Discurso - Inauguração da nova unidade Detran.SP em Cajamar

De Infogov São Paulo
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Discurso - Inauguração da nova unidade Detran.SP em Cajamar

Local: Cajamar - Data: 11/12/2012


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Boa tarde a todas e a todos. Saudar o nosso prefeito reeleito, o Daniel Fonseca; nosso prefeito Cajamar, anfitrião; Dioneia Fonseca, Presidente do Fundo Social Solidariedade; Daniel Annenberg, nosso coordenador do DETRAN, representando aqui nosso secretário Júlio Semeghini; a Michele Leão, que é a diretora aqui desse DETRAN, ela é menor de idade, mas a gente está... o Messias Cândido da Silva, nosso ex-prefeito, amigo; Coronel Glauco Silva de Carvalho, Comandante do CPAM VII; Tenente Coronel João Carlos Pensari, comandante do batalhão; os vereadores...Mané do América, o Neizão; o Irineu Belchior; a Fátima de Lima, vice-prefeita eleita; o José Guedes Pereira, que teve conosco lá em Indaiatuba, que preside o Sindicato da Auto Moto Escola, Centro de Formação e Condutores do Estado de São Paulo; os nossos colaboradores aqui do DETRAN, do CIRETRAN de Cajamar; usuários aqui dessa unidade; colaboradores da prefeitura aqui de Cajamar. Olha, é uma grande alegria hoje entregarmos aqui o novo DETRAN, totalmente informatizado. Eu vou dar um exemplo para vocês aí, quando um jovem tirava a CNH, um ano depois se ele não trombou o carro, não aprontou nada, ele tinha direito a CNH definitiva, a Carteira Nacional de Habilitação. Ele tinha que vim três vezes na CINETRAN e uma vez no banco, para poder ter a definitiva. Se ele não cometeu nenhuma infração grave, um ano depois ele vai receber uma cartinha em casa dizendo: Olha, parabéns, você tem direito a CNH definitiva. Recolha a taxa no banco, faz pela internet, e recebe a carteira em casa, sem sair de casa. Então, é eficiência, rapidez, respeito pelas pessoas, ganhar tempo, não ter burocracia, ter eficiência no trabalho. Aqui já começou o exame eletrônico, então a pessoa vem, na hora faz o exame e na hora tem o resultado, não é isso? São 30 questões, acertou 21, já passou, já resolveu, então é imediato, tudo é eletrônico. Eu estou chegando de Indaiatuba onde nós inauguramos lá também o novo CINETRAN, levava 15 dias para fazer o licenciamento do carro, aqui é feito de um dia para o outro, lá também, um dia. A transferência levava 20 dias para transferir o carro, agora dois dias, está feita a transferência, enfim, o serviço padrão poupa tempo. E quero aqui agradecer o prefeito, o Daniel, porque a prefeitura é uma grande parceira do estado, tudo isso foi possível pela boa parceria com a prefeitura municipal aqui de Cajamar, e a população que ganha, porque vai ter um serviço de qualidade. Só temos nove cidades até agora no estado, e Cajamar é uma das nove, dos seiscentos mil... 45 municípios. Estamos terminando a recuperação da SP-354, Edgar Máximo Zamboto, entre Cajamar e Franco da Rocha. Deve estar no fim, não está? Está terminando já. Então está bem adiantada a obra, uma obra importante, mais de R$15 milhões. Vou verificar a questão dos acessos de Cajamar, aqui na Anhanguera. A cidade está crescendo muito, é hoje uma das grandes contribuidoras de ICMS, pelo seu parque industrial e de serviços de distribuição aqui na cidade. Temos aqui também além das vicinais, temos o Centro-Dia do idoso, que vai ser feito aqui também, a prefeitura vai nos arrumar o terreno. Cajamar, um município amigo do idoso, vamos ter um selo aqui. Temos também o programa Creche Escola, para as mamães. E fico feliz, porque eu estava verificando aqui, o município de Cajamar e os principais indicadores melhoraram de segurança. Eu estava até comentando aqui com o coronel Glauco e o tenente-coronel, o Pensari. Homicídio, tivemos uma redução de 21,4% comparado este ano com o ano anterior; roubo, uma redução de 4%; estupro, uma redução de 21% e latrocínio nós não tivemos esse ano nenhum caso, aqui em Cajamar. E vamos melhorar ainda mais, vamos reforçar ainda mais. Temos aqui escolas de tempo integral, uma delas é a Escola Walter Ribas de Andrade. Estamos reformando também a Escola Suzana Dias, e as escolas de tempo integral, nós mandamos um Projeto de Lei ontem para Assembleia Legislativa, onde nós vamos... O professor que estiver em tempo integral e em uma escola de tempo integral, que nós estamos ampliando bastante, ele vai ter uma gratificação além do seu salário, de R$75%. Aliás, as escolas de tempo integral... As escolas que o aluno chega cedo tem o lanche, almoça na escola, tem o lanche da tarde, passa o dia... É impressionante. Um ano depois, você pega a matemática... Está aqui, ó. Faz assim. Português. Está aqui. Pula lá para cima. É impressionante o ganho que a gente tem na educação. Queria saudar aqui o [ininteligível] que vejo aqui também presente. Cumprimentar aqui todos vocês, dizer que aqui só tem campeão, só tem Neymar aqui. Mas quem vai vingar o Santos lá no Japão é o Corinthians. O prefeito está triste, porque o time dele caiu. Mas eu queria agradecer aqui o Daniel Annenberg, cumprimentar a Michele e segura a peteca aí, queremos o teu melhor serviço aqui para população. Cumprimentar aqui o Daniel, toda a Câmara, toda a comunidade. E para encerrar, como nós falamos aqui de educação e falei de português. Meu pai que era professor de português, então tem uma história interessante do Monteiro Lobato. Monteiro Lobato conta que, em uma cidade do interior, chamado Itaoca, cidade pequena, no interior. Um jovem se apaixona por uma menina, filha de um coronel. Então, o jovem, funcionário do cartório, se apaixona pela menina, o nome dela era Helena. 17 anos, muito bonita e filha do coronel Triburtino Figueiredo. Um homem famoso porque era muito duro, muito firme, muito zeloso da honra da família e tal, e o jovem tem a audácia, naquele tempo antigo, de jogar um bilhete. E joga o bilhete: Helena, amo-lhe. E mandou o bilhete. Por azar, quem pegou o bilhete não foi a Helena, mas foi o pai da Helena, o coronel Triburtino Figueiredo. Pá! Pegou o bilhete, já estava desconfiado do rapaz, mandou chamar o rapaz. O rapaz, apavorado, mas foi. Apaixonado pela Helena. E tinham duas irmãs, a Helena nos 17, toda bonitona e a Do Carmo, encalhada, [ininteligível], vesga e meio aluada, era a outra irmã. Aí, vai lá o jovem, o cartorário, o coronel manda entrar, tranca a porta, tira o bilhete e mostra para ele. "Foi você que escreveu isso aqui: Helena, amo-lhe?" Falou: "Perfeitamente, coronel, fui eu que escrevi". Aí ele falou: "Ah, muito bom". Aí abre a gaveta, tira o revólver, põe em cima da mesa. Falou: "Olha, as questões de honra da família eu resolvo à bala. Ou casa ou morre". "Ó, puxa vida, Olha aí que beleza! O senhor é homem de coração generoso. Tudo o que eu quero é casar com a sua filha. Está ótimo, Perfeitamente. " Aí grita lá para dentro: "Do Carmo, tenha cumprimentar seu noivo!". Aí ele piscou seis vezes, falou: "Coronel, Helena!". Ele falou: "Não, senhor. Leia aqui o bilhete: Helena, amo-lhe. Terceira pessoa. Se você amasse a Helena, teria escrito: Helena, amo-te. Como você escreveu Helena, amo-lhe, você se referia a uma terceira pessoa, não a Helena. Então aqui nessa casa tem a minha mulher"... Falou: "Quê isso, coronel. Imagine", "então, não é. Tem dona Benedita, 85 anos ou a Do Carmo. Uma das três". Revólver na cabeça casou com a Do Carmo. Então, vamos caprichar no português.