Coletiva - Visita do Estande de Roraima - 20121906

De Infogov São Paulo
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Transcrição da coletiva na Visita ao Estande de Roraima

Local: Rio de Janeiro - Data: 19/06/2012

JORNALISTA: [ininteligível] e há uma crítica de que os pontos principais não foram tratados, o Brasil não assumiu – em relação a esses pontos – um posicionamento e há uma crítica por parte dos ambientalistas, de ser um documento patético e que a conferência pode ser chamada de Rio-20. O que o senhor acha desse posicionamento?


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR: Olha, primeiro o dizer da alegria de estar aqui [ininteligível] os irmão de Roraima. Deixar um abraço aqui ao nosso querido governador Anchieta e toda a população do estado de Roraima, da Amazônia. Eu acho que nós temos que entender que a Rio+20 está ocorrendo exatamente em grande crise econômica do mundo. Claro que isso prejudica um pouco. Se nós tivéssemos um momento de expansão da economia mundial, ela teria, eu acho, um resultado melhor. Mas mesmo em um momento de grande dificuldade e crises econômicas nós temos que avançar na questão de sustentabilidade. E quero destacar que os estados subnacionais podem fazer diferença; eles não têm as amarras dos Governos Federais, eles podem avançar mais, podem ter mais criatividade, podem fazer diferença e uma boa fonte entre o Governo Federal e os governos locais. Eu acho que é sempre positivo. Eu acho que vai ficar assim, um bom resultado né, aqui da Rio+20 e vamos ajudar. Eu acho que essa é uma tarefa de todos né. Não apenas de chefes de Estado, mas da sociedade civil e de todos os níveis de Governo.


O senhor acredita que essa crise econômica então contribuiu para que no decorrer final mantenhamos a aprovação do Fundo Mundial nos [ininteligível] sustentável?


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR: Ah, não tenha dúvida. Quer dizer, a gente vive um momento onde o foco todo está apontado a um estresse né, o que vai acontecer na Espanha, Itália, Grécia... Repercussões na economia mundial... Então é um momento mais difícil né, isso é de Ortega Y Gasset, “Eu sou eu e as minhas circunstâncias”. A circunstância atrapalha, mas nós temos que avançar mesmo nesse momento e nós governadores, prefeitos podemos ampliar ainda mais. No fundo, quem vai executar as coisa são os governos regionais e locais. Saneamento, políticas de combate ao efeito estufa, questão de desmatamento, proteção de biomas, proteção de recursos naturais enfim, todas elas acabam sendo executadas mais por governos locais e regionais.


JORNALISTA: Obrigado governador.