Coletiva - SP inicia vacinação contra COVID-19 para pessoas com síndrome de Down 20211005

De Infogov São Paulo
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Coletiva - SP inicia vacinação contra COVID-19 para pessoas com síndrome de Down 20211005

Local: Capital – Data: Maio 10/05/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Tudo bem? Vamos começar então. Bem, boa tarde. Obrigado mais uma vez pela presença de vocês, alguns eu vi hoje logo cedinho, lá no Butantan. Aos que eu não vi ainda, boa tarde, bem-vindos. Nós estamos no Instituto Jô Clemente, o presidente do Conselho do Instituto Jô Clemente é um grande amigo meu, Michel Brum (F), que está aqui ao meu lado, meu amigo de infância, literalmente, estudamos juntos na escola. Uma feliz coincidência de vida nos trazer aqui neste momento, em que iniciamos, Michel, a vacinação das pessoas com Síndrome de Down aqui no Estado de São Paulo, e muito feliz por termos a oportunidade de iniciar essa vacinação de todos que têm Síndrome de Down, de 18 até 59 anos. Participam também, além do Michel, desta coletiva, havendo, evidentemente, necessidade de intervenção, a Regiane de Paula, que é a nossa coordenadora de imunização do PEI, Programa Estadual de Imunização, e também que coordena, no Estado de São Paulo, o Plano Nacional de Imunização. Também o Jean Gorinchteyn, nosso secretário da Saúde, que está aqui ao meu lado, a Célia Leão, nossa secretária para as Pessoas com Deficiência, a Bia Doria, que é a minha esposa, como sabem, e também presidente do Conselho do Fundo Social, e a Daniela Mendes, que é superintendente geral aqui do Instituto Jô Clemente. Primeiro, meu carinho à memora da dona Jô, que eu conheci ainda menino, eu tinha 21 anos quando eu conheci a dona Jô, fazendo aquele grande evento, aquele grande salão, aquela grande feira, a Feira da Bondade, no Anhembi. Isso era em 1984... 1983, 1984.... 1982, 1983 e 1984, três anos que eu fiquei dirigindo a Paulistur, como secretário do Mário Covas, eu recebia lá a dona Jô, preparando e organizando a Feira da Bondade, que marcou história em São Paulo e no Brasil. E Michel, nosso tempo de Colégio Rio Branco, marcou história, nós jogávamos futebol juntos, na quadrinha lá do Rio Branco, lá embaixo, com o professor Mário, que era um dos professores nossos de educação física, que gostava de jogar bola, e também, com o que eu descobri agora, o seu cunhado, o Marcel. Ele também, o Marcel jogava. Mal, mas jogava bola. Pode dizer isso pra ele. Michel já era melhorzinho, jogava na defesa... O Marcel, mais ou menos, Marcel Neumann, a gente colocava ele na reserva, mas manda um abraço pra ele também.

Bem, pessoal, então nós vamos direto às perguntas, pra facilitar e também evitar aglomerações por tempo maior, aqui nessa unidade do Instituto Jô Clemente. Nós vamos começar exatamente com você, William Cury, Will, da TV Globo, GloboNews. Sua pergunta, por favor, Will. Não vou contar o nome que está escrito aqui, fica tranquilo.

WILLIAM CURY, REPÓRTER: Está ligado?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Está ligado, sim.

WILLIAM CURY, REPÓRTER: Está? Boa tarde a todos. Essa semana é importante para a vacinação aqui no Estado de São Paulo, praticamente um novo grupo entrando todo dia na campanha de vacinação. Hoje, entram então pessoas com síndrome de Down, pacientes renais, transplantados. Amanhã, tem metroviários, as gestantes, puérperas... E depois, na quinta, tem comorbidades acima de 55 anos. Queria saber se o Governo avalia que pode ter subestimado o grupo de comorbidade, o número de pessoas estimado, esperado para entrar aí na campanha de vacinação, com o que pode aparecer, de fato, nas filas, a partir de quinta-feira. Obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, Will, a resposta será dada por duas pessoas que estão aqui ao meu lado: pelo Dr. Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde, e pela Regiane de Paula, que é a coordenadora do Programa de Imunização. Mas eu quero antecipar que nós temos um comitê do PEI, do Programa Estadual de Imunização, que se reúne todas as quintas-feiras, às 18h, precedido de uma outra reunião do comitê Butantan, e durante duas horas todos os setores da saúde do Estado de São Paulo, os setores também de imunização, se reúnem para avaliar criteriosamente passo a passo da vacinação. Eu participo da reunião, o vice-governador participa da reunião, secretário de Segurança Pública, outros secretários, transversalmente, que também podem contribuir no processo de imunização, todos participam. Então, isso nos dá muita segurança do passo a passo. Mas como esse é um tema de saúde, e saúde é ciência, fala a ciência, Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DA SAÚDE: Toda a programação de vacinas para progressão de grupos, sejam etários, sejam grupos que nós chamamos temáticos, de determinado grupo profissional, ou das comorbidades, é avaliado gota a gota, dando a condição e a possibilidade que quem receba uma dose da vacina também tenha contabilizada a possibilidade da segunda dose. E é assim que é feito, para que nós não tenhamos o risco das pessoas que foram elencadas dentro de toda a expectativa de receberem uma vacina, lá chegarem e ela não estar disponível. Então, o Plano Estadual de Imunização segue o Programa Nacional de Imunização, mas ele tem como responsabilidade a quantificação adequada para cada grupo, em específico, dando, portanto, essa segurança.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Jean. Regiane.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO: Governador, boa tarde, boa tarde a todos, é um prazer enorme estar aqui. Will, é exatamente o que o secretário falou. Então, nós recebemos do Ministério da Saúde um quantitativo para esse grupo de comorbidades, e nós avaliamos ele dia a dia, passo a passo. Se, em algum momento, a gente perceber que esse grupo, ele é maior, nós já inclusive, governador, enviamos uma solicitação para o Ministério da Saúde, porque a gente tem uma avaliação de um público um pouco maior, mas não nessa faixa etária agora, porque a gente vai chegar até 18 anos fazendo o recorte a cada cinco anos. Então, estamos trabalhando, dia e noite, para que a gente possa ter a vacina para todos os paulistas, como disse o Dr. Jean, como o próprio governador diz, D1 e D2, nos prazos oportunos. Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Regiane. Mas aproveitando a pergunta do Will, vamos dar o número também, Will, do vacinômetro agora, nesse momento. Pode dar, Regiane.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO: O vacinômetro...

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Usa o meu.

REGIANE DE PAULA, COORDENADORA DO PROGRAMA ESTADUAL DE IMUNIZAÇÃO: Vamos lá. Não, já deu aqui, governador. Então, nesse momento, às 15h56, o vacinômetro tem de doses aplicadas no Estado de São Paulo, 13.550.579 doses aplicadas, sendo 8.708.215 de primeira dose, e de segunda dose, 4.844.364, significando o quê? Que, nesse momento, quase 5 milhões de pessoas completaram o seu esquema vacinal, estão imunizados no Estado de São Paulo, e é uma grande alegria, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, isso é uma grande alegria pra nós, está aqui o vacinômetro. Os dados são de agora, atualização minuto a minuto. É sempre bom saber quantas pessoas estão vacinadas, tanto com a primeira dose quanto com a segunda dose também. Regiane, obrigado. Will, muito obrigado. E agora, Daniel Lian. Daniel Lian, há tempos que eu não te vejo, eu só te escuto na Jovem Pan, mas eu não te vejo. Diz a lenda que você só trabalha depois das 3h da tarde, vai das 3h às 18h? Das 15h às 18h? Mas de qualquer maneira estamos ainda no seu horário. Brincadeira, Daniel Lian. Bem-vindo.

DANIEL LIAN, REPÓRTER: Bem que eu gostaria, viu, governador. Boa tarde ao senhor, também um prazer revê-lo aqui. Governador, eu gostaria, primeiramente, de saber se o Governo teme atrasos maiores em relação aos insumos. A segunda questão é sobre uma postagem que o senhor fez hoje, em relação à concessão de aeroportos aqui de São Paulo. Como é que será feita essa concessão? E ainda na esteira das concessões, sobre como é que está o processo da concessão do complexo do Ibirapuera? Obrigado e um prazer, novamente.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Daniel. Bom, na verdade, três perguntas. Vou começar pela saúde: Sim, temos o temor, porque faltam insumos. E por que faltam insumos? Porque o Governo da China não autorizou o embarque. Nós temos 10 milhões de insumos da vacina Coronavac, da vacina do Butantan, prontos no laboratório Sinovac. Eles estão em ambiente refrigerado, em contêineres, aguardando simplesmente a liberação do Governo da China, para o embarque para o Brasil, de Pequim para São Paulo, 10 milhões de litros... Perdão. Dez mil litros, corrigindo, 10 mil litros, corresponde a quase 18 milhões de doses para a vacina do Butantan. É muita vacina e muito necessário aqui para o Brasil. Mas esses 10 mil litros só serão autorizados pelo Governo da China, e é um problema diplomático, eu tenho repetidas vezes mencionado isso, e um problema que se dá pelas manifestações sucessivas equivocada, erráticas, desnecessárias do Governo Federal, do Presidente Jair Bolsonaro, dos seus filhos, do seu ministro da Fazenda, Paulo Guedes, e de outros ministros falando mal da China, do Governo chinês, do povo chinês e da vacina da China, e é a vacina que nos salva. Aliás, os insumos também da AstraZeneca, a outra boa vacina que nós temos no Brasil, vem também da China, e também não chegam para a Fiocruz. Ora, se nós precisamos dos insumos da China para produzir a vacina, tanto do Butantan, quanto da AstraZeneca, qual a razão do Governo Federal ficar hostilizando os chineses, o Governo da China, o povo chinês, e a vacina chinesa? É incompreensível isso, Daniel Lian. E é muito triste que isso aconteça em um momento como esse. Então nós temos uma trava diplomática sim, aliás, isso foi comunicado na última sexta-feira ao ministro das Relações Exteriores, o novo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos França, que eu louvo, tem procurado na busca do entendimento estabelecer através desse entendimento a liberação desses insumos. E torço para que ele tenha bom resultado junto ao Governo chinês. Em relação às concessões, no próximo dia 15 de julho o Governo de São Paulo colocará em leilão na Bolsa de Valores, na B3, 22 aeroportos regionais em lotes, são lotes distintos, evidentemente você tem os aeroportos com maior volume que carregam aeroportos com menor volume. Mas todos os 22 serão leiloados na Bolsa de Valores no próximo dia 15 de julho. Em relação ao complexo do Ibirapuera, nós tratamos esse assunto hoje pela manhã na reunião de secretariado, logo às 20h da manhã, quando eu voltei do Butantan, e o tema nesse momento segue com o Governo Federal também, porque houve uma manifestação do IPHAN, totalmente descabida, de que deveria manter o Ibirapuera como patrimônio histórico e arquitetônico do país, sendo que essa decisão pelo CONDEFAT do Estado de São Paulo já havia sido tomada exatamente ao contrário, o CONDEFAT não vê nenhum valor arquitetônico no conjunto Vaz Guimarães, onde está o Ginásio do Ibirapuera, aliás, de maneira acertada. Ali tem um valor afetivo, de memória, memória afetiva, mas não tem nenhum valor arquitetônico que mereça ser mantido. E a nossa posição é de que ali pode vir um novo complexo poliesportivo, mais moderno do país, que é o complexo Ibirapuera, cujo o projeto está pronto, e o leilão será marcado tão logo nós tenhamos a posição final do IPHAN, que eu espero que recue dessa decisão de avançar no tombamento do complexo do Ibirapuera, e siga a orientação do Estado. Ou seja, o CONDEFAT, como você sabe, Daniel Lian, é totalmente independente, ele é uma composição independente, ele não é um órgão de Governo, é um órgão de aconselhamento, mas com total autonomia. E eles decidiram por voto de maioria, que o complexo poderia ser implementado nessa área. E ali não será um complexo de shopping, como se chegou erroneamente, ou mentirosamente, chegou a ser divulgado, ali é um complexo poliesportivo, e obviamente para eventos também, como todas as grandes arenas do mundo. E será a primeira arena multiuso do Brasil, porque nós não temos essa arena, o México tem, a Argentina tem um em Buenos Aires, e o Brasil ainda não tem. Então são essas as respostas. E obrigado, Daniel Lian, sempre um prazer reencontrar você. Agora vamos para a Vitória Abel, da Rádio CBN. Vitória, boa tarde, sua pergunta, por favor.

VITÓRIA ABEL, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Hoje em uma audiência do Senado mais cedo, alguns governadores alentaram para uma possível falta de insumos para uma possível terceira onda de COVID-19, como respiradores, kit intubação. Eu queria saber se o Governo de São Paulo já tem contabilizado os insumos para uma possível terceira onda, se já tem programado compras para isso, ou de repente guardando insumos para isso? Quais são os cálculos que tenham sido feitos pelo Governo? E uma pergunta para o senhor, governador, aproveitando o questionamento sobre a negociação com a China, de alguma forma o Governo de São Paulo pode tentar interferir nessas negociações diplomáticas para acelerar a exportação de insumos da China? Obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Vitória. Começo pela segunda, e a primeira pergunta será respondida pelo Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde. Boa pergunta, ambas, mas na segunda, nós já interferimos, falamos com o embaixador Yang Wanming, é o embaixador da China em Brasília. Ele tem sido extremamente gentil, extremamente atencioso, extremamente correto com o Governo do Estado de São Paulo. Mas ele é o embaixador da China, portanto, ele fala em nome do seu país, da China, e lamentavelmente a China tem sido agredida toda semana, tem uma manifestação de integrantes do Governo Bolsonaro, a começar do próprio, seus filhos e alguns dos seus ministros, criticando a China, insinuando que a China criou o vírus, multiplicou o vírus, que a vacina não é boa. Enfim, colocações, primeiramente falsas, desnecessárias e inadequadas, isso cria uma barreira diplomática, evidentemente. E eu cito o exemplo que hoje pela manhã falei lá no Butantan, Vitória, qual a razão que o Chile, que é um grande importador também da Coronavac, recebeu na semana passada e na retrasada, insumos da mesma vacina que foram embarcadas pela Sinovac, de Pequim para Santiago do Chile? E para o Brasil nada veio, se a vacina é a mesma, se o Brasil compra mais vacinas do que o Chile? Mas o Chile não hostiliza os chineses, o Presidente do Chile não fala mal da China, do Governo chinês, não fala que o vírus foi difundido, foi criado e difundido pela China, e nem faz críticas à própria vacina, ao contrário, ele adota a vacina e protege o seu povo, diferentemente do Presidente do Brasil. Então temos um problema diplomático sim, que precisa ser superado. E eu torço para que o atual ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos França, que é uma pessoa do Itamaraty, espero que sem vínculo de ordem ideológica, possa contribuir na negociação para que essa liberação seja feita o mais rápido possível. Os lotes, os 10 mil litros estão prontos para embarque em Pequim, havendo autorização do Governo da China, o embarque será praticamente imediato, com destino a São Paulo, Brasil. Jean, na primeira pergunta.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DA SAÚDE: O Governo do Estado de São Paulo, sob à liderança do governador João Doria, preparou o Estado de São Paulo para a pandemia, hoje nós temos mais de trezes vezes e meio o número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva que tínhamos no início da pandemia. A distribuição e o preparo das Unidades de Terapia Intensiva com respiradores, respiradores emergenciais para as unidades, preparo com oxigênio e toda a distribuição, a logística de cilindros, nós tínhamos 2 mil cilindros faltosos para que nós pudéssemos preparar o Estado para o acolhimento dos pacientes, principalmente em cidades com menos de 10 mil habitantes. Em paralelo, nos foi orientado pelo próprio governador, para que nós não aguardássemos as compras que aconteceriam pelos distribuidores e fabricantes de insumos, especialmente aqueles kits intubação para o Brasil, uma vez que o Brasil inteiro faz a solicitação, e nós tínhamos um nível alto de pacientes internados. Dessa forma, essa semana nós estamos finalizando uma compra internacional para nove milhões de doses desses kits, em que darão a possibilidade de estarmos acolhendo os pacientes que estão internados. Nós temos ainda um número alto de pacientes que ainda permanece nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva, e assim o fazem por períodos prolongados. Então nós precisamos manter a assistência qualificada, técnica e humana. E assim que o Estado de São Paulo vê a assistência para os nossos pacientes e em paralelo à própria vacinação como fora de prevenção além do plano São Paulo, com as suas fases estabilizadas e estabelecidas de forma gradual a observar os níveis da saúde.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem. Obrigado, Jean Gorinchteyn. Obrigado, Vitória, pelas perguntas. Estava consultando se tínhamos alguma coletiva amanhã, não temos. Mas na quarta-feira, às 20h da manhã temos mais uma liberação de 1 milhão de doses da vacina do Butantan lá na sede do Instituto Butantan, os que puderem estar lá, terei prazer em reencontrá-los. Repito, quarta-feira, às 20h da manhã, mais 1 milhão de doses, e na quarta-feira nós completaremos, na verdade, superaremos o contrato que estabelecer 46 milhões de doses, do contrato inicial, vamos a quase 47,113 milhões de doses da vacina do Butantan. Então nos veremos na quarta-feira, às 20h da manhã. Muito obrigado, estejam protegidos. Boa tarde, a todos. Obrigado.