Coletiva SSLeitão - Governo de São Paulo anuncia o início das obras da Pinacoteca Contemporânea 20212311

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Coletiva SSLeitão - Governo de São Paulo anuncia o início das obras da Pinacoteca Contemporânea 20212311

Local: Capital – Data: Outubro 23/11/2021

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MARIANA ROSÁRIO, REPÓRTER: Olá, sou Mariana Rosário, do O Globo, tenho duas perguntas. A primeira é se já existem ações específicas desenhadas para fazer essa conversa entorno de algo muito importante para cá. E a segunda pergunta é se já tem algum tipo de definição das exposições que vocês vão receber na nova Pinacoteca, do ponto de vista da diversidade, dos artistas, do tipo de arte, da origem dos artistas? Obrigada.

SÉRGIO SÁ LEITÃO, SECRETÁRIO ESTADUAL DE CULTURA: Obrigado, Mariana. Vou começar a responder, depois eu passo para o Jochen. Bom, nós temos aqui um conjunto nessa região, o centro histórico de São Paulo, um conjunto de instituições culturais públicas, e muitas delas do governo do estado de São Paulo, então nós temos o Museu de Língua Portuguesa, aqui em frente, que foi aberto recentemente. Nós temos o Complexo Cultural Júlio Prestes, onde temos a Sala São Paulo. E em breve teremos a São Paulo Escola de Dança, e teremos também, enfim, outras atividades que serão anunciadas em breve. Nós temos o Museu da Imigração, temos o Museu de Artes Sacra, e temos também contato muito forte com as instituições da sociedade civil, que estão presentes aqui nessa região. E claro, essa parceria com a Prefeitura de São Paulo, entre as duas secretarias, mas também entre todas as secretarias. Então nós temos um grupo de trabalho que se reúne a cada dois meses, e do qual participam todas as instituições, secretarias, órgãos vinculados ao governo de São Paulo, do estado de São Paulo, e também a prefeitura, para discutir e tratar do centro, especificamente desta região aqui, centro histórico de São Paulo. Então essa articulação ela, na verdade, já existe, nós temos aqui uma série de iniciativas e muitas feitas a partir das nossas próprias instituições, como a Pinacoteca, o Museu da Língua Portuguesa, e todas as que eu mencionei, sempre em articulação com a prefeitura. Temos também a Escola de Música Tom Jobim, aliás, eu queria aproveitar para agradecer muito a participação do quarteto de cordas da Escola de Música Tom Jobim, que vocês puderam ouvir ali na entrada, no térreo da Pinacoteca, quando nós estávamos aguardando o momento de início aqui, a participação deles foi muito importante. Mas, enfim, temos a EMESP também. Enfim, e temos tomado uma série de providências, para que a gente possa ter a cultura como um dos vetores da revitalização do centro, com essa perspectiva que a Aline mencionou, que é uma perspectiva humanista de como fazer, de como proceder. Enfim, então por meio dessa articulação, dessa coordenação que acontece a cada dois meses, a gente compartilha as informações e toma decisões sobre os novos projetos. Isso tem acontecido desde 2019, e acho que com resultados muito positivos. E com relação ao segundo ponto passo a bola para você.

JOCHEN VOLZ, DIRETOR-GERAL DA PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO: Uma boa pergunta. Eu acho que tem ações específicas a serem preparadas, mas não nascem do nada. Eu acho importante lembrar que a Pinacoteca tem uma ação [Ininteligível], por exemplo, desenvolvimento de um programa muito amplo, aliás, nos últimos 20 anos, que é inclusive em cima de parcerias com diversas ONGs, casas de acolhimento, outros grupos específicos aqui da região. Então essas são, obviamente, da Pinacoteca Contemporânea, oferece uma ferramenta para ampliar esses pontos de contato, e às vezes, sobre para nós. Também [Ininteligível], o secretário já mencionou, a Pinacoteca tem desenvolvido durante os últimos anos fortes relações institucionais com outros equipamentos do estado e com outros privados, também buscando, vamos dizer assim, parcerias aqui na região, seja [Ininteligível], seja no teatro etc. Então são parcerias que eu acho que com esse novo equipamento permite outras formas de apresentação, outros eventos culturais sejam possíveis, eles vão se fortalecendo. Sobre a pergunta de [Ininteligível], obviamente a gente está também com um novo prédio, um novo programa de [Ininteligível], ele nasce a partir [Ininteligível] mudança que a gente tem construído ao longo de alguns anos, porque visa uma reflexão, vamos dizer, sobre a história da arte brasileira que nós queremos contar aqui no edifício com a coleção. [Ininteligível] o que vai ser possível, com o novo espaço, [Ininteligível] por exemplo, o programa de [Ininteligível], que nós já fazemos no [Ininteligível] quase 20 e tantos anos. E interessante pensar então como isso pode ser ampliado, como mais artistas podem pensar com a instituição, e desenvolver programas que talvez não são tão só expositivos, envolvem outras formas de invasão do público e artistas, de pensar artístico, pesquisa artística.

SÉRGIO SÁ LEITÃO, SECRETÁRIO ESTADUAL DE CULTURA: [Ininteligível] vamos à próxima.

MARIANA, REPÓRTER: Boa tarde, a todos. Eu sou Mariana, da TV Globo. Secretário, sobre o custo da obra, ela está orçada em R$ 81 milhões, R$ 55 milhões por parte do estado, e o restante por parte iniciativa privada. Essas parcerias com a iniciativa privada já foram fechadas, esses valores já são com a realidade, ou estão em processo? Obrigada.

SÉRGIO SÁ LEITÃO, SECRETÁRIO ESTADUAL DE CULTURA: Muito obrigado, pela pergunta. O valor total é R$ 85 milhões, considerando todas as despesas necessárias para a viabilização da Pinacoteca Contemporânea. Esses recursos já estão plenamente assegurados, tanto a parte do governo do estado de São Paulo, quanto também a parte privada, tudo isso já foi contratado. Enfim, então está 100% definido, e por isso que nós estamos também enfatizando essa questão do cronograma. Quero que a Pinacoteca Contemporânea fique pronta o mais rapidamente possível, para que a população de São Paulo e do Brasil possa ter acesso a tudo que nós estamos programando e planejando para ela. Obrigado.

CATARINA MORAES, REPÓRTER: Olá, sou Catarina Moraes, da Folha. Eu tenho duas perguntas. A primeira, depois da conclusão das obras, em dezembro de 2022, já tem uma perspectiva de quando vai estar aberto para algum público, propriamente, tanto esse espaço, quanto o espaço do Parque da Luz? E também queria que você falasse um pouco mais sobre as aquisições, que [Ininteligível] 3 mil obras do acervo que vocês têm hoje, do acervo que deve ter com esse espaço. Queria saber qual é o perfil dessas obras, se podem falar um pouco mais. Obrigada.

SÉRGIO SÁ LEITÃO, SECRETÁRIO ESTADUAL DE CULTURA: Maravilha. Muito obrigado, Carolina. Eu vou responder a primeira, depois passo para você, Jochen. Mas a expectativa é que a gente possa abrir ainda em dezembro de 2022, estamos trabalhando e iremos trabalhar com muito afinco, com muita dedicação, com muito cuidado, zelo e rigor para que esse cronograma seja cumprido. Nós temos feito, o Jochen vai poder falar um pouco mais sobre isso, nós temos feito e acelerado muito esse programa de incremento do acervo, não apenas com a linha de aquisição de obras, mas também em relação ao comodato de coleções privadas. Então sistematicamente anunciado aqui novos comodatos, que coleções privadas passam a fazer parte do acervo da Pinacoteca. E é com isso que nós conseguiremos expandir com essas duas linhas, tanto as novas aquisições, quanto os comodatos, conseguiremos expandir o acervo público da Pinacoteca.

JOCHEN VOLZ, DIRETOR-GERAL DA PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO: Só acrescentando o que o secretário falou, [Ininteligível] metas, e isso, claro, foi muito importante [Ininteligível] quando se faz um projeto de uma edificação que quer abrir uma reserva técnica. Então é muito importante poder pensar no futuro. Pensando que a Pinacoteca tem 116 anos, quando ela foi fundada com 26 obras, até o nível de 10.500 mil, isso foram 116 anos. Então basicamente é uma projeção que permite um crescimento para os próximos anos, mas acho que isso precisa ser, obviamente, analisado, acho que são esses aspectos que ampliam a riqueza que a gente quer oferecer para o nosso público, das cinco áreas atípicas, e isso tem que ser também uma meta.

GILBERTO, REPÓRTER: Boa tarde, Gilberto [Ininteligível]. Uma dúvida e uma pergunta. O que vocês chamam da integração com o Parque da Luz, é o jardim da arte, é isso que vocês estão chamando de jardim da arte, é essa a integração?

SÉRGIO SÁ LEITÃO, SECRETÁRIO ESTADUAL DE CULTURA: Gilberto, não apenas, quer dizer, você deve ter visto aí, a Aline observou muito bem, toda a concepção arquitetônica do projeto da Pina Contemporânea é a concepção de um edifício aberto para a população e integrado ao em torno. Então nós temos sim essa área que nós estamos chamando de jardim da arte, que vai passar a ser gerida pela Pinacoteca, para facilitar, uma questão de praticidade mesmo, para facilitar essa integração entre os dois imóveis. Mas o projeto arquitetônico da Pinacoteca contemporânea foi conseguido com o projeto aberto, convidativo para a população. Nós estamos, por exemplo, aqui em um imóvel, que claro, pelas suas circunstâncias, pelo contexto em que foi criado, é um imóvel voltado para dentro. Esse projeto da Pinacoteca Contemporânea é de um edifício voltado para fora, convidativo para que as pessoas entrem, se apropriem dele. Então essa integração será total, a partir da entrada voltada para o jardim de arte, mas conectado também aqui com todo o Parque da Luz.

GILBERTO, REPÓRTER: Muito obrigado. Em relação à participação da iniciativa privada no projeto, em relação ao investimento. Essa participação ela será visível, assim, por exemplo, nome de sala patrocinada, restaurante. Enfim, ela vai se dar dessa forma?

JOCHEN VOLZ, DIRETOR-GERAL DA PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ela vai [Ininteligível] sim, a gente vai preparar [Ininteligível], como nós fazemos também em outras formas de patrocínio, onde é exclusivo, mas a gente vai seguir com muito cuidado, obviamente [Ininteligível] dos nossos parceiros.

LEANDRO, REPÓRTER: Oi, boa tarde. Leandro [Ininteligível], CBN. Queria que você detalhasse um pouco mais a pergunta da minha colega do O Globo, sobre a relação com o em torno, que é ótimo que pessoas de fora venham para o centro, mas a região mesmo tem muita vulnerabilidade social, pessoas em situação de rua, enfim. E você falou bastante sobre parcerias com ONGs, queria entender na prática como é que essas pessoas podem se beneficiar de todos esses equipamentos, não só a Pinacoteca, mas até com oferta de emprego, talvez. Queria saber se existe essa relação?

SÉRGIO SÁ LEITÃO, SECRETÁRIO ESTADUAL DE CULTURA: Bom, nós temos uma série de ações nas instituições, algumas são feitas especificamente com cada uma, outras são feitas em articulação. Mas basicamente nós temos um cadastro da população do em torno, e essas pessoas têm acesso livre gratuito à todas essas instituições culturais. Além disso, a gente tem essas parcerias que permitem o acolhimento de públicos especiais, e uma experiência voltada pra elas. Além de todas as atividades, como cursos, oficinas, workshops, que são também prioritariamente voltados para a população do entorno. Então, eu diria que a gente tem uma série de atividades de acolhimento e de recepção, para que haja uma integração entre essas instituições culturais e a população do entorno, e a gente tem uma série de atividades que são aí de caráter, digamos, educativo ou de formação, também voltados para o público do entorno. E essa questão que eu mencionei também, da gratuidade, para que a população do entorno tenha um acesso preferencial a essas instituições e tudo que elas oferecem. Além disso, só pra complementar, temos a integração dessas instituições com esse trabalho coordenado, que é feito pela Prefeitura e pelo Governo do Estado, que aí envolve outras áreas, não só a dimensão da cultura. Aí, a gente tem a questão da saúde, da assistência social, do desenvolvimento econômico, enfim, e todas as demais áreas que estão envolvidas. Por isso que nós realizamos a cada dois meses essa reunião, com todas essas instituições, onde são definidos os próximos passos e todas as atividades que são feitas em conjunto. E aí, por parte das nossas instituições, a gente procura apoiar as ações desses demais órgãos. Eu acho que é basicamente isso. Claro que poderíamos aí, isso a gente está falando de dezenas de ações, na Pinacoteca, no Museu da Língua Portuguesa, no Museu da Imigração, na Emesp, na Sala São Paulo, enfim, mas que materializam esse conceito que eu procurei explanar aqui.

ORADORA NÃO IDENTIFICADA: Agora teremos a última pergunta.

REPÓRTER: Boa tarde, [ininteligível] eu vou tentar ser breve, mas enfim, eu acho importante uma revista de arte poder fazer uma ou duas perguntas aqui nesse momento. [ininteligível], eu queria te perguntar sobre a [ininteligível] arquitetônica da escola. Você mencionou que são prédios privados, eu imaginava algo no estilo [ininteligível], mantendo características de escola e, no entanto, no projeto a gente vê uma arquitetura bastante higienizada, tudo branco... Não consegui ver nenhum resíduo de escola do século passado. Queria entender melhor qual é o conceito desse projeto arquitetônico. E Sérgio, gostaria de perguntar, você mencionou que para o ano que vem vocês têm previsto um orçamento recorde para a área de cultura, eu gostaria de saber qual vai ser esse orçamento e se ele é recorde por alguma razão relacionada ao centenário da Semana de 1922, e como é que a Secretaria de Cultura do Estado está pensando em celebrar essa [ininteligível].

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Eu começo com a primeira pergunta. Eu acho que as imagens não dão conta de tudo do projeto, mas basicamente é um grande edifício moderno, do Helio Duarte, na frente, dos anos 50, que será preservado integralmente. E quando eu falo que tem uma certa lógica escolar, é essa ideia que tem, vamos dizer, um volume na frente, que faz a divisa com a Av. Tiradentes, e abre um pátio para trás, e esse pátio sempre existiu. E tem um conjunto, um pavilhão, vamos dizer, comprido, no fundo, que também tem, desde o final do séc. XIX... volume comprido no final, que eram várias salas de aula. Então essas salas de aula são inclusive [inteligível] em áreas educativas, áreas menores, [ininteligível] lá. Então, são... eles usam [ininteligível] ele foi inovador na época, quando o projeto, quando a escola Prudente foi instalada, [ininteligível] bem preservado. O grande passo [ininteligível] Duarte, por exemplo, sempre tinha o desejo de criar uma cobertura [ininteligível]. Mas os arquitetos respeitaram, abraçaram, vamos dizer, essa lógica da distribuição parcial dentro do terreno, para criar essa cobertura [ininteligível] pátio e permite que você entre para a biblioteca, para uma sala de aula, etc. Então, a biblioteca e o setor vão juntar ao volume de frente e a reserva técnica, as salas de aula nossas vão usar o volume... tinha salas de aula, e a área expositiva está no subsolo, que vai criar essa grande arena, esse [ininteligível] que pode servir para... uma arena para a [ininteligível] culturais, e lá embaixo [ininteligível]. É uma área [ininteligível], versátil, grande, com um pé direito grande, alto, pra fazer as discussões mais [ininteligível].

SÉRGIO SÁ LEITÃO, SECRETÁRIO ESTADUAL DE CULTURA: Em relação ao outro ponto, em 2019, nós trabalhamos com o orçamento que foi aprovado anteriormente. Em 2020, o Governo do Estado de São Paulo fez o seu dever de casa, ou seja, fez uma reforma da previdência, que ajudou a equilibrar as contas públicas, e fez também uma grande reforma fiscal e administrativa. Isso criou condições para um aumento do investimento, que nós aqui estamos na rubrica de investimento do Governo do Estado. Claro que há uma parte do nosso orçamento que é custeio, que é o custeio de todas as nossas instituições culturais, mas tudo aquilo que nós fazemos de novo, tudo aquilo, e também os nossos programas de fomento à cultura, tudo isso é investimento. E o que nós vínhamos assistindo nos últimos anos era um processo de redução da capacidade de investimento do estado, que se refletia na redução do orçamento da pasta da Cultura. Então, esse movimento foi revertido. Em 2020, a gente já teve um orçamento maior do que o de 2019, e agora em 2021 bem maior, e isso resulta desses dois pontos que eu mencionei: reforma administrativa e fiscal e a reforma da previdência. Com isso, foi possível para o governo elevar o valor alocado nas pastas que se caracterizam por serem pastas de investimento, como é o caso da Cultura. Na mensagem que foi enviada pelo governo à Assembleia Legislativa, nós temos aí algo em torno de R$ 1,2 bilhão para a Secretaria de Cultura em 2022. E isso vai permitir uma expansão ainda maior dos nossos programas de fomento e também dos investimentos relacionados às nossas instituições culturais. Então, nós estamos expandindo o programa de museus, tanto com a criação de novos quanto com o fortalecimento dos existentes, aqui a gente tem um exemplo disso, né? Também a expansão das Fábricas de Cultura e de outros programas no que diz respeito às instituições culturais do Governo do Estado de São Paulo. Enfim, então, a despeito da pandemia, a crise gerada pela pandemia, nós temos conseguido, desde 2009, como eu disse, não apenas manter, mas elevar o investimento público em cultura [ininteligível] muito relevante, muito significativo, sobretudo considerando aí o quadro, com a pandemia de um lado, pandemia essa que impactou muito fortemente o setor cultural e criativo, e também com a ausência do Governo Federal no campo da cultura, no que diz respeito a financiamento. Mas também, todos os ataques que são feitos diariamente a esse setor e às instituições culturais, e aos artistas, uma situação que é lamentável, mas que nós estamos enfrentando aqui em São Paulo, tanto no Governo do Estado quanto na Prefeitura, e muito em sintonia, em parceria [ininteligível], também com ações práticas, ou seja, que não só o discurso de defesa da cultura, que, sim, fazemos, um discurso de valorização da cultura, mas nós estamos materializando isso com esse aumento do orçamento da pasta. Então, nós tivemos, se você pegar lá o quadro do orçamento da Secretaria Estadual de Cultura, nós vínhamos tendo, desde 2012, um decréscimo anual, e esse vetor então se inverte a partir de 2019, de 2019 pra 2020, e agora nós estamos num vetor de subida, o que é bastante positivo. E acho que teremos muitas novidades boas para a cultura de São Paulo e do Brasil, nos próximos meses. Então, enfim, acho que é isso. Queria mais uma vez agradecer a presença de todos vocês, dos jornalistas, também de todos os amigos e entusiastas da cultura e da Pinacoteca, que vieram aqui para esse evento. Queria muito agradecer e parabenizar você e toda a equipe da Pinacoteca. Vocês realizam um trabalho brilhante, e Aline, muito obrigado pela sua presença, transmita também meu agradecimento, por favor, ao prefeito Ricardo Nunes. Eu agradeço muito a você por ter vindo. Nós estamos juntos, trabalhando juntos, isso é muito bom. Quando o poder público atua junto, a gente potencializa as ações e a gente vai mais longe. E acho que é isso que nós estamos demonstrando aqui. Finalmente, agradeço também à toda a equipe da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, que tem trabalhado intensamente para poder viabilizar todos esses projetos novos. E agora, vamos então à obra da Pinacoteca Contemporânea, que começa agora, já com todas as autorizações, todas as licenças, tudo equacionado, resolvido. Vamos botar a mão na massa então. E temos agora também essa apresentação do projeto... É virtual ou aumentada? É aumentado, enfim, eu tinha falado realidade virtual, mas é em realidade aumentada. Enfim, todos aqueles que quiserem fazer essa experiência, isso vai estar disponível lá na sacada, que tem a vista para o Jardim da Arte e para [ininteligível] será a nova Pinacoteca Contemporânea. Mais uma vez, muito obrigado e, a todos e todas, um ótimo dia.