Discurso - Entrega de apartamentos da primeira Parceria Público Privada da Habitação do país 20162912

De Infogov São Paulo
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Discurso - Entrega de apartamentos da primeira Parceria Público Privada da Habitação do país

Local: Capital - Data:Dezembro 29/12/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Bom dia. Bom dia a todas e a todos. Quero cumprimentar o prefeito Fernando Haddad, o prefeito eleito João Doria, deputado federal Rodrigo Garcia, secretário de Estado da Habitação, deputados estaduais, o Estevão Galvão e o João Caramez, vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson de Souza, Nelson Baeta Neves Filho, João Whitaker, secretário municipal, Marcos Penido, nossa CDHU, Geraldo Juncal Júnior, presidente da Cohab, Túlio Botelho Mattos, presidente da Canopus, Karla Bertocco, nossa subsecretária de Parcerias e Inovações, João Otaviano, das PPP da Habitação, Rosalvo Salgueiro, coordenador do Movimento Terra de Deus, Terra de Todos, Josué Rocha. Quero saudar aqui todo o MTST e o Centro Gaspar Garcia, os futuros moradores aqui do residencial, amigas e amigos.

Eu acho que vale a pena aqui destacar três questões. A primeira, São Paulo é o único estado brasileiro que coloca 1% do ICMS só para habitação de interesse social e de mercado popular, o único estado brasileiro. Nós temos, nós não temos banco, mas nós colocamos recursos do Tesouro Paulista para poder subsidiar e para não deixar ninguém para trás. Quem ganha um salário mínimo pode ter acesso a casa própria. Ontem entregamos no interior do município de Dumont, no município de Monte Alto, Colina e Olímpia, unidades habitacionais, e a maioria, 80%, são famílias de baixa renda. A segunda é a inovação, a primeira PPP do Brasil, Haddad e João Doria, foi em São Paulo, em 2004, é a Linha 4 do metrô, essa foi a primeira PPP do país com a nova lei. E a primeira PPP de habitação é também aqui em São Paulo. Essa é a primeira do país para fazer moradia. E de uma forma inovadora, porque ela é para o centro expandido. Aqui no centro expandido está grande parte dos empregos de São Paulo, grande parte dos empregos estão aqui no centro expandido. E tem toda a infraestrutura, e com pouca habitação. A gente precisa trazer de volta as pessoas para morarem no centro expandido. Mora perto do emprego e tem toda a infraestrutura, e as pessoas voltando a morar no centro, recupera a segurança, porque aí de noite não fica tudo vazio. Então você também melhora a segurança e recupera aqui o centro expandido. Estamos entregando 126 apartamentos, hoje, aqui na Rua São Caetano, feitos em 11 meses. A média de governo é três anos, aqui foi feito em 11 meses. Temos 91 já em obra, na Alameda Glete, já estão iniciadas as obras, e temos 1.202 que a gente estava tentando, hoje, ter a assinatura do ministro dos Transportes, autorização da Anac, para o prefeito até amanhã dar o alvará. Mas, infelizmente, parece que vai sair amanhã, né, Rodrigo? Atrasou um dia, então vai caber ao João Doria dar o alvará aí no dia 2, no dia 2, são 1.202 apartamentos lá onde era a antiga rodoviária de São Paulo. Em frente ali à estação da Luz, e terá, inclusive, uma área cultural muito bonita, a Escola de Música Tom Jobim. Então terá não só habitação; e terá comércio, 5 mil metros de loja. Então as pessoas vão ter o apartamento, nós vamos ter lojas, as pessoas podem ter renda, tem comércio também e tem cultura, não é só a moradia. E a nova PPP da Fazenda Albor, a nova cidade Albor, que engloba três municípios: Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba, é uma cidade, 13 mil unidades habitacionais, área para indústria, para indústria porque tá na beira da Dutra com o Rodoanel, melhor esquina do Brasil, em termos de logística, do lado do Aeroporto de Cumbica, e empresas de logística e comércio. Então terá emprego, indústria, serviços, comércio, logística e moradia, a nova fazenda Albor, Cidade Nova. Quero agradecer aqui a Prefeitura de São Paulo, agradecendo ao prefeito Fernando Haddad. E este terreno foi doado pela prefeitura, isto foi importante para viabilizar a PPP. O segundo, da Alameda Glete, é do Estado, o terceiro também é do Estado, lá da antiga rodoviária de São Paulo e o quarto da prefeitura que é a Usina de Asfalto. E nós estamos… este já está contratado 3.683 habitações. As de interesse social, nós temos que dar o terreno, Josué. A de mercado popular, o privado, a Canopus é que tem que viabilizar o terreno. Então, o mercado popular, a iniciativa privada viabiliza o terreno e habitação de interesse social o governo viabiliza o terreno. Quero aqui deixar um abraço ao Haddad que fez aí um belo trabalho, está encerrando o mandato. Dizer ao João Doria que conte conosco, para a gente trabalhar juntos em benefício da população. Tem tudo para fazer um ótimo trabalho. João tem objetividade, espírito público que herdou de seu pai. Hoje tem uma bonita matéria falando sobre a Bahia, né? O João Doria pai, baiano. A sua vida bonita, dedicada, foi até cassado, perdeu mandato na ditadura defendendo os interesses do povo brasileiro. Agradecer o Rodrigo Garcia e a sua equipe, os nossos deputados: o Caramez e o Estevão Galvão, a Caixa Econômica, a Caixa, eu não teria casa em Pindamonhangaba se não fosse a Caixa. A Caixa que financiou, isso há 40 anos atrás, a Canopus, que é a responsável. Vinte anos ela vai ter que tomar conta aqui. E este é um fato importante, vocês vão ver a qualidade da obra, a qualidade da obra que foi aqui feita. Agradecer ao Penido, ao João Otaviano, o Nelsinho, agradecer todo o time, o Josué, o MTST pela sua luta, sua garra, sua conquista e desejar a todos aí um ótimo ano novo. Casa nova. [aplausos]