Instituto de Infectologia Emílio Ribas Guarujá-Baixada Santista

De Infogov São Paulo
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Diretor

Anísio de Moura

Perfil

Atualizado em: 13 de junho de 2013

Quando foi criado: 23 de dezembro de 2011.

O que é: primeira "filial" do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas.

Como funciona: instalado no antigo prédio do hospital "Ana Parteira", presta suporte referenciado a pacientes encaminhados por outros serviços de saúde da Baixada Santista para o cuidado de doenças infecciosas como leptospirose, doença meningocócica, salmonela, conjuntivite, hepatites e quadros mais graves de dengue.

Custeio anual: R$ 33,6 milhões.

Investimentos:

  • 1ª fase: cerca de R$ 8,5 milhões em obras e equipamentos.
  • 2ª fase: R$ 18 milhões

Status: as obras devem ser concluídas em dezembro de 2012.

No total, serão 56 leitos (sendo 17 de UTI adulto), dos quais 20 estão em funcionamento.

Capacidade de atendimento anual:

  • 1,9 mil pacientes.
  • 15 mil internações.

Média mensal de atendimentos:

  • Internações: 30.
  • Exames laboratoriais e de apoio diagnóstico: 1.000.

Número total de leitos: 20, sendo 4 de UTI Adulto.

Fonte: AI SES

Hospital Emílio Ribas II

Em 13 de junho de 2013 foi entregue no Guarujá, uma “filial” do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. A unidade será referência para os nove municípios da Baixada Santista e atenderá cerca de dois mil pacientes ao ano. No total, foram investidos R$ 20 milhões no instituto, que terá a capacitação da maior referência em infectologia do país (Emílio Ribas), com um perfil metropolitano de atendimento.

A “filial” dará suporte referenciado aos pacientes encaminhados dos hospitais de toda a região da Baixada Santista para o cuidado de diferentes doenças infecciosas, a unidade oferecerá também exames laboratoriais e de imagem, como raio-x, ultrassonografia e endoscopia. A meta é realizar cerca de 10 mil exames mensais.

O hospital será também referenciado no campo de Ensino e Pesquisa. A instituição contará com serviço de Telemedicina, coordenado pela Faculdade de Medicina da USP. O recurso online será utilizado para a realização de aulas, treinamento de processos e fluxos, e é um dos principais instrumentos para a extensão da experiência médica, com a tecnologia, os médicos poderão definir em tempo real procedimentos e condutas nos tratamentos dos pacientes internados.

Ver também

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