Coletiva - PM apresenta reforço do policiamento no Morumbi 20141010

De Infogov São Paulo
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Coletiva - PM apresenta reforço do policiamento no Morumbi

Local: Capital - Data:Outubro 10/10/2014

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Olha, cumprimentar o Dr. Fernando Grella, nosso secretário de Estado de Segurança Pública, coronel Benedito Roberto Meira, comandante-geral da Polícia Militar, coronel Glauco Silva e Carvalho, comandante do policiamento da capital, coronel Claudir Roberto Teixeira de Miranda, coronel Roberto, comandante da área Oeste. Dizer que hoje, nós estamos aqui tomando uma medida importante, aqui para a região aqui da Vila Sônia e Portal do Morumbi, esta região aqui estão vindo em caráter permanente 80 policiais militares, eles vêm e não saem mais daqui. Então 80 policiais militares, cinco bases comunitárias móveis, cinco bases comunitárias móveis, oito viaturas do pelotão Alfa, mais um pelotão da For&cce dil;a Tática, mais um pelotão de trânsito, com 15 policiais, mais um pelotão motorizado do Choque, com oito viaturas, o segundo do Choque vai se alternar com a Rota, um dia a Rota o outro dia o segundo do Choque, e um pelotão da Rocam. Então, nós vamos ter aqui um trabalho intenso aqui na região do Morumbi. E agora, às 14 horas, começa a PREVPAZ, lá no bairro de Parelheiros, então um programa de Saturação; ficam quantos dias Dr. Grella?

DR. FERNANDO GRELLA, SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO: Dez dias aproximadamente.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Então, aproximadamente, 10 dias na região lá de Parelheiros, todo um trabalho chamado PREVPAZ, com todos os equipamentos da polícia, policiais, batalhões aí na região Sul de São Paulo.

REPÓRTER: Governador, hoje de manhã, a gente ouviu várias pessoas que moram e trabalham na região, preocupadas com relação à violência. O quê o senhor pode responder diretamente para essas pessoas?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: A resposta está aqui. Nós estamos com 80 policiais militares a mais, em caráter efetivo, e as cinco bases comunitárias móveis Rota e Choque se alternando, Rocam, Força Tática, então todo um trabalho e um trabalho de investigação que não é ostensivo, mas é um trabalho importante que está sendo feito e identificando criminosos para a sua prisão.

REPÓRTER: Não só a Zona Sul o coronel...

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Cumpriu um reforço de 160 policiais...

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: O reforço agora é de 160 policiais, essa parte mais técnica aí o coronel Glauco, o coronel Roberto, o comandante podem explicitar.

REPÓRTER: Não com relação só à zona sul, eu queria que o senhor falasse também à população com relação aos números que preocupam. Hoje, dados oficiais do próprio governo de Estado de São Paulo mostram que em uma hora, 18 assaltos a mão armada acontecem, não só na região, mas na grande São Paulo. São números que de certa forma preocupam. O quê que o governo de certa forma pode fazer ou tenta fazer para frear isso? Qual é a resposta direta que o senhor dá para a população?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Olha, nós já estamos fazendo, primeira redução importante ela foi de crimes contra a vida, especialmente homicídios, nós saímos de 12.800 homicídios para quatro mil, de 35 homicídios por 100 mil habitantes para 10, o Brasil tem 27, São Paulo 10. Crimes contra o patrimônio, ontem eu estive num grande encontro da Conec, que é a área de seguros, o Congresso dos corretores de seguros, e é impressionante eu acho até que tem uma expectativa boa de redução de seguros. Porque nós com a lei do desmanche já fechamos 315 desmanches, foram lacrados, emparedados, então uma queda importante de roubo e furto m carro, aliás, e esse é o crime contra o patrimônio mais importante porque &eacu te; ligada ao latrocínio, maior parte dos latrocínios, roubo seguido de morte ocorre roubo de automóvel. Aqui na Vila Sônia, roubo de veículo no DP da Vila Sônia, o 34º, caiu 57% no mês de agosto, furto de veículo caiu 37%, na Vila Sônia roubo de veículo caiu 42%, furto 27%. Então, o crime contra o patrimônio também começa a cair. Roubos em geral é o empenho que está sendo feito investigação para prender os criminosos e polícia ostensiva, que é o que está sendo feito aqui.

REPÓRTER: Governador, ainda sobre esses números, ainda sobre os índices de criminalidade que vêm caindo de acordo com a polícia, por que quê essa região, a área 16º foi escolhida para ganhar esses 80 novos homens e não outra área ou até dividir em outras áreas?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Olha, o coronel Glauco, que é o comandante da capital, ele pode explicitar melhor a divisão. E hoje nós estamos começando aqui e começando em Parelheiros, PREVPAZ. E, o último PREVPAZ foi zona leste, foi Itaim Paulista, aquela região.

REPÓRTER: Governador, como é que vai ser a sua atuação agora, já que São Paulo vai ser decisivo para a campanha presidencial? E o senhor tem medo que a crise hídrica atrapalhe os votos aqui em São Paulo, não?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Não, acho que a população separa muito bem as coisas, entende. Nós atravessamos a maior seca do século, a maior seca do século, não foi exclusivamente São Paulo, 20% dos municípios brasileiros estão em emergência em razão da crise hídrica. E estamos garantindo, com planejamento, com obra, com o uso racional da água, o abastecimento. Em relação à campanha do Aécio, à noite, finais de semana, então nós vamos estar juntos. Até hoje devo até ir em alguns outros estados também no final de semana. Fim de semana e à noite.

REPÓRTER: Governador, O Cantareira chegou a 5,1% hoje, e o secretário Morais tinha dado o prazo 21 de novembro para começar a usar a segunda cota do volume morto. O senhor acha que isso vai ter que ser antecipado, não tem jeito?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Olha, as obras, elas estão prontas praticamente. Então, se houver necessidade, esses 5% já vira 16% no dia seguinte, porque a segunda reserva técnica, ela é de 108 milhões de metros cúbicos. Para uma reservação de 960 milhões, isso equivale praticamente a 11%. Então, vai ser encaminhado à ANA, que já deu autorização para as obras, o pedido para a sua utilização. Deve ser encaminhado ainda hoje.

REPÓRTER: O Coronel Glauco disse agora que acredita que a criminalidade aqui pode ser por causa da economia, da economia que é ruim, do desemprego, tal. O senhor também acha isso?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Olha, existe uma relação direta, os estudos mostram, entre a questão econômica e criminalidade. Não é a única, talvez até não seja a maior, mas há uma relação, obviamente. Está bom?

REPÓRTER: Governador, só mais uma pergunta, por favor.

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Pois não.

REPÓRTER: Com relação a esses números, preocupa o governador do Estado de São Paulo esses números altos, 17 assaltos por hora?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Não, nós estamos trabalhando aí 24 horas para reduzi-los. E a população reconhece o empenho. Aumento de roubo houve no Brasil inteirinho, muito ligado ao problema do tráfico de drogas, do consumo de drogas, além de outros fatores. Então, todo o empenho nesse trabalho. Está bom?


ORADORA NÃO IDENTIFICADA: Obrigada, pessoal! Capital