Discurso - Abertura da 14ª Edição Melhores Cafés de São Paulo 20161612

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Discurso - Abertura da 14ª Edição Melhores Cafés de São Paulo

Local: Capital - Data:Dezembro 16/12/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Bom dia. Bom dia a todas e a todos. Querida Lu, secretário de estado da Agricultura e Abastecimento, o deputado federal Arnaldo Jardim, da Fazenda, Helcio Tokeshi, Nathan Herszkowicz, presidente do Sincafé, coordenador do Concurso Estadual de Qualidade do Café; Zeca Bene, nosso prefeito de Espírito Santo do Pinhal; Orlando Melo de Castro, coordenador da Apta; Dr. Antônio Batista Filho, diretor do biológico; Érico Poser, presidente da APA; Associação Paulista de Avicultores; Alberto Amorim, secretário executivo das Câmaras Setoriais da Secretária da Agricultura; o Eduardo Carvalhais Junior, presidente da Câmara Setorial do Café; Marcos Matos, diretor geral do CeCafé, Conselho de Exportadores; os vencedores do Concurso Estadual, categoria especial San Babila café; Edvaldo Bortoleto, categorias ouro e diamante; café Gran Reserva da Coopinhal; e o Henrique Galut, cafeicultor campeão; o Clayton Mapelli Cerri, da Associação dos Cafeicultores do Vale da Grama; engenheiro agrônomo Aldir Alves Teixeira, que dá nome ao prêmio Qualidade de Café de São Paulo; Walter Taverna, presidente da República da Vila Mariana. Ah, obrigado. Obrigado. Quero saudar aqui todos os cafeicultores, indústria de torrefação, toda a cadeia produtiva, cooperativa, sindicatos, associações, amigas e amigos. O Eduardo dizia há pouco dizendo: "Olha, isto ano tudo caiu, não é? Mas a café não caiu, o consumo". Eu acho que eu dei a minha contribuição, viu, Eduardo? Eu tomo 15 cafés por dia e adoro, o meu pai gostava também. Um dia o Luiz Hafers, nosso saudoso Luiz Hafers, foi presidente da Sociedade Rural Brasileira, ele veio me visitar, aí o garçom serviu o café, tinham várias pessoas. Aí uma delas agradeceu. Aí ele falou: "Não. Não. Peça. Peça. Mesmo que não tome, não é?". Mas é um setor importantíssimo, não é? Faz bem à saúde, bem ao cérebro, é também convivência, não é, em torno do café se conversa e se relaxa, alimenta, e gera emprego. Aliás, agricultura, pecuária, o agronegócio, salvou a lavoura este ano, não é? Segurando a emprego, batendo recordes de produção, de exportação, ajudando a balança comercial. E o Brasil é o maior mundial, maior exportador mundial. E São Paulo com os nosso s cafés aqui da grande qualidade agregando valor, boa alternativa para os produtores também que têm menos terra, não precisa ter grandes áreas. Então, extremamente importante do ponto de vista social, do ponto de vista econômico, científico, não é, com os avanços da ciência, da defesa vegetal e garantindo produtos de qualidade. E está no DNA de São Paulo, não é? Porque tudo aqui a origem foi o café, a universidade, a ciência, a indústrias, a ferrovia, o capital veio do café. Então, nosso total compromisso com esse setor. Quero aqui agradecer à APA, Associação Paulista Avicultura, é um Instituto Biológico, pelos presentes ao Fundo Social de Solidariedade. Cumprimentar o Arnaldo Jardim, esse entusiasta, não é? O Arnaldo é engenheiro politécnico e eu não vi ninguém mais apaixonado, não é? Pela agricultura do que a Arnaldo Jardim. O Mário Covas, que também era da Poli, ele dizia: "Olha, Geraldo, a salvação do governo são os engenheiros". "Governador, é verdade. Agora, se a coisa complicar chame um médico, não é?". Convidar a todos aí para um cafezinho. Parabéns.

[aplausos].