo que pode ser intensificado e melhorado. Nós temos aqui, todos sabem, o contorno ferroviário, nós haveremos de implantar o transporte de trem regional entre Mirassol e Cidral, o fato que com a região metropolitana isso vai ter um benefício intenso. A questão do abastecimento de água, sabemos o quanto nós sofremos no período, como foi a seca de 2020, que foi a maior dos últimos 50 anos, a maioria das cidades teve problema. E nós temos um projeto de buscar a água no Rio Grande. E tudo isso pode ser feito mediante consórcios. À medida em que os municípios puderem se consorciar nos serviços coletivos, coletas de lixo, abastecimento de água, tratamento do esgoto, isso pode facilitar a chegada desses equipamentos, e consequentemente a melhoria da vida das pessoas.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, prefeito Edinho. O Carlão Pignatari, vem aqui desse ladinho aqui. Eu acho que você ouviu a pergunta, mas apenas para... Você ouviu, compreendeu? Isso, precisa ligar o microfone do nosso deputado.

CARLÃO PIGNATARI, DEPUTADO ESTADUAL: Vamos lá, é rapidinho, governador. Eu acho que é de extrema importância para todos nós. Rio Preto já é a nossa capital, e agora vai ser colocada no papel. Isso vai melhorar principalmente o transporte público intercidades, governador, as nossas cidades são todas muito próximas, e nós precisamos de uma melhoria e de investimentos. Nós podemos trazer via consórcio, ou vir região metropolitana. Eu acho que o governo de São Paulo acertou aí depois de 30 anos de atraso, nós conseguimos trazer esse sonho para toda a nossa região, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, deputado. E vamos...

FRANCIELA PINHEIRO, REPÓRTER: Governador, em relação às infraestruturas?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Agora essa é a tarefa do Marco Vinholi, para a Franciela Pinheiro, do Diário da Região. Você ouviu essa complementação? Ok.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Bom, a região com 855 mil habitantes, um PIB superior a R$ 29 bilhões, se Rio Preto fosse um estado seria o vigésimo primeiro em PIB, essa é a importância do tamanho da região metropolitana. Uma região que entorno desse conceito supera os limites de um município com outro. Portanto, através do modelo de região metropolitana, um sonho da região, que o governador João Doria trabalha agora para tornar realidade, e em um curto prazo será uma realidade, estabelece como planejamento da região que a região será em 5, 10, 15, 20 anos, e a região pensar para onde quer ir. Estabelecer essas perguntas é fundamental para poder conseguir a segunda questão, que são os investimentos através de um fundo aonde o estado coloca recursos, e os municípios também, projetos para solucionar problemas comuns entre a região. Edinho foi muito feliz, um rio que passa uma cidade e chega na outra, precisa de recursos de ambos os municípios para poder ter a sua solução. Assim como o transporte intermunicipal. Outra questão fundamental é a descentralização das decisões, por exemplo, tarifas comuns no sistema de ônibus, outras soluções integradas entorno de regras para os municípios. O poder mais perto do porto e menos burocracia. E daí finalizando, com outra questão fundamental, sobre as estruturas, o governador João Doria governa em um modelo onde cada vez mais a tecnologia se torna algo fundamental. Então o modelo de repartições antigas cada vez mais diminui, chamados puxadinhos de estruturas tradicionais de governo, para o nosso programa chamado Canal Direto São Paulo mais perto. Ali funciona a Secretaria de Fazenda hoje será o escritório regional aqui da região de Rio Preto, moderna, articulada, no modelo Poupa Tempo, com soluções rápidas e usuais, diminuindo a burocracia e aumentando as soluções.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Franciela.

FRANCIELA PINHEIRO, REPÓRTER: [Ininteligível]?

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: A criação desse fundo aonde os municípios cocam recursos, e o estado também. Além disso, recursos internacionais, a região de Campinas, por exemplo, tem recursos do Japão, a Baixada Santista hoje tem recursos da França, cada uma dessas regiões quando tem um planejamento e um fundo estabelecido, também consegue mais recursos externos.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Recursos internacionais, só para completar... Obrigado, Vinholi. Franciela, obrigado pela pergunta, muito oportuna. E ao Alexandre aqui, a complementação. Com a criação da região metropolitana de São José do Rio Preto, fontes de financiamento nacionais, como do BNDES, e também internacionais, eu incluo o BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, e o Banco Mundial, poderão ser acessados para financiamento, por exemplo, na área de saneamento e na área ambiental, são duas áreas prioritárias para o Banco Mundial e o BID, a nível de financiamento. Portanto, tudo isso poderá ser decorrência da região metropolitana de São José do Rio Preto, tão logo ela seja criada, e isso é iminente, estamos considerando aí um prazo de três semana para que isso se materialize depois de quase 40 anos de desejo manifestado aqui pelos prefeitos da região. Vamos agora à Andressa Zafalon, do De Hoje, que está aqui ao nosso lado. Andressa, obrigado pela paciência, sua pergunta, por favor.

ANDRESSA ZAFALON, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Referente à região metropolitana ainda, Rio Preto recebe esse benefício a partir de hoje, mas a gente já tem Ribeirão, que é uma cidade próximo aqui que tem. Eu queria que o senhor falasse na prática o que já mudou lá para a gente entender. E ainda sobre região metropolitana, suponhamos aí uma hipótese de o senhor pré-candidato à Presidência da República, é um projeto que o senhor pretende levar para todo o país?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Começo pela segunda, a primeira o Marco Vinholi fará a resposta. Não é hora de falar de eleições, é hora de falar de vacinações, nós precisamos de vacina, vacina para proteger vidas, não é hora de tratar de nada que não seja a proteção, a proteção às pessoas, com a vacinação. Primeiro proteger a população brasileira, depois cuidar de eleição, a eleição é em 2022, não é sequer razoável tratar de eleição em meio à tantas mortes e tantas pessoas que precisam de vacina. Cuidar das pessoas, cuidar da gestão, cuidar da vacinação, e só depois começar a pensar em eleição. Agora o Marco Vinholi, na primeira pergunta feita pela Andressa.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Bom, são os mesmos conceitos estabelecidos aqui, Ribeirão Preto recebe agora um escritório do canal direito, na antiga sede do DER, onde terão compartilhadas as secretarias, um novo aparelho fundamental, como um Poupa Tempo para solucionar a questão dos municípios. Também entorno do planejamento, o plano de desenvolvimento urbano integrado em elaboração, ao estabelecimento do conselho regional, que tem participação da sociedade, governo do estado e prefeituras, e também já trabalha a formação do seu fundo de desenvolvimento, que será um fundo para todo o estado de São Paulo, e vai atingir também a região de Ribeirão Preto.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. Andressa, obrigado. Obrigado, Vinholi. Vamos à última pergunta, que é do Fernando Daguano, da TV TEM, TV Globo. Fernando já está aqui na nossa frente, boa tarde, Fernando.

FERNANDO DAGUANO, REPÓRTER: Governador, eu gostaria de saber a respeito do futuro do plano São Paulo, o senhor pretende anunciar alguma mudança nos próximos dias? E se vem mais flexibilização por aí?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Fernando, nós temos amanhã, quarta-feira, às 12h45min, temos uma coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, onde vamos anunciar a nova fase do plano São Paulo. A fase atual vai até o dia 23 de maio, temos uma nova fase a partir do dia 24. Temos amanhã pela manhã, às 11h da manhã, reunião com o centro de contingência do Covid-19, composta por 21 médicos, os dois líderes, doutor Paulo Meneses, doutor João Gabbardo, farão a reunião conosco, e nos darão o parecer do centro de contingência, cuja a reunião está sendo realizada hoje, para que possamos anunciar amanhã. Porém, temos uma boa notícia, até o presente momento, em praticamente todo o estado de São Paulo, eu diria cerca de 90% do estado, temos uma queda na ocupação de leitos primários e leitos de UTI, por força do Covid-19. Ou seja, uma redução ainda que pequena, mas que vem se apresentando dia a dia. Se esse comportamento se mantiver desta forma, vai nos permitir avançar à uma fase mais flexível, não muito flexível, porque nós temos que fazer isso de forma segura, gradual, e contando com a colaboração da população aqui do estado de São Paulo, para que continuem a usar máscaras, continuem a fazer o distanciamento social, prossigam na utilização do álcool em gel, também nos hábitos de higiene, sobretudo, das mãos, e a compreensão às orientações oferecidas no transporte público. Então amanhã às 12h45min nós teremos a confirmação final. Até aqui estamos indo bem, esperamos prosseguir, e gradualmente poder liberar a economia do estado de São Paulo, mas de forma segura, tendo como prioridade a proteção à saúde, e à vida. Obrigado, Fernando. Muito obrigado. Agora nós vamos... Eu vou pedir desculpas a você.

FERNANDO DAGUANO, REPÓRTER: O ex-chanceler, o Ernesto Araújo disse que os comentários de membros do Governo Federal contra a China não atrapalharam o envio de insumos, mas a gente sabe que o Butantan e a Fiocruz estão sem o IFA. Queria que o senhor comentasse a declaração dele, e o que o senhor tem achado dos depoimentos na CPI.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: O chanceler Ernesto Araújo é de triste lembrança, porque foi um negacionista do Itamaraty, aliás, a pior fase do Itamaraty de toda a sua história, nunca esteve um chanceler tão incapaz, tão distante da política de multilateralidade que sempre caracterizou o Itamaraty em qualquer governo. E um chanceler negacionista, surpreendente, que um homem responsável pelas boas relações internacionais, conduzindo também as relações econômicas do país com outras nações tenha errado tanto, tenha agredido tanto a China, tenha distanciado o Brasil do maior produtor de vacinas e de insumos do mundo, que é a China. Triste lembrança o período de Ernesto Araújo como chanceler do Brasil. Felizmente agora temos um chanceler, um ministro das Relações Exteriores, que é um diplomata de carreia, o ministro Carlos França, que está tentando recuperar o tempo desperdiçado e superar também as agressões feitas pelo seu antecessor, em especial a China, o maior parceiro econômico comercial do Brasil, o maior parceiro no fornecimento de insumos e de vacinas, seja para o Butantan, seja para a Fiocruz.

FERNANDO DAGUANO, REPÓRTER: [Ininteligível]?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Sim, temos a chegada do IFA para as duas grandes entidades científicas do Brasil, a Fiocruz, o Ministério da Saúde anunciou eu acho que a partir do dia 21, 22, se não me engano. E no caso do Butantan, no dia 26 nós receberemos 4 mil litros de insumos, o que equivale a cerca de 7 milhões de doses da vacina do Butantan. Serão processados, tanto a Fiocruz precisa processar os insumos, o IFA, como você observou, como igualmente o Instituto Butantan precisa fazê-lo. Mas é uma boa notícia, para quem estava sem a remessa de IFAs, a chegada destes litros de insumos ajudará a dar mais velocidade à vacinação aqui no Brasil, tanto com a vacina do Butantan, a Coronavac, quanto com a vacina AstraZeneca, da Fiocruz. E precisamos de mais vacinas, eu saúdo inclusive a chegada de outras vacinas, que começam, finalmente, a serem adquiridas pelo governo brasileiro, depois de um longo período de negacionismo e de equívocos, inclusive comprando Cloroquina ao invés de vacina, finalmente o Ministério da Saúde começa a importar outras vacinas também. O que o Brasil mais precisa e os brasileiros também, é de mais vacinas. Obrigado, pessoal. Uma boa tarde a todos, fiquem com Deus, fiquem protegidos. Obrigado.