Discurso - Início das obras nas marginais da SP 127 20162207

De Infogov São Paulo
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Discurso - Início das obras nas marginais da SP 127

Local: [[]] - Data:Julho 22/07/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Bom dia! Bom dia a todas e a todos! Quero cumprimentar a Ana Paula Cury José Coelho, presidente do Fundo Social de Solidariedade de Tatuí. Agradecer a Fidalvia dos doces. Acertou, viu? E a partitura, muito obrigado. Alberto Macedo, nosso secretário de estado, transporte e logística. Deputado Federal Herculano Passos. Deputado Estadual Edson Giriboni. Prefeitos de Itararé, a Cristina Ghizzi. De Cesário Lange, Ramiro de Campos. De Quadra, o Carlão. E de Capão Bonito, o Júlio Fernando. Giovanni Pengue Filho, diretor-geral da Artesp. Theodoro Pupo, diretor de investimentos da Artesp. José Salim, presidente da concessionária da CCR SP Dias, Eduardo Camargo Carvalho, presidente da CCR via Oeste. Flávio Carvalho, diretor de relações institucionais. Major Galinde, comandante do batalhão. Marcel Riberio de Lima, comandante da 3ª Companhia. Dr. Francisco Castilho, delegado titular. Paulo Shiozaki, diretor industrial da Noma. Peter [ininteligível], diretor geral da [ininteligível]. Secretários municipais, em especial trabalhadoras e trabalhadores aqui da obra, comunidade, amigas e amigos. Estamos iniciando hoje uma obra importante. Ela ficará pronta em nove meses, então até abril do ano que vem tem que estar concluída, R$15,5 milhões, e constitui quatro obras praticamente. Uma implantação do acesso ao polo industrial. Temo aqui uma grandes indústrias que é a Noma, a [ininteligível], do outo lado também um hotel, teremos aqui um hotel. Então a cidade se desenvolvendo nesta região. E os investimentos aqui na SP 127. Eu estava observando aqui movimento, não é? É um carro e um caminhão atrás do outro, é impressionante o movimento. Então primeira obra a implantação do acesso ao distrito industrial. A segunda obra 1,5 quilômetros de marginais. A terceira obra, passarela e ponto de ônibus dos dois lados da rodovia. Quarta obra calçada, passeio para pedestre, para evitar acidente. E quinta obra ainda vamos mudar o local, vamos realocar o Sau, o Serviço de Atendimento ao Usuário. Quinze milhões e meio, a obra começa hoje e deve ficar pronta em nove meses. Vai trazer um impulso ao desenvolvimento da região, mais empresas, mais emprego, melhor logística e o principal, poupar vidas. É uma vacina em termos de evitar acidente. A maior causa de morte hoje é a acidente rodoviário. Todo mundo fala de homicídio, mas nós tínhamos 13 mil homicídios, baixou para 12, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, o ano passado foi 3.962. Acidente rodoviário 7.500, é duas vezes mais perigoso andar de carro, de moto ou ser atropelado do que um crime, um assassinato, então... E aonde ocorrem os acidentes nas rodovias? Perto das cidades. É aonde tem muito movimento urbano. Então é exatamente o que nós estamos fazendo aqui. Passarela, acesso à indústrias, marginal, ponto de ônibus com passarela, calçada para pedestre, tirar o trânsito com as marginais, ou seja, fazer um trabalho que atende as indústrias, o emprego, e de outro lado preserva a vida e evita acidentes. Nós estamos também terminando uma obra de Cesário Lange, cadê o nosso prefeito? Deve estar quase pronta lá, não é? Praticamente pronta. Estava até pensando amanhã vir entregar. Amanhã pode ter um sorteio de entrega de casa, 60 casas. Então ela liga Cesário Lange até Marechal Rondo. Passa por Pereiras. Então mais uma obra então ficando pronta. Uma obra nós estamos entregando provavelmente amanhã, e hoje estamos iniciando um outro investimento e uma outra obra importante aqui também para o município de Tatuí. Quero deixar aqui um abraço a todos. Vi aqui umas faixas do pessoal do bairro do Santa Adelaide, do bairro Jurimirim. Pedir ao Dr. Giovanni que ouça ambos e verifique direitinho a questão do acesso lá ao bairro, como é que a gente pode ajudar a resolver lá o problema da comunidade. Deixo um grande abraço aqui para vocês. E eu estava verificando aqui. Eu adoro tupi Guarani. Tatuí, água do Rio do Tatu, é isso? Como é que é? Terra do tatu pequeno. Esse I, o I do tupi Guarani não é Rio ou é... Sempre procuro estar... A minha cidade é Pindamonhangaba. É local onde se fabricam anzóis. Pinda é local, o Nham é fazer e o Gaba anzol. Eu ganhei um dicionário tupi Guarani de um médico, então vira e mexe eu estou fuçando lá. Mas não é fácil, viu? Mais difícil do que o tupi Guarani é só o português. Português é uma língua dificílima, não é? Diga o nosso vizinho aqui do Tietê, o Michel Temer, que adora próclise, mesóclise, ênclise, não é? Um dia desses eu estava lendo, relento Monteiro Lobado, e ele contava uma história de um jovem no interior apaixonado por uma menina muito bonita de nome Helena. Tempo antigo, pai muito bravo, namoro só na saída da igreja, da missa. Aí ele passa em frente à casa da amada e joga um bilhete: “Helena, amo-te!”. Só que por azar quem pegou o bilhete não foi a Helena, foi seu pai, Coronel Triburtino Figueiredo, homem mais temido da região. Pegou o bilhete e mandou chamar o rapaz. O rapaz era um moço humilde, do cartório, muito simples. E foi, muito apavorado. Quando entrou no escritório o coronel já fechou a porta, trancou, tirou o bilhete e mostrou para ele. “Helena, amo-te”. Aí ele falou: “Quem escreveu isso?”, falou: “Fui eu, Coronel”. Aí tirou um 38, pôs em cima da mesa, falou: “Olha moço, as questões de honra da família eu resolvo à bala. Ou casa ou morre”. “O coronel, tudo que eu quero é casar com a sua filha. Olha que beleza, que maravilha, o senhor é um homem tão bom, olha quanta injustiça. Dizem que o senhor é um sujeito muito duro, olha aí que coração generoso”. Aí ele grita lá para dentro: “Mariazinha, venha cumprimentar teu noivo”...é Helena. Falou, não senhor, você escreveu Helena amo- lhe, se você amasse a Helena teria que ter escrito, Helena amo-te, como você escreveu Helena amo- lhe, lhe é terceira pessoa, então você não ama Helena, você ama a uma terceira pessoa, porque como você sabe a primeira pessoa é quem fala, a segunda pessoa é com quem se fala e a terceira pessoa é de quem se fala, então, você escreveu Helena amo-lhe, você ama uma terceira pessoa: ou é a minha mulher, ele falou: quê isso doutor, imagina! Dona Benedita 90 anos ou a Mariazinha - encalhada manquitola, aluada, vesga, pirada da cabeça, coitado, casou com a Mariazinha sem querer por um erro de colocação pronominal. Então, se não souber tupi - guarani, ao menos o português nós vamos dar um caprichada não é? Pessoal, um grande abraço. [[]]