Discurso - Anúncio de Liberação de Verbas para a Cultura/ProAc-ICMS - 20122610

De Infogov São Paulo
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Anúncio de Liberação de Verbas para a Cultura/ProAc-ICMS

Local: Capital - Data: 26/10/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Bom dia a todas e a todos. Estimado secretário de estado da cultura, Marcelo Araújo; Secretário de estado de fazenda, doutora Andrea Calabi; secretário de estado de planejamento e desenvolvimento regional, o deputado Júlio Semeghini. Nossos sempre secretários da cultura, o Ricardo Ohtake, o João Batista de Andrade, presidente do memorial da América Latina; doutor Marco Antônio Zito Alvarenga, Presidente do conselho de participação e desenvolvimento da comunidade negra do Estado de São Paulo; Ministro Clovis Carvalho. Diretor da POIESIS; representantes sindicatos e organizações, atores, toda a área da cultura, obrigado aqui pela presença. É uma alegria recebê‑los. Cumprimentar aqui o Marcelo, o secretário da fazenda e do planejamento não podem falar se eles falam contra viu Sérgio. Estou brincando. São dois apaixonados pela cultura e grande defensores da cultura. Mas eu acho que nós estamos avançando. O Marcelo relator aqui nós começamos com a lei no tempo do João Batista em 2006 o PROAC com 20 milhões de incentivo, depois passou para 30 milhões em 2007, 60, 55, 90, 93, e agora o número recorde R$ 118 milhões. E atingimos a lei que estabelece 0,02% do ICMS. Então, somando esses últimos seis anos dá 466 milhões de reais. Quase meio bilhão de reais de incentivo, nós não estamos contando o PROAC editais, que é mais 25 milhões. E ganham os autores culturais, todas as áreas da cultura, foram mil e quantos projetos, Marcelo? 1.800 projetos só esse ano, só esse ano, 1800 projetos. Ganha as empresa porque podem associar o seu nome a projetos de grande importância, de grande relevância, ganha a sociedade que tem muito mais atividade cultural, arte, cultura, e é fantástico como é sucesso. Eu tive lá no Guerra E Paz, do Portinari, que foi pela no memorial da América Latina, mais fila, fila, fila... pois agora a amostra de Caravaggio, os quadros expressionista no centro cultura do Banco do Brasil, tudo lotado, então há uma demanda enorme, essa é a grande vocação de São Paulo, terceira megalópole do mundo, ganham os trabalhadores, por que o setor da cultura gera muito emprego, movimenta a economia, abre postos de trabalho, atrai pessoas, São Paulo que tem um forte turismo de negócios, caminha para ter um forte turismo cultural também, importante, isso movimenta toda a economia. Nós ficamos muito felizes aqui, e quero cumprimentar o Marcelo que está fazendo um grande trabalho na área cultural, é alguém do setor, eu aprendi com meu pai, ele dizia o seguinte: "Prepara‑se sem descanso, cerque‑se das melhores pessoas" a gente não faz nada sozinho, faz tudo, um time. E queremos aqui ter um time de Neymar, vi que não é bem unanimidade. Mas eu quero agradecer, dizer que contem conosco, já para não perder tempo porque já estamos chegando ao final do ano, assinamos o decreto, o Calabi já assinou a resolução, amanhã está no Diário Oficial. E agora é trabalho para a gente, o máximo de projetos conseguir aprovar até o final do ano. E já queria convidá‑los porque é um projeto social muito importante, agora em novembro acho que vamos inaugurar mais uma fábrica de cultura, será a oitava fábrica de cultura que é um projeto social também muito bem sucedido em áreas de grande vulnerabilidade social, trabalhando com crianças e jovens de 7 a mais de 20 anos e também com as família, circo, pintura, música, teatro, cinema, dança, artes plásticas, literatura, informática, artes visuais, enfim, artes cênicas, todas as atividade. Trabalho extremamente bonito e localizado nas áreas onde a gente mais precisa. Então São Paulo desde os grandes projetos culturais, como a nossa orquestra sinfônica, agora o teatro da dança e também levando a cultura aos bairros mais distantes e as regiões de maior vulnerabilidade social. Mas quero agradecer a todos e convidar aí para um cafezinho. Muito obrigado.