Discurso - Início das obras do VLT da Baixada Santista 20132905

De Infogov São Paulo
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Discurso - Início das obras do VLT da Baixada Santista

Local: Santos - Data:29/05/2013

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bom dia! Bom dia a todas e a todos! Quero saudar o presidente da Assembleia, deputado Samuel Moreira; prefeito anfitrião, Mauro Alexandre Barbosa; vice-presidente Eustázio Alves; vereador Sadao Nakai, presidente da Câmara, saudando aqui toda a bancada; secretários do estado: Meio Ambiente, Bruno Covas; Transporte Metropolitano, Jurandir Fernandes; Turismo, Cláudio Valverde; Desenvolvimento Metropolitano, Edmur Mesquita; deputados federais: o Beto Mansur; o Márcio França; nosso sempre deputado constituinte Antônio [ininteligível]; Joaquim Lopes, presidente da EMTU; representantes das empresas aqui do consórcio VLT Baixada Santista; e a Queiroz Galvão, o Carlos Alberto Mendes dos Santos e o Ricardo Acar; da Trail infraestrutura, o Reinaldo Goulart de Andrade; Nelson Teixeira, reitor da Unilus; Marcelo Bueno, diretor executivo da Agem; coronel Sarvioli, comandante da região; Rogério Barreto, nosso secretário adjunto de Gestão Pública; Luiz Carlos Rachid, diretor aqui da CDHU; o José Carlos da Silva, que trabalha na Queiroz Galvão há 16 anos, é mestre de obras, em nome de quem quero cumprimentar a todos os trabalhadores que vão fazer aqui essa grande obra. Secretários municipais; diretores colaboradores da EMTU; entidades de classe; amigas e amigos. É uma grande alegria, que na vida a gente, todo dia, você tem uma dificuldade, um desafio, e depois tem uma alegria. Então, foi o Neymar, chega o VLT? Estamos muito felizes com a chegada aqui do VLT, é uma luta que se iniciou com o nosso querido Mário Covas na década de 90, e que hoje a obra começa para ficar pronta em quantos meses? Doze meses. Tomem conta aí, viu? Doze meses, quinze frentes de trabalho. Então, em junho do ano que vem tem que estar a ferrovia pronta, o trem pronto, as estações prontas, a sinalização, a parte eletrônica para poder se fazer, já, a operação. Nós tentamos duas vezes por concessão e deu [ininteligível] . Aí eu falei: “Jurandir, vamos fazer, porque não adianta ficar mexendo mais em edital, discutindo trâmite, vamos construir, fazer o trem, pôr para funcionar, operar. Depois lá na frente se discute concessão, senão não vai sair isso aí”. Então, realmente acho que a decisão mais acertada, é uma obra de R$ 1 bilhão, nós já economizamos R$ 105 milhões, então o custo dela hoje é R$ 895 milhões, tem recursos do Tesouro e tem financiamento federal. Quero aqui agradecer ao ministro Agnaldo Ribeiro, pedir ao Beto, ao Márcio, que transmitam a ele o nosso agradecimento. A obra começa agora, são, nesta primeira etapa, são 9,7 km de obra, 9,7 km, o total serão 16,6 km, o atendimento 87 mil passageiros/dia; R$ 895 milhões e estão incluídos os dois lotes. O primeiro lote, que está começando agora, vai daqui de Conselheiro Nebias até São Vicente, o Barreiro; e o segundo lote, que começa em setembro, já, daqui 90 dias, ele vai de Conselheiro Nebias até Valombo. Então, teremos ao todo 16,6km, são 22 trens, cada trem tem sete carros, então são 154 carros, é o primeiro VLT do país elétrico, silencioso, poluição zero, nenhuma poluição, conforto, agilidade, 400 pessoas por trem, o trem leva 400 pessoas, então um grande ganho e prioridade para o transporte coletivo, para o transporte de qualidade, capacidade e coletivo para a população. Então, uma grande conquista, a gente fica muito feliz, é um trabalho de muitas mãos. Quero aqui agradecer ao Bruno! Ontem foi aprovada a LI, hoje ele está assinando. LI, Licença de Instalação, é como ganhar na loteria, é dificílimo! Você tem que cumprimentar e dizer: “Peço licença, peço licença”. Então, agradecer, só um santista aqui da República do Gonzaga para fazer em 24 horas a LI. Muito obrigado ao Bruno; ao Jurandir, grande engenheiro do ITA, uma bela equipe aí com o Joaquim, todo o time, suando a camisa aí para fazer o máximo! Nós estamos com o VLT na Baixada, o corredor noroeste na região de Campinas, aí é pneu, não é trilho, e sete obras simultâneas na região metropolitana de metrô de São Paulo, é o maior investimento sobre trilhos do país. Agradecer ao Edmur Mesquita e toda a Agemcamp, o Marcelo, todo mundo que na Agemcap ajudou aqui desde o início. Os nossos deputados: o Beto que foi prefeito aqui de Santos; o Márcio que também foi prefeito de São Vicente; os prefeitos todos aqui da região, e os nossos deputados: o Samuel, grande parceiro nosso na Assembleia Legislativa, o Samuel tem nos ajudado muito lá na Assembleia. Muito obrigado, Samuel! O Paulo Alexandre tem um ritmo forte, agitado, no bom sentido, de fazer mais, fazer melhor em benefício da população. Deixar um grande abraço aqui ao Paulinho, ao Paulo Alexandre! Enfim, dar os parabéns aqui à população de Santos. Nós vamos voltar, se Deus quiser, no dia 13, que é o Dia do Patriarca, os 250 anos de José Bonifácio, pretendemos até transferir o governo aqui para a Baixada, em homenagem ao nosso patriarca. Lembrar aqui com muito carinho do nosso Mário Covas, tem um enorme amor pela região, pelo povo, nos deixou... O Mário Covas é uma inspiração permanente, espírito público, honestidade, correção, transpirava, a preocupação e o trabalho, espírito público comunitário. Deixar um grande abraço aqui para vocês! Essa é a Francisco Glicério, e lá a Conselheiro Nebias. Eu vou ter que alugar uma quitinete aqui em Santos de tanto que eu estou vindo para cá. Mas, deixar um grande abraço, uma alegria rever a minha queridíssima amiga Vera Rafaela, que está aqui também conosco. Mas deixar um abração para vocês. Nós estamos indo para São Vicente, vamos começar lá também a obra, e acho que demos um passo importante. Diz que a obra-prima do Estado é a felicidade das pessoas. Melhorar a vida de quem usa o transporte coletivo, rápido, eficiente, confortável, limpo, melhorar o meio ambiente, ajudar a desafogar o trânsito. Nós tínhamos 12 milhões de veículos, há 12 anos atrás, hoje temos 23,5 milhões de veículos, então a gente investe para valer no transporte coletivo ou nós não vamos avançar. Queria fazer um agradecimento muito especial aqui à polícia, o coronel Savioli está aqui, a Polícia Civil, Polícia Científica. Nós acabamos de divulgar os dados de abril. De janeiro a abril deste ano, comparando com janeiro a abril do ano passado, Paulinho, nós reduzimos 36% homicídios nos primeiros quatro meses; 100% roubo a banco, zero; 26% redução de estupro; e latrocínio não teve em Santos, de janeiro a abril, nenhum caso, foi zero. Na seccional de Santos também, redução de roubo, redução de furto de veículo, 15%; roubo de carga, 50%; roubo a banco, zero também; estupro, queda de 20%; latrocínio, queda de 17%. No DEINTER - 6, que é Santos, tudo para baixo, janeiro a abril, homicídio doloso, menos 14%; furto de veículo, menos 12%; roubo de carga, menos 23%; roubo a banco, menos 67%; estupro, menos 17%; latrocínio, menos 38%. E nós estamos fazendo um trabalho, acabou de chegar uma equipe, mandei a Nova York e Londres, só a cidade de Nova York tem 4.500 câmeras de vídeo, com cinco pessoas monitorando, impressionante o sistema. Então, hoje nós vamos ter uma reunião à tarde, São Paulo contra o Crime, nós temos outras inúmeras iniciativas no sentido de a gente reduzir ainda mais, e São Paulo ser o primeiro estado do Brasil nos índices de criminalidade e no reforço da segurança pública. Mas, quero destacar aqui a conquista da sociedade, não é só da polícia, é a sociedade, e quantas prefeituras são nossas parceiras nesse trabalho e na área social. Ele me lembrou aqui que hoje faz um ano o nosso Bom Prato, está chegando a hora, 11h, eu que sou leiteiro, acordo cedo, 11h é hora de almoçar! Isso me faz lembrar a campanha, a última campanha agora, o Quércia, coitado, depois que ficou doente, mas ele era candidato ao senado, e aí, Paulinho, nós fomos a Tatuí, depois Botucatu, e eram 4 horas da tarde e a gente só no cafezinho. Aí o Quércia falou: “Dr. Ulisses Guimarães gostava de fazer campanha para o Prestes Maia, porque meio dia para, não interessa onde estava, para e almoça”. Ele falou: “Quércia, ganhar ou perder a eleição”? “Ah, não lembro, acho que perdeu”. “Então continua, cafezinho”. Grande abraço!