Discurso - Anúncio de investimento para o Hospital de Base - 20122508

De Infogov São Paulo
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Transcrição do discurso no Anúncio de investimento para o Hospital de Base

Local: São José do Rio Preto - Data: 25/08/2012

Informamos que o áudio estava com qualidade ruim e, por isso, não conseguimos transcrever alguns trechos.


GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Bom dia a todas e a todos! Saudar o nosso prefeito aqui e anfitrião, Dr. Valdomiro Lopes. O nosso secretário de estado, deputado federal Rodrigo Garcia, secretário do desenvolvimento social. O José Manoel Camargo Teixeira, secretário de estado da Saúde em exercício. Deputado federal Júlio Semeghini, secretário de estado de Planejamento e Desenvolvimento Regional. Nossos deputados federais, que nos representam no Congresso Nacional, deputado [ininteligível]. Os deputados estaduais [ininteligível], Itamar Borges e o deputado Orlando Bolsoni. [ininteligível] aqui as voluntárias aqui do hospital, cumprimentando a Heloísa Maria Silveira, que é a presidente da Associação dos Voluntários do Hospital de Base. O Mário Covas dizia o seguinte: antes de saber se tem tomografia computadorizada e ressonância magnética, eu quero saber se tem corpo de voluntariado, porque isso é que faz a diferença. Nós agradecemos muito, vocês são bons exemplos de que na vida não basta viver, é necessário conviver, participar. [ininteligível] dizia que a verdadeira vocação de cada homem e de cada mulher é servir as pessoas. E vocês estão servindo a quem mais precisa. Então, o agradecimento de São Paulo aqui para vocês. [ininteligível], presidente da AMA [ininteligível], a vereadora Alessandra Pido, a quem eu quero saudar a todos os vereadores e vereadoras presentes. Dr. Horário José Ramalho, diretor aqui da Fundação Regional de Medicina, a fundação da faculdade. O professor e Dr. Humberto [ininteligível], diretor da Famesp, essa bela faculdade de medicina. [ininteligível], o sonho de todo jovem é poder fazer medicina [ininteligível], essa belíssima escola aqui de Rio Preto. Dr. Jorge Fares, diretor administrativo do Hospital de Base, Regina Chueire, diretora do Lucy Montoro. [ininteligível], superintendente do DER. Dr. José Vitor Muller, diretor regional de Saúde. [ininteligível], presidente da CDHU. [ininteligível], nosso presidente da Associação Lar São Francisco de Assis. Otávio Figueiredo, diretor de operações da Triângulo do Sol, a concessionária, que está fazendo aqui a obra da chegada da Washington Luis com a Av. Alberto Andaló. Membros aqui do [ininteligível], médicos e profissionais de saúde e toda a equipe de trabalhadores aqui das nossas obras, amigas e amigos. É uma grande alegria, nós estamos hoje liberando R$ 25 milhões para o Hospital de Base. É um projeto que nós estamos envolvidos de recuperar, modernizar, equipar e ampliar os nossos hospitais de todo o estado. E começamos pelo melhor, não tem no Brasil um hospital com a excelência do Hospital de Base de Rio Preto e o custo do Hospital de Base de Rio Preto – é o melhor custo/benefício da saúde. A mesma coisa, o mesmo argumento vale para as faculdades de medicina e de enfermagem. É o dinheiro público mais bem aplicado. E nós estamos dando, hoje, mais um passo. Então, é a ampliação do setor de emergência, que é um setor que precisa ser ampliar. Esse dinheiro vai ampliar o setor de emergência do hospital, vai atender mais 20%. Vai ampliar e adequar as UTIs, vai passar de 101 para 123 leitos de UTI. E o hospital lá para trás, nós vamos, se Deus quiser, terminar até dezembro, mais quatro meses. Ele vai ter mais 83 leitos de UTI, mais 123 é o hospital de terapia intensiva – 206 leitos de terapia intensiva vamos ter nos dois. Modernizar todos os equipamentos, ventiladores, equipamentos de toda a parte de terapia intensiva. Ampliar o centro cirúrgico, hoje dá para fazer 2.200 cirurgias por mês, poderá passar para 3.500 cirurgias por mês. O quadro de anestesistas [ininteligível]. E tem 27 salas de cirurgia, também investimento no centro cirúrgico. Centro de diagnóstico por imagem, equipamentos novos, ressonância magnética, tomografia, raio-X digital, ultrassom, um investimento importante. Obra física e equipamentos no Hospital de Base. [ininteligível], são R$ 26 milhões. Então, cozinha, lavanderia, [ininteligível] de resíduos. Toda a infraestrutura, inclusive dos dois hospitais vão ser ligados, vai ter uma ligação aqui para os dois hospitais. Até dezembro, o hospital materno-infantil. Um novo hospital, com 204 leitos, sendo 83 só de terapia intensiva. No último andar do hospital materno-infantil [ininteligível], 20 leitos para reabilitação, Lucy Montoro [ininteligível], a Rede Lucy Montoro não vai atender só [ininteligível], mas ela também vai internar os casos que precisam internar. Nós vamos ter um hospital praticamente de reabilitação, [ininteligível], que é fisiatra sabe a importância disso, uma grande retaguarda. E esses leitos de terapia intensiva, quantos são de UTI neonatal? Quarenta e dois só de UTI neonatal. E não tenham dúvida que muita criança vai ser salva. Eu passei um apuro danado, eu tenho um filho que mora já há cinco anos no México, era para ficar seis meses, foi ficando, foi ficando, trabalha lá no banco, casou com uma mexicana, e como geralmente acontece com gêmeos, nasceu prematuro os dois netinhos, antes do tempo. Mas é impressionante como as terapias intensivas, as UTIs neonatais conseguem dar aquele suporte naqueles primeiros dias de vida para poder avançar e recuperar. Então, 42 leitos só de UTI neonatal. Então, nós vamos ter aqui um investimento importante. Então, se Deus quiser, mais uns meses nós teremos todas as obras e equipamentos do HB, para o Hospital de Base, que já é um grande hospital e ótimo, ainda mais modernizado. E esse complexo servindo os dois hospitais e o novo hospital materno-infantil, 204 leitos, e ainda com andar reservado para a reabilitação, que é a parte do Lucy Montoro. Uma grande maternidade, nós vamos ter aqui uma das melhores maternidades de São Paulo, e um grande hospital infantil, inclusive com a parte de oncologia infantil, cirurgia infantil [ininteligível].


Deixa eu estabelecer aqui uma relação entre estrada e saúde, mas há. Qual é a primeira causa de morte, doença e mortalidade no Brasil? Primeira, coração e [ininteligível], a segunda é? Câncer, a terceira é: acidente, não é doença. Então a terceira causa de morte e mortalidade não é doença é causa externa. Mulher, há três anos, no estado de São Paulo; tiro, homicídio [ininteligível], porque morriam 13 mil, 13.880 pessoas por ano de homicídio. Graças a Deus em 10 anos passou a 12, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5 ano passado, 4.300 e esse ano vai ser menos. Aliás, esse primeiro semestre aqui em Rio Preto caiu a taxa de homicídio. A primeira causa hoje externa é acidente rodoviário, rodoviário. Atropelamento, motocicleta, carro, enfim acidente rodoviário. Então a Euclides de Cunha até novembro todo o eixo central dela duplicado e separado. Os acidentes frontais são os mais graves, se bate um de frente com outro o impacto dobra, são duas velocidades que se somam, sempre muito graves. Então se você separa as pistas são acidentes laterais menos graves. Então vamos entregar a duplicação da Euclides de Cunha inteirinha de Mirassol até Santa Fé. E hoje nós assinamos aqui, porque você tem duas dificuldades: uma é arrumar dinheiro para fazer a obra, a outra dificuldade é conseguir a licença ambiental, é uma novela [ininteligível] o pessoal lá, é uma dureza. Então, ontem saiu a LI, a licença de instalação, então segunda-feira nós vamos recuperar três quilômetros duplicados e fazer mais nove duplicados até Guapiaçu. Então é para vocês ficarem felizes, nós vamos duplicar ela inteirinha.

De Guapiaçu até Barretos recapeamento, acostamento e terceira faixa. Barretos, 12 quilômetros, duplicada. Eu não quero ver cidades mais próximas da zona urbana que tem mais acidentes de bicicletas, atropelamento, atravessar a pista... Então nós vamos até [Ininteligível], recapeamento, acostamento, terceiras faixas e também [Ininteligível] a Rodovia Armando Sales de Oliveira que vai até Severínia, [ininteligível]... Exatamente. [Ininteligível] até Ribeirão, uma obra de R$ 104 milhões. E um investimento entre Rio Preto e Barretos de R$ 1,6 bilhão não malha, porque isso atrai empresa, isso atrai desenvolvimento. Só em [Ininteligível] tem dois mil [Ininteligível], dois mil! Construção civil gera muito emprego. São oito frentes de trabalho. E agora vamos começar a receber outras obras. [Ininteligível] e a Prefeitura [Ininteligível] nós fizemos o Centro de Referência da Mulher, que é o exemplo, o Centro de Referência da Mulher e mais três UBSs aqui também da cidade. Mas eu quero deixar um grande abraço e dizer que pra mim é uma alegria voltar para Faculdade de Medicina...


Cinco mil unidades habitacionais, [Ininteligível] para... Cada casa são quatro empregos, 20 mil empregos na área de habitação. Mais aqui, [Ininteligível] o professor, aqui tem residência médica, é isso? Quantas são? 303. Uma das maiores residências médicas do país. [Ininteligível] e olha a importância disso. Eu me lembro quando eu fiz medicina e fui fazer residência no Hospital do Servidor Estadual em anestesia. Naquele tempo era de 2 anos, hoje é? 3 anos de anestesia, depois de formado, e o fato é seguinte, todo mundo que saí da faculdade, [ininteligível], porque passou sabe tudo, né? Medicina ficou altamente complexa, ninguém sabe tudo! Ninguém sabe tudo, ela ficou muito sofisticada, focada em equipe, a equipe cada um domina uma área. Mas eu no primeiro [ininteligível], e tinha um mineirinho que era muito falante e era colega também de residência, então estávamos nós dois e o professor [ininteligível], que era o chefe da anestesia. Aí o caso grave e tal, começou a anestesia, aí o mineirinho, a primeira cirurgia nossa lá de residente R1: professor, se tiver aqui um ataque cardíaco? Aí você aplica atropina, injeta [ininteligível]. Professor e se cair à pressão? [Ininteligível] dilui 10. Professor, quando chegou à décima pergunta: professor e se acontecer isso? Daí você chama o médico, viu! Olha! Vocês não imaginam a importância dessas 350 vagas de residência, isso é fundamental! Porque o grande problema, hoje, é o CPF, chuta para frente, baixa resolutividade, não tem segurança, tem medo de tomar processo, tem dificuldade de diagnosticar e vai empurrando. Então tem caso de doente, falta dez médicos, fazem quinhentos exames, que às vezes nem precisaria, e o custo disso para a sociedade é alto, [ininteligível], nós precisamos qualificar bem, treinar bem! Eu diária que a residência médica é um investimento essencial para melhorar resolutividade pra ter um trabalho de melhor qualidade para população. Nós temos aqui, um centro que ajuda o Brasil, não é só São Paulo.


Bom, pessoal, eu quero deixar um grande abraço, agradecer aqui ao Itamar Borges, que nos ajuda na Assembleia Legislativa, agradecer ao Carlão [ininteligível], agradecer ao Orlando [ininteligível] está de volta lá, grande mercado. Agradecer aos vários deputados federais, o Vladimir [ininteligível] com o Hospital da Criança, materno-infantil, a primeira verba que nós tivemos foi R$ 10 milhões, isso faz seis anos. E hoje a gente vê que beleza que vai ser esse trabalho. Agradecer a professora [ininteligível], os grandes profissionais da área de saúde, o conhecedor da área de saúde. Agradecer aos nossos secretários de estado, aqui da região, o Júlio Semeghini, secretário do Planejamento, nos ajudando muito; o Rodrigo Garcia, secretário de Desenvolvimento Social, fazendo um belo trabalho; professor José Manoel; o nosso secretário da saúde, o Giovanni Cerri, [ininteligível] vem com o José Manoel [ininteligível] e lá na secretaria da Saúde. Agradecer ao Clodoaldo, ao pessoal do DER, da Lucy Montoro. E espacialmente, cumprimentar aqui toda a equipe do Hospital de Base, da Faculdade de Medicina, e dizer que preparem o café, porque se Deus quiser daqui uns meses nós estamos de volta pra inaugurar aqui todos os [ininteligível]. Muito obrigado.