Coletiva - SP anuncia vacinação contra COVID-19 para idosos a partir de 60 anos de idade 20211404

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Coletiva - SP anuncia vacinação contra COVID-19 para idosos a partir de 60 anos de idade 20211404

Local: Capital – Data: Abril 14/04/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa tarde a todos, muito obrigado pela presença, vamos dar início à coletiva de imprensa de número 203 aqui, na sede do Governo de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, com boas notícias, começando com a informação de que vamos ampliar o programa de vacinação para as pessoas com 60, 61, 62, 63 e 64 anos aqui no Estado de São Paulo. Portanto, a boa informação pra que as pessoas com 60, 61, 62, 63 e 64 anos possam se programar para receber a vacinação no Estado de São Paulo. A vacinação do público com 63 e 64 anos começa no dia 29 de abril, e a imunização das pessoas com 60, 61 e 62 anos começará no dia seis de maio, em todo Estado de São Paulo. São dois milhões e 240 mil pessoas que serão vacinadas nesta faixa etária, entre 60 e 64 anos, todas serão vacinadas neste período e a vacinação dependerá aqui da entrega da vacina Astrazeneca da Fiocruz, a Fiocruz anunciou, informou o Governo do Estado de São Paulo, os governadores e o Ministério da Saúde sobre a entrega da vacina Astrazeneca, e nestas pessoas, nessas faixas etárias, estarão sendo imunizadas majoritariamente com a vacina da Fiocruz, mas também com a vacina do Butantan. Lembro que a vacinação das pessoas com 65 e 66 anos de idade começa agora, dia 21 de abril, quarta-feira da semana que vem, este anúncio já havia sido feito anteriormente, apenas para relembrar que pessoas com 60 e 65 anos poderão ser vacinadas aqui em São Paulo a partir do dia 21 de abril, quarta-feira da próxima semana. Sobre este cronograma de vacinação, a Regiane de Paula, coordenadora, médica e coordenadora do Programa Estadual de Imunização, o PEI, aqui do Estado de São Paulo, dará mais detalhes na sequência. Segunda boa notícia, sempre a vacina, a vacina que salva, a vacina do Butantan, hoje nós superamos 40 milhões de doses da vacina do Butantan entregues ao Ministério da Saúde, ao Governo Federal, 40 milhões e 700 mil doses da vacina já foram entregues aqui na central de distribuição do Ministério da Saúde, em São Paulo, para o braço de milhões de brasileiros. Mais um milhão de doses nós entregamos hoje pela manhã, totalizando, assim, 40 milhões e 700 mil doses da vacina do Butantan para salvar 40 milhões e 700 mil brasileiros de todo país. Detalhes sobre essa entrega de vacinas serão oferecidos por Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, aqui presente em nossa coletiva. Outra boa notícia, essa no âmbito social, de proteção e amparo às pessoas que mais precisam, as pessoas vulneráveis aqui no Estado de São Paulo, o Governo garante três refeições e gratuidade nas refeições nos restaurantes Bom Prato para as pessoas em situação de rua até o dia 31 de julho, previsto inicialmente para funcionar até 30 de abril, o Governo do Estado de São Paulo tomou a decisão de prorrogar até 31 de julho a gratuidade para as pessoas em situação de rua na alimentação preparada nos restaurantes Bom Prato, são 59 restaurantes Bom Prato espalhados por todo Estado de São Paulo. São 115 mil refeições por dia, três milhões 450 refeições por mês, o funcionamento é ininterrupto, sete dias por semana, café da manhã, almoço e jantar em todas as unidades do Bom Prato, isso vale também para os feriados, finais de semana e feriados, a secretária de desenvolvimento social, Célia Parnes, aqui ao meu lado, dará mais detalhes sobre o Bom Prato e a sua prorrogação de gratuidade nas refeições até 31 de julho. Quarto ponto da coletiva de hoje, é o exemplo bem sucedido da força-tarefa, força-tarefa que o Governo de São Paulo implementou, juntamente com a prefeitura da capital de São Paulo, para o fechamento de festas clandestinas, foram autuadas e fechadas 2.475 festas clandestinas, apenas aqui na capital de São Paulo, 69 mil fiscalizações foram realizadas em todo Estado de São Paulo, e mais de cinco mil festas e eventos foram fechados com a realização dessa força-tarefa do Governo do Estado de São Paulo, principalmente com a prefeitura da capital de São Paulo, mas também com prefeituras de várias outras cidades aqui no Estado de São Paulo. A força-tarefa é composta por agentes do Governo do Estado de São Paulo, Polícia Militar, Polícia Civil, Procon, Vigilância Sanitária Estadual, na prefeitura de São Paulo, sob liderança do Ricardo Nunes, vice-prefeito, por delegação do prefeito Bruno Covas, nós temos a participação da Guarda Civil Metropolitana e da Vigilância Sanitária do município de São Paulo. Nas outras cidades, onde a vigilância também tem acontecido frequentemente, por essa força-tarefa, contando também com o apoio das guardas municipais, onde elas existirem e da vigilância sanitária municipal. Quero aproveitar pra agradecer aqui o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, o Poder Legislativo, em especial o deputado Alexandre Frotta, pelo apoio e participação em todas as atividades dessa força-tarefa, que se tornou uma referência, capa da Revista Veja São Paulo desta semana, matéria em vários tele jornais e também jornais e revistas de todo país, como um exemplo de ação coordenada, bem planejada e da inteligência da polícia, agindo para evitar festividades e aglomerações aqui no Estado de São Paulo. E, por último, finalizaremos com os dados da pandemia, com Jean Gorinchteyn, nosso secretário da saúde do Estado de São Paulo. São as boas informações e as boas notícias de hoje, e nós vamos começar com a Regiane de Paula, coordenadora-geral do PEI, Programa Estadual de Imunização, pra que ela possa dar notícias a vocês sobre a imunização completa, que faremos das pessoas na faixa dos 60, 61, 62, 63, 64 e 65 anos de idade, aqui no nosso Estado de São Paulo. Regiane.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA-GERAL DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO DE SÃO PAULO: Boa tarde, governador, boa tarde a todos, então, como o senhor acabou de colocar, nós vamos iniciar no dia 29 de abril a faixa etária de 63 e 64 anos, 840 mil pessoas a serem vacinadas e, no dia 14, no dia seis de maio, desculpa, 60, 61 e 62, 1.4 milhão de pessoas, lembrando ainda que no dia 21 de abril, 65 e 66 anos, nós vacinaremos 760 mil pessoas e, neste momento, nessa semana, estamos vacinando o público alvo de 67 anos, que contempla 350 mil pessoas. Estamos avançando e precisamos reforçar que pra faixa etária de 65, 66, 63 e 64, 60, 61 e 62, como o governador acabou de falar, nós aguardamos, então, que o Ministério da Saúde nos envie, de acordo com o cronograma que já foi enviado a todos os Estados, a vacina da Fiocruz. Então, na sua maioridade, a gente vai fazer esse grupo, essas faixas etárias, com a vacina do Butantan, desculpa, com a vacina da Fiocruz. No nosso vacinômetro nós temos, de doses aplicadas, atualizado agora, ao meio dia e 45, um número absoluto de 8.254.651 doses aplicadas, sendo de primeira dose 5.786.419 doses aplicadas, e aqui, governador, eu queria fazer uma referência, pra completar o esquema vacinal, ou seja, quando eu aplico a segunda dose, nós temos 2.473.232 doses, sendo que a totalidade da segunda dose, ou seja, desse esquema vacinal que foi completado no Estado de São Paulo, é com a vacina do Butantan, então, as pessoas que receberam a segunda dose, pelo prazo de 21 a 28 dias, receberam a vacina do Butantan. Então, isso também nos traz um momento de grande alegria, olhando pro número de doses aplicadas e as pessoas que receberam primeira e, sim, aquelas que completaram seu esquema vacinal. Era isso. Obrigada, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Regiane. Na sequência, ainda com as boas notícias, Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, sobre a entrega de 40 milhões e 700 mil doses da vacina de São Paulo, da vacina do Butantan, da vacina do Brasil, repito, oito em cada dez brasileiros que estão sendo vacinados, estão sendo vacinados com a vacina do Butantan. Dimas Covas.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTAN: Governador, hoje nós entregamos, então, um milhão de doses da vacina contra Covid, e agora à tarde entregamos 2,8 milhões, dois milhões e 800 mil doses da vacina para a gripe, entregamos para a vacina da gripe, até esse momento, 15 milhões, a campanha de vacinação da gripe está em curso, né, paralela à vacinação para a Covid, e a nossa programação permitirá a entrega de até 80 milhões de doses no começo de maio, né, então, a vacinação da gripe também andando rapidamente. Com relação à vacina para o Covid, hoje nós recebemos já a confirmação da chegada de três mil litros de matéria prima para o dia 19 e, com isso, permitiremos aí a produção, né, de mais de cinco milhões de doses, que serão entregues aí pra completar o primeiro contrato com o Ministério, e já iniciar o segundo contrato, de 54 milhões. São essas as boas notícias do dia, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Dimas Covas. Agora, no âmbito da proteção social, do Bom Prato e das refeições gratuitas, que serão oferecidas até o final do mês de julho, até 31 de julho, à população em situação de rua, com Célia Parnes, secretária de desenvolvimento social do Estado de São Paulo. Célia.

CÉLIA PARNES, SECRETÁRIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE SÃO PAULO: Obrigada, governador. Realmente, essa é uma ótima notícia, e de grande impacto, um anúncio rápido, mas de muito impacto, que é a prorrogação, até 31 de julho, das três refeições nos restaurantes Bom Prato, portanto, eles se mantém abertos sete dias por semana, para as três refeições, inclusive, pode passar, por favor, a gratuidade para pessoas em situação de rua, são pessoas que podem se valer dessas refeições sem nem mesmo pagar esses 50 centavos os cafés da manhã, e um real almoços e jantares. Pode passar, por favor. Nesse ano, governador, desde que implantamos toda essa ampliação no número de refeições, ampliamos em mais de 60% as atividades dos restaurantes e já somamos mais de 35 de milhões de refeições, muito bem preparadas, de altíssimo valor nutricional, são 1.200 calorias cada uma dessas refeições, que, como eu mencionei, custam 50 centavos os cafés da manhã, e um real almoços e jantares, e que pesam mais de meio quilo, portanto, as famílias, os lares paulistas têm se valido dessas refeições pra sua segurança alimentar, refeições muito bem balanceadas, de alto teor nutritivo e que tem composto nosso plano de segurança alimentar. Obrigada, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado a você, Célia Parnes, nossa secretária de desenvolvimento social, agora, sim, com a força-tarefa, que foi implementada, nós temos um mês de força-tarefa, um trabalho conjunto com a prefeitura da capital de São Paulo, com outras prefeituras também aqui do Estado, fala Fernando José da Costa, secretário de justiça e cidadania do Estado de São Paulo. Fernando.

FERNANDO JOSÉ DA COSTA, SECRETÁRIO DE JUSTIÇA E CIDADANIA DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa tarde, governador, boa tarde a todos, como o senhor bem disse, a força-tarefa, criada em 12 de abril, é uma prova de que o trabalho em equipe dá resultados, nós tivemos, só nesse um mês, 69.309 ações, que resultaram em 2.475 autuações, é muito importante, porque essas autuações, que são realizadas em festas clandestinas, em atividades irregulares, principalmente as festas clandestinas, elas têm como público alvo o jovem, e o jovem, no início da pandemia, ele não morria, mas hoje ele está morrendo, contaminado pela Covid, os dados registram que, no Estado de São Paulo, em março de 2020, nós tivemos entre 20 a 29 anos, três jovens que faleceram. Em março de 2021 esse número subiu para 106 mortes. Então é muito importante esse trabalho da força tarefa para combater essas festas irregulares, porque nessas festas nós temos aglomerações, nós temos a contaminação da COVID-19, porque esses jovens não utilizam máscaras e se aglomeram. Era isso, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Fernando José da Costa, secretário de Justiça e Cidadania. E agora vamos para os dados nesse momento a atualização da semana epidemiológica, com o Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde do Estado de São Paulo, e também integrante do centro de contingência do COVID-19. Jean.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DA SAÚDE: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Estamos agora na décima quinta semana epidemiológica do ano de 2021, e temos uma boa evolução em termos de pandemia, um controle que se deveu exatamente às medidas que foram instituídas tanta pelo faseamento vermelho, e principalmente nas últimas semanas pela fase de restrição maior, que era exatamente a fase emergencial. Diminuímos as taxas de ocupação nas unidades de terapia de todo o Estado para 6,4%, na grande São Paulo, 84,9%. É importante lembrar que no dia 1 de abril nós tínhamos a taxa de ocupação de 92,6% com uma ocupação de pacientes de 13.120 mil pacientes ali internados. Então nós dessa maneira mostramos o quanto a redução, o número de pacientes internados, a taxa de ocupação de pacientes reflete exatamente um controle da pandemia ainda maior. Hoje o número de casos no Estado de São Paulo são 2.686.031 milhões de casos, infelizmente 85.475 mil pessoas perderam as suas vidas. Temos mantido os nossos índices de isolamento, nas semanas que variam de 41 a 44%, mas isso impacta em uma queda de circulação de pessoas de pelo menos, 3 milhões de pessoas na grande São Paulo, o que corresponde a 46% de todo o Estado. Próximo, por favor. Nós temos o comparativo da última semana, décima quarta semana com a décima terceira. O número de casos teve uma elevação de 5%, portanto, uma elevação bastante reduzida em relação aquilo que nós víamos apresentando nas semanas anteriores. E a taxa de internação, e essa é muito importante, refletindo o momento atual do controle da pandemia no nosso Estado, teve uma queda de 17,4%. Os hospitais privados se antecipando com queda nas internações, que chegam até 25%. E o número de óbitos das semanas, como disse, da semana anterior, da décima quarta para a décima terceira, tiveram um incremento ainda de 13%, mas é importante lembrar que nós já tínhamos elevações de 20%, 25% de semana a semana. E eles têm uma repercussão de três a quatro semanas. Então esses óbitos eles não configuram um momento atual da dinâmica da epidemia no nosso Estado. Muito obrigado, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde. E agora iniciando as perguntas, pela ordem temos hoje a CNN Brasil, a BBC News Brasil, a Rádio e TV Bandeirantes, e Rádio Band News, a Rádio CBN, o portal Metrópoles, a TV Globo, Globo News. Quero agradecer a transmissão ao vivo aqui da Band News, da Record News e a CNN Brasil, até há pouco estava também transmitindo ao vivo, além da TV Cultura, que segue a sua transmissão. Então vamos agora com você, Bruna Macedo, da CNN Brasil. Bem-vindo, Bruna.

BRUNA MACEDO, REPÓRTER: Obrigada. Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Eu queria saber se já houve alguma manifestação do Ministério da Saúde em relação ao ofício que foi enviado sobre a possível falta do kit intubação? E com relação ao Butantan, esse atraso nos insumos que estão previstos aí para chegar até o dia 20, esse atraso não compromete o calendário estadual de imunização, que prevê já agora no dia 21 a vacinação de pessoas com 65 e 66 anos? Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Bruna. Em relação ao kit de intubação responderá Jean Gorinchteyn, eu apenas faço um adendo à sua boa pergunta, não foi um ofício, foram nove ofícios encaminhados ao Ministério da Saúde. Jean Gorinchteyn.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DA SAÚDE: Há 40 dias nós estamos fazendo ofícios sereados, mostrando a importância e o risco que todo país corre, mas especialmente o Estado de São Paulo, no não suprimento adequado de medicamentos que são extremamente importantes na intubação dos nossos pacientes. São medicações anestésicas, sedativas, e também o que nós chamamos de bloqueadores neuromusculares. E dessa maneira nós fomos comprometidos, à medida que houve uma requisição emergencial, nós perdemos a possibilidade de junto aos distribuidores, junto aos fabricantes adquirir esses produtos. Para que dessa forma nós pudéssemos não só assistir nos nossos hospitais direto, ou seja, do Estado, mas agora também tendo que acolher, amparar os municípios, porque eles passaram a ter igual dificuldade no acesso a esses medicamentos. Portanto, nós precisamos que o Governo não só responda esses ofícios, mas responda de forma ativa. Nós precisamos que não só o Estado de São Paulo, mas todo o país tenha a possibilidade de estoques para muito mais tempo, dessas medicações, especialmente no momento da pandemia tão dramático, com grande número de internados nas nossas Unidades de Terapia Intensiva, e intubados.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean Gorinchteyn. Quero também acrescentar, Bruna, aqui, a minha posição como governador do Estado de São Paulo, e falando também em nome dos governadores do Brasil, um gravíssimo erro do Ministério da Saúde de confiscar a produção de insumos das empresas brasileiras que produzem os medicamentos necessários para a intubação. Gravíssimo erro do Ministério da Saúde, realizado durante ainda a gestão do antecessor do atual ministro Marcelo Queiroga, mas que ainda não foi suspenso. O fato é que nenhum Governo de Estado, nenhuma prefeitura municipal, nenhum hospital privado pode adquirir insumos para a intubação de empresas brasileiras, porque elas receberam o confisco, o sequestro pelo Governo Federal, que por sua vez entregou uma quantidade mínima, inexpressiva para Estados e municípios, dos insumos que estavam sendo comprados pelos Estados e pelos municípios de forma regular, e até então sem nenhum grande problema. O Governo do Estado de São Paulo, repito, autorizou a aquisição no mercado internacional, com as atas de compras já autorizadas com recursos já previstos, para a aquisição imediata desses insumos. Mas o que nós desejamos saber é porque o Ministério da Saúde não faz a distribuição dos insumos que sequestrou das empresas privadas, e não distribui aos Estados, que, por sua vez, podem levar até à ponta nos municípios. É o caso de se cobrar aqui mais uma vez ao Ministério da Saúde e ao ministro Marcelo Queiroga, que até aqui tem procurado demonstrar boa vontade e sensibilidade na defesa da ciência e da saúde, para que ele também se sinta compelido a cumprir o seu dever de disponibilizar os insumos para a intubação, não só para o Governo do Estado de São Paulo, como também para os demais Estados brasileiros. E vamos agora ao Dimas Covas, em relação aos insumos. Dimas.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTAN: Bem, com relação aos insumos, como mencionei, chegam agora no dia 19, e isso vai permitir a retomada da entrega das doses a partir do dia 3 de maio, a partir de 3 de maio nós retomamos as entregas, 3 mil litros darão origem a um pouco mais de 5 milhões de doses. Com relação ao impacto no programa, eu acho que, pelo o que eu me lembro da última reunião, creio que não, mas acho que a Regiane está mais apta a responder.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, feitas então as respostas, mas eu também quero complementar essa segunda intervenção do Dimas Covas, Bruna, dizendo, eu vi notícia hoje no portal UOL, informando sobre a entrega, e também da Folha de São Paulo, que o Ministério da Saúde anunciou mais 15,500 milhões de doses da vacina da Pfizer, até então a vacina que não há no Brasil, ela não foi aplicada aqui. É muito bom ter anúncios, mas é melhor ter vacinas, até agora ouço sempre anúncios, anúncios, anúncios, expectativas, expectativas, expectativas, a enxurrada de vacinas. O fato é que a única enxurrada de vacinas que nós tivemos até agora foram as vacinas do Butantan, e não as prometidas pelo Ministério da Saúde. Se de fato chegarem essas 15,500 milhões de doses da vacina da Pfizer, até junho, é muito bem-vindo, eu espero que o Ministério da Saúde e o Governo Federal consiga materializar aquilo que falam, porque falam muito e entregam pouco. Vamos agora ao André Biernati, da BBC News Brasil, ele está online. André, vamos colocá-lo aqui já em tela. Boa tarde, bem-vindo. Sua pergunta, por favor.

ANDRÉ BIERNATI, REPÓRTER: Olá, governador. Boa tarde. Boa tarde, a todo mundo que está participando. Minha pergunta é sobre os resultados do estudo de fase três, da Coronavac que foram divulgados no último domingo. E lá uma informação bastante curiosa de que se o intervalo entre as duas doses da vacina for ligeiramente maior do que o estabelecido até então, a taxa de eficácia da vacina seria também um pouco maior. Eu gostaria de saber se o Governo pensa em modificar as recomendações do programa de imunização que já está em curso?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, boa questão, André. Vou pedir ao Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan que possa responder a você. Dimas.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTAN: André, de fato, quer dizer, o estudo revelou que intervalos superiores a 21 dias, aumenta a eficácia para mais de 62%. Isso vai de encontro ao que o Butantan já tem orientado já há algum tempo que o intervalo de vacinação é 0-28 dias. Sendo 0-28 dias não impacta no cronograma, aqui no Estado de São Paulo isso já acontece, e a orientação é para que todos obedeçam esse Estado, o melhor esquema vacinal é 0-28 dias. Com certeza isso permitirá um aumento da eficácia da vacina, com o apoio então nesses dados do estudo clínico.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Dimas. André, muito obrigado. Continue conosco aqui acompanhando a coletiva, se você puder. Nós vamos desconectar você aqui da tela. E agora presencialmente com a Maria Djaimo, da Rádio e TV Bandeirantes, e também da Band News TV, e Band News Rádio. Maira, boa tarde. Já estivemos juntos logo cedinho hoje no Butantan. Maira está fazendo três turnos de trabalho aqui pela Bandeirantes. Bem-vinda, Maira. Boa tarde, sua pergunta, por favor.

MAIRA DJAIMO, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Antes eu só queria esclarecer a pergunta de um colega, então as 46 milhões de doses, a totalidade vão ser entregues quando? E eu queria pergunta em relação às próximas etapas de vacinação, foi uma ótima notícia hoje a gente ter aí previsão para vacinação de pessoas com mais de 60 anos. Mas tem vários grupos reivindicando um lugar aí nessa fila, pessoas com comorbidades, transplantados. E inclusive também cobradores e motoristas de ônibus, e metroviários que estão prevendo até uma greve para o dia 20 de abril. Então eu queria saber, de acordo com o centro de contingência, com a Secretaria de Saúde, quem que deve vir depois para as pessoas até se planejarem. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Maira, vamos começar com a Regiane de Paula, que é a coordenadora do PEI - Programa Estadual de Imunização, médica e responsável nos últimos dez anos, pelos programas de imunização no Estado de São Paulo, através do SUS - Sistema Único de Saúde. Aproveito para lembrar também que nós já iniciamos a entrega também da vacina contra a Gripe, 100% produzida pelo Instituto Butantan, são mais de 80 milhões de doses da vacina contra à gripe, e a imunização já começou em todo o Brasil, com as doses dessa vacina fornecida aqui pelo nosso Instituto Butantan. Mas vamos começando pela sua segunda pergunta, como a Regiane. Regiane.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA-GERAL DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO DE SÃO PAULO: Obrigada, governador. Maira, nós não temos nenhum comprometimento, nós estamos avançando de acordo com o Programa Nacional de Imunizações, ou seja, nesse momento chegamos a 60 anos, e quando nós chegamos a 60 anos o Programa Nacional de Imunizações ele diz que nós devemos trabalhar com as comorbidades. Então nós temos toda quinta-feira uma reunião do Plano Estadual de Imunização, alguns que estão aqui fazem parte, junto com o governador, vice-governador, membros do centro de contingência, doutor Dimas. E nós avaliamos sistematicamente aquilo que está no Programa Nacional de Imunizações, quantitativo de doses. E por isso que nós colocamos agora, no início do mês de abril nós tínhamos uma expectativa de receber da Fiocruz 5 milhões de doses para todo o Brasil. Hoje, nessa semana, ela caiu para 18,8, e o Estado de São Paulo, que tinha uma perspectiva de receber 720 mil doses, em torno de 720 mil doses, está para receber 510 mil doses. Então, nós temos que acompanhar esse quantitativo também de doses e, como o governador disse, precisamos de mais vacinas. Tendo mais vacinas, vamos seguir o calendário e trabalhar de acordo com aquilo que está no programa nacional de imunização. Portanto, fazendo 60 anos, devemos então olhar para as comorbidades, é o que está previsto no plano nacional de imunização, e assim que a gente pretende trabalhar também. Obrigada, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Regiane. E vamos então, Dimas Covas, apenas para a complementação. Lembrando que são, Maira, 100 milhões de doses da vacina do Butantan, que serão entregues até o dia 30 de agosto. Nós conseguimos antecipar, graças a esse esforço do Butantan, de 30 de setembro para 30 de agosto, mas, obviamente, dependemos dos insumos, que vêm da China, para elaboração dessas vacinas. Muito em breve, com a Butanvac, nós teremos insumos e produção integralmente realizados aqui em São Paulo, no Instituto Butantan. Dimas Covas.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTAN: Bom, em maio então, até o dia 10, nós entregaremos as 46 milhões, e já iniciamos a entrega dos 54 milhões adicionais. Com essa partida, será possível a produção de 5,6 milhões de doses. Se chegar um adicional de 3.000 litros que estamos aguardando, pode ser que esses quantitativos aumentem, em termos de doses, mas os prazos são esses.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado então, Maira, obrigado, Dimas. Vamos agora à Rádio CBN, Natacha Mazzaro. Natacha, muito obrigado pela sua presença aqui, boa tarde. Sua pergunta, por favor.

NATACHA MAZZARO, REPÓRTER: Governador, boa tarde, boa tarde a todos. Governador, minha dúvida é em relação ao Plano São Paulo. Para retomada da fase vermelha, um dos indicativos era em relação que tinha caído o número de internações em todo o Estado de São Paulo. Mas tem muitas regiões aqui no Estado de São Paulo, que a taxa de ocupação de leitos está acima de 90%. Ontem, eram 10 regiões, das 17, em especial Presidente Prudente, com 96,9% da taxa de ocupação de leitos de UTI. A minha dúvida é: Há possibilidade dessas regiões, que estão com taxa de ocupação de leitos acima dos 90%, regredirem para a fase emergencial do Plano São Paulo, já que a fase vermelha, ela funciona até o dia 18? Fica também a dúvida se a fase vermelha será prorrogada em todo o Estado de São Paulo. Ou se o Governo avalia que essas regiões, ao invés de regredir para a fase emergencial, teriam uma outra possibilidade, uma outra alternativa, como a criação de novos leitos.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ótima pergunta, Natacha. Lembrando que, na próxima sexta-feira, nós teremos coletiva de imprensa aqui, sob liderança do Rodrigo Garcia, vice-governador e secretário de Governo, onde nós anunciaremos a próxima etapa, da semana seguinte, lembrando que a atual fase vermelha se encerra no próximo domingo. Portanto, na sexta-feira, nós teremos essa abordagem de forma completa. Mesmo assim, Patrícia Ellen, aqui ao meu lado, secretária de Desenvolvimento Econômico, vai responder o conjunto das questões formuladas por você. Patrícia.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: Muito obrigada, obrigada, governador. Muito importante essa pergunta, porque a fase emergencial, ela foi criada num contexto e a necessidade de fazer uma gestão da pandemia no Estado como um todo, porque houve uma piora generalizada no Estado, com o advento da segunda onda, e por isso criamos essa fase adicional, com medidas mais duras, para aplicação em todo o Estado. O que nós fizemos agora para a retomada gradual para o Plano São Paulo é exatamente porque nós vimos uma melhora muito grande no Estado, o secretário Jean apresentou, a maior queda de internações que nós tivemos, desde o início dessa segunda onda, foi nessa última semana epidemiológica, com o número, uma melhora, uma redução de internações de 17,4% em uma única semana. Então, isso é uma conquista de todos, e é importante que todos que tenham feito o esforço também possam utilizar essa informação, com as pessoas que continuam negando o efeito da ciência, das práticas de distanciamento social. Esse é um resultado que prova a eficácia dessas medidas e a importância da fase emergencial, neste contexto. Por outro lado, nós temos que ver que agora houve muitas regiões que apresentaram uma melhora significativa. Então, você está correta: Presidente Prudente, Bauru, Barretos, são regiões que, sim, apresentam um momento ainda, um quadro muito preocupante, mas nós tivemos também grandes avanços em outras regiões. A Grande São Paulo, como um dos exemplos hoje, está com 85,8% de ocupação, na verdade melhor que isso, agora no último dia 21 ela reduziu um pouco mais, e nós temos aqui, na taxa de ocupação do dia, nós temos 83% de ocupação na Grande São Paulo. Então, nós vemos que já estamos tendo essa heterogeneidade novamente, regional, por isso que nós estamos, neste momento em fase vermelha em todo o Estado, e estamos acompanhando diariamente as informações, para que, na próxima sexta-feira, nós tenhamos a visão de como será a aplicação do Plano São Paulo nas próximas semanas. O importante é evitarmos tentar prever a próxima etapa antes de ter os dados, e reforço a importância de seguirmos as recomendações e os protocolos da fase vermelha, porque, tendo melhores resultados nos próximos dias, nós poderemos seguir avançando na retomada das atividades econômicas.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Patrícia. Natacha, muito obrigado. Antes da próxima pergunta, que é da Graciele, do Portal Metrópolis, e também da Daniela Gemniani, da TV Globo, GloboNews, estou aqui acompanhando ao vivo as informações, e o site O Antagonista dá agora uma notícia de que o presidente Jair Bolsonaro acaba de fazer um pronunciamento, onde ele afirmou a apoiadores dele, ou seja, malucos como ele, na sede do Palácio da Alvorada, que espera uma sinalização do povo para tomar providências contra lockdown. Eu quero dizer ao presidente Jair Bolsonaro, o que o senhor deveria esperar do povo é aquilo que o senhor não oferece ao povo: compaixão e proteção à população do seu país. Com o seu negacionismo, o senhor é responsável por uma parcela considerável das quase 380 mil vidas que se perderam no Brasil. Se o senhor tivesse compaixão e liderança, teria oferecido vacina e não cloroquina para os brasileiros. Agora sim, Graciele Castro, Portal Metrópolis, boa tarde, bem-vinda. Sua pergunta, por favor.

GRACIELE CASTRO, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Eu queria voltar à questão dos insumos. Quando foi anunciado, nesse mês, que a gente receberia um carregamento, falaram que viriam dois carregamentos. O primeiro está previsto agora para o dia 19, e eu queria saber como está o próximo e qual é a previsão daqui pra frente, para os próximos meses, maio, junho. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Graciele. Responderá Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, mas eu volto a reafirmar aqui: Até o final do mês de agosto, vamos entregar 100 milhões de doses da vacina do Butantan para o sistema nacional de imunização, o programa nacional de imunização, e com a vacina do Butantan. Evidentemente, sempre precisamos dos insumos, que vêm da China. Esperando que não tenhamos nenhum problema, de nenhuma ordem, nem diplomática, nem de ordem técnica, para que, com esses insumos, possamos produzir a vacina. Até aqui, tudo tem funcionado muito bem. Dimas Covas.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTAN: Na realidade, para a primeira semana de abril estava prevista a chegada de 6.000 litros de insumos da China. Esses 6.000 foram particionados, lá na China, em duas remessas de 3.000 litros. A primeira, essa que chega agora no dia 19, como eu mencionei, e estamos aguardando autorização para a segunda remessa de 3.000 litros, portanto, para fechar aí o que estava previsto para abril. A partir de maio, são os 54 milhões, é um outro contrato com o Ministério, cujo cronograma é até agosto. O governador acabou de mencionar que, originalmente, era até setembro, e houve uma renegociação de volumes de matéria prima, o que vai permitir a entrega até agosto. Essa matéria prima ainda não está autorizada para vir, quer dizer, a autorização é lote a lote. Então, aguardamos para o começo de maio o início dessa remessa de matéria prima para os 54 milhões de doses.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. Obrigado, Graciele, obrigado, Dimas Covas. Agora, a última pergunta, Daniela Gemniani, da TV Globo, GloboNews. Daniela, já chegando aqui até o microfone. Boa tarde, Daniela, bem-vinda mais uma vez. Sua pergunta, por favor.

DANIELA GEMNIANI, REPÓRTER: Boa tarde, governador, boa tarde a todos. Governador, aproveitando o gancho que o senhor colocou agora, da declaração do presidente, eu gostaria de saber do senhor o que o senhor espera com a CPI, que foi instaurada ontem, essa declaração de hoje, enfim, o que deve ser apurado. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Daniela, eu entendo que quem não deve, não teme. Quem não tem temor, quem não pratica irregularidades, quem cumpre o seu dever como homem público, à frente de uma prefeitura, de um Governo, ou do Governo federal ou do Governo estadual, não tem que temer a CPI. Mas a CPI cabe sempre ao Poder Legislativo: no caso do município ao Poder Legislativo Municipal, Câmara Municipal; no caso do Estado, à Assembleia Legislativa estadual; e no caso do Governo federal, ao Congresso Nacional. Nosso apoio, o apoio do meu partido, que é o PSDB, e o meu, como governador, à CPI que está sendo instalada, discutida nesse momento no Senado Federal, para se avaliar aquilo que o Governo federal deixou de fazer, quero deixar aqui também este registro. Portanto, tem o nosso apoio à CPI. E se tiver que envolver a análise de recursos distribuídos aos Estados, que o faça. Nós, aqui em São Paulo, não temos nada a temer, a CPI será bem-vinda.

Com isso, nós concluímos, obrigado, Daniela. Com isso nós concluímos a nossa coletiva de hoje, lembrando que, na próxima sexta-feira, às 12h45, estaremos aqui novamente, com a liderança do Rodrigo Garcia, nosso vice-governador. A você, que está em casa nos acompanhando, fique bem, fique protegido. Se possível, não saia da sua casa, faça seus trabalhos remotos. Se tiver que sair, por extrema necessidade, use máscara, álcool em gel, se proteja, distanciamento em relação a outras pessoas. Fiquem em paz, fiquem com Deus, muito obrigado. Boa tarde.