Coletiva RGarcia - SP conclui Corredor Metropolitano e autoriza R$ 37 milhões para viaduto em Hortolândia 20211609

De Infogov São Paulo
Ir para navegação Ir para pesquisar

Coletiva RGarcia - SP conclui Corredor Metropolitano e autoriza R$ 37 milhões para viaduto em Hortolândia 20211609

Local: Campinas – Data: Setembro 16/09/2021

Soundcloud

RODRIGO GARCIA, VICE-GOVERNADOR: Bom, aqui a Hortolândia hoje, fazendo a entrega do último trecho do corredor metropolitano Biléo Soares, que liga ali a ponte estaiada de Hortolândia até a SP-101. Um corredor metropolitano que melhora a mobilidade urbana aqui da região metropolitana de Campinas. Além disso, dois grandes anúncios, o primeiro deles o apoio ao Hospital Municipal de Hortolândia, um apoio financeiro de R$ 3 milhões, para que a prefeitura possa fazer frente às despesas do hospital, e prepará-lo para a virada de chave, que é o cuidado de outras doenças que não mais a COVID-19. Além disso, a autorização para licitação do viaduto que liga Hortolândia com Sumaré, ali no bairro Nova Europa, uma obra no valor de R$ 37 milhões, que será licitada pelo DER do estado até o mês de novembro deste ano, para que no começo do ano de 22 a gente tenha essa obra em execução, em uma obra que vai melhorar muito também a mobilidade urbana daqui, o ir e vir das pessoas. São grandes anúncios, e entregas objetivas, que o governo de São Paulo faz hoje aqui em Hortolândia.

REPÓRTER: Governador, nós estamos do lado de uma rodovia que é problemática em termos de fluxo de veículos. O governo do estado tem [Ininteligível] melhorar esse acesso [Ininteligível]?

RODRIGO GARCIA, VICE-GOVERNADOR: Esse esforço de melhoria de acesso ele é permanente, a concessionária Rodovias do Tietê nós temos uma série de passivos ainda com a concessionária, que o governo tem negociado, para que a gente possa colocar as obras em dia, e consequentemente possa melhorar a fluidez. Agora são contratos longos, muito complexo, e o estado tem se esforçado para melhorar essa rodovia, que faz uma ligação importante aqui na região metropolitana.

REPÓRTER: Governador, Rádio [Ininteligível] POP. Governador, qual foi, na sua opinião, [Ininteligível] município de Hortolândia? E mais, depois do manifesto do dia 7 de setembro, o atual governador João Doria, falou que é a favor do impeachment do atual Presidente Jair Bolsonaro. O senhor comunga do mesmo pensamento? E na sua opinião, o impeachment é o caminho para o Brasil voltar a crescer?

RODRIGO GARCIA, VICE-GOVERNADOR: Olha, nós estamos aqui fazendo a entrega de uma grande obra, que é o corredor Biléo Soares, são 4 km novos, ficou muito bem construído pela EMTU, e essa obra de hoje, e os anúncios que eu fiz hoje, tem a ver muito com o mundo real, tem a ver com o problema das pessoas, tem a ver com o que as pessoas esperam dos governos, as pessoas não estão querendo ver briga, as pessoas não estão querendo ver lacração em rede social, elas querem ações concretar para melhorar a sua vida, e é isso que nós estamos fazendo aqui em São Paulo.

REPÓRTER: Governador, os prefeitos da região metropolitana discutiram a criação de um novo hospital estadual, porque o HC da Unicamp já atende muitas especialidades, e até fora da região metropolitana, só dar uma passada lá que o senhor vai ver carros de outros estados buscando atendimento aqui na região. O governo acha que é uma maneira de dar uma estabilidade de leitos aqui para a região metropolitana de Campinas? E teria apoio do governo estadual a construção de um novo hospital estadual, que inclusive já tem o espaço que seria cedido pela Unicamp?

RODRIGO GARCIA, VICE-GOVERNADOR: Olha, é importante que a população precisa de um melhor atendimento à saúde agora, muitas filas cresceram na área de cirurgias e de exames, e o nosso esforço é que a gente rapidamente possa atender essa população, não é com a construção de um novo hospital que vai levar cinco, seis anos, isso pode ser discutido, e nós estamos discutindo. Mas nós queremos saber o que a gente já pode fazer esse ano e ano que vem para a saúde da região, e nós já temos o programa, que é o programa de apoio às entidades e hospitais filantrópicos, que vai colocar recursos nas Santas Casas, nos hospitais filantrópicos, para que elas aumentem o serviço e atendam rapidamente a população aqui da região metropolitana. Além disso nós estamos ampliando os trabalhos feitos pelo AME/Campinas, que volta agora a atender outras doenças, que não mais a COVID-19, o AME se transformou em um hospital de campanha. E várias outras ações como essa aqui de Hortolândia, onde a gente vai ajudar equipamentos já existentes a atender mais. Nós percebemos na pandemia que é possível sim a gente expandir o sistema sem um novo prédio, sem um novo equipamento. Nós saímos de 4 mil leitos para 13 mil leitos de UTI, muito dentro dos equipamentos já existentes. Então nós vamos aproveitar essa experiência da pandemia, para atender rapidamente a população que a saúde não pode esperar.

REPÓRTER: [Ininteligível] como está a situação no momento do estado de São Paulo?

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Sem dúvida, nós fizemos uma operação emergencial, para fazer com que aulas pessoas que não tivessem a segunda dose da AstraZeneca, pudessem ser protegidas. Mas como eu disse, é uma ação emergencial. Agora com a chegada das vacinas, ontem nós recebemos 465 mil doses da vacina, conversei hoje com o secretário executivo do ministério, nós receberemos 800 mil doses da AstraZeneca, e aí então retomaremos com AstraZeneca para aqueles que receberão a segunda dose.

REPÓRTER: Então os municípios devem estabilizar isso nos próximos dias?

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Sem dúvida, nós já estamos distribuindo. São Paulo não guarda vacina em estoque, assim que recebe distribui de forma imediata.

REPÓRTER: Secretário, o senhor destacou o papel de Hortolândia no enfrentamento à pandemia, e o reconhecimento com a liberação desses recursos. Gostaria que o senhor pudesse comentar dessa liberação que foi feita.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO DA SAÚDE: Sem dúvida. Hortolândia apoiou muito a região metropolitana de Campinas, acolhendo pacientes, atendendo de uma forma muito qualificada. Hoje nós, apesar do número de leitos bastante satisfatórios, nós precisamos continuar atendendo não só voltados para COVID-19, mas a não COVID-19 também, que é todas aquelas doenças, cirurgias que foram represadas, e represadas precisam ser atendidas e acolhidas. R$ 3 milhões era a ideia de custeio para suas despesas, medicamentos e materiais até o final do ano, somados aos R$ 7,5 milhões que foram dados pela saúde para a região.

RODRIGO GARCIA, VICE-GOVERNADOR: Obrigado.