Discurso - Cerimônia de abertura da 12ª Mostra Internacional de Cinema Negro 20162607

De Infogov São Paulo
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Discurso - Cerimônia de abertura da 12ª Mostra Internacional de Cinema Negro

Local: [[]] - Data:Julho 25/07/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa noite a todas e a todos. Quero cumprimentar o Rafael Prudente, nosso consultor jurídico da Mostra Internacional do Cinema Negro, e pedir para que transmita ao seu pai, queridíssimo professor Dr. Celso Prudente, antropólogo, professor universitário, que por 12 anos, essa é a 12ª amostra dá esse impulso, essa valorização ao cinema negro. Transmita a ele o nosso abraço, votos de rápido restabelecimento, que ele logo, logo já esteja conosco aí bem de saúde. Cumprimentar a sua esposa, Dra. Eunice Prudente, foi nossa secretária de Estado de Justiça, grande professora de direito; a Ana Vitória, sua filha. O Paulo Rufino, representante da Mostra Internacional do Cinema Negro em Londres e assistente do curador. Os homenageados; a fotógrafa Nithah Stöcklim, é hoje aqui justamente premiada. O Marcos Mendonça, aqui representado pelo José Maria Pereira Lopes. Jorge Mautner, representado pela Elizabeth de Fiore, muito obrigado a vocês. O José Bonifácio Sobrinho, o Boni. Aliás, hoje estive em Caraguatatuba, lá no litoral norte começando a obra de um grande hospital lá para o litoral e lá estava com a sua televisão, a Vanguarda, uma das melhores televisões de São Paulo. E também, queria dizer ao Boni, que sempre leio e me divirto com o seu último livro, “Unidos do Outro Mundo”, então, é uma grande alegria. O Boni é o grande responsável por esse salto maravilhoso da televisão e das artes no nosso país. Muito obrigado pela sua presença. Também deixar aqui a nossa homenagem à Maria Júlia e dizer que é óbvio que ela não poderia estar aqui, porque é hora do Jornal Nacional, e só Santo Antônio de Pádua tinha o dom da ubiquidade. Dizem que Santo Antônio de Pádua ficava em dois lugares simultaneamente. Eu acho que ela não tem ainda esse dom. Mas deixar aqui nossa homenagem à Maria Júlia. Dizer da alegria de ter conosco o reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, professor Dr. José Vicente. Muito obrigado, José Vicente, da sua presença aqui conosco. A cineasta Renata Rocha, cumprimentando. Cineastas, artistas, todo o mundo artístico, os acadêmicos da área do cinema, arte, comunicação, familiares e amigos dos nossos homenageados. É uma grande alegria para nós receber a todos aqui no Palácio dos Bandeirantes, primeira promoção do cinema, essa arte das artes. Como o cinema faz bem para a gente! Eu sou um cinéfilo, adoro cinema. Sou do tempo que em Pindamonhangaba, minha cidade natal, tinha um cinema, que hoje não existe mais, chamado Cine Brasil. Então, a gente ia domingo, no matinê, e aí no fim, depois do filme tinha um seriado. Aí naquele ápice do seriado que a mocinha caída no precipício fechava a tela e dizia: “Volte domingo que vem!”. Você tinha que voltar no domingo que vem. Mas, cinema é uma coisa maravilhosa, uma coisa fantástica. E a Mostra do Cinema Negro, nosso cinema, da nossa cultura, nosso sangue, nossa história, como tão bem colocou, responsável pela brasilidade, pela alegria, pelos avanços e pela arte. Então, a gente fica muito feliz para trazer um abraço, cumprimentar o professor Celso Prudente, que pelo 12º ano faz a Mostra do Cinema Negro, que começa amanhã, não é, Rafael? Começa amanhã a exposição para depois nós termos aí a premiação dos melhores filmes. E convidar a todos vocês para um café aqui do lado. Parabéns! [[]]