Coletiva - Nomeação de novos médicos - 20120811

De Infogov São Paulo
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Nomeação de novos médicos

Local: Capital - Data: 08/11/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Ontem, dia 7 de novembro, foi dia do quê? Dia do Radialista, o nosso abraço aí a todos os radialistas, ontem 7 de novembro dia dos Radialistas, hoje dia dos radiologista, professor Giovanni. Nós assinamos hoje um decreto, nós estamos fazendo um trabalho, os OS quem contrata médicos, enfermeiras, profissionais de saúde são as Organizações Sociais, é contrato de gestão, a administração direta é concurso público e nomeação. Então hoje nós estamos nomeando os médicos, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, oficiais de saúde, agentes de saúde, 136 profissionais para a administração direta, para os nossos hospitais e a Assembleia deve estar votando talvez agora ainda em novembro o primeiro projeto de lei que estabeleceu a carreira do médico, que você não tinha uma carreira, então agora tem o plano da cargos e salários e carreira, médico 1, 2 e 3, então independente da secretaria em que o médico trabalhe; tem de 20 horas e de 40 horas, nós vamos estimular muito de 40 horas pra dedicação em tempo integral. Estamos terminando a PPP para quatro novos hospitais, São José dos Campos, Sorocaba e dois em São Paulo, um aqui no hospital das Clínicas voltado à área de oftalmo e otorrino e outro nós vamos ao Hospital Pérola Byington da melhor mulher, é um prédio alugado já muito antigo, nós vamos fazer um prédio novo, moderna lá na Nova Luz, inclusive, ajudando a revitalizar o centro antigo de São Paulo. E lançamos um grande programa de recuperação dos hospitais universitários, todos eles, interior, região metropolitana, litoral e capital. Então, reforma do prédio, equipamentos modernos, tecnologia, recursos humanos, enfim, um trabalho importante de recuperação dos hospitais universitários que são hospitais de ponta, hospitais às vezes até às vezes quaternários, e formação de profissionais, médicos enfermagem, todas as profissões ligadas à saúde.


REPÓRTER: Governador, sobre a parceria com o governo federal na área da segurança, o estado de Rondônia já autorizou a transferência do Piauí para lá, São Paulo vai mandá-lo para lá, existe a previsão de transferência de outros presos?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, a parceria ela está indo muito bem, hoje vai ser feita a primeira transferência, então esse era um item importante da parceria que era a questão penitenciária, presos ligados aí aos crimes contra os policiais e o crime organizado, a segunda o Instituto de Criminalística já está trabalhando junto com o governo federal para o núcleo voltado à especialidade na área de criminalística, especialmente droga, o DNA da droga, para gente ter a origem das drogas, para ter uma ação mais eficaz, a terceira é nas fronteiras aqui do estado, são os 14 pontos críticos, aí está sendo feito aí um trabalho Polícia Civil, Rodoviária, Militar com a Polícia Rodoviária Federal, agência de atuação integrada com todos os dados de inteligência, também nós ter deveremos na segunda - feira ter uma reunião de trabalho também está caminhando, a polícia teve uma vitória muito importante na prisão, identificação e prisão dos criminosos que mataram o filho de um policial da Rota, aliás, um trabalho de investigação, de inteligência, se detectou o táxi por câmera de vídeo, se verificou de maneira polícia não caracterizada todos os pontos de táxi da região e se identificou e foram presos os criminosos. Temos outras investigações em marcha, bastante adiantadas sendo feita com toda a segurança, no sentido de ter, não adianta ter suspeitas, tem que ter prova, então estão indo bem aí outras investigações, polícia toda trabalhando, operação Saturação na zona norte, Taipas e Brasilândia, na comunidade de São Rafael, em Guarulhos, também saímos também da capital para região metropolitana, Paraisópolis e Campo Limpo também continua, então um trabalho importante, a polícia toda mobilizada aí trabalhando para defender a população. Olha, a indenização é já assinei o documento determinando a Secretaria de Segurança Pública, nós temos um convênio pra seguro. Primeiro queria destacar o seguinte, nós queremos todos os nossos policiais com absoluta segurança. Então, a polícia já tomou todos procedimentos, para que todos tenham um trabalho com absoluta segurança. Queremos todos aí muito bem de saúde, muito bem fazendo o seu trabalho. E valorização dos policiais. Estamos até antecipando compras. Ouve problema na entrega de uma empresa na questão do colete. Já estamos antecipando compras aí por um longo tempo, equipamentos, equipamentos de inteligência, valorização policial. De outro lado, autorizei que o seguro no caso de morte passasse de R$ 100 mil para R$ 200 mil. E ele não será apenas para o policial no seu trabalho, mas é na sua condição de policial. Então, naqueles casos em que a pessoa estava de folga, ou estava numa outra atividade, mas que o óbito foi em decorrência da condição policial, o seguro vai cobrir. Isso já foi determinado, ampliou o escopo do seguro, passou para R$ 200 mil. Mas é obvio o que nós queremos são os policiais em toda a segurança e valorizados no seu trabalho.


REPÓRTER: Ainda sobre [ininteligível] o senhor está preocupado com o saldo político, porque possível fracasso poderia ser atribuído ao senhor e o sucesso [ininteligível] justiça.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, deixa eu fazer duas observações. Hoje eu li um jornal duas notas: Uma de que o QG do Palácio estaria preocupado com questão política. Primeiro que o Palácio não tem QG; segundo, não há nenhuma preocupação político partidária. Aliás, nós estamos fazendo parceria com a presidenta Dilma e com o Governo Federal desde a minha posse. Já fizemos na área social, Cartão Único integrando Bolsa Família com o nosso programa Renda Cidadã. Fizemos para o Rodoanel de São Paulo, são investimentos aí de mais de R$ 3 bilhões. Hidrovia Tietê-Paraná, R$ 1,5 bilhão/ 100 casas no programa Minha Casa Minha Vida, que está indo também muito bem. Então, temos feito N parcerias. E essa é uma ótima parceria, que está caminhando bem e vai dar bons resultados.


REPÓRTER: Governador, ainda em relação às mortes. Operação Saturação está tendo em vários pontos da cidade, inteligência da PM e da Polícia Civil também atuando. Mas as mortes continuam há vários dias seguidos. Quando que essas mortes vão terminar?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, elas já estão em processo [ininteligível] acompanhamento diário, então elas já estão. Nós já estamos já num ritmo bem menor. E você tem... Tem coisas que não tem ligação com o crime organizado. Você tem crime passional. Você tem uma série de outros crimes. A polícia está na rua trabalhando aí 24 horas para proteger a população. Baseado nesse trabalho de inteligência, fazendo a Operação Saturação e acha que pode... Tem indício de que pode ter armamento guardado, droga, criminosos homiziados, enfim. Então é um trabalho que está indo bem. Na Operação Paraisópolis foi um sucesso, agora continua em Campo Limpo; fomos para Guarulhos. A rota não tem data pra sair, está na Baixada Santista já há quase três semanas, então um trabalho importante que está encaminhando. E a segurança pública e administração penitenciária depois vai formar quem foi transferido, as informações que forem possíveis na área de segurança.


REPÓRTER: Governador, só uma pergunta...


REPÓRTER: Essa primeira transferência de hoje é do Piauí.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É a segurança que vai falar quem foi, quantos foram, pra onde foi.


REPÓRTER: Teve uma entrevista na Rádio Estadão ESPN com o secretário de Segurança, o Antônio Ferreira Pinto. E ele comentou dois assuntos, que eu gostaria da opinião do senhor. A primeira, que ele citou que as mortes dos polícias em São Paulo elas ocorrem de forma aleatória; e ele também negou a existência de toque de recolher a Grande São Paulo, embora, vários comerciantes de algumas regiões em mencionado a questão da falta de segurança.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, primeiro em relação à morte de policiais. Evidente que há uma reação a ação da polícia. A polícia cortou em grande parte o fluxo de dinheiro especialmente do tráfico de drogas, que é um crime organizado. Trafico de droga não é um crime de uma pessoa. Isso tem entrada de droga, refino, laboratório, traficante, são organizações criminosas. Então, a polícia agiu muito firme nesse trabalho, de forma muito intensa, claro que contrariou aí a questão. E aí se passou a atacar polícia até para criar uma crise aí para ver se diminuía a ação da polícia nesse trabalho. Em relação a... São Paulo não tem nenhuma área que a polícia não entra. Então, aqui não existe, não tem nenhum local onde a polícia não entra, a polícia está presente em todos os locais. E queria também colocar uma coisa que é o seguinte, às vezes o caso, por exemplo, lá do ônibus que eu ouvi: Olha, colocaram fogo no ônibus, marginal pegou ônibus, atropelou. O que é que houve que motivou isso? Pela manhã há um acidente de trânsito. Um motorista do ônibus atropelou o motociclista e o motociclista morreu, morreu no acidente de ônibus, atropelado pelo ônibus. E aí revoltou a população, houve um atraso da polícia, que nós já estamos aí determinando prazo. No caso do IML houve um atraso para tirar o corpo. Isso ainda criou ainda mais uma ebulição aí no problema do atropelamento e aí desencadeou tudo isso. Não é crime organizado, isso foi um atropelamento do motociclista por um ônibus. Acabou de sair o anuário estatístico do ano passado, de 2011, em razão das dificuldades que nos estamos vivendo, isso passou meio despercebido, mas é importante destacar. São Paulo tem hoje o menor índice de homicídios no Brasil, menor do país, 10,5%. Agora, nós temos 42 milhões de pessoas; é maior que a Argentina, São Paulo é um país. É obvio, mas é o menor do país e tinha 35,8. E eu não tenho dúvida que nesse momento nós estamos vivendo já esta passando e vai passar. E vai passar com trabalho, com perseverança, polícia não recuando, mas a polícia cumprindo o seu papel de cumprir a lei e proteger a população.