PANDEMIA - Coletiva da Secretaria da Saúde e Centro de Contingência 20202204

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PANDEMIA - Coletiva da Secretaria da Saúde e Centro de Contingência

Local: Capital - Data: Abril 22/04/2020

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JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Muito boa tarde. Obrigado aí pela presença de vocês. Estamos aqui mais uma vez com objetivo de esclarecimentos e esclarecer a opinião pública como a imprensa, nosso maior aliado aí na questão da divulgação dos nossos dados, política, enfim. Então vamos come&cce dil;ar, eu estou aqui com o Dr. David Uip que é o coordenador do Centro de Contingência, e o Dr. Paulo Menezes que é o coordenador do CCD, que é a Coordenadoria de Controle de Doenças. Hoje nós temos novos casos, quanto à questão dos casos, 15.914 casos confirmados, 3,4% acima anterior. Esses dados pelo que eu estou vendo é que são de hoje. E 1.134 óbitos e 41 óbitos, 3.7% acima do dia anterior. Então a velocidade nossa continua, velocidade de aumento tanto de casos quanto de óbitos por volta desse valor que está aí entre 5% e um pouco mais. Município com casos, 241, com óbitos, 100 municípios no estado de São Paulo. Na capital são 778 óbitos. Seguinte. A incidência maior está entre 30 e 40 anos e até os 60, depois ela decai, mas... Seguinte. Se nós formos ver os óbitos, pela faixa et&aacute ;ria continua acima de 60 anos, inverte a curva, né, acima de 60 anos são os casos mais frequentes visto da debilidade das pessoas, das comorbidades que essas pessoas apresentam nessa faixa etária. Quais são elas? São cardiologia, diabetes que é muito importante. Pneupatias crônicas, doenças neurológicas, doença renal, imunodepressão, obesidade, asma, doença hematológica, doença hepática, síndrome de down e gestação. As internações, casos confirmados em enfermaria, 1.262, e em UTI, 1.185. Casos suspeitos seriam 2.448, enfermaria, e 1.268 em UTI. Suspeitos aguardam exames e agora nós estamos com uma situação que em dois dias a gente teria os resultados desses exames. Teremos o resultado desses exames. Seguinte. A taxa de ocupação hoje é no estado de São Paulo, 55.3% em UTIs, 40.5% em enferma ria. Na grande São Paulo, 73.7%, 63% na enfermaria, 73.7% nas unidades de terapia intensiva. Ocupação de leitos, Instituto Emílio Ribas, UTI, 93%, enfermaria, 76%. O HC está com 92% em UTI e 67% na enfermaria. O Hospital de Pirajussara, 70% e 90% na enfermaria. Hospital Geral de Itapevi, 60% na UTI, 73% na enfermaria. Isso são os dados de hoje, queria os comentários agora, por favor. Dr. David Uip.

DAVID UIP, COORDENADOR-GERAL DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Estamos prontos para responder as perguntas.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Paulo.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Então a gente vai começar as perguntas. A primeira é da TV Cultura, Jerônimo Moraes.

JERÔNIMO MORAES, REPÓRTER: Secretário, boa tarde. Tudo bem? Agora há pouco no palácio foi dito que está zerada a fila dos testes, né?

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Cadê sua câmera? Cadê sua câmera?

JERÔNIMO MORAES, REPÓRTER: A minha câmera está ali, ela trabalha sozinha.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: É, eu sei, por isso que eu estou perguntando. Ok.

JERÔNIMO MORAES, REPÓRTER: Secretário, a partir de agora quanto tempo para se... os novos testes para ficarem prontos, e como é que o senhor está fazendo, como é que o Estado vai fazer para avisar as pessoas que tiveram seus testes agora já com os resultados. Como é que vai ser esse procedimento? Obrigado.


JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Paulo, pode responder, por favor.

PAULO: Em relação ao tempo, como o secretário falou espera-se que os resultados saiam em média em 48h. Eles já estão saindo aproximadamente com esse período. Em relação aos testes que estavam represados, eles são, estão sendo inseridos num sistema de informação, que é o sistema de informação laboratorial, e os municípios e os serviços têm acesso ao laudo para informar os pacientes. É dessa forma que se faz a comunicação.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Entendeu? Ok.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Próxima pergunta é do Jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba, Felipe Shikama. É uma pergunta on-line. Algumas cidades da região metropolitana de Sorocaba têm publicado os novos decretos liberando o funcionamento de algumas atividades econômicas e, portanto, afrouxando as medidas de isolamento determinadas pelo Governo do Estado. Em alguns casos, o Ministério Público tem entrado na Justiça com ação direta de inconstitucionalidade, mas também há casos de um relaxamento informal sem o decreto como é o caso de Sorocaba. Ond e a Prefeitura, simplesmente, divulgou uma tabela de atividades permitidas como salão de beleza que mesmo suspensa pelo decreto estadual. Que medidas o Governo do Estado está tomando com relação a essas situações, e o que vale a partir desse momento, ou o que está valendo a partir desse momento?

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Vale o que valia, nada mudou. O Sr. Governador descreveu hoje todas as atividades que estão liberadas desde o início, não é que estão liberadas a partir de agora. E o percentual de 74% da economia se insere em toda essa economia que está rodando. Então, acho que nós podemos dizer que São Paulo não parou, São Paulo continua e continuará com estas atividades. Algumas atividades, algumas não, as atividades não essenciais é que pararam. Então, nesse se ntido, ele elencou 71 atividades, perto disso, né, David, na coletiva de hoje colocando claramente quais eram as atividades que você pode encontrar ela parada por ação de algum prefeito, por ação de algum conselho, por ação, enfim, de "n" outras, mas não pelo decreto do Governo. Agora, está valendo o decreto, aquelas cidades que não se utilizaram do decreto aí sim, isso merece uma ação primeiro de orientação, primeiro de diálogo do Governo do Estado no sentido de que volte a situação anterior. Nós precisamos disso, nós precisamos desse isolamento para que ele não caia abaixo de 50. Nós estamos falando entre 50 e 60, ontem foi 57%, para que a gente possa ter efeitos positivos sobre a disseminação e o enfrentamento da epidemia. Então nós precisamos disso. Fique em casa. É por isso que a gente toda hora fica falando, e falando, e vai repetindo e repetindo: fica em casa. Esse é o motivo principal. Então as atividades econômicas que estão proibidas, né, pelo decreto do estado de São Paulo deve valer para todo o estado. David.

DAVID UIP, COORDENADOR-GERAL DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Exatamente isso. Nosso papel... o governador determinou e é decreto, não está em discussão. Agora, a nossa parte é uma parte de convencimento. Nós falamos com os prefeitos na sexta-feira, falamos com os parlamentares no sábado, falamos hoje de novo no sentido de convencê-los de que neste momento existe uma única ação que é o distanciamento social que prova a cada dia o sucesso das medidas do Governo. Nós diminuímos, isso não tem dúvida, o número de infe ctados, o número de doentes e o número de pacientes internados em UTI, se não tivesse acontecido isso, o cenário seria totalmente diferente pra muito pior. Então, nós estamos convencidos, agora, convencidos de uma forma científica e técnica, isso não é mais cenário, isso é constatação, que as medidas do governo do estado foram adequadas no seu tempo, estão adequadas hoje, e foi apresentando um plano que dependerá da curva epidemiológica e do vírus, então é interesse de todo mundo continuar seguindo o decreto do governador.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Próxima pergunta online também, Bruno Ribeiro do Estadão. O pico de casos em São Paulo pode chegar, deverá chegar no dia três, segundo aqui a fala dele, e se fala em uma abertura gradual a partir do dia dez, como a situação em outras regiões do país pode afetar São Paulo? O fato de haver outros lugares em que o surto ainda não chegou no pico não poderia trazer algum perigo para uma São Paulo mais possivelmente aberta depois do dia dez?

DAVID UIP, COORDENADOR-GERAL DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Nós estamos, eu falei na última coletiva que uma das coisas que o centro de contingência faz é vigiar, por dados epidemiológicos, estatísticos, modelos matemáticos, os municípios e os estados vizinhos, que fazem fronteira com o Estado de São Paulo, muitos indivíduos de outros estados, inclusive, se tratam em São Paulo, isso é tradicional, e eu acho que faz parte mesmo, porque São Paulo tem grande competência no atendimento de pessoas. Agora, isso tudo nós estamos moni torando. E a decisão, ela, eu insisto nisso, é uma decisão epidemiológica, é uma decisão em cima de como o vírus tá caminhando. Então, isto vem sendo desde o primeiro dia, continua hoje e continuará. Existe um plano, que foi muito bem apresentado pela Clarice, esse plano, ele depende dia a dia da evolução do vírus e das curvas epidemiológicas.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Próxima pergunta presencial, TV Globo, Malu Mazza.

MALU MAZZA, REPÓRTER: Olá, boa tarde, são duas perguntas, uma sobre os testes também, essa... Eu gostaria de saber se é possível a gente estratificar um pouco esses números, saber quantos casos foram descartados dessa fila aí de testes represados que havia, até porque se falava que poderia haver um salto no número de casos, a gente não observa isso, o que é que houve, exatamente, se a gente pode ter um balanço desses testes. E o colega já fez essa pergunta, eu insisto, com relação às pessoas saberem da situação dos seus familiares, está sendo feito algum esforço extra nesse sentido? O que é que o governo tem a dizer à população, que está aguardando ainda um resultado de um exame, às vezes de um ente que já está falecido. A outra pergunta é sobre uma projeção que foi feita pelo governo, uma das projeções feitas, de até três, mais de três mil óbitos, isso até o início do próximo mês, como é que se chega nesse cálculo? O que é levado em conta para se fazer esse tipo de projeção e o que isso tem a ver com o isolamento social? Essas são as perguntas.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Começando pelos testes, os números estão aqui, acho que não é bem isso que ela quer saber. Os dados de hoje são: Exames recebidos 459, exames liberados 4.332, exames realizados e ainda falta o laudo 1.411, e exames em análise 964 no dia de hoje. Não há mais demanda reprimida, não temos mais fila desses exames. A pergunta que você fez, de como que as pessoas ficam sabendo, é através do mesmo sistema de que foram colocados os exames, no UBS, seja lá onde for, ent&a tilde;o, é ali que ela vai receber de volta este resultado, ou o familiar vai receber o resultado de algum familiar seu.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Assim como a solicitação do exame feita pela unidade de saúde de qualquer município, ela faz a solicitação, colhe material, o material vai pro laboratório, é processado, e depois o laudo volta pelo sistema e quem tem acesso é o serviço de saúde e a vigilância epidemiológica do município, que podem, então, comunicar as pessoas envolvidas com esse resultado. Esse é o mecanismo da vigilância e como o teste, ele entra dentro dessa vigilância. Eu não sei se a pergunta também foi s obre o esperado pulo na curva, que nós acabamos não vendo de uma forma mais nítida, e eu entendo que é por duas, dois prováveis fatores principais, o primeiro deles é que os exames foram sendo feitos ao longo das últimas semanas, de forma que com os laudos inseridos no sistema, eles são incorporados aos dados diários que nós fornecemos, de forma que ele, de uma certa maneira, é diluído ao longo dos dias. O segundo é a proporção de positivos dentro das amostras testadas, vamos dizer assim, no início da pandemia, aqui em São Paulo, a maioria dos casos eram de síndrome gripal, casos mais leves, e com uma proporção de positivos mais baixa, entre 10 e 15% aproximadamente das amostras testadas. Nos pacientes internados está dando em torno de 50% de positividade, mas nos pacientes internados já não tinha atraso, entã o, eu acho que essas são as principais explicações pra não termos observado o degrau esperado.

DAVID UIP, COORDENADOR-GERAL DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Só um pouquinho, porque eu acho que a tua pergunta é muito importante, é isso mesmo, o estoque de exames tem a ver com o início da história, e nós já sabíamos que o início tinha muito mais a ver com outros vírus, que não o coronavírus, nós sabíamos disso, o aumento foi ocorrendo com a evolução da epidemia, o número de internados, ele nunca ficou muito defasado, por conta que você, esses internados todos, se você lembrar o primeiro momento, muita gente foi fazer exame, depois que a coisa ficou limitada pela portaria do Ministério da Saúde, aos doentes internados e aos profissionais da saúde, então, eu acho que é por conta disso que o Dr. Paulo explicou, que não teve o degrau, foi sendo absorvido e este é o número atual. Agora, talvez, Paulo, uma resposta que depois a gente possa trazer, eu acho que nós não temos agora, quantos desses exames, que estavam estocados, qual o percentual que deu positivo, em qual momento, acho que isso é uma... Nós talvez possamos, claro, isso é possível levantar, mas nós não temos essa informação nesse momento.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Próxima pergunta é Gazeta de São Paulo.

MALU MAZZA, REPÓRTER: Eu perguntei sobre a curva também, a projeção que pode se chegar a mais de três mil óbitos.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Isso são modelos que nós utilizamos, né, nós, todas as vezes, todo estudo estatístico parte de um modelo, então, foram utilizados alguns modelos, né, e eles levam até esse número, hoje nós temos um número diferente, também não chegamos até lá ainda, temos que observar dia a dia, a nossa intenção é pela própria incidência de casos, pela própria eficiência do sistema de terapia intensiva, que a gente não chegue nesse valor. Nós podemos chegar, obviamente, mas está dentro do esperado, vamos dizer assim, mas se nós ganharmos vidas aí, seria muito importante. Ficou com cara de quem não está satisfeita.

MALU MAZZA, REPÓRTER: É que esse número, ele leva em conta o isolamento social de hoje, esse número de metade, metade, isso que eu queria compreender.

DAVID UIP, COORDENADOR-GERAL DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Ontem, vocês apresentaram dados de 30% de confinamento, 50%, 70%, isto foi um trabalho que foi feito pela Universidade de Brasília, [ininteligível] e Ministério da Saúde, e nós usamos, como outros N modelos, do ponto de vista de apreciação. Mas este é um dado que é antigo, tem mais de 15 dias que foi apresentado, agora, o conceito que o distanciamento social interferiu na curva, não tem nenhuma dúvida, e começa, e ele é mais incidente a partir de 50% de isolamento, e vai cr escendo quanto mais percentual for atingido e mais objetivo, mas esses dados são indiscutíveis. O distanciamento social interferiu na curva, nós não temos nenhuma dúvida disso.

ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Agora sim vamos pra última pergunta, da Gazeta de São Paulo, na semana passada o secretário disse, ao ser questionado, que não havia a previsão de realização de testes em massa, dias depois o vice-governador disse que podem ser realizados a partir da segunda quinzena de maio, queria entender um pouco sobre essa questão de testes em massa e se há ou não essa previsão para o Estado de São Paulo.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Então, nós solicitamos ao centro de contingência que ele nos ofereça qual é a política que nós temos que adotar com relação a questão das testagens, então, isso já foi colocado, eles estão trabalhando nesse sentido, me incluo nisso, e é a partir daí que se gera uma política pública, no sentido de como vamos fazer na questão do enfrentamento dessa epidemia no quesito testagens em massa. Se não em massa, como ela será feita , e dentro de como será feita, com que tipo de exames. David podia completar.

DAVID UIP, COORDENADOR-GERAL DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: O que o vice-governador falou, nós discutimos hoje, são investigações soroepidemiológicas por amostragens populacionais, e dá pra entender facilmente, São Paulo beira 46 milhões de habitantes, em alguns setores você vai ter que fazer o exame mais de uma vez, então não tem sentido você fazer exames pra 46 milhões, nem é possível, nós não conseguimos, ninguém consegue. Então, é por amostragem, isso são modelos epidemiológ icos clássicos, então, o centro de contingência tá fazendo os estudos, primeiro de quais os melhores modelos, e segundo qual é o melhor teste, sempre avaliando o valor produtivo do exame, que é o falso positivo e o falso negativo, em um inquérito epidemiológico, isto é balanceado, sempre é balanceado, mas é por amostragem e são modelos já conhecidos. Então, nós caminhamos rapidamente pra ter esses modelos populacionais, é claro que sempre um dos grupos envolvidos sempre será, sempre serão os profissionais da área de saúde, que isto é muito importante, mas são modelos que nós vamos estar oferecendo rapidamente, como sugestão à secretaria, de como deve ser feito isso, então, o em massa, na verdade o termo são inquéritos soroepidemiológicos de amostragens populacionais.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DE SÃO PAULO: Antes de encerrar, eu só queria colocar que hoje, então, o senhor governador demonstrou um plano de trabalho, a ser realizado a partir de agora, para que este plano, em conjunto saúde e economia, com uma série de tarefas divididas aí em ambas as partes, possa chegar em torno do dia oito de maio com alguma sugestão ao governador. Essa sugestão levará em conta, principalmente, as questões de saúde, e se existe a possibilidade de alguma flexibilização ou não, então , temos esses dias para esperar e trabalhar incessantemente pra se criar uma nova modelagem, vamos dizer assim. E, até então, eu gostaria de insistir pra que as pessoas fiquem em casa, cuidem de seus idosos, porque as estatísticas mostram que quando a gente tem melhores condições de isolamento, temos melhores enfrentamentos, melhores condições de enfrentamento também da epidemia. Muito obrigado a todos e até amanhã.