Coletiva - SP é o primeiro estado do Brasil a chegar a 90% da população vacinada contra a Covid-19 20211011

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Coletiva - SP é o primeiro estado do Brasil a chegar a 90% da população vacinada contra a Covid-19 20211011

Local: Capital – Data: Novembro 10/11/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Pessoal, boa tarde a todos. Muito obrigado pela presença dos jornalistas que aqui estão, na sede do governo de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, hoje com a presença do prefeito da capital de São Paulo, Ricardo Nunes, a quem agradeço estar aqui ao nosso lado. Nós temos boas notícias, hoje, dia 10 de novembro, a nossa ducentésima quadragésima coletiva de imprensa. Hoje celebramos, Ricardo, 240 coletivas de imprensa realizadas aqui, desde o início da pandemia. E boas notícias na capital de São Paulo e no estado de São Paulo. São Paulo é o primeiro estado do Brasil a chegar a 90% da população adulta totalmente vacinada contra a Covid-19, um recorde histórico e a nível mundial, o estado de São Paulo ultrapassou a marca de 90% das pessoas com mais de 18 anos, com esquema vacinal completo, ou seja, com as duas vacinas. Em relação à população total, ultrapassamos 70% das pessoas totalmente imunizadas. Com esses resultados, o estado de São Paulo tem hoje a maior cobertura vacinal do Brasil, e é a cidade que mais vacina no Brasil, é a capítulo, Ricardo Nunes. Os índices são superiores aos países da União Europeia, vacinamos mais do que a Grã-Bretanha, do que a Alemanha, do que a Itália, do que a Espanha, entre outros países que compõem a União Europeia. Vacinamos mais do que Israel, mais do que os Estados Unidos, isso de acordo com o site [Ininteligível], da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha. O resultado concreto desse esforço coletivo, que tornou São Paulo referência mundial em vacinação, foi a queda de 93% das mortes por Covid-19, entre abril e novembro de 2021. E a redução de dez vezes no número de internados pela doença, de 31 mil no pico da segunda onda, em abril deste ano, para menos de 3 mil internados agora em 10 de novembro de 2021. Ainda as boas notícias na vacinação e no controle da pandemia. Na última semana, 86% das cidades de São Paulo não registraram negociam morte por Covid-19. Os dados do Ministério da Saúde indicam que 553, dos 645 municípios do estado de São Paulo não registraram nenhuma morte por Coronavírus de 4 a 10 de novembro de 2021. Esse é mais um indicador claro, objetivo e incontestável do impacto positivo do esforço de vacinação no estado de São Paulo. Onde eu destaco o trabalho do prefeito Ricardo Nunes, e do seu secretário Edson Aparecido, no âmbito municipal, e o trabalho da saúde do estado de São Paulo, sob liderança de Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde, e da doutora Regiane de Paula, coordenadora do PEI - Programa Estadual de Imunização. São Paulo comprou mais vacinas, São Paulo acreditou na vacina, São Paulo entendeu que desde o início a vacina salvaria as pessoas e a economia. E nós acertamos. Na última segunda-feira, 8 de novembro, o estado de São Paulo não registrou nenhum óbito de Covid-19, pela primeira vez, desde o início da pandemia, em março de 2020, e eu quero registrar aqui os meus cumprimentos ao Jornal Estado de São Paulo, que ontem publicou na sua primeira página uma manchete histórica diante de um país abalado pela pandemia, exatamente essa manchete: "Nenhum óbito de Covid-19 desde o início da pandemia". Sem nenhum mal juízo a todos os demais veículos de comunicação, e aos demais grandes jornais brasileiros, parabéns ao Jornal O Estado de São Paulo, pela manchete que publicou ontem na sua primeira página. Outra boa notícia que nos motiva estarmos juntos aqui, Ricardo Nunes, prefeito da capital de São Paulo e eu. O Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, que acontece nesse final de semana, na cidade de São Paulo. Um impacto financeiro, prefeito, de R$ 810 milhões, e a geração de 8.500 mil novos empregos temporários aqui na cidade de São Paulo. E mais do que isso, a expectativa é termos um número ainda superior, e os dados serão auditados pela Fundação Getúlio Vargas aqui em São Paulo. O que nos motiva também a termos aqui Alan Adler, que é o CEO do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, que também fará o uso da palavra ao longo desta coletiva. Exatamente, prefeito Ricardo Nunes, segundo estudos da Fundação Getúlio Vargas, o impacto financeiro e a geração de empregos são resultados diretos do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, e resultados diretos também da estratégia que nós adotamos, prefeitura e governo do estado, em fazer o Grande Prêmio em um feriado, aumentando o tempo de exposição, o tempo de permanência, e de geração de receita e geração de empregos na capital de São Paulo, na região metropolitana e em todo o estado de São Paulo. 150 mil espectadores, todos os ingressos vendidos antecipadamente, pela primeira vez nos últimos dez anos, 100% dos ingressos em qualquer das posições no Autódromo Internacional de Interlagos foram vendidos antecipadamente. E destes, 77% dos ingressos foram para não residentes aqui na capital de São Paulo, o que faz o Grande Prêmio São Paulo um evento ainda mais importante e mais significativo para a nossa economia da cidade, que eu tive o privilégio de ser o prefeito, sucedido pelo nosso querido e saudoso Bruno Covas, e agora por você, Ricardo Nunes. O Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1 vai exigir critérios de segurança, evidentemente, o uso obrigatório de máscara, o esquema vacinal completo, ou a apresentação de teste de Covid-19 por parte do público que vai frequentar as arquibancadas, o padoque, e as áreas que receberão turistas entusiasmados pela Fórmula 1 e pelo Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. Mais do que tudo é uma conquista da vacina, prefeito Ricardo Nunes, nós agora podemos ter eventos com este porte, São Paulo está em uma fase segura, ainda com cuidados, por isso os protocolos sanitários para que todos estejam protegidos com o uso da máscara, que será obrigatório para se ingressar na Fórmula 1, seja nas áreas ao ar livre, ou obviamente nas áreas fechadas, e obrigatório também a todos os prestadores de serviços na Fórmula 1 no próximo dia 14 de novembro, domingo, mas também nos treinos de sexta-feira, e no Sprint Race, que nós vamos explicar na sequência, que é uma segunda corrida que antecede a corrida do dia 14, e que por essa corrida, no sábado, nós estaremos definindo de acordo com os novos critérios da Fórmula 1 pela primeira vez, nas Américas, o grid de largada no domingo dia 14. Portanto, teremos duas corridas de Fórmula 1 no Brasil também pela primeira vez, e Alan Adler, que é o CEO da Fórmula 1 no Brasil, vai explicar a todos vocês. Nós teremos a intervenção de Vinícius Lummertz, secretário de Turismo do estado de São Paulo, da Regiane de Paula, que falará sobre os protocolos de segurança, obviamente do prefeito Ricardo Nunes, e complementando, do Alan Adler, CEO da Fórmula 1 no Brasil, e CEO do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. E para concluir, o esquema de policiamento especial, não apenas na capital de São Paulo, mas na região metropolitana, e principalmente no autódromo, e entorno do Autódromo de Interlagos, a Polícia Militar preparou uma operação especial, planejada, de policiamento, serão 5 mil policiais militares, além de policiais da Polícia Civil, que estarão no período de 12 a 15 de novembro em Interlagos. Exclusivamente na região do autódromo, prefeito, 5 mil policiais estarão ali. E não apenas os 5 mil policiais, os 5 mil policiais, temos 1.900 mil viaturas de polícia, com o sistema de internet, identificação e tecnologia. 50 cães, 250 cavalos e os seus cavalariços, 40 drones especiais, três helicópteros Águia, especialmente para a vigilância do Autódromo de Interlagos, será um autódromo seguro para os fãs, para as equipes profissionais, prestadores de serviços e a população que reside ou trabalha entorno do Autódromo de Interlagos. E mais também um policiamento especial em toda capital de São Paulo, especialmente entorno dos shoppings centers e das áreas de consumo, as áreas de comércio que certamente se beneficiarão deste número de 150 mil turistas que estaremos recebendo no próximo final de semana, turismo qualificado, de pessoas com a capacidade de consumo elevado, que vão ocupar, prefeito Ricardo Nunes, restaurantes, bares, cafés, áreas de espetáculos, de shows, entretenimento, áreas de comércio, e shopping centers aqui na capital de São Paulo. E sobre este programa de segurança falará General Campos, secretário de segurança pública do estado de São Paulo. Vamos começando então a falar sobre o tema de saúde, que é nosso primeiro tema, as boas notícias, e quem dará detalhes dessas boas notícias é a doutora Regiane de Paula, coordenadora do PEI - Programa Estadual de Imunização, em São Paulo. Regiane.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO: Obrigada, governador, boa tarde. Boa tarde a todos. Então hoje é mais um dia histórico, governador, para todos nós, por todos os anúncios que teremos hoje. Mas o estado de São Paulo ele ultrapassa 90% da população adulta vacinada, com esquema vacinal completo, e 71% da população geral. Isso é mais que os países como Reino Unido, Alemanha, a própria União Europeia, Israel, Argentina e Estados Unidos. Então isso demonstra não só o empenho do estado, o PEI - Programa Estadual de Imunização, do governo do estado de São Paulo, do governador João Doria, mas aqui eu queria cumprimentar na pessoa do prefeito Ricardo Nunes, todos os prefeitos dos 645 municípios e secretários de saúde, e também a população do estado que acredita na vacina, que mostra para o Brasil e o mundo que acredita naquilo que nós estamos fazendo, enquanto PEI - Programa Estadual de Imunização contra a Covid-19. E eu gostaria também de lembrar uma coisa muito importante, nós poderíamos ter números ainda maiores, se hoje não tivéssemos 5,4 milhões de faltosos, ou seja, pessoas que tomaram a sua primeira dose e não tomara a sua segunda dose. E no próximo slide eu quero mostrar para vocês porque a gente se preocupa muito com isso. Lembrando que sempre a gente tem dito que cada pessoa precisa retornar, porque se ela não retornar e tiver só uma dose, ela ainda está exposta ao vírus, ela ainda pode ter, e todos os estudos mostram isso, internações. Então é muito importante que os faltosos retornem. E aí familiares e amigos podem ajudar a fazer esse movimento. O que nós temos então, entorno do esquema vacinal completo de São Paulo, da meta atingida pelo Ministério da Saúde, que é de 90%, a população hoje, de 40 a 44 anos, ela já completou o seu esquema vacinal, então nós temos aí um grande momento da população de 40 a 44 anos e mais, que já ultrapassou os 90%. Estamos muito próximos da população de 35 a 39, de 30 a 34, e de 25 a 29. Mas a população de 24 a 12 anos, nós temos as menores coberturas, principalmente na faixa etária dos adolescentes, e é nesse momento que eu voto a fazer o pedido, todos estão aptos a tomar a sua segunda dose, toda população de 12 a 24 anos pode retornar à Unidade Básica de Saúde e fazer a vacina, principalmente os adolescentes de 12 a 17 anos, com a vacina da Pfizer, retornem e completem o seu esquema vacinal, esse é um momento muito importante para todos nós. Então, por isso a gente pode chegar à meta de 90% para todas as faixas etárias elegíveis pelo Programa Nacional de Imunizações. 32,7 milhões de pessoas já estão com o seu esquema vacinal completo. Aqui o novo calendário da fase três da dose adicional, ou seja, aqueles que estão vacinados com a segunda dose em maio. O público total é de 1 milhão de pessoas, que são sempre os maiores de 60 anos e profissionais de saúde, que em maio tomaram a segunda dose. A partir do dia 17/11 a 30/11, também procurem a Unidade Básica de Saúde e tomem a sua terceira dose. Então é muito importante estarmos atentos e todos aqueles que, por algum motivo ainda, dos outros meses anteriores, não procuraram e não tomaram a sua terceira dose, assim o façam. Aqui, então, pra gente mostrar o nosso vacinômetro, já vamos já, já, virar os 74 milhões de doses aplicadas no Estado de São Paulo. A nossa atualização para a população acima de 18 anos é de 100,57% e 90,21% do total de pessoas com esquema vacinal completo. Quando a gente olha então para a população total, não só população acima de 18 anos, nós temos 84,05% e já 71,11% da população vacinada. Procure a unidade, se vacine, olhe a sua carteira vacinal. O Poupatempo é muito importante para você poder acessar sua carteira vacinal. E outra questão: A Prodesp, ela manda um SMS lembrando você o momento correto de tomar sua vacina. Então, fique atento, leve seu amigo, converse com ele, mas não deixe de tomar a vacina, é a única forma que nós temos de avançarmos, não só no Estado de São Paulo, mas no Brasil. Obrigada, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Regiane. Vamos deixar, por favor, mais um pouquinho na tela... isto. O vacinômetro. Nós vamos virar, até o término da coletiva, certamente estaremos virando já 74 milhões de doses aplicadas em São Paulo, um recorde em toda a América, aliás, os dados, repito, são da Universidade de Oxford, não é São Paulo aqui, advogando, mas sim informando a realidade. Mas eu queria ressaltar aqui as pessoas que ainda não tomaram a segunda dose da sua vacina, tendo já tomado a primeira dose e podendo tomar a segunda dose. Se você é um deles, tome a sua segunda dose, como eu. Eu tomei as duas doses, estou salvo. E eu tive Covid. Se você não tomar a sua segunda dose, você não está salvo da Covid. É fundamental, e aqui fala um leigo, fora da medicina, mas alguém que foi salvo pela medicina, pelas duas doses da vacina. Por favor, se você tomou a primeira dose da vacina, seja ela qual for, tome a segunda dose, se você já estiver no tempo, e certamente está, de tomar a segunda dose. Se você tem um parente, um amigo, um conhecido, um colega de trabalho, que você sabe que tomou a primeira dose e não tomou a segunda dose, convide-o, estimule-o a tomar a segunda dose da vacina. Assim, estarão salvos e protegidos, minha gente. A vacina salva, a vacina protege, a vacina garante a sua vida. Muito obrigado.

Antes de prosseguir, com Vinicius Lummertz, queria agradecer a transmissão ao vivo aqui da TV Cultura, para todo o Estado de São Paulo, a RecordNews e a BandNews para todo o Brasil, e também o Portal UOL e o Portal Estadão para todo o Brasil, transmitindo ao vivo essa coletiva de imprensa. Muito obrigado a todos, e obviamente aos demais veículos que aqui estão, TVs e rádios, transmitindo flashes e reportando as informações desta coletiva. Vamos agora ouvir Vinicius Lummertz, secretário de Turismo do Estado de São Paulo. Vinicius.

VINICIUS LUMMERTZ, SECRETÁRIO ESTADUAL DE TURISMO: Obrigado, governador. Eu tenho aqui algumas transparências para passar. Podemos seguir. Esse é um evento aguardado, uma mega visibilidade no mundo inteiro e uma paixão dos brasileiros. Importante dizer aqui que, para o turismo, é a retomada da imagem internacional do Brasil, que é o gatilho para a retomada dos grandes eventos brasileiros, que, em 60%, são realizados em São Paulo. Retomada da confiança, a partir do aval da Fórmula 1, da vacinação, como disse o governador aqui, foi recorde comparada com países da Europa, e que tem um significado, uma luz verde para a comunidade internacional, em relação a São Paulo e ao Brasil. É a única cidade da América do Sul a promover um Grande Prêmio de Fórmula 1, tem importância estratégica para a região, o impacto na região. Podemos seguir.

Eu tenho uma estimativa de valor, [ininteligível] de mídia para São Paulo, de cerca de US$ 300 milhões. Essa exposição é uma exposição benéfica, porque ela vem com o discurso das vacinas, da saúde e de uma economia em franca retomada e crescimento, perto de 7,5% do PIB esse ano. Pode seguir. O cenário de público vai bater 100%, eu acho que o Alan Adler vai falar disso apropriadamente. Nós vamos bater a nossa previsão. Nós não sabíamos se íamos chegar a 75%, mas a vacinação nos permitiu 100%, com os cuidados devidos. E o impacto econômico em São Paulo, que foi de R$ 810 milhões, se projetado, corrigido pela inflação para esse ano, a partir de 2019, poderá chegar perto de R$ 1 bilhão, porque nós ampliamos a capacidade de público, mesmo o governo retomou um espaço chamado São Paulo Lounge, que foi outrora ocupado pela Apex, que hoje retomou. Então, isso é importante. Espaço de relacionamento para patrocinadores, porque também se faz negócio na Fórmula 1, através do relacionamento. Os tributos, R$ 111 milhões, será superado também. Nós teremos um estudo da FGV sendo feito em campo. Então, na segunda-feira, o que nós dissemos aqui será, a partir de segunda-feira, provavelmente na segunda-feira, será atestado por essa pesquisa em campo da FGV. A pesquisa completa levará mais 15 ou 20 dias, pela Fundação Getúlio Vargas. Os empregos são no mínimo 8.500 postos de trabalho gerados durante esses meses aí de Fórmula 1. Podemos seguir.

O benefício com o feriado foi maior, como disse o governador. Os hotéis da cidade estão lotados, o gasto de diárias subiu e poderá subir mais ainda, porque a permanência poderá se alongar. Nós vamos ver pela BIH e pela pesquisa da FGV, mas o mais importante, governador, é a confiança que se restabeleceu. Eu estou recomendado aqui de colocar...

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: O uso da máscara é obrigatório, secretário.

VINICIUS LUMMERTZ, SECRETÁRIO ESTADUAL DE TURISMO: O uso da máscara, obrigatório. Podemos seguir. A transmissão de TV será para 180 países, e audiência prevista em telespectadores, 100 milhões de pessoas estarão assistindo São Paulo. Pode seguir. E eu vou pedir aqui pra passar um vídeo, esse vídeo é uma campanha que vai ao ar a partir de hoje à noite em todas as redes de televisão que os senhores aqui representam, no Brasil inteiro, exatamente falando isso, que São Paulo é segura, que representa a imagem do Brasil internacionalmente e que nós então retomamos a era dos grandes eventos, prefeito Nunes, pra mais do que nós tínhamos, governador, no passado. São Paulo quer ser uma capital internacional do turismo, as campanhas internacionais retomam na virada do ano, na mídia internacional, para que São Paulo seja uma estrela mundial do turismo, com os projetos que estão sendo desenvolvidos, estruturantes do turismo no Estado de São Paulo. Muito obrigado.

[Exibição de vídeo]

ORADORA NÃO IDENTIFICADA: São Paulo é pra todos. É o estado da esperança, que levou a vacina do Butantan para todo o Brasil. É o estado da hospitalidade, que vai adorar receber você. São Paulo é também o estado do esporte, que manteve o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1 por mais dez anos em Interlagos. Visite São Paulo. Governo do Estado de São Paulo.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem. Antes de darmos a sequência, e na sequência nós teremos a Dra. Regiane, que fala sobre os protocolos sanitários, compartilhadamente com a prefeitura de São Paulo, aqui para o Grande Prêmio, nos treinos de sexta, no sprint race, no sábado, e obviamente para a corrida no domingo. Mas antes disso, prefeito Ricardo Nunes, aqui acompanhando a nossa coletiva a brilhante jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, ela faz aqui uma observação e é fato. O furo foi dado por ela, em relação... está aqui o tweet que ela deu, de que São Paulo não teve nenhuma morte de Covid. Ela deu esse furo, de fato, mas Mônica, quem deu a manchete, na primeira página, foi o Jornal O Estado de São Paulo. Eu não disse que o jornal O Estado de São Paulo tenha sido o primeiro a dar, eu exaltei o front page, a primeira página do jornal O Estado de São Paulo, que foi uma primeira página histórica. Você, como jornalista, foi de fato a primeira a dar essa boa notícia, mas o jornal Folha de São Paulo, que é um jornal de altíssima respeitabilidade, não deu esta manchete com o mesmo destaque que deu o jornal O Estado de São Paulo, mas sim coube à jornalista Mônica Bergamo a prioridade e a primeira notícia que foi dada, ela, como uma boa jornalista que é, sempre muito atenta. Mas eu mantenho aqui os cumprimentos ao jornal O Estado de São Paulo, sem demérito à Folha ou qualquer outro jornal, de ter estampado uma primeira página histórica ontem com esta informação, zero morte de Covid, desde o início da pandemia. E à Mônica Bergamo, o crédito e a importância de ter sido a primeira jornalista a dar esta notícia. Mônica, continue nos acompanhando, ela que não perde uma coletiva aqui virtualmente, sempre nos acompanhando.

Vamos agora à Dra. Regiane, sobre os protocolos compartilhadamente com Edson Aparecido, secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo, e os protocolos que são aplicáveis para o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO: Obrigada, governador. Pode pôr em tela, por favor. Então, Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, critérios de segurança para entrada: uso obrigatório de máscara, em todos os momentos. Vamos manter o uso obrigatório de máscara, claro que só no momento que as pessoas estiverem comendo, mas o uso é obrigatório de máscara. A vacinação, para os maiores de 12 anos, esquema vacinal completo ou uma dose de vacina e teste. Quais são os testes que podem ser feitos? O teste de Covid-19, o PCR, ele pode ser realizado em até 48 horas antes do início do evento, ou o teste de Covid, que é o teste de antígeno, o teste rápido, em até 24 horas antes do evento. Para maiores de 12 anos... menores, desculpa, de 12 anos, que não podem ser vacinados. Então, apresentar a testagem, seja por PCR em 48 horas ou o teste de Covid em 24 horas. Então, na vacinação, nós temos que desdobrar aqueles que têm mais de 12 anos e tomaram as duas doses, ou tomaram uma dose e fazem o teste, e para os menores de 12 anos a testagem é obrigatória. E a disponibilização de álcool em gel 70% em locais de fácil acesso. Então, esses critérios foram discutidos com o município de São Paulo, com a Fórmula 1, e ele será mantido, e todos nós estaremos acompanhando o desdobramento desses critérios dentro do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. Obrigada, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Regiane. Queria agradecer a você e vou aqui buscar também uma outra informação que eu recebi aqui, do site Antagonista, Ricardo Nunes, um dos sites mais importantes do país, também dizendo que São Paulo chegou a este privilégio de ser o primeiro estado a alcançar 90% da população exatamente porque nós contrariamos uma orientação do Ministério da Saúde, e contrariamos porque aqui nós defendemos a vida, e a vida é mais importante do que a política e do que a eleição. E de que maneira fizemos isso? Reduzindo de oito para três semanas o intervalo para aqueles que tinham recebido a vacinação da Pfizer. Então aqui, o fato de termos reduzido, como é praticado nos Estados Unidos da América, permitiu o avanço da vacinação, a aceleração da vacinação, e também o fato de termos comprado mais 5 milhões de doses de vacinas Coronavac para acelerar a vacinação em São Paulo. Obrigado ao site Antagonista, que acabou de colocar no ar agora essa notícia. Muito obrigado pela referência, que obviamente se ampara na verdade.

E agora vamos ouvir o prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes, nosso parceiro nessa iniciativa, e dando sequência àquilo que o nosso querido e saudoso amigo Bruno Covas fez conjuntamente, com você como vice-prefeito, endossando essa iniciativa, e agora você sucedendo ao Bruno nesta brilhante iniciativa de termos aqui o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. Ricardo.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Obrigado, governador João Doria, todos os presentes aqui, amigos da imprensa, equipe que colabora com o governador João Doria no estado e que colabora com a gente lá na Prefeitura de São Paulo, cumprimentar a todos. E nós temos essa frase, que ficou muito marcada: o mundo se encontra aqui em São Paulo, [ininteligível]. Superimportante, a gente tem muita expectativa positiva. Evidentemente será um grande evento, todas as precauções sendo tomadas, inclusive de segurança, como o governador João Doria falou. O João apresentou aqui um grande esquema de segurança que terá. Queria só acrescentar que, sempre nessa parceria, o Governo do Estado fazendo, a prefeitura também, a gente solidifica e potencializa as ações, por parte da nossa Guarda Civil Metropolitana. Nós teremos 40% a mais do efetivo que tivemos em 2019, portanto de 717 GCMs que trabalharam em 2019 nós teremos agora 1.130 GCMs trabalhando nos três dias da Fórmula 1, do Grande Prêmio São Paulo. Importante destacar, também pela primeira vez leva o nome de São Paulo, isso é fundamental, para 180 países, reforçando a imagem positiva da cidade, do estado e do nosso país. E também 115 viaturas. [ininteligível], João, só pra dizer que nós estamos muito felizes, equipe toda muito motivada, ressaltar a questão da vacina, os dados que a Dra. Regiane apresentou são [ininteligível], aqui na capital a gente ainda conseguiu avançar um pouquinho mais, nós estamos com 96% dos adultos já com a segunda dose. Mas é um exemplo que São Paulo dá para o país, para o mundo. E como o João falou aqui, a gente tem muito orgulho de poder estar ranqueado na frente de países de primeiro mundo, de cidades e capitais de primeiro mundo, motivo também que a gente faz aqui os cumprimentos à toda população de São Paulo que aderiu, que tem a consciência de preservar a sua vida, e a vida do próximo. Só um destaque, João, nós completamos esse ano 30 anos, quando o nosso querido Ayrton Senna ganhou o seu tricampeonato na Fórmula 1. Então a gente vive o momento também de rememorar, de trazer também essa lembrança muito boa do nosso grande querido Ayrton Senna, que além de ter sido um grande corredor era um grande cidadão, [Ininteligível] os trabalhos sociais. Então é um ano também de comemorar os 30 anos do tricampeonato do Ayrton Senna. Estamos firmes, fortes...

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Nosso herói, quero fazer esse símbolo aqui, nós estamos imunizados, isso aqui é para você, Viviane Senna, para você que tem a memória e a gratidão deste que foi um herói brasileiro, Ayrton Senna da Silva.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: É isso aí. E já falaram aqui, mas eu queria só citar, João, muito rápido, que eu acho que é fantástico isso, o Alan havia comentado que isso poderia acontecer e aconteceu de a Ferrari ter anunciado aí a inclusão de dois nomes na academia da Ferrari, um deles um brasileiro, o Rafael Câmara, ao qual eu já desejo aqui, em nome de todos os paulistanos, pessoas que vivem nessa cidade e no estado, muita sorte. Que é muito gostoso torcer pela Fórmula 1, mas se tiver um brasileiro lá fica melhor ainda. Não tenho dúvida, será um grande evento, estivemos lá olhando, a reforma ficou muito boa, está com a estrutura muito bem realizada, o cuidado do em torno muito bem-feito, toda essa questão de segurança muito bem preparada. Evidentemente é uma competência do estado, que está fazendo um belo trabalho nos dados que o João apresentou, mas também a gente está dando a nossa contribuição com a nossa Guarda Civil Metropolitana, e muito bom que nós temos hoje todos os nossos hotéis cheios, os 8.500 mil empregos fundamentais para a cidade, a receita para a cidade, nesse momento que a gente vai fazendo a retomada econômica, estamos todos bastante entusiasmados. E o sinônimo de tudo isso acho que é a união do trabalho conjunto do governo do estado, da prefeitura, e de todos vocês. Era isso.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Ricardo. Mais uma vez parabéns, mais uma boa parceria do governo do estado de São Paulo e da Prefeitura da cidade de São Paulo, meus cumprimentos a você e toda a sua equipe, de todas as áreas que estão envolvidas para a realização do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. Vamos agora ouvir o CEO do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, o Alan Adler. Também parabéns a você, pela boa conduta, pela estruturação do Grande Prêmio, [Ininteligível], todos os ingressos vendidos com antecedência, a primeira vez com tamanha antecedência, que todos os ingressos são vendidos para o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, com transmissão que será feita ao vivo pela TV Bandeirantes, para mais de 100 países em todo o mundo. Um sucesso, mesmo antes da sua realização. Alan Adler.

ALAN ADLER, CEO DO NOVO GP DE SÃO PAULO DE FÓRMULA 1: Obrigado, governador. Boa tarde, prefeito. Boa tarde, a todos. Prazer estar aqui novamente. Agora é contagem regressiva, em 48 horas eu acho que a gente vai ouvir o primeiro ronco dos motores da Fórmula 1 na sexta-feira, reta final. A gente já vê padoque movimentado, afinal, são 900 toneladas de cargas que são movimentadas no Grande Prêmio de Fórmula 1. Um verdadeiro show case de logística. Nós estamos muito animados, o prefeito comentou como está as condições do autódromo. Eu gostaria de agradecer, prefeito, ao senhor, porque o autódromo foi entregue impecável, ele está lindo, vocês vão ver um autódromo de primeiro mundo, uma estrutura maravilhosa, tudo funcionando. As expectativas são as melhores possíveis, casa cheia. Olha, um ano difícil, um ano que no começo do ano a gente não sabia se ia acontecer Grande Prêmio, depois a gente não sabia se ia ter público ou não, e qual público. E hoje estamos aqui a dois dias do Grande Prêmio, comemorando 100% da capacidade, isso é importante para o evento, isso é importante para a cidade, isso é importante para o estado. Nós vamos muito entretenimento, e muita novidade nesse ano, e é uma comemoração, eu acho que é um ano muito importante que a gente está comemorando a vida, graças ao sucesso da campanha de vacinação do estado de São Paulo, a gente vai ter um Grande Prêmio. Eu me lembro que há quatro meses atrás ninguém acreditava que a gente ia chegar no dia de hoje com os números que a gente está vendo na campanha de vacinação. Parabéns, governador, parabéns, prefeito, parabéns a todos aqui, que eu sei que foi um esforço conjunto, todo o secretariado, toda a equipe, parabéns. E o que me deixa mais confortado é ter o apoio do governador, do prefeito, de toda a equipe. Isso traz um conforto enorme para um evento dessa magnitude. E também ter hoje a presença do General Campos, muito obrigado, porque segurança é fundamental, fundamental. Os senhores sabem, e isso realmente me deixa feliz, otimista, e contém comigo para fazer o possível para que seja um ano inesquecível na Fórmula 1. Muito obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Alan. E assim será. Mas antes de passarmos para o General Campos, que falará exatamente sobre o esquema de segurança para o autódromo, em torno do autódromo, e também na cidade de São Paulo, válido de 12 a 15 de novembro, é a chamada Operação GP SP, nós vamos assistir o vídeo que o prefeito anunciou, não chegou a chamar, mas agora nós vamos chamar, é um vídeo de dois minutos e 30 segundos, preparado pela Prefeitura de São Paulo, que ao lado do governo de São Paulo promove o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. Vamos lá.

APRESENTAÇÃO DE VÍDEO: "[outro idioma]".

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Congradulation [Ininteligível] Nunes. Muito bom.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Eu amo essa cidade.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa! Eu também. É a nossa cidade, é a cidade espelho do Brasil, São Paulo é a cidade do Brasil, de todos os brasileiros, e também dos estrangeiros que aqui vieram e ajudaram a formar essa grande cidade. Antes de prosseguir com o General Campos, quero registrar aqui e agradecer a TV Bandeirantes, Nelson Gomes, que é diretor da TV Bandeirantes, está aqui informando que não só a Band News, como também a TV Bandeirantes, transmitindo ao vivo a nossa coletiva. E vocês que estão em casa vão assistir pela Band o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, no sábado e no próximo domingo. Próximo sábado, dia 13, e domingo, dia 14 também. Vamos agora ao General Campos, para falar sobre o programa de segurança pública no estado de São Paulo, de 12 a 15 de novembro, a chamada Operação GP SP. General Campos.

GENERAL CAMPOS, SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA: Senhor governador, senhor prefeito, Alan, senhoras e senhores, boa tarde. Satisfação enorme em estar aqui participando, senhor governador, do Grande Prêmio São Paulo. Para a segurança pública, senhoras e senhores, um Grande Prêmio desse tipo, ele é dividido por nós em três fases, a fase da mobilização, a fase do evento, propriamente dito, e a fase da desmobilização. Por isso, nós vamos de 12 a 15, no foco dessa operação, mas o Grande Prêmio São Paulo começou para a segurança pública no dia 1 de novembro, governador, na véspera do feriado, e vamos até o dia 19 de novembro. Estamos com esquema robusto, reforçando aquilo que foi dito pelo nosso governador, são 5 mil policiais, 1.900 mil viaturas, 250 cavalos, 50 cães, 40 drones e três helicópteros Águia participando do evento propriamente dito, com muita intensidade. Seguinte, por favor. Olha a tropa que nós estamos empregando, praticamente o Choque todo, se no início destacamos o primeiro de Choque, que é a Ronda Ostensiva Tobias de Guiar - ROTA, as duas unidades do quadro de choque, Comando de Operações Especiais e o Grupo de Ações Táticas Especiais, os outros dois batalhões de choque. A tropa do trânsito. o Regimento de cavalaria, o 5º Batalhão de Choque, que é o canil. O comando e aviação e os bombeiros. Estamos atuando, senhor governador, em força, isso tem a convicção que vai cooperar muito, Alan, para o êxito da operação. Seguinte. Como disse, reforçando aí há uma foto embaixo de comboios que nós já escoltamos de Vira Copos até Interlagos. Ou seja, isso já na semana passada escoltamos materiais, nessa semana está nesse esforço de transporte de comboio, e faremos isso também na desmobilização a partir do dia 15. Seguinte. E fechando, aí está [Ininteligível] do núcleo duro da operação, que é o Autódromo de Interlagos, vocês veem que as sinalizações dos reconhecimentos que nós já fizemos, do pré-posicionamento de tropas que já foram feitas, nessas áreas que estão destacadas, que são importantes, as rotas de chegada, as rotas de evacuação, aonde passarão os pedestres, onde chegarão os ônibus, o trecho entre a CPTM e os acessos, tudo isso está reconhecido, tudo isso está já pré-posicionado, e tudo isso será ocupado. Como também aproveitando esse feriadão que já teria um evento especial, todo o estado de São Paulo está sob um policiamento especial, e aqui na cidade não só no autódromo, como também nos acessos, nas regiões dos hotéis, dos shoppings e assim por diante. Eu tenho a convicção que com esse dispositivo nós faremos um belo papel. Muito obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, General Campos, secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, garantindo assim a segurança para os habitantes de São Paulo, os frequentadores da Fórmula 1, e os visitantes, brasileiros e estrangeiros que estão chegando a São Paulo, e chegam a partir de hoje, para acompanharem o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. Nós vamos agora aos jornalistas que se inscreveram aqui, começando com... Nós vamos começar com o Lucas Teixeira, do UOL, depois vamos ao Leonardo Marçon, da Fórmula 1 Mania, depois com o Motorsport.com, depois com o The Wall Street Journal, na sequência, a Folha de São Paulo, TV Globo, Globo News. Então vamos começar com Lucas Teixeira, do Portal UOL, repetindo, na sequência, o Leonardo Marçon, depois online, o Fábio [Ininteligível], do Motorsport.com, depois The Wall Street Journal, Folha de São Paulo, TV Globo, Globo News. Então vamos, Lucas, boa tarde, bem-vindo mais uma vez. Vai para a Fórmula 1, não?

LUCAS TEIXEIRA, REPÓRTER: Oi, governador, não vou, vou ver pela...

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Mas vai acompanhar pela televisão.

LUCAS TEIXEIRA, REPÓRTER: Vou pela TV, vou acompanhar meus colegas da Band.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Tá valendo.

LUCAS TEIXEIRA, REPÓRTER: Seguinte, eu vou puxar por saúde, governador, eu tenho duas questões, um, falar um pouquinho mais da D2, eu queria entender o que o estado está fazendo, porque os números eles estão crescendo, antes estava em 4% e pouco, 5%, daqui agora 5,4%, eu queria saber como tem sido feito. E dois, do número de mortes, já que destacou aí o furo, quem deu furo, quem não deu. A prefeitura hoje cedo falou que na segunda tiveram cinco mortos na capital. Então eu queria entender melhor, secretário, se puder explicar como é que são esses... Eu estou um pouco roco. Como são esses registros. Entendeu? E por último, eu queria aproveitar que os dois estão aqui, eu queria perguntar sobre o ex-secretário Orlando, ele falou que foi exonerado do cargo por pressão do governador. Queria saber: Governador, o senhor pressionou para que ele fosse tirado, por declarar apoio a Eduardo Leite? E ao prefeito, por que ele foi exonerado? Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ok. Vamos então, Lucas, no primeiro tema, que é o mais importante, que é o tema da Saúde, a Dra. Regiane de Paula, nossa coordenadora do Programa Estadual de Imunização, pode responder.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO: Lucas, nós antecipamos a Astrazeneca, conforme o Ministério disse, de doze pra oito semanas, mas o grande problema está com a vacina da Pfizer. Nós temos mais de três milhões de pessoas que não retornaram para tomar a vacina da Pfizer. Então, o que é importante? Que as pessoas reconheçam que nós temos, agora, 21 dias entre a primeira dose e a segunda dose, para as pessoas, para o público acima de 18 anos. E para os adolescentes de 12 a 17 anos, eles podem tomar a vacina da Pfizer em oito semanas. Também foi mudado de doze pra oito semanas. Então, o que é muito importante é que, nesse momento, todos aqueles públicos que eu mostrei pra vocês, que já têm coberturas vacinais adiantadas, mas principalmente a população de 12 a 24 anos, que é uma população mais jovem e até mais antenada... ela olha mais SMS, ela olha mais redes sociais. E a gente tem feito um grande movimento, junto com a nossa Secretaria de Comunicação, com a Secretaria de Comunicação aqui do Palácio, nas redes sociais, nas mídias e com os municípios, para intensificar esse movimento. Fizemos dois dias D no mês passado, e nesse momento nós entendemos que a melhor forma de levar essa informação é estar conversando com a população. O município, ele faz busca ativa, ele vai atrás desse faltoso, ele tem feito uma captura muito grande desse faltoso. Mas a pessoa também, ela precisa ter a consciência que se vacinar é um ato coletivo, é um ato pra toda a população, não só pra ela, pra família dela, pro vizinho, pro local que ela trabalha, mas pra todos. Então, nesse momento, a gente precisa que as pessoas retornem e tomem a vacina, é muito importante. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Regiane. Também, Lucas, na segunda parte da sua pergunta, João Gabbardo vai responder. Eu quero reafirmar aqui, não quero contestar, mas o prefeito está aqui, ele poderá responder a você: nós tivemos zero mortes no dia 8. Não é fato a informação. Eu vi aqui até, que alguém colocou hoje essa informação, ela não procede. Mas vamos ouvir o João Gabbardo, e depois temos o prefeito, que pode falar sobre isso e também sobre o tema de ordem política. João Gabbardo.

JOÃO GABBARDO, COORDENADOR EXECUTIVO DO COMITÊ CIENTÍFICO: Boa tarde, governador, boa tarde a todos. O sistema que a Secretaria de Saúde de São Paulo utiliza para divulgação dos dados é o sistema oficial, aquele que vai para o Ministério da Saúde. Todos os municípios informam diariamente o número de óbitos, isto é consolidado pela Secretaria de Saúde e nós, com isso, temos a informação do Estado de São Paulo. E nesse dia, não houve nenhum município que tenha incluído, notificado algum óbito. Portanto, o Estado de São Paulo, no projeto e no sistema oficial, não teve nenhum óbito. Agora, é possível que haja alguma divergência, pequena divergência, por diferença de critério. Tem município que faz a divulgação da notificação pelo dia do óbito. Nós, desde o início da pandemia, utilizamos o critério do dia da notificação. Então, o óbito, naquele dia, não houve nenhuma notificação, essa é a única explicação para alguma eventual divergência que pode ocorrer com algum município.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem. Obrigado, Gabbardo. Agora sim, prefeito Ricardo Nunes.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Obrigado. Absolutamente correto o que o Gabbardo falou, Lucas, são sistemas diferentes de trabalho. O Estado, como o Gabbardo falou aqui, é por notificação, na prefeitura a gente faz por registro de ocorrência. Então, com certeza, no dia... Foi dia 8, Gabbardo?

JOÃO GABBARDO, COORDENADOR EXECUTIVO DO COMITÊ CIENTÍFICO: Dia 8.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Dia 8. Então, eles não tinham notificação, eles fazem a consulta do sistema da Prefeitura de São Paulo e dos demais 644 municípios, não havia a notificação, e depois entrou pela Prefeitura de São Paulo o caso de registro da ocorrência, que são sistemas diferentes. Acho que o importante, muito, é ressaltar que os dados do estado e da prefeitura, naquele dia, não constava, porque, como eu quero, sem ser repetitivo, mas nós trabalhamos com registro de data de ocorrência. Agora, está caindo muito. Nós ficamos cinco dias com óbito de um, esse dia com zero... as coisas estão caminhando muito bem. Acho que é importante, João, a gente... Ainda mais quem tanto nos ajudou nesse processo todo foi a imprensa, né? Hoje de manhã eu falei, divulgando, é tanta data de vacinação... A imprensa teve um papel fundamental. A gente precisa focar... Isso aqui, acho que, me perdoe até a forma de colocar, é insignificante, não... Nós estamos caminhando bem, os dados que o estado colocou naquele dia era zero, para a prefeitura não era, porque a gente trabalha com a questão de registro por ocorrência.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Ricardo. Não, tinha uma pergunta de ordem política, que o...

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Ah, do Orlando?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Isso.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Do Orlando, é. O que aconteceu? Eu, por uma coincidência danada... Eu falo com o João Doria quase todo dia, porque ele tem hábito de acordar cedo, eu também, a gente gosta de trocar conversas, conselhos e falar sobre as questões. Por uma coincidência enorme, eu já estava sem falar com o João desde os últimos dois, três dias, sequer o João me ligou naquele dia. Algum jornalista até me ligou, falou: Mas você teve, recebeu ligação do governador? Do vice-governador? Mas não houve sequer nenhum tipo de pressão. Eu tenho, todos sabem a minha relação, que eu tenho com o governador João Doria, muito próxima, inclusive da minha esposa com a esposa dele. Agora também eu sei do jeito que o João é, o João também sabe o jeito que eu sou. Ele não vai nunca fazer pressão em cima de mim, eu também não vou fazer pressão em cima dele. A decisão foi uma decisão [ininteligível] lá da Prefeitura de São Paulo, sem nenhuma pressão ou algum pedido... alguém chegou a falar: O João pediu pra exonerar? Não, é uma decisão nossa lá, que a gente tomou por conta de uma orientação que eu tenho dado de trabalho, e por conta da gente estar alinhado com o que a gente está fazendo na Prefeitura de São Paulo, que é foco total na gestão.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Ricardo. Lucas, obrigado pela pergunta, pelas perguntas. Vamos convidar o Leonardo Marson, agora sim, da Fórmula 1 Mania. Mas eu queria só, Leonardo, antes da sua pergunta, dizer que a ciência está vencendo a ignorância. É por isso que nós estamos tendo índices tão baixos aqui de internações, de casos, internações e óbitos. Porque em São Paulo a ciência está vencendo a ignorância. Aqui, cada vida vale. Agora sim, Leo, obrigado pela sua presença aqui, boa tarde, sua pergunta, por favor.

LEONARDO MARSON, REPÓRTER: Boa tarde a todos. Governador, prefeito, Alan, queria que vocês contassem. Um ano atrás, a gente não sabia nem ao certo se a gente teria a Fórmula 1 de volta. O contrato anterior foi encerrado, houve, havia uma disputa com o Rio de Janeiro, que pretendia construir um autódromo pra isso. A corrida foi mantida em São Paulo, a gente chega nesse momento. Eu queria que vocês detalhassem como que tem sido o trabalho para que essa corrida... como foi o trabalho durante esse ano todo para que a corrida chegasse a esse ponto que vocês detalharam agora. E a partir desse momento, com a corrida da Fórmula 1 saindo, se há o interesse do governo, da prefeitura, em incentivar que outras categorias internacionais venham para Interlagos.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa, boa pergunta. Pergunta de quem conhece o tema de automobilismo, não apenas de Fórmula 1. Eu vou dividir a resposta com o Alan Adler e com o prefeito Ricardo Nunes. Primeiro, começando pelo fim: Sim, já estamos tentando viabilizar que outras categorias internacionais possam vir para São Paulo, para realização de grandes prêmios aqui, no Autódromo de Interlagos. É o autódromo mais querido, ou entre os mais queridos do mundo, pelos pilotos, seja de Fórmula 1 ou sejam pilotos que estão em outras categorias. Ele é um autódromo histórico, é um autódromo com um desenho elogiado por todos, pelas equipes, pelos pilotos, em qualquer das categorias. E a disposição do Governo do Estado de São Paulo, junto com a prefeitura, é estimular que promotores privados, como o caso da Fórmula 1, venham para São Paulo e utilizem este autódromo, e o expertise, desculpe a expressão que é utilizada pra isso, que é uma expressão inglesa, mas a capacitação da prefeitura e do Governo de São Paulo para o apoio a iniciativas como essa. Isso passa pela segurança, passa pela infraestrutura, passa pela área de turismo, pelos setores, que são corresponsáveis, ao lado de um organizador privado, por iniciativas desse tipo. Então sim, a resposta é sim e eu acrescento inclusive o motociclismo, não só o automobilismo, mas também competições do motociclismo.

E agora eu vou passar ao Alan Adler, que pode dar um breve histórico. É longo, mas eu acho que, de uma forma resumida, ele pode dizer. Isso leva um ano, praticamente, foi o tempo para a viabilização completa. Lembrando que nós temos mais 10 anos de Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. E eu, lá atrás, Leo, eu disse que nós não perderíamos a Fórmula 1. Bruno Covas era vivo, aqui ao meu lado, onde está hoje o Ricardo Nunes. Eu disse: São Paulo não vai perder a Fórmula 1. Contrariei o presidente da República. A Fórmula 1 está em São Paulo, e está em São Paulo por mais dez anos. Alan.

ALAN ADLER, CEO DO GRANDE PRÊMIO SÃO PAULO: Obrigado, obrigado, governador. Leonardo, respondendo à sua pergunta da preparação, a gente sempre esteve muito confiante no plano de vacinação. A campanha de vacinação, a gente sempre esteve muito confiante de que ia ter o GP. A grande dúvida era o percentual de público, e o que ocorreu, a gente seguiu nosso planejamento, mas realmente tudo foi sendo empurrado, e isso pressionou muito a execução. Hoje, a gente está com a execução pressionada, porque um evento desses ele deveria começar antes. A gente tinha plano A, B e C. Faz parte, o governador conhece e, graças a Deus, a gente está trabalhando com o plano A. Então, a gente seguiu o curso normal e toda a infraestrutura hoje do autódromo, ela segue o público de 100% de capacidade.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem. Obrigado então. Vamos agora ouvir o prefeito da capital de São Paulo, que sedia o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1.

RICARDO NUNES, PREFEITO DA CIDADE DE SÃO PAULO: Só reiterar: A gente tem hoje um grande autódromo, inclusive o Salão do Automóvel ocorrerá lá no Autódromo de Interlagos, no ano que vem, em setembro. Nós vamos possivelmente receber aqui a Fórmula E. É assim que fala, Alan? Fórmula E. Estamos abertos, como vocês viram o vídeo aí, muito abertos para todos os eventos aqui na cidade, uma cidade que tem essa tendência, toda essa questão de poder fazer aqui o recebimento de turismo, nós temos 2.000 feiras de negócios por ano na cidade de São Paulo. Então, essa parte com relação ao esporte automotivo também faz parte dos projetos da cidade de São Paulo.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Ricardo. Bem, Leo, obrigado pela pergunta. Sei que você vai acompanhar a nossa coletiva como um todo e a realização dos treinos na sexta-feira, do sprint race, que é a primeira vez que acontece nas Américas, é o terceiro... Confere, Alan? É o terceiro país do mundo a ter sprint race, São Paulo, isso é uma conquista, foi uma negociação feita e conduzida por nós, com a ajuda do Alan e do Stefano Domenicali, que aliás chega amanhã a São Paulo, será homenageado aqui com um jantar na sexta-feira, no Palácio dos Bandeirantes, que é o CEO mundial da Fórmula 1. Tudo foi muito planejado, mesmo com um pouco menos de tempo, mas bom planejamento, boa execução, o resultado é esse: ingressos totalmente vendidos, teremos um Grande Prêmio extraordinário. São Pedro está ajudando, a previsão do tempo é de bom tempo, até com um pouquinho, a temperatura um pouco mais amena. Tudo indica que vamos ter um Grande Prêmio São Paulo extraordinário, nessa nova fase da Fórmula 1 no Brasil.

Então, agora vamos online com o Fábio da Motor Sport. Eu imagino que o Fábio vai centrar também a sua pergunta na Fórmula 1. Fábio, boa tarde, bem-vindo, você já está em tela.

FÁBIO, REPÓRTER: Boa tarde, sr. governador, boa tarde aos presentes na coletiva. É, minha pergunta é sobre a Fórmula 1 ainda, em comparação com o GP de São Paulo de 2019, que foi o primeiro sob o seu governo. Eu queria perguntar quais serão as principais diferenças que quem foi em 2019 notará em 2021, em relação à estrutura, alocação de público e também de logística. Resumidamente, quem foi vai notar quais diferenças principais em Interlagos?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa pergunta também, Fábio. Eu vou pedir pro Alan Adler, porque ele é o consolidador de todo esse processo, seja na relação com a prefeitura da capital de São Paulo, seja na relação com o Governo do Estado de São Paulo e com o setor privado também. Esse é um Grande Prêmio feito a três mãos: as mãos do promotor privado, com o apoio e o suporte da cidade de São Paulo, através da prefeitura, e do Governo do Estado de São Paulo. Alan.

ALAN ADLER, CEO DO GRANDE PRÊMIO SÃO PAULO: Obrigado, governador. Boa tarde, Fábio. Respondendo à sua pergunta, eu acho que as grandes alterações em relação a 2019 é que a gente tem um evento com uma capacidade maior do que teve em 2019, capacidade de público. Nós estamos prontos para receber mais de 20% a mais de público do que 2019, e para isso foram feitas adaptações nas estruturas. Nós aumentamos as estruturas existentes, construímos outras. A gente acreditava no sucesso do evento, pela demanda reprimida, pelo momento incrível que está passando a Fórmula 1 no mundo, uma temporada acirrada. O produto está muito bom, está em um momento incrível, e atraindo muitos jovens. É impressionante, eu costumo falar, antigamente o pai arrastava o filho para o GP, hoje é o filho que arrasta o pai para o GP, sensacional, fruto do trabalho bem-feito da Liberty. E a gente modificou algumas áreas de hóspedes, tinham suítes menores, a gente está construindo lounds maiores para ficar bem mais amplos os espaços. A gente está melhorando muito a estrutura de telões do autódromo. Vocês vão ver que os telões estão o dobro do tamanho que estavam em 2019. Vocês vão ver também o sistema de áudio profissional, preparado para grandes shows, porque a gente vai ter muito mais entretenimento do que havia em 2019. Então uma grande festa, mas essas são as principais modificações, o autódromo ele praticamente ficou fechado por conta da pandemia, então não é que teve grandes transformações de infraestrutura, apenas a recuperação no seu estado original para receber a Fórmula 1.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Alan. Fábio, muito obrigado, continue aqui nos acompanhando. Obrigado, pela sua participação. O Fábio que é um dos editores da Motorsport.com. Nós vamos agora à uma outra pergunta, que é online também, desta feita, da Samanta Person, que é a correspondente no Brasil do The Wall Street Journal. Samanta, boa tarde. Obrigado, por estar participando aqui da nossa coletiva, aliás, mais uma vez. Sua pergunta, por favor.

SAMANTA PERSON, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, [Ininteligível] todo mundo. A minha pergunta é sobre Covid-19 e a variante Delta, aqui no Brasil a chegada da Delta não trouxe realmente um pico grande de mortes e nem casos como era temido, e como aconteceu em tantos outros países no mundo. Eu queria saber da avaliação de vocês, o porquê, e se isso tem a ver com a Variante Gama, se essa variante ajudou de alguma forma barrando a Delta aqui no Brasil. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Samanta. Eu vou pedir ao Jean Gorinchteyn, médico infectologista, do Hospital Emílio Ribas, do complexo do Hospital de Clínicas, e secretário de Saúde do estado de São Paulo, para proceder a resposta à Samanta Person, do The Wall Street Journal. Jean.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Claramente o que nós obtivemos na evolução da pandemia do nosso meio, frente à vacinação, permitiu que todas aquelas expectativas que haviam sido consideradas para a segunda quinzena de setembro, em que haveria eventual terceira onda, não acabou acontecendo. E isso se deve a dois fatores importantes, primeiro grande fator é a vacinação, o segundo, a utilização de máscaras. E o governo do estado de São Paulo entendia que para uma variante Delta, diferente da Variante Gama, nós precisamos incrementar ainda mais a proteção, a imunidade principalmente de alguns grupos específicos, no caso os idosos, portadores de alguma alteração na sua imunidade, que nós chamamos de imunodeficiências, ou imunossupressão. E com isso fizemos uma terceira dose, uma dose de reforço, que a combinação dessas informações desses dados garantiram essa proteção e a garantia que nós não tivemos o incremento do número de casos. Muito pelo contrário, queda do número de casos, queda do número de internações, queda do número de óbitos, e com isso podemos hoje consagrar eventos como esse da Fórmula 1.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem. Obrigado, Jean Gorinchteyn. Samanta, muito obrigado, continue aqui acompanhando a nossa coletiva. Vamos agora à penúltima pergunta de hoje, também é online, do Carlos Petrocilo, da Folha de São Paulo. O Carlos já está conosco aqui em tela. Boa tarde, Carlos. Obrigado, por participar da coletiva. Sua pergunta, por favor. Se puder ligar seu microfone, se você puder apertar sua teclazinha aí.

CARLOS PETROCILO, REPÓRTER: Ah, desculpa.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Agora estamos te ouvindo. Imagina.

CARLOS PETROCILO, REPÓRTER: Bom, desculpa, obrigado, a todos, pela oportunidade. Eu queria fazer uma pergunta ao governador. Em contrapartida [Ininteligível], a prefeitura e o governo de São Paulo recebeu algumas placas, alguns espaços de publicidade. Eu queria saber se tais placas, tais espaços já foram vendidos, e de qual maneira? E se eles não foram, como eles poderão ser utilizados durante o Grande Prêmio, se vai ser em propagando do próprio governo mesmo? E uma outra, não é nem uma pergunta, é só um pedido de esclarecimento, eu tinha entendido na semana passada que a organização esperava 170 mil pessoas, e o governador abriu a coletiva falando em 150 mil. Eu só queria ver os números, por gentileza. Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Carlos. Vamos começar então com o tema do número, até para poder esclarecer, porque até eu agora fiquei um pouco preocupado em relação ao número correto. Quem tem o número na ponta da língua é o organizador, é o promotor do evento, que é o Alan Adler, e daí eu volto para a primeira pergunta feita pelo Carlos Petrocilo. Alan.

ALAN ADLER, CEO DO NOVO GP DE SÃO PAULO DE FÓRMULA 1: Carlos, 150 mil foi o número acumulado ao longo dos três dias, em 2019, a nossa expectativa é que esse número cresça em torno de 20%, ou seja, estamos esperando, pelo menos, 170 mil a 180 mil pessoas ao longo dos três dias.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem. Então, obrigado, Alan, obrigado, Carlos, deu a chance de posicionarmos corretamente o número atual de hoje, são mais de 170 mil espectadores em Interlagos, para o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1. Em relação ao tema das placas, toda ação de divulgação não é divulgação de governo, evidentemente, é divulgação do destino, não é sequer da Fórmula 1, a Fórmula 1 já está consolidada, portanto, nós não precisamos divulgar a Fórmula 1, precisamos divulgar São Paulo como destino turístico para os que estão vindo para o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, e para aqueles que mesmo não vindo, possam estar estimulados a visitar a capital de São Paulo, o litoral de São Paulo, e o interior e os destinos turísticos do interior do estado de São Paulo. Mas quem falará sobre isso é exatamente o nosso secretário de Turismo, e ex-ministro do Turismo do Brasil, Vinicius Lummertz.

VINICIUS LUMMERTZ, SECRETÁRIO DE TURISMO: Obrigado, governador. Foram comercializadas quatro das três cotas colocadas à disposição, pelo valor de R$ 18 milhões, uma adquirida pela Raízen/Shell, a FORTESEC, que é uma securitizadora imobiliária que atua no turismo, o Convention & Visitors Bureau e a ABA. A quarta cota será utilizada pelo próprio governo para fazer a divulgação mencionada aqui pelo governador, do destino São Paulo. Vale dizer, governador, vale dizer que essa retomada é a retomada de um setor de eventos em São Paulo, segundo a ABO, que ao todo fatura R$ 16 bilhões por ano, e que durante esse ano praticamente não faturou. Então nós estamos dando início à essa promoção. E faz parte, isso entra na promoção internacional do estado, São Paulo em 2019 iniciou promoção internacional pela primeira vez, e nós fomos o segundo maior crescimento no mundo, nas buscas no Google, nós começamos uma promoção internacional, e essa promoção vai continuar. E nós consideramos esse momento, e o aproveitamento dessa cota também parte desse esforço. Muito obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Vinicius Lummertz. Carlos, muito obrigado, continue acompanhando aqui, nós estamos já finalizando a nossa coletiva de imprensa. E sempre finalizando com a TV Globo, Globo News, com a Daniella Gemignani. Boa tarde. Trocou de óculos?

DANIELLA GEMIGNANI, REPÓRTER: Não, é o mesmo, é que hoje eu estou tentando não deixar embaçar.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem-vinda, a sua pergunta, por favor.

DANIELLA GEMIGNANI, REPÓRTER: Obrigada, boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. As minhas perguntas são duas, vão para a área da saúde. A minha primeira é em relação ao uso de máscara, hoje a prefeitura descartou, pelo menos, até o fim de novembro, tirar a obrigatoriedade do uso de máscara. Eu queria saber se existe algum planejamento de anúncio em conjunto para o começo do mês de dezembro? A gente tem uma expectativa de 1 de dezembro aqui no Palácio dos Bandeirantes, a prefeitura falou possivelmente no dia 5, eu queria saber se isso está sendo organizado junto. E a segunda pergunta tem a ver com a apresentação da saúde, que eu senti um pouco de falta hoje, a gente recebeu o material, porque houve nessa última semana o aumento de 24% no número de mortes, pela apresentação que a gente recebeu. Eu queria entender se isso pode ser um sinal de alerta? A que se deve esse aumento no número de mortes? É isso. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Dani. A primeira pergunta será respondida pelo Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do estado de São Paulo, e a segunda, pelo doutor Paulo Menezes, coordenador do nosso comitê de saúde. Mas quero antecipar, obviamente, a palavra é da saúde, que na quarta da semana que vem nós teremos uma coletiva de imprensa, e aí sim estaremos anunciando o tema das máscaras em definitivo, prefeitura e o governo do estado de São Paulo. Mas isso não desobriga o Jean Gorinchteyn, de complementar a resposta à sua pergunta, Jean.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Nós estamos avaliando todos esses dados de melhora, tanto de queda progressiva e continuada, de número de internações, de casos e de mortes, bem como esse incremento tão satisfatório na vacinação. O desejo do nosso comitê científico, que faz essa análise em conjunto com o próprio governador João Doria, é que tenhamos 75% da nossa população geral, de todas as faixas etárias vacinadas. E dessa maneira estamos chegando a esse número. Por isso, na próxima semana estaremos estipulando qual será o bom momento disso acontecer. Lembrando que a retirada das máscaras é feita de uma forma escalonada, primeiro retirando assim que possível, em ambientes externos, sem aglomeração, para nas análises complementares serem retiradas em ambientes externos, com aglomeração. Por exemplo, uma rua de comércio. E a seguir, serão avaliadas condições pontuais, como ambientes fechados, sem aglomeração, e ambientes fechados com aglomeração. E aí se entende que na lanterninha da retirada das máscaras estará o transporte público que vai merecer um cuidado ainda maior.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean. Agora, Paulo MeneZes, concluindo.

PAULO MENEZES, COORDENADOR DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Obrigado, governador. Boa tarde. A resposta sobre se esse aumento observado no número de óbitos da semana passada, é um sinal de alerta, não, não é. Porque nós conseguimos todos os indicadores para poder avaliar a situação. Já foi colocado aqui pelo João Gabbardo, pelo prefeito, a questão da notificação de óbitos, o óbito é o último e infelizmente, a perda da vida é o último evento na história do desenvolvimento da Covid-19. Então ele não serve como melhor indicador do que está acontecendo. Se nós olharmos os outros indicadores, por exemplo, hoje nós temos de média móvel de internações, 347 no estado de São Paulo, a mais baixa que nós já tivemos, e ela continua com tendência de queda. Nós temos hoje, entre outros indicadores, nós temos menos de 30 casos por 100 mil habitantes nos últimos 15 dias. Esse também é o menor número que nós já tivemos em toda a pandemia, se vocês lembrarem, lá por março, abril a gente falava em 500 ou mais casos por 100 mil habitantes, falávamos de mais de 100 internações por 100 mil habitantes, e hoje estamos com 11,2 internações por 100 mil habitantes. E por fim, óbitos, 1,9 por 100 mil habitantes. Agora, quando a gente tem uma redução no número que está abaixo, que aconteceu há duas semanas, por conta, principalmente do atraso de notificações de feriado, é depois nós podemos ter um aumento que relativamente ele é importante, 24%, mas se a gente olhar os números, continua um número relativamente baixo, dos mais baixos que nós já tivemos, 77 por dia, na média da semana passada, e a gente já sabe que essa semana os números de óbitos estão muito mais baixos. Então não é um sinal de alerta nesse momento, felizmente, continuamos com a convicção de que com esse enfrentamento que tem sido feito nós estamos superando muito bem esse desafio da pandemia. Muito obrigado, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, doutor Paulo Menezes. Obrigado, Dani, pelas perguntas. Ao encerrar a coletiva de hoje, queria reafirmar aquilo que mencionamos logo no início, com as boas notícias da evolução da vacinação da queda de internações, queda de ocupação de leitos de UTI, e a queda de óbitos, a ciência está vencendo a ignorância, em São Paulo cada vida vale. Muito obrigado, prefeito Ricardo Nunes. Obrigado a todos que participaram aqui da coletiva, aqui nesta bancada. Obrigado, aos meus colegas jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos, técnicos. A você que está nos acompanhando ao vivo da sua casa, do seu escritório, ou do seu celular, ou do seu computador, aos demais convidados que aqui vieram também, muitíssimo obrigado. Fiquem bem, fiquem protegidos, lembrem, máscaras ainda são obrigatórias por lei, no estado de São Paulo. Bom dia a todos. Fiquem bem. Obrigado.