Coletiva - SP atinge 68 milhões de doses entregues para vacinação dos brasileiros 20211108

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Coletiva - SP atinge 68 milhões de doses entregues para vacinação dos brasileiros 20211108

Local: Capital – Data: Agosto 11/08/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Pessoal, bom dia mais uma vez. Aqui de volta com o nosso Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, nossa Regiane de Paula, que é coordenadora do PEI - Programa Estadual de Imunização, Jean Gorinchteyn, nosso secretário da Saúde. Bem, hoje nós estamos entregando nessa manhã para o Ministério da Saúde mais 2 milhões de doses da vacina do Butantan, agora no total, 68,850 milhões de doses da vacina do Butantan entregues para o Ministério da Saúde para imunização dos brasileiros. E cumprindo o nosso compromisso de antecipar em 30 dias uma entrega das vacinas do Butantan, em um total de 100 milhões de doses, até o dia 31 de agosto, estaremos entregando 100 milhões de doses da vacina do Butantan. Com a entrega do Ministério da Saúde aqui nós antecipamos as entregas, e com isso conseguimos ajudar outros estados, outros municípios a avançarem no seu programa de imunização. Então vamos agora às perguntas, começando pela Bruna Barbosa, depois o Guilherme Balza, depois o Vinícius Passareli, e a Vitória Damasceno. Bruna, bom dia. Obrigado por estar aqui conosco mais uma vez, sua pergunta, por favor.

BRUNA BARBOSA, REPÓRTER: Bom dia, governador. Bom dia, a todos. O secretário da Saúde do Ceará firmou contrato com o Butantan, daquelas doses adicionais da Coronavac, 3 milhões de doses com previsto de entrega para 25 de agosto. O Butantan pode entregar essas doses para outro estado antes de firmar o contrato, entregar o contrato para o Ministério da Saúde? Além disso, em julho, governador, além do Ceará o governo anunciou também uma negociação com o Espírito Santo, avançou com o Espírito Santo também? Há outros estados interessados? Eu queria uma atualização sobre isso. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Ok. Bruna, responderá Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTÃ: Bruna, sim, o contrato com o Ceará, na realidade, está na fase de finalização, já foi assinado. E uma das cláusulas é que nós vamos entregar assim que nós cumprirmos o contrato com o ministério, está previsto para até o final desse mês sim a entrega já das primeiras doses do Ceará. O Espírito Santo também está em fase de negociação, e outros estados, nós temos mais quatro estados que estão manifestando interesse, e estamos evoluindo aí na questão dos quantitativos. Então a partir do final de agosto nós teremos as vacinas disponíveis para atender alguns estados, da mesma forma que nós estamos negociando também com outros países aqui da América Latina, que já tinham pedido anterior de fornecimento de doses. Então nós estamos trabalhando nessa perspectiva de a partir de setembro trabalhar com esse público, estados e países aqui da América Latina.

BRUNA BARBOSA, REPÓRTER: Então essa data de 25 de setembro ela não está no contrato? Só para ficar claro.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTÃ: Não, não está no contrato.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Na verdade, 25 de agosto, você fala setembro. Para ficar claro, nós vamos concluir a entrega das 100 milhões de doses, para ficar bem claro, cumprir o contrato, e já a partir do dia seguinte os estados que solicitaram, especificamente o estado do Ceará, com 3 milhões de doses. Também outra solicitação formalizada pelo governador do estado do Espírito Santo, General Casagrande, e o Butantan vai atender, assim que concluir a entrega das 100 milhões de doses. Como nós estamos antecipando o prazo, 48 horas após a entrega de todas as vacinas para o Ministério da Saúde, o Butantan estará apto para fazer a entrega de vacinas para estados e municípios que queiram adquirir a vacina para completar o seu programa de imunização. E o primeiro estado, de fato, é o estado do Ceará. Portanto, muito em breve o estado do Ceará estará recebendo mais de 3 milhões de doses adicionais da vacina do Butantan. Mas antes, repito, vamos completar o nosso compromisso e entregar 100 milhões de doses para o PNI - Programa Nacional de Imunizações. Guilherme Balza, bom dia mais uma vez, bem-vindo. Sua pergunta, por favor.

GUILHERME BALZA, REPÓRTER: Bom dia, governador. Bom dia, a todos. Vamos aproveitar a presença do doutor Dimas Covas, e perguntar sobre um estudo que a Sinovac concluiu, na verdade, são dois estudos complementares, relativos à terceira dose, um deles recomenda, diz que as pessoas com mais de 60 anos devem receber a terceira dose da vacina da Sinovac. E o outro diz que depois de seis a oito meses depois da segunda dose, a terceira dose amplia em até cinco vezes a quantidade de anticorpos neutralizantes. Queria saber se vocês já receberam esse estudo, que análise que vocês fazem? O que muda a partir dessas conclusões? E outra pergunta é sobre variante delta, tem algumas regiões que estão com uma prevalência diferente de outras, a grande São Paulo e a Baixada Santista, principalmente, estão com percentual de casos maior do que em outras regiões. Dá para perceber algum comportamento da pandemia diferente nessas regiões? Nessas regiões o número de casos e mortes tem se comportado na evolução de maneira diferente em outras regiões, que até outros eventos prevalentes? É isso.

DIMAS COVAS, PRESIDENTE DO INSTITUTO BUTANTÃ: Guilherme, com relação a esses estudos, sobre os estudos que estavam em andamento na China, e da mesma forma que estão em andamento em outros países, inclusive aqui no Brasil, nós temos um estudo em início lá no município de Serrana, que é o mesmo tipo de estudo que estão sendo produzidos aí por todas as vacinas. Quer dizer, é a questão da dose de reforço ou terceira dose. Eu não chamo de terceira dose, porque na realidade, não é esse o objetivo central, o objetivo central é ter um reforço vacinal, e necessariamente ele não precisa ser da mesma vacina que completou as duas doses anteriores, assim trabalham já alguns países, inclusive já com anúncios públicos de início do segundo ciclo vacinal. Aqui no Chile isso foi anunciado, Israel anunciou, Estados Unidos está a ponto de anunciar, Reino Unido também vai anunciar proximamente o segundo ciclo vacinal. Então uma dose adicional de vacina ela pode ser necessária em alguns cenários, um cenário é a questão dessas variantes, e principalmente no Chile, nos Estados Unidos, no Reino Unido, a preocupação maior é a variante delta. Então aqueles que já completaram grande percentual de vacinação com duas doses, estão enfrentando nesse momento o aumento dos casos com a variante delta. Daí estão fazendo planejamento de fazer um reforço vacinal. A Organização Mundial de Saúde se manifestou já formalmente em relação a esse assunto, na opinião da Organização Mundial de Saúde os países devem protelar ao máximo o início de um segundo ciclo de vacinação, e fornecer as vacinas para os países que ainda não tiveram acesso à vacina. Essa é a uma forma de você combater a epidemia, quer dizer, não podemos imaginar que vamos controlar a epidemia nos Estados Unidos ou no Reino Unido, se a epidemia estiver traçando solta na Ásia ou na África. Então a Organização Mundial de Saúde já tem uma posição fixada em relação a isso. Na minha opinião, é uma posição correta, que nós temos que terminar o ciclo vacinal, e depois olhar para os países que ainda nem sequer começaram a vacinação. Aqui no Brasil a situação é completamente diferente, aqui no Brasil nós ainda estamos com um pouco mais de 20% da população geral com duas doses, e precisamos avançar, precisamos completar essa vacinação com duas doses, um desafio do Brasil hoje é adiantar a segunda dose exatamente para fazer face à variante que pode estar surgindo aí, que é a variante delta. Então essa é, acho que, na minha opinião, a melhor estratégia. Com relação à questão clínica, eu acho que [Ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Dimas. Jean Gorinchteyn.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Eu quero aproveitar e fazer duas considerações. Isso, naturalmente acontece a necessidade de nós fazermos reforço de vacinas com outros vírus, a gente sempre faz analogia de vírus respiratório como vírus da Gripe, que tem uma tendência natural de queda desses anticorpos neutralizantes, e por isso fazer anualmente doses de reforço dando essa proteção continuada. Esses imunizantes são novos, estamos aprendendo com essa sequência tanto na prática da vida diária, como também nos estudos que estão sendo realizados, para nós sabermos qual é o tempo desses anticorpos, e quanto eles recebendo o reforço que nós chamamos de booster vacinal, vai perdurar por mais tempo. Estamos planejando, São Paulo é um estado que planeja, todas as quintas-feiras nós temos uma reunião do PEI - Programa Estadual de Imunização, que tem a presença inclusive do governador João Doria, liderança científicas, membros do centro de contingência, o próprio Dimas Covas ali presente, para nós sabermos qual a estratégia que vai ser tomada a partir do próximo ano. Com relação às variantes, nós temos já 135 casos da variante delta detectado no estado de São Paulo, dessas, nós temos 36 casos já definidos como comunitários, autóctones, são aqueles que foram adquiridos na comunidade, sem contato algum com alguém que tenha viajado, ou a própria pessoa tenha estado fora do país. Dez desses foram importados, ou seja, vieram de fora do país. Oitenta e nove, porém, estão ainda em investigação epidemiológica, que é exatamente, eu tenho a detecção da mutação delta, e a partir de então os municípios fazem os inquéritos que nós chamamos, os questionamentos a cada um dos pacientes para saber, se tiveram história de viagem ou não. O que nós observamos em todos os pacientes que tiveram a detecção deste vírus? Sintomaticamente são casos leves, não necessitava, aqueles que necessitaram intervenções de internação hospitalar, foram internações que foram em enfermarias, portanto, não em Unidades de Terapia Intensiva. O rastreio das pessoas ao entorno, até o momento, nós não identificamos pessoas no seu entorno, familiares, cônjuges ou pessoas do seu trabalho que tenham sido positivadas, portanto, nós entendemos que não apenas a vacinação é algo que protege, mas máscara, a máscara é o diferencial, tanto para Israel, que tinha um percentual de vacinação muito grande, mas aboliu a máscara, assim como Reino Unido, e também o próprio Estados Unidos.

GUILHERME BALZA, REPÓRTER: Quantos internados nisso tudo?

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: O que nós temos a informação aí que são dois internados no município de Santos. Mas internados com caso leve, sem necessitar internação nas Unidades de Terapia Intensiva.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean. Obrigado, Guilherme. Agora com vocês, Rádio CBN. Bom dia.

VINÍCIUS, REPÓRTER: Bom dia, governador. Secretário, todos presentes. Primeiro eu queria perguntar em relação aquele impasse com o Ministério da Saúde sobre as doses da Pfizer, havia uma expectativa que ainda ontem o ministério enviasse pelo menos, uma parte daquele lote que é cobrado, e se foi enviado? Se não, há um prazo para que isso seja feito? E também em relação àquela polêmica envolvendo doses retidas da Coronavac pelo estado de São Paulo, isso foi conversado já com o Ministério da Saúde? Há um consenso sobre isso? Queria ainda na esteira da pergunta dos internados, saber se o estado tem um dado consolidado dos atuais internados, tanto em enfermaria e UTI, qual é a taxa de vacinação deles? E, governador, se me permite só mais uma pergunta, há uma pressão para que São Paulo...

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Você vai pedir música no Fantástico, não?

VINÍCIUS, REPÓRTER: Pode ser. Não, só perguntar se há uma possibilidade de o estado antecipar a volta de público a estádios? A gente sabe que há uma pressão para que isso ocorra nos jogos da Copa do Brasil, e também para Brasil e Argentina marcado para 5 de setembro na Arena Corinthians. Há possibilidade de público nesses eventos? Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Vou começar pelo final. Mas lembrando que as duas primeiras perguntas serão respondidas na coletiva de imprensa hoje às 12h45min, relativas às doses da Pfizer, e nessa relação de vacinas com o Ministério da Saúde. Eu acho que você vai estar lá, inclusive na coletiva, será respondida lá. A segunda pergunta o Jean vai responder, e a última resposta é não, nós vamos manter o calendário como está, não haverá antecipação de público, liberação de público para os estádios de futebol fora do prazo que já foi orientado. E tão pouco para o jogo agora de setembro, não haverá presença de torcida no estádio aonde a seleção vai se apresentar. Jean.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Nós temos hoje a ocupação dos leitos das Unidades de Terapia Intensiva, 45% no estado de São Paulo, e 42% na grande São Paulo. Lembrando que algumas cidades, por exemplo, como São Bernardo, tem 20% da sua taxa de ocupação. Assim como regiões como a Baixada Santista, 30% apenas de ocupação. São aproximadamente 4.400 mil pessoas internadas nas UTIs, e 4.600 mil pessoas internadas nas enfermarias. Portanto, nós estamos diminuindo não só as internações nas UTIs, como também nas enfermarias, algo que nós não víamos desde o início da nossa crescente da primeira onda, e isso a partir de junho do ano passado. Então, portanto, estamos com números que tem o seu impacto frente à vacinação. Infelizmente nós não temos os dados que não são reportados de quanto esses indivíduos são vacinados, se foram de forma plena, com uma dose só, ou com as duas doses, quanto tempo depois de terem recebido a segunda dose esses dados estão segmentados nos próprios municípios e nós não obtemos essas informações que seriam muito preciosas no momento como esse. Mas nos valemos dos estudos que existem fora, os estudos feitos, por exemplo, nos Estados Unidos, mostram que 99%, 99% das pessoas que estão internadas nos hospitais, não fizeram uso sequer de uma dose da vacina. Então isso é muito claro que não vacinar, não se proteger significa um risco de ainda adquirir formas graves, e até mesmo fatais do COVID-19.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean. Vinícius, obrigado. Vamos à última pergunta, da Vitória, da Folha de São Paulo. Vitória, mais uma vez, bom dia, bem-vinda. Sua pergunta, por favor.

VITÓRIA, REPÓRTER: Bom dia, governador. Bom dia, a todos. Na semana passada a gente teve o anúncio do contêiner da Avenida São Paulo, para identificar as variantes, principalmente para combater a variante delta, e a gente sabe que a testagem é uma forma muito importante de a gente combater a disseminação do Coronavírus. Eu queria saber se o governo de São Paulo tem novas estratégias de testagem, pensando agora na contenção da disseminação da variante delta, especificamente?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Vitória. Jean Gorinchteyn.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: O que São Paulo tem feito, sempre de forma preventiva, se antecipando à questão das testagens, é antes de nós termos qualquer identificação da variante no nosso meio, nós já pegávamos amostras de forma aleatória, era positivo, era feito, portanto, a testagem. E a partir disso nós identificamos exatamente essas cepas, e podemos inclusive entender que em alguns municípios elas já eram locais, comunitárias. Dessa forma entendemos que a necessidade de se ampliar a testagem não só através do teste de antígeno, aquele teste rápido, que positiva inclusive com sintomáticos, aqueles que tem sintomas bem leves, mas nos ajudam a rastrear para o segmento do PCR, e fazer a análise genômica, principalmente em algumas regiões específicas. Foi o que aconteceu na região do Vale do Paraíba, onde o Instituto Butantan enviou esse laboratório móvel para a possibilidade de sequenciar até 300 amostras desse PCR, ou seja, de fazer uma análise genômica para aqueles PCRS que tivessem vindo positivos. Então nós estamos muito atentos à identificação dessas variantes. Essa iniciativa do Instituto Butantan ajuda sobremaneira no rastreio e nas medidas de contenção que são tomadas nas comunidades em que existe uma prevalência maior dessa mutação viral.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean. Antes de terminar, Vitória, obrigado, mas antes de concluir, eu quero aqui dar uma boa notícia, e convidar a doutora Regiane para fazer uso aqui da palavra, a boa notícia é que São Paulo segue vacinando mais de 0,5 milhão de pessoas por dia, ou seja, é um processo vacinal de grande agilidade, graças ao sistema de saúde pública do estado, e também as prefeituras com as suas secretarias municipais de saúde. O Brasil vacina em média 1 milhão, 1,100 milhão de pessoas por dia, praticamente a metade, em alguns dias, até mais da metade estão sendo vacinados aqui em São Paulo. Essa é a razão pelo qual o processo vacinal em São Paulo é mais acelerado, e será o primeiro estado a concluir a vacinação de todos os adultos com mais de 18 anos, agora no próximo dia 16, está mantida, aliás, essa data, estaremos concluindo a vacinação com a primeira dose, e iniciando dois dias depois a vacinação dos jovens de 17 até 11 anos de idade. Mas os dados vocês vão ver agora com a doutora Regiane, são dados que nos trazem, nos enchem de esperança, e mostram a velocidade da vacinação aqui em São Paulo. Regiane.

REGIANE, COORDENADORA GERAL DO PROGRAMA DE VACINAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigada, governador. Bom dia, a todos e todas. Doses aplicadas até esse momento, 41.100.755 milhões de doses. Sendo que de primeira dose, 29.130.277 milhões, e de segunda dose, 10.857.673 milhões. E dose única, 1.111.805 milhões. Portanto, o estado de São Paulo nesse momento completou seu esquema de 18 anos ou mais, a primeira dose aplicada em 85,67% da sua população. Quando eu falo da população total do estado de São Paulo, nós falamos de 65,33%, e quando a gente fala no esquema vacinal completo, aquele que tomou a D1, a primeira dose e a segunda dose, ou a dose única da vacina, nós estamos falando de 25,86% da população do estado de São Paulo. Vacinamos, e a vacina boa é a vacina no braço. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Obrigado, Regiane. Pessoal, muito obrigado, daqui a pouquinho nos veremos todos lá na coletiva de imprensa, às 12h45min, temos informações importantes para vocês. Obrigado, se protejam, estejam bem. Até daqui a pouquinho. Obrigado, pessoal.