Coletiva - Governo lança Vida Digna para reassentar cerca de 2,8 mil famílias na Baixada Santista 20210708

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Coletiva - Governo lança Vida Digna para reassentar cerca de 2,8 mil famílias na Baixada Santista 20210708

Local: Santos – Data: Agosto 07/08/2021

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JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Tribuna e TV Globo. Adriana, prazer em reencontrar você. Bom dia. Sua pergunta, por favor.

ADRIANA, REPÓRTER: Bom dia, governador. Prazer também. Bom dia, também à todas autoridades e prefeitos. Governador, a minha pergunta é sobre saúde, o senhor já adiantou uma informação positiva aí, da vacinação garantida para os adolescentes, a partir do dia 18. Mas eu gostaria de saber sobre essa questão da remessa que foi inesperada, o senhor já havia anunciado essa semana há poucos dias, que era esperado mais de 420 mil lotes da vacina, da Pfizer, e só chegou pouco mais de 220 mil. Isso vai comprometer a campanha de vacinação no estado de São Paulo? E também sobre essa questão dos adolescentes, e eu gostaria de pedir uma permissão de fazer uma segunda pergunta, governador, só que sobre segurança pública. Existe aí um debate há poucos dias, do prefeito Caio Amado, que alega que não foi informado oficialmente pelo governo do estado sobre a mudança da penitenciária feminina na área continental, que foi construída para ser uma penitenciária feminina, mas o governo já anunciou, e inclusive foi publicado há poucos dias no Diário Oficial do estado, que será um CPP - Centro de Progressão Provisória para os presidiários do sexo masculino. Isso vai ser mantido? O que está sendo conversado com a Prefeitura de São Vicente?

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Adriana, vamos lá, as duas perguntas, vou começar pela segunda, na área prisional, não é só segurança pública, mas é o sistema prisional em São Paulo. Eu classifico como, talvez, um mal entendimento por parte do prefeito Caio, mais do que a falta de informação, obviamente que ele foi informado, é uma decisão do governo do estado, mas sempre compartilhada com a prefeitura, e a Prefeitura de São Vicente foi avisada que a penitenciária feminina não teria mais razão de ser, porque não havia, como não há nessa região, não há apenas São Vicente, mas nessa região da baixada, volume suficiente no sistema prisional, para manter a opção da penitenciária feminina. E algo que nós valorizamos muito nesse governo, Adriana, é valorizar a respeitar o dinheiro público, não faria nenhum sentido, diante da necessidade de termos mais oferta no sistema prisional para homens em situação de confinamento prisional, do que mulheres. Então aqui nós fazemos a opção pela gestão, não é pelo orgulho e nem por decisão política, que a decisão, a mudança foi feita, e sim por uma necessidade. Então ele foi informado, a decisão é essa, e ela será mantida, porque é assim que se faz boa gestão. Nós não fazemos gestão aqui pela política, e sim pela população. No tema saúde, nós ainda já recebemos 228 mil doses, mas o Governo Federal deve a São Paulo 228 mil doses da vacina da Pfizer. Eu pedi ao nosso secretário de Saúde que fosse dialogar com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ontem em Brasília, o ministro o recebeu. Nós nunca fechamos diálogo com o Ministério da Saúde, mas sempre que houver equívocos, erros, ou dimensionamento equivocado de vacinas, São Paulo vai protestar, e foi o que nós fizemos. Mas fizemos também dentro de um bom diálogo com o ministro, que se comprometeu a reavaliar, e nós esperamos que até terça-feira pela manhã, no limite, nós possamos ter a concordância do Ministério da Saúde, e o reconhecimento de que essas 228 mil doses da vacina da Pfizer são, de fato, de São Paulo, e que possam ser respostas, assim como não haver mais nenhuma interrupção do fornecimento de vacinas. Que aliás, o ministro Queiroga se comprometeu, ele teve a dignidade de dizer que não haverá mais redução de nenhuma dose de vacina, e está olhando novamente as planilhas. Nós temos o controle de São Paulo, é muito organizado a área de saúde, como todo o governo, e aqui nós temos certeza absoluta, nós somos é credores de vacinas e não devedores de vacinas, e não haverá nenhuma autorização no calendário de vacinação dos jovens a partir do próximo dia 18, pelo menos, as duas faixas iniciais, com certeza absoluta, já a programação feita, e doses da vacina sendo distribuídas para todo o estado para atender à população com 17 e com 16 anos. E na medida que o ministério for encaminhando mais vacinas da Pfizer, nós vamos ampliando essa faixa de vacinação também. Mas até aqui sem alterações. Adriana, muito obrigado, você. Agora vamos... Pessoal, vou pedir só um pouquinho de... Eu não quero ser chato com os meus amigos que estão aí atrás, mas é que atrapalha muito. Como eu já vivi essa experiência do outro lado como jornalista, depois na hora da edição o pessoal sofre muito, tem que voltar, a edição que pode levar dez minutos, às vezes, leva 30, de tanto ruído que eles acabam captando. Então se puderem falar um pouquinho mais baixinho, em respeito aos jornalistas, eu agradeço. Obrigado. Vamos então, Rafael Batalha, do Grupo Thathi, da TV Band, aqui da nossa baixada. Cadê você, Rafael? Está aqui. Bom dia.

RAFAEL BATALHA, REPÓRTER: Bom dia, governador. Tudo bem com o senhor? Queria falar sobre o Programa Vida Digna, o que o senhor pode falar para esses moradores da maior favela sob palafitas no Brasil, sobre a expectativa de quando eles vão conseguir um novo lar? Se é para todo mundo, se não é, e qual o cronograma de toda a obra aí prevista pelo governo do estado?

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Isso é um dos projetos sociais, Rafael, mais importante do governo do estado de São Paulo, no plano habitacional, é resgatar a condição de vida, de decência, onde as pessoas vivem, nas palafitas não há condição digna, nem a mínima dignidade, para sem explícito, de vida dessas pessoas. Então nós vamos resgatar uma falha de 50 anos de governos que não olharam e não agiram, e nós agora estamos agindo, as obras começam hoje, nós não estamos aqui anunciando que vamos começar, estamos começando hoje, as obras com investimento de R$ 600 milhões. E eu vou pedir ao nosso secretário da Habitação, Flávio Amary, que possa complementar a resposta, e agradecer ao Flávio Amary e à Bia Doria, minha esposa, pelo incentivo, pela motivação que nos deram para a implementação desse projeto, com velocidade e com dignidade. Flávio.

FLÁVIO AMARY, SECRETÁRIO DE HABITAÇÃO: Bom dia, Rafael. Bom dia, a todos. O cronograma é de 15 meses, a partir de hoje, essas obras aqui tem uma expectativa de duração de 15 meses, até 30 meses, são dez terrenos na totalidade, identificado em cinco municípios, em parceria com as equipes técnicas de cada um dos municípios, e que daí a gente consegue em até 30 meses entregar essas 2.800 mil unidades. Existe um planejamento até o dia 30 de setembro desse ano, todas as licitações serem publicadas pela CDHU, está aqui o presidente Silvio Vasconcelos, e a entrega em 30 meses para essas comunidades. Se houver alguma remoção antes da entrega, o estado entrará também com auxílio-aluguel para essas famílias, e onde for passível de ser regularizado, nós faremos a regularização e a melhoria habitacional também. É a primeira etapa, o programa é maior, mas são R$ 600 milhões, é o maior investimento na área habitacional hoje, em todo o nosso país, e talvez na história, João, de um determinado programa de habitação, e aqui na Baixada Santista.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. Rafael, eu vou ainda, antes de passar para a Andressa, vou pedir uma intervenção do prefeito Rogério Santos, para falar em nome dos prefeitos, porque essa não é uma ação apenas em Santos, é uma ação em Santos, Guarujá, São Vicente, Cubatão, o conjunto de cidades que infelizmente tem ainda essa circunstância das palafitas, e que agora vai mudar. Então vou tomar a liberdade, acho que com a anuência dos demais prefeitos, de pedir ao Rogério que possa contribuir também nessa resposta, Rogério.

ROGÉRIO SANTOS, PREFEITO DA CIDADE DE SANTOS: Bom, a habitação é direito Conferência Nacional, a gente sabe que a política nacional da habitação ela encontra dificuldades, nos últimos anos a produção de habitação tem sido muito pouca, e os municípios não conseguem fazer a habitação sozinho, se não tivéssemos o apoio do governo do estado isso nós não teríamos conseguido. O programa de palafitas aqui em Santos, nós estamos fazendo vários projetos, inclusive em relação às pessoas que permanecem ainda nas palafitas, sabemos que será muito difícil, é um programa que começa hoje, mas ao longo dos anos. Por isso manter a dignidade das pessoas que moram lá. Já temos o governo do estado, no DIC da Vila Gilda, um Bom Prato. Estamos abrindo agora uma nova policlínica, a primeira policlínica do DIC da Vila Gilda, ali na região das palafitas. Assinamos essa semana a Praça Cidadania, cursos de qualificação, e dentro dos cursos de qualificação, panificação, manutenção das moradias, algo que é importante. Então, a política habitacional não é apenas a construção de unidades habitacionais, é tudo que envolve: saneamento básico, programas sociais, apoio ao empreendedorismo, e tudo isso nós estamos fazendo nesse momento, junto com o governo do estado.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, Rogério, muito obrigado. Obrigado, Rafael. Devolvendo aqui o microfone. E agora, sim, com você, Andressa. Obrigado pela paciência. Andressa Lara, da TV Santa Cecília. Bom dia, Andressa.

ANDRESSA LARA, REPÓRTER: Bom dia, governador, bom dia a todos. Governador, em relação ao combate do Corona Vírus no estado de São Paulo, só essa semana, nós tivemos cinco casos confirmados da variante delta aqui na Baixada Santista, em Santos e São Vicente. A variante tem se espalhado pelo Brasil e ainda assim o plano de flexibilização será mantido. O que será feito no combate da disseminação do vírus, contando que, no mundo todo, mesmo os países com grande avanço na vacinação, estão preocupados em relação à variante?

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Andressa, obrigado pela pergunta. Primeiro, para reafirmar: São Paulo hoje tem um estágio de vacinação, mais de 85% da população vacinada com a primeira dose, mais de 25% com as duas doses, mais de 39 milhões de pessoas vacinadas. São Paulo já vacinou mais do que a Argentina, mais do que a Colômbia, mais do que o Chile, mais do que o México e, numericamente, na proporção de vacinados com a primeira dose, mais do que os Estados Unidos. Isso é São Paulo. E por quê? Porque nós compramos, adicionalmente, e não foi o Ministério da Saúde, mais 4 milhões de doses da Coronavac, doses essas que já chegaram e já foram distribuídas para o sistema público de saúde aqui de São Paulo. E por isso que a vacinação aqui segue acelerada e será o primeiro estado a completar essa vacinação. No próximo dia 16 de agosto, 100% das pessoas com mais de 18 anos, que desejaram ser vacinadas, terão pelo menos uma dose da vacina no braço. E vamos acelerar a segunda dose também. Os médicos, infectologistas e epidemiologistas que integram o Centro de Contingência do Covid-19, atestam e nos amparam na decisão de ampliar a vacinação. É a vacinação que imuniza, também em relação à variante delta. Portanto, nós estamos fazendo o que é necessário, é vacinar as pessoas e proteger a vida das pessoas. Lembro também que aqui, na Baixada Santista, todos os índices de casos, internações e ocupação de leitos de UTI caíram substancialmente. Aqui, nós estamos com cerca de 30% de ocupação dos leitos de UTI, e muito em breve nós vamos colocar esses leitos de UTI e a estrutura de saúde em todo o estado de São Paulo para atender àquelas pessoas que têm outras comorbidades, e que ficaram, infelizmente, aguardando e esperando a redução dos casos e óbitos da pandemia, para serem atendidos nas suas cirurgias e nos seus exames. Então, a decisão de flexibilização está mantida, gradual, segura, ainda com a obrigatoriedade do uso de máscaras. Nós temos um Centro de Contingência, que nos orienta e que nos dá informações diariamente sobre os procedimentos que nós podemos adotar. Agora, nós não vamos penalizar mais a população, que precisa trabalhar, que precisa do emprego, que precisa de renda, podendo fazer isso. Não há razão de manter um fechamento tão estrito se os índices, os dados e a vacinação nos permitem, ainda que, volto a repetir, de forma segura, gradual e com o uso de máscaras. Vamos então... Obrigado, Andressa. A última pergunta é do Júnior Batista, do jornal A Tribuna. Júnior, prazer em reencontrar você. Bom dia, sua pergunta, por favor.

JÚNIOR BATISTA, REPÓRTER: Bom dia, governador, prazer encontrá-lo também. Governador, foi anunciado o fechamento de alguns restaurantes do Bom Prato aos fins de semana, no estado, incluindo aqui as três unidades em Santos, aqui na Baixada, Praia Grande, São Vicente e Cubatão. Eu queria saber por que foi dada essa medida e se eles vão ser reabertos. E desculpa quebrar o protocolo, só queria perguntar mais uma coisinha: Eu vi, estou vendo o vice-presidente nacional do PSL, Júnior Bozzella ali, queria saber se essa parceria aí pode render para o ano que vem, para a eleição.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Júnior, vou responder as duas, mas a segunda quem pode responder melhor é o próprio deputado Bozzella, que está aqui ao nosso lado. Em relação ao Bom Prato, nós temos hoje... O sistema Bom Prato é um programa vitorioso do governo do estado de São Paulo, que oferece alimentação. São 39 Bons Pratos operando hoje no estado de São Paulo. Serão ampliados, nós chegaremos a 50 unidades do Bom Prato, e opera neste momento com gratuidade total. Nós não cobramos nem o café da manhã, cujo valor normal é de R$ 0,50, nem o almoço, cujo valor normal é R$ 1, e nem o jantar, cujo valor normal também é de R$ 1. Hoje, é gratuito para as pessoas cadastradas, são aquelas mais vulneráveis, e as pessoas em situação de rua. Agora, o Bom Prato normalmente nunca funcionou aos finais de semana, funcionou apenas durante o período da pandemia. Você, aliás, não fez essa observação, até porque você já sabe disso e a população também. Sempre funcionou de segunda a sexta-feira. Apenas no período mais crítico da pandemia é que nós mantivemos os Bons Pratos abertos, excepcionalmente, aos finais de semana. Se houver algum recrudescimento, alguma situação mais crítica em relação à pandemia, isso poderá ser reavaliado. E quero lembrar que a compensação disso foi com o fornecimento de 4,2 milhões de cestas do Alimento Solidário, já distribuídas. Não é que vamos distribuir, 4,2 milhões de cestas, além do Vale-Gás, que hoje já atende mais de 2 milhões de pessoas aqui no estado de São Paulo. Então, nós estamos, com isso, viabilizando a alimentação para as pessoas mais vulneráveis. Mas sempre com muita atenção e com muito cuidado, Júnior. Se houver necessidade, nós voltaremos a ter, nos finais de semana, os Bons Pratos abertos. Havendo essa necessidade, sim. E sempre em conjunto com as prefeituras também, esse é o nosso olhar de respeito às decisões municipais. E agora, no tema do meu amigo Júnior Bozzella, que está aqui ao lado, eu vou pedir que ele mesmo responda ao Júnior Batista, do jornal A Tribuna, que está aqui presente, fazendo a pergunta a você.

JÚNIOR BOZZELLA, VICE-PRESIDENTE NACIONAL DO PSL: Bom, Júnior, obrigado pela sua pergunta. Dizer que, no momento que o Brasil enfrenta, é fundamental que os agentes políticos, enfim, dirigentes partidários, tenham responsabilidade, sensibilidade para definir o destino da nação. Andar ao lado do governador João Doria, para mim, sempre foi um motivo de orgulho, de honra, até porque hoje é um sábado, e se a gente fizer um comparativo dos demais detentores de mandato, e a gente pode fazer um paralelo muito significativo com o presidente da República e com o governador João Doria. O presidente da República, ele tem por hábito, aos finais de semana, passear de motocicleta, passear de jet ski... É uma crítica construtiva, porque eu gostaria muito que ele estivesse acertando. E o governador vem aqui para trabalhar, para entregar resultado para a população. E é isso que a gente defende, é isso que a gente sustenta. O PSL sempre esteve na vanguarda, a gente sempre respeitou os programas do nosso partido, inclusive quando o Bolsonaro veio ao PSL, ao nosso presidente nacional, o deputado Luciano Bivar, documentou os compromissos ali firmados como a defesa do estado democrático de direito, a defesa das instituições, o liberalismo, enfim, tudo aquilo que, infelizmente, no decorrer do processo, acabou sendo rompido por uma das partes. Nós mantivemos sempre a nossa postura e a nossa coerência. É evidente que, nesse momento que o Brasil enfrenta, a gente precisa trazer para perto os bons homens de valores, e o João Doria, sem dúvida alguma, é um desses nomes, que tem muito para contribuir com o nosso país. Agora, a nossa executiva nacional, junto com nosso presidente Bivar, é evidente que eu vou fazer sempre o esforço para que nós possamos estar junto com pessoas de bem, com pessoas que trazem resultado. E é dessa maneira que eu irei me comportar, dentro da executiva nacional do meu partido, para que, se chegar no momento adequado, no momento correto, onde a gente buscar convergência para essa terceira via, e o nome do João Doria for um desses nomes colocados, sem dúvida alguma, da minha parte, particularmente, ele sempre terá o meu apoio.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, obrigado, Bozzella. Júnior, muito obrigado. Apenas uma complementação, aproveitando a sua pergunta sobre o Bom Prato. Aproveito também para confirmar, a nossa prefeita de Praia Grande sabe disso, nós vamos implantar já agora nas próximas semanas, até o final de setembro, mais um Bom Prato lá na Praia Grande. Então, nós estamos já anunciando o 40o Bom Prato aqui na Baixada, no estado, que será aqui na Baixada.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: É, pois é. E ampliando o Bom Prato lá na sua cidade, na Praia Grande. Então, teremos mais um Bom Prato aqui, que será inaugurado agora no mês de setembro, e eu estarei aqui, eu virei aqui. Queria até que você convidasse o nosso Mourão para estar conosco, e os demais prefeitos aqui, seus colegas também. Pessoal, muito obrigado, fiquem com Deus, fiquem protegidos, estejam bem. Bom final de semana para todos, muito obrigado. Obrigado, pessoal, obrigado pela atenção também, do silêncio. Obrigado.