Discurso - Entrega de 20 leitos para tratamento de dependentes químicos e de obras de infraestrutura e anúncio de construção de moradias em Aparecida 20132909

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Discurso - Entrega de 20 leitos para tratamento de dependentes químicos e de obras de infraestrutura e anúncio de construção de moradias em Aparecida

Local: Aparecida - Data:29/09/2013

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Palavras do nosso governador Geraldo Alckmin!

[Aplausos].

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO:

           Boa tarde já, não é? Mas queria cumprimentar o Presidente da
           Assembleia Legislativa, o deputado Samuel Moreira. Prefeito
           anfitrião Márcio Siqueira, a Roseniria, presidente do Fundo
           Social de Solidariedade, um abraço da Lu, deputado Padre
           Afonso Lobato, o deputado doutor Gondim, secretário de
           Saneamento e Recursos Hídricos, deputado Edson Giriboni,
           secretário-chefe da Casa Militar, Coronel Aurélio, que
           comanda a Defesa Civil, prefeito de Canas, o Naldinho e o
           Potim, o Benito de Queluz, a dona Bela, de Roseira, o Jonas,
           de Cachoeira Paulista, o João Luiz, de São Luiz do
           Paraitinga, o Alex Torres, de Lavrinhas, o Zé Luiz, e de
           Pindamanhangaba, de onde estamos vindo agora, o Vitão. Meu
           colega de Prefeitura, Jair de Castro Mendes, ex-prefeito de
           Cachoeira - nós fomos prefeitos juntos no século XVII, não é
           Jair? [Risadas]. Jair está firme! -, o Frei Francisco, nosso
           presidente do Lar São Francisco de Assis, da Providência de
           Deus, nosso grande parceiro aqui. O professor Ronaldo
           Laranjeira, coordenador do nosso Programa Recomeço; uma das
           maiores autoridades na área de saúde mental, psiquiatria,
           especialmente na questão do crack,
           Sandra Tutihashi – a Sandra foi eu que descobri, viu Frei
           Francisco?! Ela era menor de idade naquele tempo [Risadas],
           foi trabalhar conosco -, o seu marido, querido colega,
           doutor Enrico Kanzo Tutihashi, o engenheiro Mostarda,
           diretor aqui da Bacia do Paraíba do Sul e do litoral, do
           DAEE, Padre Belo, nosso pároco aqui de Aparecida, o Dão,
           nosso companheiro, vereadores, secretários, corpo clínico,
           administrativo, todos os colaboradores aqui da Santa Casa,
           amigas e amigos.
           Primeiro, pedir desculpa pelo atraso. É que foi atrasando um pouquinho
           em cada cidade, não é? Atrasou um pouco em Tremembé...
           Tremembé tem uma igreja, um santuário de 1672, que é o
           Santuário do Bom Jesus, tombado pelo Condephaat e que estava
           correndo o risco de cair lá o prédio. Então eles conseguiram
           a Lei Rouanet e nós liberamos os recursos da Cesp para poder
           restaurar, fazer o restauro lá do Santuário lá de Bom Jesus.
           Também liberamos os recursos do DADE, porque lá como
           Aparecida é uma estância turística. Aliás, uma avenida, eu
           até vou ver o custo-benefício, inauguramos uma avenida,
           Márcio, todinha com energia solar, então não tem fio, tem as
           baterias e tudo com energia solar. Inclusive eu perguntei:
           “E o dia que chove? Que não tem sol”, falou: “Não tem
           problema, porque ela tem capacidade de reserva, então se
           ficar uns dias sem sol ilumina do mesmo jeito”. Custou R$720
           mil, nós estamos calculando para ver o custo-benefício, mas
           é realmente uma coisa inovadora aí, tudo com lâmpada LED,
           uma coisa muito bonita. E também liberamos recursos para o
           pronto atendimento, porque saúde é hoje e sempre é a
           principal prioridade, não é? Da nossa população. Fomos a
           Pindamonhangaba, inauguramos a duplicação do acesso de
           Pinda, inauguramos também na estrada de ferro Campos do
           Jordão, estamos entregando os novos trens, planos de cargos
           e salários para os ferroviários e viemos de carro e vamos
           recuperar. Licita agora em novembro Moreira César, Roseira
           até Aparecida, Márcio. Então vai deixar tudo recapiado,
           acostamento, modernizado, vai ficar muito boa aqui a SP-066.
           E aqui em Aparecida, a nossa Santa Casa, não é? Que o frei
           Francisco colocou bem, uma Santa Casa que tem história e
           hoje mais 20 leitos para pessoas com dependência química.
           Aliás, é tão necessário que 13 já estão ocupados, não é? E
           só com pacientes aqui da nossa região. Então dá mão ao
           jovem, ajudar o jovem para que ele consiga se recuperar. Eu
           fui a Campinas assinar 100 leitos, mas aí não é hospital, aí
           é comunidade terapêutica com o padre Aroldo, e o padre
           Aroldo dizia: “Dr. Geraldo eu estou trabalhando na questão
           da dependência química há 50 anos”. Aliás, o padre Aroldo
           tem 92 anos, ele planta bananeira, ele vira de ponta cabeça
           e fica lá uns... Ele faz Yoga. É por isso que tem 90 e...
           Yoga, não é? E o padre Aroldo diz o seguinte, que há 50 anos
           era só alcoolismo, era a ‘marvada pinga’, não é? Agora é
           crack, é crack. É muito triste, é muito doloroso e muito
           mais grave e ele diz que a recuperação dele é de cada 10,
           consegue recuperar 7, e o trabalho é laborterapia, é
           trabalhar! É laborterapia e é a comunicação, é falar ao
           coração, melhorar a autoestima e espiritualidade, qualquer
           que seja a religião, mas você levar uma espiritualidade.
           Então nós estamos fazendo um grande trabalho, para ter uma
           ideia, São Paulo tinha 380 leitos, hoje com os 20 aqui nós
           chegamos a 1.040 leitos só para dependente químico no estado
           de São Paulo.

>>APLAUSOS.

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: E o Cartão Recomeço, e alguns desavisados

           disseram que era bolsa crack,  “oh, estão dando dinheiro
           para o viciado”, não, ele não põe a mão em dinheiro nenhum,
           nem a família. O cartão é para instituição porque ela
           precisa pagar funcionário, ela precisa ter alimento, ela
           precisa se manter. Então o crack não é como apendicite, você
           operou, costurou bye bye, não, crack não, crack saiu do
           hospital começa o trabalho, uma nova vida, tem que ter um
           plano de vida, arrumar emprego, se qualificar, então às
           vezes são recuperações demoradas. Então ele sai do hospital,
           mas não tem pra onde ir, então ele vai pra comunidade
           terapêutica, o Cartão Recomeço, aliás trabalho maravilhoso
           que o frei Rans faz aqui em Guaratinguetá, trabalho
           maravilhoso. E aí na comunidade terapêutica ele pode ficar
           até 6 meses para se recuperar. Nós estamos super otimistas
           aí com esse trabalho. E aqui também a Santa Casa, nós
           liberamos R$480 mil para o, já está depositado R$120 mil
           cabine... Os R$480 já foram depositados para a cabine de
           força e nós vamos ter mais 10 leitos de UTI de adulto, 10
           leitos de UTI de adulto, para a cidade e pra região também
           teve necessidade.

>>APLAUSOS.

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: E também queria agradecer os nossos

           deputados, o presidente da Assembleia, o Samuel, o doutor
           Gondim, que é médico, deputado também da região, padre
           Afonso Lobato, que nós vamos dar um CRM para ele porque ele
           trabalha muito pela saúde, o Hélio Nishimoto, enfim, o Marco
           Aurélio, todos os deputados que, com sua emendas de bancada
           mais R$800 mil aqui para UTI. E nós vamos liberar, frei
           Francisco, os R$400 mil para você reformar uma nova ala aqui
           da Santa Casa, a Santa Casa é 1900 e?

>> APLAUSOS.

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: 1935. Eu que sou de 52 acho que já preciso

           de uma recauchutagem, imagine em 35, não é? Então vamos
           liberar os R$400 mil para uma nova ala ficar moderníssima,
           vamos liberar também, ali é o tomógrafo?  Então aqui está
           tomógrafo, lá naquele canto, então nós vamos liberar R$160
           mil para instalação do tomógrafo, todo setor de imagem aqui
           para atender o SUS, a reforma do ambulatório mais R$200 mil,
           a refrigeração central e toda obra do centro cirúrgico mais
           R$500 mil, aquisição de artroscópio R$190 mil e os novos
           aparelhos de endoscopia, aí fica completo, dá R$2,2 milhões.

>>APLAUSOS.

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É uma... Nós temos a benção de ter aqui

           conosco a equipe do frei Francisco, esse é um time de
           craques, acho que são todos torcedores do peixe, não é? Tudo
           Neymar, não é? Frei Francisco, vê que frei não mente, não é?
           Ele não....
FRANCISCO,FREI: Nós somos dos santos, time dos santos.
GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Time dos santos é isso aí,
           time dos santos. Mas queria dizer também, Márcio, que nós
           aqui estamos entregando a nossa estação de esgoto. Aparecida
           sai de zero, já para 70%, e vai chegar, com as novas
           ligações, a 100%. O rio Paraíba está melhorando, é
           impressionante! Só o pessoal que pesca, não é história de
           pescador não, tem peixe já, o rio está ficando piscoso e nós
           estamos mandando bala, cada dia nós estamos entregando uma
           estação de tratamento de esgoto. Sair de zero para 100%. Só
           aqui vai dar 180 litros por segundo, olha que nesta fala
           aqui já foram dezenas e milhares de litros de esgoto que foi
           retirada do rio. A capacidade de tratamento da estação é 180
           litros por segundo. Quantos romeiros estiveram o ano passado
           aqui, Márcio? Onze milhões de romeiros, 11 milhões de
           romeiros. É uma benção, não é? Eu estava passando agora pelo
           centro com o Viton e o Samuel, é formigueiro de gente, não
           é? Quer dizer, então que é uma cidade que tem 35 mil
           habitantes e recebe 11 milhões de brasileiros e de pessoas
           do mundo todo que vem aqui à Aparecida. Então a estação de
           tratamento de esgoto está entregue, os recursos do DADE este
           ano também já estão liberados, são R$2,6 milhões e já vamos
           entregar, porque está pronta, a Avenida Papa João Paulo II,
           também a obra esta pronta com recursos aqui do DADE e também
           com [ininteligível] do bairro lá de São Francisco. Enfim,
           tem outras questões, mas quero também dizer ao prefeito de
           Potim, o Benito, que essa semana você já assina lá com o
           coronel Aurélio... O Potim teve falta d’água, não é isso?
ORADOR NÃO IDENTIFICADO: O Márcio está emprestando.
GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: O Márcio está emprestando,
           olha aí, isso é que é generoso. 
ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Tem que pagar, tem que pagar.
GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Como é que é?
ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Tem que pagar.
GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: O cemitério, você
           emprestou também?
ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Ele não cobrava nada.
GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Cemitério não...
ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Água ele cobra.
GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: E a água cobra? Cemitério
           é de graça? Isso aí é história no Graciliano Ramos.
           Graciliano Ramos, o grande escritor alagoano, foi prefeito
           intendente de Palmeira dos Índios. Aí diz que ele mandou uma
           carta ao governador dizendo que enterrou grande soma de
           dinheiro no cemitério municipal, ou seja, muitas obras ele
           fez no cemitério, embora estes fossem os munícipes que menos
           reclamassem, não é? Mas está liberado o seu poço artesiano,
           R$331 mil, lá para o Potim.

>>

           APLAUSOS.

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Mas eu quero agradecer aqui ao professor

           Davis Uip, ao Ronaldo Laranjeira, estou gostando do seu
           livro, viu, livro dele não é pequeno não, mas é um tratado
           de psiquiatria, porque é um fato interessante, não é fácil a
           questão do dependente químico. Porque normalmente eles tem
           uma coisa chamada comorbidade, o que quê é comorbidade? Você
           tem mais de uma doença. Então você tem dependência química e
           esquizofrenia. Dependência química e psicose, dependência
           química e tuberculose, dependência química e HIV, não tem
           uma coisa só, não é um trabalho... É um trabalho árduo, mas
           com amor e dedicação que a gente vai ter coisas
           maravilhosas. No Dia das Mães lá em São Paulo no Sagrado
           Coração de Jesus, o padre Antonello, da missão Belém, não é?
           Ele levou lá um jovem, era jovem, 20, menos de 30 anos de
           idade, com a mulher e dois menininhos. Aí ele subiu lá no
           altar no final da missa, Giriboni, e falou: “olha, eu estava
           na rua, estava na rua, larguei da família, larguei todo
           mundo, crack na rua, na cracolândia”, vieram dois jovens ao
           meu encontro dizendo “você é um abençoado, você é um
           abençoado”, eu falei “estão gozando da minha cara, não é? Eu
           morando na rua o cara dizer que eu sou abençoado”. Eles
           sentaram do meu lado na calçada e falou: “Olha, Deus nos
           mandou hoje aqui, Deus nos mandou aqui para conversar com
           você”, e foi conversando, conversando e tal. Levou ele para
           perua, para van, de lá foi para casa transitória, de lá ele
           foi para Jariru, recuperado totalmente. Aí o padre... Ele e
           a mulher, voltou com a mulher, as duas crianças
           maravilhosas. Aí o padre perguntou ele “o que quê você foi
           fazer no Haiti?” Ele falou: “Olha, eu fui para o Haiti
           porque eu faço (ininteligível)”, trabalha na área de
           construção civil “e eu nunca ajudei ninguém, eu só dei dor
           de cabeça para os outros, só aborrecimento, para minha
           mulher, para os meus pais, os meus filhos, só dei
           aborrecimento, nunca ajudei ninguém. Então eu resolvi ajudar
           quem mais precisa, fui para o Haiti, que é lugar mais pobre
           do mundo, da América Latina, teve terremoto e fiquei dois
           meses trabalhando lá para erguer um prédio para atender
           doentes, não é?” Então é bonito a gente ver, recupera, nós
           temos que perseverar, perseverar que vai, vamos dar a mão
           que vai recuperar. Agradecer muito ao Ronaldo Laranjeira, ao
           frei Francisco, essa benção aqui para gente, para o estado
           todo, é o nosso parceiro em inúmeras organizações, ontem
           mesmo estava cumprimentando e falando do bom trabalho da
           Santa Casa de Lins…Trabalho maravilhoso. Eu a última vez que
           estive lá eu levei um susto, porque a Santa Casa em Lins
           estava caindo, não é, não é isso? Ela estava caindo, você
           olhava a Santa Casa e ficava assustado, hoje está um
           espetáculo. E eu tive um quadro de gastroenterocolite,
           comecei vomitar, vomitar e tal, aí falei “vou dar uma
           passadinha lá, tomo um soro e aí já dou uma recuperada e dá
           para eu continuar o trabalho”. Aí passei e o médico olhou,
           olhou, olhou, apertou aqui (ininteligível) direito e tal,
           soltou, Blumberg positivo, o que quê é Blumberg positivo?
           Você aperta não dói, quando você solta dói, peritonite, está
           certo, doutor? Você está com peritonite. Ele pá, Blumberg
           positivo, vamos para mesa e apendicite. Só que eu já operei
           o apêndice faz 30 anos. Aí eu falei “qual janela que eu vou
           fugir daqui, não é?”. Como que eu fujo? Mas a Santa Casa
           está brilhando, está uma maravilha, super elogiada. Queria
           agradecer ao Giriboni, agradecer aos nossos deputados, o
           Márcio, e uma boa aqui viu, Márcio, você contou do Chopin,
           pra encerrar. Realmente tinham dois prefeitos muito amigos
           aqui no Vale:Nilo Lozano de Lavrinhas, terra do Zé Luiz, e o
           Osvaldo Cardoso de Silveiras. Osvaldo Cardoso era muito
           amigo do Dr. Chopin Tavares de Lima, secretário de interior
           do Franco Montouro. Secretaria do Interior ela é secretaria
           meio, que ela não faz asfalto, não faz hospital, não faz
           escola, secretaria do interior ela... Então o Chopin ficava
           inventando moda lá. Então ele inventava programas, esse do
           Bob com a cabra, inventou produção de moares, jumento com a
           égua, dizem que o jumento não funcionava e deu um prejuízo
           danado para as prefeituras, enfim, era um problemão. Aí ele
           inventou um programa de apicultura, as abelhas do Montoro,
           mel para merenda escolar, o Chopin. Então uma apicultura,
           prefeitura tem uma caixa lá de abelha, produzir mel para por
           mel na merenda escolar. Aí nós estamos indo pra São Paulo,
           eu era deputado estadual e vamos de carro nós três para
           economizar. Eu, o Nilo e o Osvaldo. Na beira da Dutra “vamos
           tomar um café?” “vamos”. Paramos, cafezinho ali perto de
           Caçapava na beira da Dutra. Isso o governo Montoro. Aí o
           Osvaldo Cardoso era muito inteligente, muito expedido e tal,
           viu uma garrafa de mel assim no bar, não é? No posto de
           gasolina. Aí comprou a garrafa de mel, lavou bem, tirou o
           rótulo e tal e levou a garrafa de mel. Chegando lá Dr.
           Chopin Tavares de Lima, audiência, com deputados e os
           prefeitos, aí o Osvaldo Cardoso pá, em cima da mesa do
           Chopin, garrafa de mel “duvido que algum prefeito já tenha
           trazido o mel do Montoro”, aí fotografo, jornalista, “falei
           que ia dar certo e olha aí, mel do Montoro, merenda escolar
           e tal” e eu olhando aquilo ali. E o Osvaldo já “Dr. Chopin,
           aquele dinheirinho do asfalto que eu pedi e tal”, aí o
           Chopin falou “você pediu por escrito?” falou “pedi”. Aí
           começa a procurar o oficio, procura, procura, procura, não
           achava. Aí o Osvaldo falou “ah a coisa aqui está meio
           bagunçada e tal, deixa quando eu chegar lá eu mando uma
           cópia do oficio”, mas ele não tinha feito oficio nenhum. Aí
           entramos no elevador falei:” Osvaldo, esse negócio do mel,
           não é? isso está na Bíblia: “Miguel, Miguel, tu não tens
           abelha e vendes mel”, não é?”. Bom, aí o Chopin me contou
           que ele chegou em Silveiras e dois dias depois ligou:
           “Chopin, aquele oficio eu estou mandando a cópia” aí o
           Chopin falou com ele: “não, não precisa, você saiu daqui eu
           achei o oficio”. Grande abraço.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Pode aplaudir. Região de São José dos Campos