Coletiva - SP inicia vacinação em sistema drive-thru para idosos a partir de 90 anos 20210802

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Coletiva - SP inicia vacinação em sistema drive-thru para idosos a partir de 90 anos 20210802

Local: Capital - Data: Fevereiro 08/02/2021

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Mais algum? A Regiane tá aqui? Oi, Regiane, fica aqui. Isso. Tudo bem? Pessoal, bom dia, primeiro, muito obrigado pela presença de vocês, jornalistas, meus colegas, cinegrafistas, fotógrafos, técnicos também, muito obrigado, essa manhã fresca aqui do dia oito de fevereiro, aqui no Estádio do Pacaembu, na capital de São Paulo, nós iniciamos hoje o programa de drive thru de vacinação, drive thru, onde as pessoas idosas não precisam sair dos seus automóveis pra receberem a vacina do Butantan, essa operação é feita em conjunto com a prefeitura da cidade de São Paulo, são cinco pontos de vacinação aqui na capital, há também vários pontos de drive thru no interior do Estado de São Paulo, o Governo do Estado de São Paulo estimulou que outras prefeituras fizessem, adotassem o mesmo procedimento para agilizar e melhorar também a própria segurança das pessoas com mais de 90 anos, isso vai se repetir também para as pessoas com mais de 85 anos, a partir do próximo dia 15, igualmente em drive thru, e estamos avaliando a possibilidade de prosseguir, dentro deste mesmo programa de drive thru, pras pessoas com mais de 80 anos, já ao longo desta semana estaremos anunciando o início da vacinação das pessoas com 80 até 84 anos, lembrando que as pessoas com mais de 85 anos começarão a ser vacinadas na próxima segunda-feira, dia 15, em todo o Estado de São Paulo, e quero registrar aqui a presença da Dra. Regiane de Paula, que é a responsável pela coordenação de todo sistema estadual de imunização, e também a Regiane Piva, que aqui está, coincidentemente ambas têm o mesmo pré nome, Regiane, e ela, a Regiane Piva, é a coordenadora do programa de vacinação na capital de São Paulo, agradecer a vocês duas, principalmente a você, Regiane, e toda sua equipe, que hoje estão aqui trabalhando na marquise do Pacaembu, fazendo a vacinação de centenas de pessoas com mais de 90 anos. E agradecer também a presença do Jean Gorinchteyn, secretário de saúde do Estado de São Paulo, e do Dimas Covas, que aqui está, Dimas é o presidente do Instituto Butantan, como todos sabem, e o Eduardo Ribeiro, que aqui também está presente, o Eduardo é o secretário executivo da saúde. Nós vamos, nós estamos torcendo pra termos mais vacinas, quanto mais vacinas tivermos, mais pessoas serão imunizadas e mais rapidamente também, o Butantan recebeu novos insumos para a produção da vacina na quarta-feira da semana que vem, nesta quarta-feira estaremos recebendo mais insumos, com mais insumos, mais vacinas, mais vacinas, mais brasileiros imunizados. Quero registrar também que nós estamos torcendo muito pela vacina Astrazeneca, da Fiocruz, pra que tenhamos mais vacinas no Brasil. Neste momento, de cada dez vacinas aplicadas no Brasil, nove são do Butantan, nós precisamos, portanto, de mais vacinas e de outras vacinas também, para salvar e proteger mais brasileiros. Nós vamos aqui a quatro perguntas, começando, eu vou elencar as emissoras e os repórteres, pela ordem, TV Globo, com Gabriel Prado. O Felipe Gonçalves, do Portal G1. A Simone Queiroz, do SBT. Bem-vinda, Simone, há tempos que eu não via você. Você estava de férias, eu suponho. Você teve Covid, não? Não? Mas bem-vinda, viu? E o Giovani César, da Rede TV. Eu vou só pedir ao repórter que se identifique e onde está sua câmera, assim a gente facilita também o trabalho dos cinegrafistas. Então, Gabriel Prado. Aqui. E a sua câmera, Gabriel? Aqui. Ah, tá bom, tá bom. Ótimo. Bom dia, Gabriel.

GABRIEL PRADO, REPÓRTER: A minha pergunta é: Além dos insumos que já foram negociados e já tem data pra chegar, o governo continua negociando mais insumos, mais quantos milhões de doses, são 46 milhões de paulistas, o senhor já disse que vai vacinar todo mundo até o fim do ano, obviamente não serão 46 milhões de vacinados, tem gente que não vai receber a dose, mas pra vacinar, chegar a esse objetivo, o senhor negocia mais insumos e mais doses não só com a China [ininteligível], queria que o senhor explicasse, por favor, obrigado.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Gabriel, o Butantan firmou contrato com o Ministério da Saúde para o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina do Butantan, e está cumprindo este cronograma, com as primeiras 46 milhões de doses, e mais 54 do novo contrato. E estamos torcendo também pra que mais vacinas de outros laboratórios cheguem ao Brasil, a Oxford Astrazeneca, com a Fiocruz, a Modern, a Pfizer, e até mesmo a Sputnik, nós precisamos de pelo menos 340 milhões de doses de vacinas no Brasil para imunização de todos os brasileiros, que precisam e podem ser imunizados. Agora, eu garanti que aqui em São Paulo a população de São Paulo que pode, deve ser imunizada, ela terá vacina, e todos serão vacinados até o final deste ano e, se necessário, já autorizei o Instituto Butantan a comprar mais 20 milhões de doses da vacina, além dos 100 milhões de doses que já assumimos o compromisso com o Ministério da Saúde, para o atendimento aos brasileiros de São Paulo, somando as 100 milhões de doses do Butantan, mais as doses de outras vacinas do Sistema Nacional de Imunização, nós estamos seguros de que, em São Paulo, todos os brasileiros, repito, que podem e devem ser imunizados, terão acesso à vacina até o final deste ano. Vamos agora a Felipe Gonçalves, do Portal G1. Felipe. Pois não.

FELIPE GONÇALVES, REPÓRTER: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom dia, bom dia, Bocardi, bom dia a todos que nos acompanham aqui no Bom Dia São Paulo, nós estamos seguindo o Programa Estadual de Imunização e o Programa Nacional de Imunização, precisamos de mais vacinas, com mais vacinas podemos vacinar mais rapidamente mais brasileiros e, principalmente, aqueles que representam o segmento com maior fragilidade, maior vulnerabilidade, que são as pessoas com mais idade. Neste momento, nós estamos acelerando a vacinação das pessoas com mais de 90 anos, na próxima segunda-feira, as pessoas com mais de 85 anos. E, na sequência, mais de 80, mais de 75 e mais de 70. Até o presente momento, nós confirmamos as datas que já estão programadas e já foram anunciadas, de hoje até a próxima segunda-feira, vamos completar, provavelmente, a totalidade das pessoas com mais de 90 anos, deixo até um apelo aqui aos netos, aos filhos, aos amigos e parentes, que levem os seus parentes, seus amigos para vacinação, todos que tem mais de 90 anos, em todo Estado de São Paulo, e há sistemas de drive thru, como esse, que nós temos aqui no Pacaembu, funcionando em várias outras cidades do Estado de São Paulo. Pra facilitar, com mais segurança, mais tranquilidade a vacinação das pessoas com mais idade. E a partir do dia 15, portanto, segunda-feira da semana que vem, iniciaremos a vacinação das pessoas com mais de 85 anos. Temos que seguir essa sequência e essa cadência, porque a vacinação se dá simultaneamente em todo o Estado de São Paulo, e não apenas aqui na capital. Até o final desta semana, nós já estaremos comunicando também quando iniciaremos a vacinação das pessoas com menos de 85 anos, ou seja, aqueles que têm entre 80 e 84 anos, e assim sucessivamente, mas repito, precisamos, Bocardi, de mais vacinas, não apenas a vacina do Butantan. Hoje, Bocardi, e os que nos acompanham aqui no Bom Dia São Paulo e Bom Dia Brasil, de cada dez vacinas aplicadas no Brasil, nove são do Butantan, nós precisamos de mais vacinas, muito mais vacinas, 100 milhões de doses da vacina do Butantan estão comprometidos para o Sistema Nacional de Imunização, mas o Brasil precisa cerca de 340 milhões de doses para vacinar todos os brasileiros que precisam ser vacinados, portanto, mais vacinas, de outros laboratórios, serão bem-vindas além das 100 milhões de doses do Butantan. Bocardi, quero acrescentar também que, em São Paulo, autorizei o Dr. Dimas Covas, que está aqui ao meu lado, e a Dra. Regiane de Paula, que está aqui também, que é a coordenadora-geral do Programa Estadual de Imunização, a comprar mais 20 milhões de doses, além das 100 milhões de doses, já comprometidas com o Ministério da Saúde, esses 20 milhões de doses adicionais são de responsabilidade do Governo do Estado, portanto, do nosso orçamento, pra garantir que, em São Paulo, todos os brasileiros, que precisam ser vacinados em São Paulo, serão vacinados até dezembro deste ano. Próximo. Obrigado, Felipe. Agora com você, Simone Queiroz.

SIMONE QUEIROZ, REPÓRTER: Governador, bom dia.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom dia.

SIMONE QUEIROZ, REPÓRTER: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom, vou responder pela ordem as duas perguntas, não necessariamente São Paulo vacinará antes do que outros estados, nós pretendemos seguir o Plano Nacional de Imunização, e torcemos pra que todos possam ser vacinados simultaneamente, o Brasil todo, mas por segurança determinei a aquisição de 20 milhões de doses adicionais para os brasileiros de São Paulo, independentemente das 100 milhões de doses que o Butantan já está fornecendo para todo o Brasil, essas 20 milhões de doses serão pagas pelo Governo do Estado de São Paulo, e serão uma referência de segurança, caso haja algum problema por parte do Governo Federal com outras vacinas, ou seja, em São Paulo não vai faltar vacina, e todos os brasileiros que precisam ser vacinados, em São Paulo, serão vacinados até 31 de dezembro deste ano. Em relação a volta às aulas, que começam hoje no sistema público estadual e também no sistema privado, durante três meses o secretário Rossieli Soares reuniu-se com professores, com gestores, tanto das escolas públicas, quanto das escolas privadas, no caso das escolas públicas, todos os banheiros de todas as escolas foram reformados, os procedimentos também de segurança sanitária foram adotados, álcool em gel, máscaras, o sistema de avaliação de temperatura de alunos, professores, fornecedores, que frequentam ou que passarão a frequentar as escolas públicas estaduais a partir de hoje. Portanto, toda segurança aos alunos, aos professores, aos fornecedores, aos prestadores de serviços, e obviamente aos pais dos alunos e aos familiares dos professores, não há nenhuma razão pra impedir, limitar, ou restringir a presença de professores nas escolas, em São Paulo, os alunos precisam voltar às aulas, os pais, na sua imensa maioria, também querem os alunos de volta à escola, isso está sendo feito de forma absolutamente segura. Secretário Rossieli já falou isso hoje pela manhã, professores que não forem dar as suas aulas, poderão perder a sua remuneração com o corte de ponto, não há justificativa pra medidas individuais, que não sigam a orientação da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Obrigado. Vou seguir a ordem, você me perdoe. Vamos agora ao Giovani César, da Rede TV. Giovani.

GIOVANI CÉSAR, REPÓRTER: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, Giovani, 2020 e 2021 estão sendo os anos mais tristes da história do país, o drama de uma pandemia, que já levou mais de 230 mil vidas no Brasil, não há nada na história do país que tenha consumido tantas vidas, de forma tão dramática num espaço tão curto de tempo, é um drama, uma tristeza pro Brasil, e uma tristeza também o enfrentamento da pandemia com um governo que, muitas vezes, negou a pandemia, e deixou de agir de forma correto no combate à pandemia, ou seja, aumentou o esforço dos governadores, de prefeitos, e a apreensão das pessoas também, diante dessa circunstância, e 2022, ou contrário, será um ano de celebração, porque já teremos a imunização de todos os brasileiros, a volta à normalidade na vida e na economia e, com isso, a possibilidade de termos um fortíssimo impulso na economia dos municípios, dos estados, do país, como um todo, isso significa geração de renda, geração de emprego, volta à normalidade, e também paz e equilíbrio, o Brasil precisa de paz, de entendimento para poder retomar a sua vida com normalidade, mas, antes disso, precisamos das vacinas. Vou responder a sua pergunta e depois encerramos. Como é seu nome? Isabela. Pois não.

ISABELA, REPÓRTER: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Eu não estou te ouvindo.

ISABELA, REPÓRTER: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Isabela, primeiro, são alguns professores que têm esta intenção de fazer greve, não é sequer a maioria, os professores têm consciência, a maioria também são pais, portanto, eles entendem a importância da volta às aulas para as crianças, pra estabilidade emocional das crianças, para o ensino das crianças, e, infelizmente, pra muitas crianças, a alimentação dessas crianças e desses jovens também. Então, as aulas estão retomadas a partir de hoje, na rede pública estadual e na rede pública, perdão, e também na rede privada das escolas. Na segunda pergunta que você fez...

ISABELA, REPÓRTER: [ininteligível].

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Nós não estabelecemos isso nem no Programa Estadual de Imunização, nem no Programa Nacional de Imunização, e sim por faixa etária, o que nós precisamos é de mais vacinas, com mais vacinas nós podemos agilizar a vacinação de todos os brasileiros, nós estamos prontos pra isso aqui em São Paulo, São Paulo já forneceu, aliás, 100 milhões de doses da vacina do Butantan para o Brasil, de cada dez vacinados, hoje, no Brasil, nove estão recebendo a vacina do Butantan, mas precisamos de mais vacinas, o Brasil precisa de pelo menos 340 milhões de doses de vacinas para atender a sua população, que precisa ser vacinada. E por que a nosso ver não se estabelece prioridade, por exemplo, pra professores? Teríamos que estabelecer também prioridade para os profissionais de segurança, na sequência teríamos que oferecer prioridade pra todos os profissionais do sistema de transporte público, ônibus, trens, metrôs, na sequência a todos aqueles que fazem serviços públicos com demanda de público, o Poupa Tempo e outros serviços, e por aí vai, e aí você não consegue mais estabelecer nenhum tipo de critério, não que os professores não mereçam atenção, cuidado e proteção, mas se você abre estar condição, vai ter que abrir pra todos, pra todos abriremos com mais vacinas, e com mais vacinas, mais rapidamente vacinaremos todos que precisam ser vacinados. O nosso profundo respeito aos professores, em especial da rede pública de ensino aqui em São Paulo, todos receberam máscaras, face shield, álcool em gel, e a orientação dos procedimentos sanitários para sua própria proteção e a proteção dos alunos e dos demais frequentadores das escolas públicas de São Paulo. Pessoal, obrigado, um bom dia, nos veremos daqui a pouco na coletiva, lá no Palácio dos Bandeirantes. Tchau, pessoal, bom dia, obrigado, obrigado. Tchau, tchau.