Discurso - Abertura Oficial da Convenção Secovi - 20121309

De Infogov São Paulo
Ir para navegação Ir para pesquisar

Transcrição do discurso na Abertura Oficial da Convenção Secovi

Local: Capital - Data: 13/09/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Agradecer ao convite, dizer da satisfação de estarmos juntos aqui na comemoração do Secovi, cumprimentar o Claudio Bernardes, nosso presidente do Secovi, reitor da Universidade Secovi, os nossos sempre presidentes, o João Pestana; Valmir [ininteligível]; o Walter Lafeminia; Ricardo Yasbek; Sérgio Mauad; Paulo Germano; deputado Silvio Torres, nosso secretário de habitação; Dr. Márcio Luiz Vale, [ininteligível] departamento de programa e habitação da secretaria do PAC [ininteligível]; Dr. José Carlos Amaral Filho, presidente da CDHU; Dr. Horácio Prol Medeiros, presidente do Sindicato das Empresas Administradoras de Bens e Condomínios; Paulo José Galli superintendente regional da Caixa Econômica Federal; Basílio Jafet, presidente da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias [ininteligível] brasileiro; Carlos Smith, presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis; Flávio Delegade, presidente da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias Mundial; [ininteligível] Secovi, empresários do setor; palestrantes; amigas e amigos. Dizer da alegria de vir aqui ao Secovi, esse é um bom termômetro da economia, não é? O setor imobiliário vai bem, é sinal que a economia tá indo bem, é um setor que distribui renda, irriga a economia, geração de emprego na veia, porque fortalece a indústria da construção civil numa cadeia produtiva longa, mas pra nós uma grande alegria e recuperar aqui a nossa parceria. Boas ideias, boas propostas, nós criamos a agência paulista de habitação, de interesse social, chamada Casa Paulista, fruto de propostas, de diálogos aqui [ininteligível]. Três palavras, uma palavrinha sobre saneamento, nós estamos trabalhando muito pra termos no estado de São Paulo até 2014, cem por cento do saneamento básico, a sua universalização no interior do estado; cem por cento de água tratada, cem por cento de esgoto coletado e cem por cento do esgoto tratado. Dois mil e dezesseis no litoral de São Paulo, um pouco mais caro, mais difícil porque as praias são mais distantes, mas universalizaremos em 2016. E entre 2018 e 2020, a região metropolitana que é a terceira maior do mundo, nós temos vinte milhões de pessoas em oito mil quilômetros quadrados. Estamos atrás só da grande Tóquio e da Nova Deli, na frente de Mumbai, Cidade do México, Nova York, Xangai, mas esperamos universalizar o saneamento entre 2018 e 2020. Na macrodrenagem a parte do estado é o Rio Tietê, que é o rio que perpassa vários municípios, já retomamos a batimetria original. Então, retiramos quatro milhões de metros cúbicos de material assoreado, recuperamos a batimetria do rebaixamento da calha, já não tivemos [ininteligível] o ano passado, e achamos que daqui pra frente o nível de segurança é muito mais alto e vai ajudar toda a macrodrenagem aqui na região metropolitana. Em relação à mobilidade urbana, caminha transporte em alta capacidade, de qualidade, e estamos batendo todos os recordes. Quinta-feira, antes semana da pátria, véspera do feriado, a CPTM transportou num dia, dois milhões, oitocentos e setenta e oito mil passageiros, em um dia. A CPTM que é menorzinha, o metrô transporta em média quatro e meio milhões de passageiros viagem/dia, se somar os dois dá aí, sete milhões e meio, ou seja, a população quer usar o transporte de alta capacidade. Então, nós estamos expandindo hoje a Linha dois, que tá parado em Vila Prudente, ela vai [ininteligível] São Mateus, Sapopemba, Sapopemba, São Mateus, Guaianazes, vai até Cidade Tiradentes, são trinta e dois quilômetros de monotrilho e tá num ritmo bem acelerado, pode ser uma grande alternativa pra zona leste. A Linha quatro, que é a linha amarela, Da Luz até Vila Sônia, nós vamos entregar mais cinco estações, esse ano e no ano que vem, inclusive a do Estádio do Morumbi, e o metrô vai pela primeira vez sair de São Paulo, que ele é metropolitano, mas só existe dentro da cidade indo pra Taboão da Serra depois temos a linha 5 que é Santo Amaro, que são 11 estações, passam por 10 hospitais, aliás, passa por perto, e vai até à Chácara Klabin, integra com a norte-sul. E temos a linha 17 que é do aeroporto Congonhas, nós vamos ter os dois aeroportos ligados ao sistema metroferroviário. Congonhas, a linha 17 [ininteligível] que já tá em obra, ela vai ter uma perna que vai pra Jabaquara, interliga com a norte-sul, e vai ter outra, que já está em obra, que interliga com a linha cinco de metrô, com o trem na Marginal do Rio Pinheiros, passa sobre o Rio Pinheiros, atenderá a comunidade de Paraisópolis, o estádio do Morumbi e termina na linha amarela, na linha quatro que é na Francisco Morato. Estamos abrindo, já, o processo de PTP, pra linha seis, que vai sair de São Joaquim, passa pelas universidades, atravessa o rio, passa embaixo do Tietê, vai para a Freguesia do Ó, até Brasilândia. Está previsto até chegar em Pirituba, em Perus, em razão do [ininteligível], porque São Paulo está disputando a Expo 2020, vai ter uma reunião agora, em novembro, e nós disputamos com Dubai, com cidades várias do mundo, a Expo 2020. Quatro em obras. Quatro em obras. A seis pra PTP, sendo concluída. A linha 18 que vai pra São Bernardo do Campo, saindo de Tamanduateí, vai atender o ABC, uma nova linha. A linha 15 que vai ligar perpendicularmente Vila Prudente, Lapa e Tiquatira, e depois vai pra Guarulhos. E na CPTM o expresso Guarulhos, que nós esperamos entregar ainda no meu mandato, operando o trem. É raro, em dois anos dá pra fazer. Nós vamos colocar o trem da CPTM dentro do aeroporto de Guarulhos, em Cumbica. Além do Rodoanel, que a asa leste fica pronto até Março de 2014, ligando de Mauá, Ayrton Senna até a Dutra. E a asa norte, terminamos a licitação em 40 dias, 1/3 do dinheiro federal, através do PAC, e 2/3 do governo do estado. Nós fecharemos o 184 km do Rodoanel metropolitano, ligando o aeroporto Cumbica, que é o maior aeroporto brasileiro, ao porto de Santos, sem entrar dentro da cidade e ajudando a macro metrópole. Na área habitacional, criamos o programa Casa Paulista, assinamos com a presidenta Dilma 100 mil unidade que nós complementamos a fundo perdido, às famílias de renda até três salários, é a chamada faixa um. Agora aumentou, é R$ 67 mil? R$ 76 mil. Era R$ 65 mil, o terreno é muito caro aqui em São Paulo, muito difícil. Então [ininteligível], você comprar terreno, fazer prédio, infraestrutura, tudo por R$ 65 mil não é fácil. Nós colocamos até R$ 20 mil a mais, a fundo perdido, 100 mil unidades são R$ 2 bilhões, para viabilizar moradia de interesse social, ou seja, famílias que ganhe um salário, dois salários, três salários, poder ter a sua casa própria. Temos os nossos programas da CDHU, estamos hoje chegando a 40 mil unidades. E de urbanização, também, de comunidades, antigas favelas, um processo de urbanização grande. Temos programa de carta de crédito pros funcionários públicos, abrindo 40 mil cartas de crédito, para que eles possam adquirir sua casa própria. Lote urbanizado, lote próprio, as pessoas, às vezes, quer um terreninho, mas não tem dinheiro pra fazer a casa. E tudo com subsídio, quando se trata de família de menor renda. Um conjunto de investimentos na área social, e habitação é o grande sonho da família, e com grande participação [ininteligível]. Mas quero cumprimentar aqui o SECOVI que tem uma história de prestação de serviço ao nosso país, e especialmente aqui em São Paulo, estão sempre muito próximos. Tendo sempre uma visão macro em termos de qualidade de vida das pessoas. E procurando, aqui em São Paulo também conversamos bastante, aproximar o emprego da residência. A cidade com 20 milhões de pessoas, se você tá muito longe do trabalho, se movimenta pelo ar é muito difícil, então nós não vamos resolver isso só com uma visão transporteira. Mas uma visão de planejamento urbano. Então estamos lançando uma PPP, já tem vários [ininteligível] de 10 mil unidades no centro expandido, pra reaproveitar a região do centro expandido que tem toda a infraestrutura, tem emprego perto, e com isso a gente melhora a qualidade de vida da região. Mas quero agradecer ao Claudio Bernardes, cumprimentar, aqui, todo o time do SECOVI. Aqui, eu acho que só tem Neymar, só craque. Não é isso? [ininteligível] Queria dizer também, para os corintianos uma boa notícia, ontem estivemos lá no Itaquerão, e nós vamos ter na porta do estádio, já temos a linha três do metrô, hoje é 110 segundos, no intervalo de pico, vai abaixar pra 85 segundos, e novos trens. E a linha 11 da CTPM era seis minutos, reduziu pra cinco na hora de pico, vai abaixar pra três minutos. A FIFA exige 60 mil passageiros/hora, e nós vamos oferecer na abertura da Copa do Mundo, em 2014, 114 mil passageiros/hora. Definitivamente, isso é um legado. Então nós vamos esvaziar o estádio, se ninguém usar automóvel, esvazia em 45 minutos. Você esvazia o estádio. Isso vai ajudar muito a região leste de São Paulo, porque vai melhorar a ligação da Radial Leste com a Jacu Pêssego, a nova Radial Leste, vai ampliar a Radial Leste, fazer a ligação norte-sul, a Avenida Itaquera pro outro lado da Radial, passando [ininteligível] de metrô, trem, a Radial Leste. Enfim, vai melhorar muito você ampliar ali, interligando Rodoanel, Ayrton Senna, aeroporto, melhorando a mobilidade urbana. Então uma boa notícia [ininteligível]. Eu deixo um abraço [ininteligível] Luís Fabiano, Valdir e [ininteligível].