Coletiva - Treinamento do 3º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) 20140409

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Treinamento do 3º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP)

Local: Região de São José dos Campos - Data:Setembro 04/09/2014

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Olha, amanhã entra em operação o Batalhão de Ações Especiais da Polícia, o BAEP, que é o padrão de todo o choque, até mais do que a Rota. Então, a primeira vez aqui no Vale do Paraíba que nós passaremos a ter esse Batalhão especializado para enfrentamento do crime organizado, organizações criminosas, ações que demandam uma ação especializada. Então nós já temos hoje a Rota em São Paulo, temos o BAEP que é esse Batalhão que envolve todas as ações do choque em Campinas, Baixada Santista e agora a partir de amanhã, Vale do Paraíba, e litoral e a nossa proposta é expandir esses BAEPs para outras regiões do estado de São Paulo. Depois queria destacar também, e nós vamos implantar aqui no Vale e fazê-lo também em outras regiões, o monitoramento por câmeras de vídeo e o Detecta junto. Nós temos aqui câmeras de vídeo em São José dos Campos, na prefeitura, temos em Campos do Jordão e Aparecida da Polícia Militar e agora Taubaté entra também, convênio com a prefeitura e nós estamos fazendo um programa para levar esse sistema de câmeras de vídeo para 55 cidades da região aqui do Vale da Bragantina, então 55 municípios terão a entrada, a saída das cidades, os locais estratégicos, todos eles com câmeras de vídeo, monitorados por um central de comando e controle, uma central operacional, o OCR que identifica a chapa, então se um carro for roubado em qualquer cidade que ele entrar, ele vai ser detectado, isso vai derrubar furto e roubo de veículo. Estamos fechando os desmanches também irregulares para evitar também comércio de peça roubada e vamos trazer também o Detecta, levar o Detecta para todo o interior do estado aí com todos os sistemas, Infocrim, Fotocrim, PO elétrico, tudo integrado, uma integração das informações.

REPÓRTER: Essas câmeras até quando serão instaladas?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Hoje vai tem uma reunião para decidir a licitação. A de Taubaté que a prefeitura já fez, é quase agora, é só assinar o convênio e já integra. Nós vamos um licitação grande, um investimento grande que o Estado vai fazer, mas vai ser fechado já o edital para ser publicado.

REPÓRTER: O investimento é de quanto?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: O programa depois pode dar mais detalhes.

REPÓRTER: Governador, além dessas estruturas já em andamento na parte de segurança, qual o novo projeto específico para a segurança do estado com uma atenção especial para o Vale do Paraíba que está num topo perigoso aí, o que o senhor destacaria?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Olha, a nossa proposta para os próximos quatro anos, primeiro, valorização policial, uma grande valorização da carreira policial. Nós promovemos agora em abril, 22 mil soldados para Cabo, 22 mil numa promoção só, então valorização da carreira policial. Depois tecnologia, aí entra, nós temos hoje em todas as viaturas, tablets computação embarcada, e agora o Detecta. O Detecta você vai ter as câmeras de vídeo integradas no sistema com 800 alarmes diferentes que vão fazer com que a polícia chegue rapidamente e prenda o criminoso e esclareça os crimes. Integração das ações policiais e maior força policial, exemplo, aqui o BAEP, exemplo também é a DEGEM, nós estamos com maior presença policial que estamos contratando policial numa jornada extra, é o ganha-ganha. Ganha o policial porque ele melhora o seu salário e ganha a população porque tem mais policiamento nas ruas ostensivo. Eu vou dar um exemplo prático disso, um soldado em média, ele ganha 3 mil reais, um soldado, 3, 3 e 100, 3200, 3 mil, se ele entrar no DEGEM, ele poderá ganhar 1600 a mais, e nós temos mais policiamento. Então é um ganha-ganha.

REPÓRTER: Governador, tem uma denúncia de um caso de racismo envolvendo PMs aqui em São José, o senhor está acompanhando o caso, foi aberta aí uma investigação?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Olha a polícia, ela tem primeiro nas academias de polícia, na academia, tem toda a disciplina, tolerância zero em qualquer tipo de ação irregular, zero, zero, zero. E ela tem um sistema de corregedoria, então vamos aguardar a apuração rigorosa que está sendo feita pela polícia.

REPÓRTER: Falta um mês aí para eleições, como o senhor está analisando as pesquisas, o Skaf vem crescendo. Está preocupando?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: É humildade e trabalho, né? Trabalhar e trabalhar, é isso que nós fazemos permanentemente e tem tenho grande confiança no julgamento da população, eu acho que a população reconhece quem trabalha.

REPÓRTER: Governador, ontem o Skaf falou, comentando aquela questão da propaganda, que o direito de resposta do senhor é um sinal que o senhor está desesperado, existe desespero ou não?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Não, não nenhum, apenas repor a verdade, tanto nós temos razão que a Justiça Eleitoral deu direito de resposta, você não pode ir para a televisão ofender pessoas, dizer que as pessoas cometeram um crime e ainda usar um dado errado, não é assim, é mentira e a mentira é tão deslavada que a Justiça Eleitoral deu direito de resposta dentro do programa dele e vai ser exercido amanhã.

REPÓRTER: O senhor pretende entrar alguma medida além dessa contra o Skaf?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Não, não.

REPÓRTER: Governador, o candidato ao Senado Gilberto Kassab disse que ficou ofendido com a propaganda do PSDB que o coloca junto de Maluf, de Fleury, falou que foi convidado a integrar a sua chapa, o que o senhor tem a dizer?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Olha, não nada de ofensivo, você simplesmente está dizendo quem é o time, o time é o Skaf, é o Maluf, é o Kassab, é o Fleury, qual é a ofensa? A população tem o direito de saber quem são as companhias, não tenho nenhum juízo de valores sobre ninguém.

REPÓRTER: Governador, o Skaf tem confiado muito no segundo turno. O senhor considera essa hipótese?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Nós temos que, humildade primeiro, no segundo turno é tratar de trabalhar. Tá bom?

(PRT) pelo corredor de ônibus ali "na boa", e você sabe que ele não vai ser multado e continua passando porque ele não é multado. Então eu acho que é uma forma de tentar coibir esse tipo de infração. Agora eu aproveito aqui...

ÂNCORA 3: Mas é o inverso, né, também?

ÂNCORA 2: Isso que eu estou tentando te explicar...

ÂNCORA 1: Sim, sim...

ÂNCORA 2: Por ambas as partes...

ÂNCORA 1: É... Agora como é que vai botar a câmera no seu carro, no meu, não dá, né?

ÂNCORA 2: [Ininteligível: 04:21].

ÂNCORA 3: Dá para pôr no corredor, né?

ÂNCORA 1: Não, ônibus é uma concessão pública.

ÂNCORA 2: Concessão pública, mas porém é uma propriedade privada.

ÂNCORA 3: Mas dá para pôr no corredor, por exemplo.

ÂNCORA 1: Não, no corredor sim, sim. Acho que tem que ver os dois lado, claro, punir o motorista que também comete esse tipo de infração. Agora aproveito para lembrar, Parrom, já falei aqui algumas vezes, e a CET ela não informa, não coloca faixa, as pessoas não sabem e continuam não sabendo porque eu percebo quando circulo ali, principalmente pela Santo Amaro, lembrar que aos finais de semana o motorista, o carro particular, pode utilizar os corredores de ônibus a partir das três horas da tarde do sábado, e até as quatro da manhã da segunda-feira. Então ao longo de todo o domingo, o motorista pode utilizar os corredor ali da Rebouças, da Nove de Julho, da Santa Amaro, os corredores de ônibus normalmente.

ÂNCORA 2: Talvez, esteja dizendo uma grande bobagem, mas de qualquer maneira seria bom se a gente tivesse tido o contado aí com quem possa falar à respeito. Esse negócio de velocidade, que você toma multa porque você está a 50 por hora, você leva multa. De repente você está a 60 por hora e está o camarada buzinando atrás de você, está o ônibus...

ÂNCORA 3: É, agora tem a tal da Rota 40 em alguns lugares.

ÂNCORA 2: Porque ali pode andar 70 e você não está sabendo. Então porque não se padroniza? É aí que eu não sei se estou dizendo uma bobagem. Porque não se patroniza na cidade de uma vez por todas, qual é a velocidade da cidade? É 30 por hora, ponto final.

ÂNCORA 1: Ah, Parrom, porque cada via tem a sua especificidade, né?

ÂNCORA 2: Cada via não, quer dizer, né, 40 por hora.

ÂNCORA 1: Não, por exemplo, o Código Brasileiro de Trânsito estabelece que nas internas de bairros a velocidade máxima é de 40 quilômetros por hora. Se você entrar em qualquer bairro, aquelas ruas, né,

REPÓRTER: O Skaf e o Padilha têm visitado a região aqui frequentemente. Skaf esteve aqui por duas vezes na última semana, o Padilha três vezes nas últimas duas semanas. O senhor frequentemente também visita aqui a região. Por que os candidatos estão visitando tanto aqui a região? Qual a importância dela nessa eleição?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Olha, eu visito há mais tempo, porque eu nasci aqui, né? Nasci na Santa Casa de Pindamonhangaba, meus filhos nasceram na Santa Casa de Pindamonhangaba. Sou aqui da região, devo tudo a essa região do ponto de vista de confiança política. Fui vereador na minha cidade natal, estudei aqui na região, fui prefeito da minha cidade, Pindamonhangaba. Interessante, eu sempre fui um deputado distrital, eu sempre defendi o voto distrital. Você está mais perto, sabe o padrão de vida, onde é que mora, o que é que faz, participa do mandato, fiscaliza. Então, sempre fui muito ligado à região. Aliás, uma região maravilhosa, o Vale do Paraíba. E queria destacar aqui algumas obras estruturantes para nossa região, a Tamoios, que já está pronto o planalto, as obras do contorno estamos com quatro lotes, bastante aceleradas as obras, vamos chegar dentro do Porto de São Sebastiao. Hoje, nós saberemos a penúltima fase da PPP da serra. Nós teremos como a Imigrantes, uma rodovia sobe e a outra desce. A nova Tamoios vai subir, e a atual vai descer. Até o fim do mês nós sabemos qual é o consórcio vencedor, assinaremos o contrato. Uma obra estruturante, porque vai ligar o Vale do Paraíba ao litoral, ao Porto de São Sebastiao, chega dentro do Porto de São Sebastião, uma nova autoestrada. Isso do ponto de vista de logística para região é fantástico. Na área da saúde, assinamos na segunda-feira a PPP do novo hospital de São José dos Campos, 175 leitos, 44 leitos de UTI, oito salas de cirurgia. Esperamos começar a obra ainda este mês. Quero agradecer ao prefeito Carlinhos Almeida, porque ele cedeu, deu o terreno, a prefeitura, e deve passar a escritura nos próximos dias, então nós poderemos começar a obra ainda este mês. Um hospital cirúrgico, de trauma, de neuro, de alta complexidade, que vai atender toda região. O litoral norte que está crescendo muito, porque é pré-sal, é porto, é turismo, é serviços. Em Caraguatatuba nós já assinamos o financiamento com o BID, já temos um financiamento para o novo Hospital Regional do Litoral. Grande hospital também, quase 180 leitos, estratégico para a região. E hoje vindo para cá, estava verificando, nós estamos apoiando todas as Santas Casas de Misericórdia aqui da região. Dá em torno de R$ 3,5 milhões por mês. Isso vai dar R$ 42 milhões esse ano. Que nunca foi feito isso. R$ 42 milhões para custeio. Não adianta fazer prédio novo, e aquilo que já existe não funcionar. Estamos colocando R$ 42 milhões, Santa Casa, Hospital São Francisco em Jacareí, Santa Casa aqui de São José, Pinda, Guaratinguetá, Frei Galvão, Santa Casa, Lorena, Cruzeiro. Aqui tem o Hospital das Irmãs também, o Imaculada, né? Como é que chama o São José? O Toninho Rocha Marmo, né? Todos os hospitais que atendem o SUS. Nós estamos complementando a tabela, que é federal. É obrigação federal, mas não vamos deixar o hospital fechar.

REPÓRTER: Governador, o senhor acha que a Marina pode crescer mais? Existem comitês dela com o senhor juntos? O Aécio está ficando enfraquecido?

REPÓRTER 2: E aproveitando a pergunta dele, as pesquisas detectaram que 43% dos seus eleitores declaram votar em Marina. Então, como é que o senhor vê? É o chamado voto ‘Geraldina’ que estão falando, Alckmin e Marina. Como é que o senhor avalia?

GERALDO ALCKMIN, CANDIDATO À REELEIÇÃO AO GOVERNO DE SÃO PAULO: Olha, primeiro, o meu candidato é o candidato do meu partido, é o Aécio Neves. Até estivemos juntos ontem lá em Santos, na Baixada Santista. Segundo, a eleição está longe ainda, tem um mês ainda para eleição. Segundo, nós fizemos uma coligação com o PSB, o nosso candidato a vice-governador é do PSB, que é o Márcio França. Então, é natural. Todo mundo que é do PSB... Aliás, não só do PSB, do PPS também, todos que estão na coligação da Marina, o candidato a governador sou eu. Então, nós estamos juntos. Foi feita uma coligação, quem é do PSDB apoia o Aécio, quem é do PSB, do PPS apoia a Marina. E tem um mês ainda para o Aécio fazer uma boa campanha. Região de São José dos Campos