PANDEMIA - Estado envia mais 129 respiradores para cidades do interior e litoral 20201806

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PANDEMIA - Estado envia mais 129 respiradores para cidades do interior e litoral

Local: Capital - Data: Junho 18/06/2020

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JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO : Alô. Muito boa tarde. São 12h45. Estamos iniciando uma coletiva de hoje, uma coletiva da área de Saúde e todas as coletivas, uma 73ª coletiva, com relação ao combate à epidemia do Corona Vírus no Palácio dos Bandeirantes. Estamos aqui hoje, o Dr. Carlos Carvalho, que é o coordenador do Centro de Contingência do Estado de São Paulo, o Dr. Paulo Menezes, membro do Centro de Contingência e titular do Centro de Controle de Doenças, da Secretaria de Saúde, a Dra. . Beatriz Perondi, que é médica do Hospital das Clínicas e coordenadora do Comitê de Crise do Hospital das Clínicas, Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico, e Marcos Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional. Eu vou iniciar, passando para vocês os números que temos da estatística, a respeito da pandemia. Então, para o Brasil, 955.377 casos confirmados, com 46.510 óbitos. Para o Estado de São Paulo, 192.628 casos confirmados e 11.846 óbitos. Para os casos ... Eu comento daqui a pouco, e a taxa de ocupação do Estado de São Paulo, nos estados da UTI, ela está em 67%, e na Grande São Paulo, 71,3%. Hoje temos internados em regime de UTI 5.421 pacientes e enfermaria, 8.620 pacientes, sendo esses dois confirmados como pacientes também suspeitos de patologia. Já hou ve altas hospitalares no sistema de saúde do Estado de São Paulo 35.419 pacientes. Com relação ao número de casos, temos, para o Estado de São Paulo, aqui o que você vê, 192, é um crescimento muito pequeno de um dia para outro. Isso significa que estamos com um problema no eSUS, que é o sistema nacional que faz toda a parte de levantamento ambulatorial e casos, mas vamos chamar assim, casos menos graves, que são usados ​​no sistema. Nós temos acionado ou Ministério da Saúde, nenhum sentido de saber exatamente como isso está ocorrendo, outros estados que também estão fazendo esse mesmo tipo de indicação, e esperamos que isso seja uma instabilidade do sistema, porque nós dependemos muito desses, não a penas para uma questão de informação pública, que é fundamental, mas também para usar esses dados nacionais e a questão de 192 mil casos, principalmente, no Estado de São Paulo, para nossos planos e o Plano São Paulo. Então, nesse sentido, eu gostaria de fazer essa observação. Muito obrigado. que é o sistema nacional que faz toda a parte de casos ambulatoriais de levantamento, mas você pode chamar assim, casos menos graves, que são usados ​​no sistema. Nós temos acionado ou Ministério da Saúde, nenhum sentido de saber exatamente como isso está ocorrendo, outros estados que também estão fazendo esse mesmo tipo de indicação, e esperamos que is so seja uma instabilidade do sistema, porque nós dependemos muito desses, não apenas para uma questão de informação pública, que é fundamental, mas também para usar esses dados nacionais e a questão de 192 mil casos, principalmente, no Estado de São Paulo, para nossos planos e o Plano São Paulo. Então, nesse sentido, eu gostaria de fazer essa observação. Muito obrigado. que é o sistema nacional que faz toda a parte de casos ambulatoriais de levantamento, mas você pode chamar assim, casos menos graves, que são usados ​​no sistema. Nós temos acionado ou Ministério da Saúde, nenhum sentido de saber exatamente como isso está ocorrendo, outros estados que tamb ém estão fazendo esse mesmo tipo de indicação, e esperamos que isso seja uma instabilidade do sistema, porque nós dependemos muito desses, não apenas para uma questão de informação pública, que é fundamental, mas também para usar esses dados nacionais e a questão de 192 mil casos, principalmente, no Estado de São Paulo, para nossos planos e o Plano São Paulo. Então, nesse sentido, eu gostaria de fazer essa observação. Muito obrigado. Nós temos acionado ou Ministério da Saúde, nenhum sentido de saber exatamente como isso está ocorrendo, outros estados que também estão fazendo esse mesmo tipo de indicação, e esperamos que isso seja uma instabilidade do sistema, porque nós dependemos muito desses, não apenas para uma questão de informação pública, que é fundamental, mas também para usar esses dados nacionais e a questão de 192 mil casos, principalmente, no Estado de São Paulo, para nossos planos e o Plano São Paulo. Então, nesse sentido, eu gostaria de fazer essa observação. Muito obrigado. Nós temos acionado ou Ministério da Saúde, nenhum sentido de saber exatamente como isso está ocorrendo, outros estados que também estão fazendo esse mesmo tipo de indicação, e esperamos que isso seja uma instabilidade do sistema, porque nós dependemos muito desses, não apenas para uma questão de informação pública, que é fun damental, mas também para usar esses dados nacionais e a questão de 192 mil casos, principalmente, no Estado de São Paulo, para nossos planos e o Plano São Paulo. Então, nesse sentido, eu gostaria de fazer essa observação. Muito obrigado. não apenas para uma questão de informação pública, que é fundamental, mas também para usar esses dados nacionais e a questão de 192 mil casos, principalmente, no Estado de São Paulo, para nossos planos e o Plano São Paulo. Então, nesse sentido, eu gostaria de fazer essa observação. Muito obrigado. não apenas para uma questão de in formação pública, que é fundamental, mas também para usar esses dados nacionais e a questão de 192 mil casos, principalmente, no Estado de São Paulo, para nossos planos e o Plano São Paulo. Então, nesse sentido, eu gostaria de fazer essa observação. Muito obrigado. Carlos Carvalho, faça seus comentários e os seus informes de hoje. Obrigado.

CARLOS CARVALHO, COORDENADOR DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Obrigado, secretário José Henrique Germann, boa tarde a todos. Eu fui bastante acionado ontem, ao longo do dia, e hoje pela manhã, então eu vou voltar um pouquinho para o tema futebol, que causou um pouco de talvez, talvez uma certa estranheza. Primeiro comentário que g ostaria de fazer é respeitar o protocolo que foi aprovado na reunião de ontem e foi aprovado pelo governador, é um protocolo que leva em conta as solicitações que nós, do Comitê de Saúde, praticamos para um clube profissional de futebol pode voltar progressivamente às suas atividades com maior segurança possível para profissionais, profissionais de esportes, para todos os contatos, principalmente fisioterapeutas, médicos, técnicos, roupeiros, pessoal de cozinha, todos que vão entrar em contato com esse atleta precisam ter maior segurança nesse ambiente de trabalho que eles voltam a treinar. Um treinamento interno, dentro de uma academia, que clubes possuem, é diferente do treinamento de campo, do treinamento aberto. E para cada uma dess as situações, uma orientação para maior segurança possível. O outro ponto é que todo esse pessoal, desde o atleta até os funcionários do clube, precisa de uma verificação. Inicialmente, sorológica, além da pesquisa direta através do PCR, que é aquela técnica típica do tipo de cotonete, que coleta ou material no fundo da região nasal, no fundo do nariz. Esses testes e esse preparo, uma idéia foi de que o clube teve um intervalo de tempo suficiente para realizar esses testes, orientar aqueles que estivessem positivos para medidas de maior segurança para eles e seus familiares. E preparar toda essa área, essa estrutur a física onde ocorrerá os treinos, depois dos 15 dias após o início dos exercícios, iniciar realmente os treinos, os educadores físicos, os técnicos, definitivamente. Então, esse tempo foi sugerido, dado, orientado, com base nas informações que nós, do Comitê de Saúde, senhas. Então, foi uma decisão calculada sobre os seguintes objetivos: segurança para a saúde dos atletas, familiares e funcionários de todos os funcionários que vão ter contato com os atletas, separar e preparar uma parte interna dos treinamentos com uma parte externa. Vai precisar de EPIs, máscaras, gel de álcool, vai precisar de uma série de situações, que os club es vão ter que providenciar antes de iniciar os treinos regulares. Então, essa foi uma motivação. A outra situação que eu queria chamar a atenção, que talvez eu não tenha me expressado tão claramente ontem, quando eu disse que o protocolo dos clubes de futebol estava mais adequadamente formatado, é que ele veio com menos situações que precisam de uma determinação, uma intervenção maior do Comitê de Saúde, porque vários dos médicos dos clubes entraram em contato com membros do Comitê de Saúde, então em grande parte isso já veio mais bem-preparado. Então, foi nesse sentido. As outras áreas que também estão fazendo as suas solicitações , vieram com protocolos bem-preparados, protocolos adequados e estão sendo avaliados ainda por um relator do Comitê de Saúde, junto com pessoas das respectivas áreas, pra nós definirmos qual esse protocolo, quando ele estiver pronto, nós esperamos na semana que vem, na sexta-feira, já podermos fazer a apresentação, se for possível na quarta-feira, senão, no máximo na sexta-feira, dependendo da área já podermos apresentar a programação pra esses outros, que fizeram a solicitação pra um adiantamento dessa eventual liberação. A filosofia do Centro de Contingência, tanto do seu Comitê Econômico quanto do Comitê de Saúde, por solicitação do Comitê Econômico, foi feita uma progressão de liberaç&atild e;o, que foi baseada no comércio primeiro, que poderia movimentar mais a área econômica, no consumo, nas atividades de consumo, e as atividades de contato ficaram pra um terceiro momento. Agora, estamos recebendo as solicitações do Comitê de Saúde, e essas solicitações estão sendo avaliadas, mas essa filosofia foi a filosofia que foi previamente aceita. Aí eu até pediria pra secretária Patrícia Ellen, que participou dessas discussões de maneira mais aprofundada, se ela quiser complementar algum dado com relação a esse ajuste da filosofia aí entre a parte econômica e a parte da Saúde, pra o delineamento do Plano São Paulo. Então, esses pontos, eu acho que precisariam ficar bastante claros. Outras coisas que eu recebi algumas perguntas, e algumas pergunt as eu tenho até talvez alguma dificuldade de responder, porque são coisas que, na minha avaliação, não são comparáveis. Por exemplo, dizer que uma atividade, um treino, um treino profissional de futebol é semelhante a passear no shopping. Eu não consigo entender, eu teria dificuldade de fazer essa associação de uma coisa com outra. Então, nesse sentido, não está sendo discutido se uma área ou outra área, ou uma atividade ou outra atividade. Nós podemos, o Plano São Paulo foi feito, ele está sendo avaliado na sua média móvel de sete dias, mas ele é olhado diariamente, e estamos tomando as posições proporcionais aos dados que vão chegando e retornando pro Centro de Contingências. Obviamente, essas solicitações de mudança de fase que as áreas econômicas do estado est ão fazendo vão ser analisadas do ponto de vista técnico, e esses relatores, junto com as equipes das secretarias de Saúde das respectivas áreas, vão fazer um estudo aprofundado e vamos trazer essas posições na próxima semana. Obrigado.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Dr. Carlos Carvalho, coordenador do Centro de Contingência, pelo seu informe. Vamos agora passar para o Dr. Paulo Menezes, que é o coordenador do Controle de Doenças, que tem dois tópicos pra falar com vocês, a respeito de testagem e saúde mental. Por favor, Dr. Paulo Menezes.

PAULO MENEZES, COORDENADOR DO CONTROLE DE DOENÇAS: Muito obrigado, secretário. Boa tarde. Inicialmente, eu queria fazer um comentário rápido. Nós já apresentamos a semana passada, eu queria reforçar hoje a importância da gente compreender a contribuição dos chamados testes sorológicos na contagem dos casos confirmados de Covid-19 no Estado de São Paulo. Nesse gráfico, nós podemos ver que a proporção de casos confirmados através desse método, ela é progressivamente maior. Hoje, do total de 187 mil casos que a gente tinha há dois dias atrás, 36.500 foram identificados através de teste sorológico, por que isso é importante? Porque o teste sorológico, ele avalia, ele mede se o indivíduo desenvolveu anticorpos por ter sido infectado pelo [ininteligível], mas a gente não sabe em que momento que isso ocorreu, e a gente não sabe também se houve sintomas ou não, se esse indivíduo teve um quadro de síndrome gripal ou não, né? Isso tem sido progressivamente mais frequente. Então, no próximo slide nós podemos ver que no dia 16 a identificação de casos por teste sorológico correspondeu a praticamente um quarto do total de casos confirmados naquele dia. Então, quando a gente olha a progressão da epidemia no estado, dá impressão de que tá aumentando mais do que a gente gostaria o núme ro de casos, lógico que estão sempre aumentando mais do que a gente gostaria, a gente quer ver sempre uma redução, mas a contribuição dessas pessoas que, na verdade, estão nos informando que tiveram infecção pelo vírus e a grande maioria já está, inclusive, se teve sintomas já está recuperada, e muitos foram assintomáticos, ela não nos dá uma ideia exata do que está acontecendo do ponto de vista daqueles que ainda requerem assistência, algum tipo de assistência, seja ela no nível de atenção primária, por exemplo, seja ela uma atenção mais complexa, como a internação e a UTI. Então, nós entendemos que é importante e nós vamos insistir sempre em apresentar essa distinção entre casos confirmados por PCR e casos confirmados pelo teste sorol&oacute ;gico. Eu também vou falar rapidamente do tema que foi levantado na terça-feira, tema muito importante, que é a saúde mental e a pandemia Covid-19. Próximo, por favor. Eu mencionei na terça-feira e aqui eu trago um diagrama, eu mencionei que a questão da saúde mental tem sido chamada de quarta onda, e nesse gráfico a gente pode ver a onda vermelha, como aquela da pandemia de casos Covid-19, a laranja, uma segunda onda com impacto de condições, não ter essas condições que não são Covid-19, uma terceira onda, que é a implicação da interrupção do cuidado pra condições crônicas, e em azul a gente vê uma linha crescente, que são chamados de quarta onda, que é o impacto da pandemia na saúde mental, tanto de profissionais, principalmente profissionais de saúde, como da populaç& atilde;o. Próximo, por favor. Esse, a Organização Mundial de Saúde tem chamado muito atenção pra importância de haver ações e investimento nessa área, e o impacto é devido a vários fatores relacionados ao distanciamento social necessário, o isolamento, confinamento, o receio de contrair a doença, a experiência de doença grave num grande número de pessoas, a perda de entes queridos, fatores como o consumo de álcool, a área econômica tem mostrado que o consumo de álcool está aumentando nesses dias de confinamento, e o impacto nos profissionais de saúde, que tem que lidar com situações extremamente estressantes. Próximo, por favor. A Secretaria de Saúde do Estado trabalha principalmente na coordenação do programa de saúde mental, que é, de fato, efetuado a maior parte das ações pelos municípios. Então, nós estamos trabalhando com cooperação na qualificação multiprofissional, através de uma série de ações pra que os profissionais dos CAPS, da atenção primária, das enfermarias, eles tenham uma capacitação pra poder lidar com a pandemia, o princípio da descentralização das ações, já que a maior parte das ações de assistência são feitas no meio dos municípios, e pelo monitoramento dessa rede de atenção psicossocial, investimento em tecnologia de cuidados à distância, isso tem sido extremamente importante, cada vez mais se utiliza dos recursos de videoconferência, por exemplo, e ações intersetoriais e entre secretarias, Secretaria do Desenvolvimento Social, por exemplo, é uma parceira muito grande nessas ações relacionadas à saúde mental de vários grupos populacionais. Próximo, por favor. Nós temos muitos desafios e perspectivas, no sentido de ampliar o acesso a cuidados à saúde mental, essa é uma questão mundial de, realmente, levar proteção primária à saúde à maior parte da atenção em saúde mental, através da capacitação, e de desenvolver de novas tecnologias, como tele saúde, como aplicativos, que possam dar assistência a um grande número de pessoas necessitadas. Então, só retomando esse tema, pra dizer que nós temos trabalhado com bastante intensidade nessa área. Em relação à testagem, eu queria fazer só mais um ponto, que é o início nessa semana e a conclusão na semana que vem da distribuiç&atild e;o de 250 mil kits de swabs com tubos para os municípios, pra que eles possam aumentar a testagem por PCR dos casos leves. Iniciamos a distribuição, devemos concluir essa distribuição a semana que vem. Acho que era isso, senhor secretário, muito obrigado.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Dr. Paulo. Estamos sempre envolvidos, né, tanto na questão dos municípios, e principalmente pelo interior afora, em criar condições para que as testagens PCR sejam feitas pelos municípios. Eu gostaria agora, como nós temos feito em algumas outras oportunidades aqui, onde trouxemos alguns médicos que estão tendo uma participação singular no combate à epidemia, e que se destacam nesse sentido. E hoje nós temos aqui a Dra. Bea triz Perondi, que é a coordenadora do comitê de crise do coronavírus e do Hospital das Clínicas da faculdade de medicina de São Paulo, pra trazer o seu depoimento, por favor, Dra. Beatriz.

BEATRIZ PERONDI, COORDENADORA DO COMITÊ DE CRISE DO CORONAVÍRUS DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE SÃO PAULO: Boa tarde pra todo mundo, muito obrigada, secretário. Eu queria contar pra vocês que essa semana o Hospital das Clínicas vai completar, já completamos ontem três mil internações por coronavírus, como vocês sabem nós deixamos o instituto central exclusivo pro atendimento de coronavírus e assim estamos fazendo desde o dia 30 de março. Então, em dois meses e meio, nós chegamos a três mil interna&cc edil;ões. Queria contar pra vocês que nós estamos com 300 leitos de UTI, nós tínhamos 84, e com um esforço muito grande, com muito suor de todos os colaboradores do HC, com ajuda muito importante da Secretaria, nós chegamos a esses 300 leitos, o que não é nada fácil, nós transformamos centros cirúrgicos em UTI's, então, as salas cirúrgicas têm dois, três, às vezes quatro pacientes de terapia intensiva dentro de casa sala. Então, vocês imaginam a transformação que tem que ser, tanto a nível estrutural, como a nível de qual colaborador que vai trabalhar naquele local, nós transformamos enfermarias em UTI's. Então, o pessoal da enfermagem, médicos, outros colaboradores, que não estavam acostumados a trabalhar em terapia intensiva, com todo o amor do mundo, com toda a solidariedade come&cc edil;aram a trabalhar em terapia intensiva, como é que a gente conseguiu fazer isso em tão larga escala, com 300 leitos de UTI? Nós fizemos treinamentos, nós fizemos supervisões o tempo inteiro, então, os especialistas, eles ajudaram quem não era daquela especialidade. Então, nós temos oftalmologistas, nós temos ortopedistas, nós temos clínicos trabalhando em terapia intensiva, tudo com muita supervisão, com muita responsabilidade, sempre usando a expertise dos nossos especialistas. Então, os anestesistas ajudam na intubação, quem faz terapia intensiva ajuda a supervisionar todos os 300 leitos, é um trabalho exaustivo, desde o pessoal da limpeza, fisioterapia, médicos, enfermeiros, então, eu estou aqui hoje, na verdade, é muito pra agradecer aos colaboradores do HC, que, realmente, estão trabalhando de sol a sol, incansavelmente, pra ajudar a cidade de São Paulo, e eu acredito que com isso a gente conseguiu dar uma assistência muito boa pra cidade de São Paulo e conseguimos, cada vez mais, aprimorar o nosso treinamento. O Dr. Paulo falou do [ininteligível], né, do colaborador, nós temos um programa, que nós fizemos junto com o treinamento técnico, que é para o apoio psicológico ao nosso colaborador, qualquer um dos colaboradores, seja profissional de limpeza, médico, fisio, enfermeiro, tanto faz, eles podem acessar o nosso centro de colaboração ao tratamento psicológico do colaborador, pode ser online, pode ser presencial, existe um programa grande que dá esse suporte pro colaborador, porque não é fácil você sair da sua zona de conforto, começar a fazer um trabalho que você não fazia antes, e vendo muita gente doente, né, pra vocês terem i deia, nas terapias intensivas, normalmente, a gente tem 40% de pacientes intubados. Com essa pandemia, nas terapias intensivas, hoje em dia, a gente tem de 80 a 90% de pacientes intubados, então, é um desgaste além do físico, muito psicológico, e acho que essa ajuda do tratamento de saúde mental dos colaboradores é extremamente importante. Então, eu só queria agradecer, realmente, a todos os colaboradores, falar que eu tenho muito, muito orgulho mesmo de trabalhar num lugar onde todo mundo se dedicou, tanto os médicos assistentes, os residentes, como todos os outros colaboradores do HC. Muito obrigada.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO DA SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Dra. Beatriz, como todos sabem, o Hospital das Clínicas, referência nacional em atendimento a pacientes graves e isto é possível graças aos depoimentos e os pontos levantados aqui no depoimento da Dra. Beatriz, que faz com que o HC, então, chegue neste ponto, né, tanto de atendimento, quanto de capacitação, que são as duas áreas mais importantes que o Hospital das Clínicas trabalha, ligado à faculdade de medicina, na USP. Em seguida, por favor, o Marco Vinholi, que é o secretário de desenvolvimento regional. Por favor, Marco.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa tarde a todos. Primeiro, traga aqui uma carta de apoio da Daniela Brito, representando os municípios de interesse turístico, mais de 140 cidades aqui do Estado de São Paulo, apoiando o Plano de São Paulo e saudando como ações aqui do Governo do Estado. Na sequência, fale até a segunda segunda feira mais de 500 resp iradores recebidos, se adicionar aos que já chegaram aqui no Estado de São Paulo, superando 3.200 respiradores durante esse período, um crescimento de 130% no número de leitos aqui no estado de São Paulo São Paulo, com uma capacidade hospitalar que aguarda bem e tem crescido ao longo desse processo, se o estado não tiver aumentado essa capacidade hospitalar, cerca de 40% já está dentro da nossa capacidade do estado, cerca de 2.168 pessoas sem vagas de UTI, graças ao trabalho do Governo do Estado, comparando os sete dias atrás de hoje com os anteriores. E, na cidade de Sorocaba, 127% de crescimento nas internações. Nós já encaminhamos, ao longo dessa semana, 65 respiradores para a região de Campinas e 25 respiradores para a regiã o de Sorocaba, e vamos encaminhar até sábado mais 50 respiradores para duas regiões, né? Nós vamos seguir ampliando a capacidade hospitalar das regiões, mantendo vagas de UTI para todos, mas é fundamental que as pessoas enfrentem essa preocupação hoje com o crescimento dos impostos de ocupação nas duas regiões e mais nas duas cidades. Campinas e Sorocaba tiveram um crescimento agudo de seus taxa de ocupação de leitos ao longo desse processo. Se alguém não tiver adicionado esses respiradores, já terá estabelecido esse número de leitos. Vamos adicionar mais ao longo dos próximos dias, até sábado, 50 em cada um a dessas duas cidades, e com isso vamos manter a capacidade hospitalar para a região e para os municípios. Mas a preocupação está posta, vamos acompanhar até os dados, para fazer amanhã uma análise final, com o anúncio do governador João Doria.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Por favor, Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE SÃO PAULO: Obrigada, Germann. Bom, continuando aqui o ponto que o Vinholi destacou, eu queria relembrar que, no Plano São Paulo, nós olhamos a ocupação de leitos do sistema hospitalar como um todo, público e privado. Mas que nós estamos fazendo agora uma análise mais granular, separando a ocupação pública e a privada, e também um olhar municipal. Com essa descrição que o Vinholi fez, já esclarece uma dúvida que a gente tem re cebido, dada a situação em Campinas e Sorocaba como exemplo, como que a ocupação média da região continua sob controle. Exatamente por isso que o sistema é regional, mas ainda assim nós estamos usando sistemas de alerta muito mais detalhados, para garantir que a gente tenha essas visões mais específicas de pontos focais que exijam uma atenção especial, e os dois casos aqui deixaram bem clara a diferença da ocupação média da região, incluindo público e privado, com o olhar da ocupação média só do público e em especial nos municípios onde nós estamos tendo essa preocupação específica. Sobre os dados também, esse ponto que o Dr. Germann mencionou hoje é bem importante, que essa falha com o e-SUS nos deixa aqui a informação de casos limitada, porque é nossa fonte principal. Essa fonte, ela traz todos os casos confirmados, inclusive os que não necessitaram internação. Os que necessitaram internação, nós conseguimos ter acesso pelas nossas próprias bases, SIVEP-gripe e também o Censo Covid, que foi criado e nós já trouxemos a apresentação pra vocês aqui. Então, com relação a internações, óbitos, ocupação de leitos e leitos Covid, nós temos acesso a essas informações em outras bases, mas casos temos esse desafio, que precisa ser solucionado rapidamente. Um último ponto sobre isso é a importância de passar a separar agora casos confirmados pela técnica PCR versus casos confirmados por testes sorológicos, que o Dr. Paulo mencionou aqui. Então, n&oa cute;s vamos fazer análises também do impacto no Plano São Paulo, se considerássemos somente os casos de teste PCR, que é a prática que tem sido utilizada internacionalmente, é o que nos dá o retrato do dia. Então, são comentários para que todos conheçam como essa metodologia vai impactar nas decisões dos próximos dias, e algumas revisões com cuidado adicional, que nós estamos realizando. Pra finalizar, a taxa de isolamento de ontem e de anteontem, nós temos a informação aqui. A de ontem saiu um pouco mais cedo hoje, lembrando que o horário é às 15h, mas já aproveito que ela saiu pra compartilhar com vocês aqui hoje. Então, do dia 17/06 a taxa de isolamento na capital foi de 47%, no estado, 46%, no dia 16/06 a taxa de isolamento da capital foi 48% e a do estado, 46%. Então, voltamos a agradecer a consciência da população. Esse trabalho que a gente está fazendo, do caminho do meio, o exemplo, a referência no Estado de São Paulo, é desafiador, sim, mas nós estamos mostrando juntos que é possível. E pra finalizar, queria agradecer e demonstrar aqui, como mulher, o orgulho de ter a Dra. Beatriz aqui conosco. Ela é médica, coordenadora do Comitê de Crise do Hospital das Clínicas, mas pra quem não sabe ela esteve no Haiti, ela é especialista em gestão de crises, em gestão de resgates no terremoto no Haiti também. Parabéns pelo trabalho, Dra. Beatriz. Que nós tenhamos muito mais mulheres como você na Saúde e em várias outras áreas da gestão pública, liderando esforços tão importantes como o que voc&ecirc ; está liderando hoje. Muito obrigada.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Obrigado, Patrícia Ellen. São 13h20. Vamos iniciar a sessão de perguntas para aqui nesta coletiva de hoje. Em primeiro lugar, CNN, repórter Marcela Rahal. Por favor, boa tarde, Marcela.

REPÓRTER: Oi, boa tarde a todos. Bom, ontem, a secretária Patrícia Ellen falou em entrevista à CNN que a gente podia chegar a 500 mortos por dia. Eu gostaria de saber quando que esse número começa a cair, uma vez que vocês tinham falado que a gente estava numa estabilização no número de mortos? Obrigada.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Pode ser, ok. Patrícia Ellen.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE SÃO PAULO: Então vamos lá. Hoje vocês viram que o número de mortes foi abaixo dessa média, Marcela? A gente está aqui, está fazendo um trabalho para salvar o maior número de vidas possível. Pra isso, a gente desenha o cenário com o isolamento, com o uso de máscaras, protocolos, as quarentenas que estão sendo aplicadas e, com base nelas, os especialistas de diversas áreas aqui, que estão inclusive trazendo cenários para o Centr o de Contingência, traçam as expectativas pra gente de casos e de óbitos. Nós trouxemos essa expectativa de estabilização de casos, principalmente aqui na região metropolitana de São Paulo, e também trouxemos esse crescimento no interior. Então, a fotografia, a classificação que nós temos, regional, hoje, reflete a realidade da pandemia, exatamente com esses dados e com esses cenários. Nós temos hoje essa estabilização, que está sendo mantida na região metropolitana, com alguns pontos focais, que já mencionamos, Campinas e Sorocaba, e o interior, que foi onde nós aumentamos as medidas restritivas pra ter esse cuidado adicional. No que diz respeito a óbitos, especificamente, nós compartilhamos com vocês o cenário projetado, o cenário depois revisado, foi revisado pra baixo, exatamente porque os &oac ute;bitos estavam abaixo do cenário projetado, e estamos dentro do cenário, de novo, um pouco abaixo ainda. O que eu compartilhei com vocês que o cenário que nós recebemos do Centro de Contingência, o Dr. Carlos pode dar mais detalhes, até dia 30 de junho a gente chegaria entre 15 mil e 18 mil óbitos. Nós fizemos a conta do que seria a média diária esperada, e foi dela que eu acho que você trouxe essa conta, que a média esperada seria entre 350 e 450 óbitos. E nós temos, sim, que celebrar nas semanas que nós estamos com a média abaixo disso, e é isso que a tendência está mostrando aqui. A gente está dentro da média dentro do cenário. Se a gente estiver acima, temos que tomar medidas mais restritivas, e se a gente estiver abaixo, manter o trabalho que está sendo feito. Então, é dessa forma que ele est á sendo aplicado pra direcionar os nossos trabalhos e, principalmente, os pontos de atenção regionais que precisam de medidas mais duras.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Obrigado, Patrícia. Por favor, Dr. Carlos Carvalho.

CARLOS CARVALHO, COORDENADOR DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Só pra complementar, lembra que, nesses últimos cinco dias, nós tivemos dois dias bem baixos, que foi relativo a sábado e domingo, na terça-feira nós olhamos os níveis de segunda-feira, que foi um recorde, na terça-feira nós olhamos níveis de segunda, que bateu mais um recorde. Hoje, como estamos olhando os números do dia anterior, voltou a baixar. Se nós pegarmos esses cinco dias e dividirmos, uma soma aritmética, e dividir por cinco, dá uma méd ia de 250 óbitos por dia, que está no limite inferior da projeção. Se isso continuar assim, provavelmente na semana que vem o gráfico vai vir com uma projeção mais baixa ainda, porque o gráfico de projeção, ele reflete a inclinação da curva das semanas anteriores, e a curva vem, consistentemente, baixando. Então, são dados alarmantes, ninguém queria que tivesse mortes, mas felizmente estamos salvando mais vidas do que nas semanas anteriores.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Por favor. Ok. Muito obrigado pelos esclarecimentos, obrigado, Marcela Rahal. Próximo seria a TV Cultura, Maria Manso, por favor. Boa tarde, Maria Manso.

REPÓRTER: Boa tarde a todos. O Centro de Controle de Doenças do Governo Americano divulgou uma tabela com os riscos de contaminação pelo novo Corona Vírus, e classificou atividades ao ar livre como risco muito baixo. As pessoas têm me perguntado muito, inclusive usando como argumento que os shoppings foram liberados, por que os parques para atividades ao ar livre não foram liberados ainda. Eu queria saber do comitê qual é a expectativa, como andam os estudos em relação à liberação dos parques. E para o senhor, Dr. Germann, eu q ueria checar uma informação que foi divulgada hoje, em relação ao empresário Airton Soligo, conhecido como Cascavel, que ele seria o contato principal dos secretários da Saúde, no Ministério da Saúde, e hoje foi divulgado que ele não tem cargo ainda no Ministério. Eu queria confirmar se o senhor realmente tem esse contato com ele, ali como um intermediário entre o ministro Pazuello. Como é que o senhor vê essa informação de que ele nem tem um cargo público?

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Veja bem. Muito obrigado aí pela sua pergunta. Eu não conheço essa pessoa, nunca tive nenhum contato e todos os contatos que nós temos tido com o Ministério da Saúde são com o corpo técnico ou então com o próprio ministro Eduardo, que tem nos atendido muito prontamente. Não temos nenhum problema de relacionamento com ele e muito menos também com os demais integrantes do Ministério. Falamos também com o secretário-executivo, o Coronel Elcio. A gente tem conversado algumas vezes, para as nossas necessidades, né? E não sei desta pessoa, não conheço essa pessoa, pessoalmente, ok? Nem... Só... Falamos com as pessoas que estão oficialmente integrando o Ministério da Saúde. Quanto à outra parte da sua pergunta, Dr. Carlos Carvalho pode comentar.

CARLOS CARVALHO, COORDENADOR DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Com relação a essa parte específica dos parques, e de algumas outras atividades ao ar livre, o Comitê recebeu algumas solicitações. Estamos revendo, baseados nessas solicitações e na possibilidade de alguns parques ou todos os parques, dependendo de, se for possível, ter as condições de segurança em termos de distanciamento, em termos de contato. Então, isso está sendo estudado atualmente e devemos trazer alguma posição na próxima se mana. Às vezes, no shopping center, você consegue um controle melhor desse distanciamento, do que você vai conseguir num parque, que é uma região aberta, que favorece aglomerações. Num primeiro momento, o parque foi visto como um local potencial de aglomerações e, como nós não sabíamos como a pandemia iria evoluir nessas próximas semanas, com o início da abertura, a primeira posição foi ser um pouco mais cuidadoso, no sentido de restrição. Porque depois que tiver um grupo de pessoas acumulado, é muito mais complicado você fazer essa diluição das pessoas. No shopping, como a pessoa vai lá para adquirir um bem, você consegue colocar uma restrição na porta da loja, você consegue colocar uma restrição nas diferentes áreas, e você tem um controle melhor. Enquanto a filosof ia foi ver o comércio e o consumo na frente das atividades de contato, na filosofia do plano, então primeiro está se abrindo a parte de comércio e de consumo, porque isso movimenta a economia, e essa parte de contato, onde os parques entram nesse grupo, ficou pra depois. Mas estamos reavaliando isso, sim.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Obrigado, Carlos. Patrícia.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE SÃO PAULO: Era só um comentário importante sobre essa tabela, porque pra gente gerou bastante trabalho aqui e foi um 'fake news' que foi gerado com a tabela do CDC, com essa classificação de espaços, separando ar livre, fechado. Eles fizeram, supostamente, isso, e a gente constatou, e depois foi divulgado publicamente que isso era um boato, tá? O CDC nunca tinha publicado essa lista dessa forma. Então, é importante a gente saber, porque a gente teve que refazer v&aa cute;rias avaliações aqui, depois a gente viu, checou com o CDC e hoje já está disponível também a informação detalhada, que essa avaliação, com essa tabela, não procede. É importante pra todos terem acesso a isso. E pra completar um ponto que o Dr. Carlos tinha falado mais cedo, o nosso comitê, o Centro de Contingência, quando ele pediu pra gente fasear ali por risco, eles tinham colocado muito o conceito de comércio, onde a pessoa pode entrar e sair com uso de máscara, evitar contato, evoluindo pra próxima etapa, onde se tinha consumo no local, né, e por isso que entra restaurantes e afins. E o terceiro era contato, né? Por isso que entrava na próxima onda academia e etc. Então os exemplos, né, de uma forma mais simples, eu estou simplificando um trabalho bem mais complexo de análise de protocolo de saúde, mas tinha sim essa gradação nesse sentido de evitar o contato, o consumo e, obviamente, atividades que fazem com que as pessoas não fiquem de máscara, né, e que os protocolos não sejam aplicados de uma forma mais ampla.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Ok. Muito obrigado a todos. Obrigado, Maria Manso, pela sua pergunta. Agora TV Globo, Globo News, repórter Willian Cury.

WILLIAN CURY, TV GLOBO: Boa tarde!

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Boa tarde, Willian! Tudo bem?

WILLIAN CURY, TV GLOBO: Tudo bom. Eu tenho três perguntas hoje, mas são pra três pessoas diferentes. A primeira é sobre um histórico que foi apresentado nessa semana pelo Dr. Carlos, que informava que um histórico no mundo sobre a pandemia, o pico de internações ele vai ocorrer na semana que vem e na próxima, que seriam as 26ª e 27ª semanas. E eu queria saber se é razoável pensar, até aproveitando o dado que a Marcela trouxe de 500 mortes num dia, que o pico de mortes também chegaria depois do pico de internaçõ es? Outra pergunta é sobre o sistema eletrônico do SUS que está com problema. Eu queria entender de fato que problema que é esse, não está atualizando? De quem que é a responsabilidade? E como que isso pode atrapalhar o governo na definição de estratégias? Porque o avanço de fases da quarentena depende também do número de casos confirmados da Covid-19. E se está com problema já dois dias na semana, né, tem um comprometimento natural. E a terceira pergunta sobre Campinas e Sorocaba, que foi motivo de explicação aqui, e eu queria saber se esses dados, nós já estamos na quinta-feira, se os dados dos dois municípios das duas regiões colocam essas regiões de volta a fase vermelha da quarentena. Obrigado.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Ok. Vamos começar pela sua pergunta a respeito dos dados, né, do ESUS. O ESUS é um programa de circulação de dados do Ministério da Saúde, e o resultado são, por exemplo, neste caso, o número de internações. Pra nós o número de casos a respeito da pandemia é muito importante porque é um dos indicadores do Plano São Paulo, então por isso que isso pode interferir. São dois dias que estamos assim, esperamos q ue seja um problema passageiros e que não... E com certeza será consertado aqui ao longo da semana e podemos depois fazer um cumulativo a respeito dos dados que foram acrescentados. Quanto a questão da consequência... Com relação a consequência deste número de casos que estamos tendo em Campinas e Sorocaba, eu posso dizer que estamos atentos, estamos ajudando Campinas, ajudando Sorocaba no sentido pra que eles passem por esta fase. Campinas deverá ter um aumento do número de leitos bastante expressivo até o final de semana. A nossa AME chegará aos 35 leitos hoje, já estão em implantação, e novos respiradores. Então com isso a gente está colocando estrutura junto com a prefeitura e junto com as regionais da área de Campinas e de Sorocaba no sentido de fazer frente a esse aumento do número de casos. Com relação a questão das cores, isso muda de fase um e fase dois, eu gostaria que a Patrícia ou o Vinholi, por favor, respondesse essa questão.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE SÃO PAULO: Obrigada, Dr. Germann. Os casos impactam, sem dúvida, mas as internações impactam muito mais e a gente tem... Por isso que foi tão importante construir uma base do estado. Eu já coloquei aqui algumas vezes aqui, até agradeci os residentes do pró-asa, como vocês viram aqui há dois dias atrás, porque realmente ter uma base nossa está se provando ser muito importante nesse processo, né, dados e evidências são aí a base fundamental do trabalho que está sendo feito. A gente entende que essa situação vai ser normalizada nas próximas horas, mas nós trouxemos ela aqui porque sem dúvida impactou nos últimos dois dias e é um ponto muito importante pra todos nós. Com relação as internações e tem o ponto do pico, né, o que eu posso te dizer é o dado real das últimas semanas. E se a gente vê as internações sete dias versus sete dias anteriores, e olhando essa média móvel diariamente nos últimos dias, na verdade o número de novas internações, a média do estado está bastante estável, tá? É um número que, pra você ter uma ideia, ontem o número da média móvel sete dias, né, contando de ontem até sete dias pra trás versus sete dias anteriores, e stá praticamente igual. A gente teve aqui um delta de 1% no número de acréscimo de internações. E se a gente for fazer isso no decorrer dos últimos dias ele está bastante estável já há duas, três semanas, é por isso que com a inclusão dos novos respiradores a ocupação média caiu tanto no estado. A ocupação média do estado hoje está abaixo de 70%, está em 67% a ocupação no estado inteiro, mas com pontos focais preocupantes e específicos, e é por isso que a gente está fazendo essa análise até um pouco mais granular.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Só complementando. Hoje temos reunião do Conas com o ministro à tarde, e esse assunto com certeza deverá ser abordado. Muito obrigado. Por favor.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: Só uma complementação aqui sobre a pergunta de Campinas e Sorocaba. Nós temos os dois como a proximidade dos 80% que é a taxa máxima de ocupação de leitos. Então hoje é impossível cravar se amanhã essa taxa vai ficar acima ou abaixo dos 80%. Campinas está um pouco abaixo, 74%, mas crescendo. E Sorocaba um pouco acima, 83%. Então os novos leitos que vão entrar entre hoje e amanhã e as novas internações &eacut e; o que vão impactar, mas eles estão muito próximos, e nós colocamos aqui essa preocupação de forma transparente pra que a gente já compreenda essa tendência das duas regiões.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Obrigado. Muito obrigado, Willian Cury, pela pergunta. Pelas três perguntas. E agora a TV Gazeta, Marcelo [ininteligível]. Por favor. Boa tarde, Marcelo!

MARCELO, TV GAZETA: Boa tarde a todos. A minha pergunta é em relação a um estudo feito em parceria pela PUC Rio e Fundação Getúlio Vargas. Eles constataram que em sete estados do Brasil já há uma retração da pandemia, e que no Amazonas, que foi um dos estados mais afetados pelo novo coronavírus. A taxa de contágio, chamada RT, registrado foi de 0,9. Eu gostaria de saber qual que é o RT que vocês têm do estado de São Paulo. E se de fato a situação na capital está controlada, porque o secret&aac ute;rio municipal de saúde garante, mostra gráficos de que a demanda por leitos de UTI diária vem caindo de 80, atualmente pra 30 leitos de UTI diariamente. Então queria saber se a capital já vive um momento mais tranquilo, e se o RT do estado de São Paulo já é considerado satisfatório dado o momento que a gente enfrenta da pandemia aqui no estado. Obrigado.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Marcelo. Por favor, Patrícia Ellen.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE SÃO PAULO: Obrigada. Então, nós estamos utilizando tanto a RT como exatamente esses indicadores de crescimento de casos e de internações. O número que eu respondi anteriormente indica essa estabilização média, mas a gente tem, agora a gente está regionalizando a RT exatamente para ter um olhar por diferentes regiões. E o que a gente verifica é que a gente tem um RT um pouco mais alto nas regiões do interior e um RT mais próximo de um na re gião metropolitana de São Paulo. O que a gente está fazendo pra complementar agora é usando exatamente os dados de ocupação de leito, internações, pra granularizar ainda mais essas análises de RT ao invés de olhar só a média do estado. Na média do estado a gente está numa curva mais estável, mas exatamente por a gente ver que a gente tem que ter esse olhar heterogêneo, o Plano São Paulo traz isso, nos permite ter medidas mais restritivas nas regiões que estão precisando de mais apoio nesse momento.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Ok. Por favor, Vinholi.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: De fato os números da capital demonstram essa melhora, e acho que o número que mais representa isso, como disse o secretário Edson Aparecido, são os números de internações que está em negativo, -1,1 nesse momento, representando essa queda no número de internações no município de São Paulo, consequentemente também uma queda na taxa de ocupação nos leitos aqui da capital.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Marcelo, pela sua pergunta. Agora da Rede TV, Carolina [ininteligível], por favor. Boa tarde, Carolina.

CAROLINA, REPÓRTER: Boa tarde. Eu tenho duas perguntas. A primeira é: Se vocês acreditam que não teremos colapso na saúde por conta do Coronavírus porque tem respiradores chegando a todo momento e suprindo essa demanda? E com relação a outras tantas doenças graves de pessoas que durante esse período não querem ir aos hospitais, estão com doenças crônicas, qual é o recado que vocês têm pra essas pessoas que por medo de fazer um exame, de corresponder a algum tratamento, de dar continuidade não tem ido s e tratar? E a minha segunda é: Se vocês não conseguirem, quem quer que seja que é responsável pelo e-SUS, se esse problema não se resolver pelos próximos dias ou pelas próximas horas como disse Patrícia Ellen, qual é o sistema que vai dar segurança total pra vocês, uma independência do e-SUS caso ele continue falhando. Muito obrigada.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN FERREIRA, SECRETÁRIO DE SAÚDE DE ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado. A primeira, por favor, Paulo Menezes podia responder?

PAULO MENEZES, COORDENADOR DA SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE CONTROLE DE DOENÇAS: Realmente esse é um ponto extremamente importante. Nós já observamos que o movimento nos atendimentos tanto da atenção primária como de ambulatórios de especialidades nas várias áreas caiu muito, tanto no SUS quanto no setor privado, as pessoas têm receio de comparecer ao serviço de saúde nesses, nesses tempos, mas nós na coordenadoria de controle de doenças, por exemplo, já estamos monitorando e trabalhando com outras &aacu te;reas da secretaria e com os municípios pra que as pessoas com doenças crônicas retomem, aquelas que interromperam por alguma razão retomem o seu tratamento. Acho que o principal recado aqui é de que quem tem condições crônicas precisa manter essa... o tratamento pra estabilizar sua doença crônica. Isso tem sido feito de várias formas, por exemplo, a distribuição de medicamentos pela coordenadoria de assistência farmacêutica, ela tem sido facilitada para que as pessoas não precisem comparecer pessoalmente, possam comparecer com hora marcada. Então é uma área, inclusive no gráfico que eu mostrei é a chamada terceira onda. As consequências de possível interrupção de tratamento por pessoas com doenças crônicas. Acho que a Dra. Beatriz também tem aqui a experiência do Hospital das Cl&i acute;nicas que ela pode complementar nesse sentido.

BEATRIZ PERONDI, COORDENADORA DO COMITÊ DE CRISE DO CORONAVÍRUS DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE SÃO PAULO: Alô? Então, é o seguinte, a gente separou um dos prédios pra ficar com o Covid, e os outros todos estão preparados pra atender as outras situações, as outras doenças todas que continuam acontecendo. Então, isso está sendo pensado desde o início, de como a gente pode atender todas as doenças independente do Covid. Então, além disso existem muitos preparos com EPI, todo cuidado, de todo o preparo de c omo o paciente deve entrar no hospital, ou como ele deve entrar no ambulatório. Então tudo isso está sendo feito de forma a manter a segurança do paciente que precisa vir ao hospital. Outra coisa que é muito importante que diversos serviços estão fazendo é a parte de, como ele disse, do paciente não precisar vir, de teleconsulta, por exemplo. Então muitas coisas foram feitas para que o paciente não precise circular no hospital à toa, mas sem deixar ele desassistido, tá? E quem precisa vir, vem com toda a segurança do mundo.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN FERREIRA, SECRETÁRIO DE SAÚDE DO ESTADO SÃO PAULO: Muito obrigado. Obrigado, Carolina. Só pra complementar, nós estamos nos prontificando, inclusive agora na reunião do Conas o que é que será preciso pra retornar o e-SUS. Tenho certeza que o corpo técnico de... das questões relacionadas à informática e circulação de dados dão conta desse recado. Ele é bastante desenvolvido, o e-SUS já tem bastante tempo e bastante conhecido. Então nesse sentido, não vejo uma poss ibilidade muito grande de que isto aconteça. Mas no caso, uma catástrofe, se não tivermos mais indicador teremos que, obviamente, substituir o indicador. Muito obrigado pelas suas perguntas. E a última pergunta de hoje é do SBT, Fábio Diamante. Boa tarde, Fábio.

FÁBIO DIAMANTE, REPÓRTER: Boa tarde, secretário. Boa tarde a todos. Eu tenho uma pergunta, Dr. Paulo, sobre essa quarta onda que o senhor explicou aqui, queria que o senhor dissesse pra gente, fica difícil imaginar, me corrija se eu estiver enganado, o tamanho dessa onda. Quantas pessoas podem ser atingidas pelas consequências da Covid, tanto pessoas que foram infectadas, pessoas que não foram. O senhor já... já é possível sentir no Sistema Público de Saúde uma procura em relação, ou isso ainda não aconteceu? E a&iacute ; o trabalho de tentar se preparar pra isso pensando que é sempre sedimentar, sempre muito difícil, as pessoas às vezes acham que é uma bobagem, que é uma frescura, talvez num momento como esse pensem mais ainda nisso. Eu queria saber então como se preparar pra uma onda que parece ser muito grande, enfim. Obrigado.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN FERREIRA, SECRETÁRIO DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO : Por favor, Paulo.

PAULO MENEZES, COORDENADOR DO CONTROLE DE DOENÇAS: Bom, a saúde mental da população é algo que precisamos usar cada vez mais a importância. Só para dar uma ideia, uma pesquisa nacional de saúde feita em 2013, pelo IBGE e o Ministério da Saúde teve uma estimativa de prevalência de depressão na população brasileira de 8%. Então, na população adulta, 8% é quase o dobro da prevalência de diabetes. E a gente imagina que isso vai aumentar. São quatro grandes grupos com os quais a gente está muito preocupada. Primeiro dos transtornos depressivos ansiosos porque ... por conta do estresse, confinamento e vários outros aspectos relacionados à quarentena. O segundo, quando as pessoas com transtornos mentais usam sepulturas que sofrem tratamento crônico, fazem parte das pessoas com doenças crônicas que podem ter interrupção e retorno por conta disso. O terceiro é substâncias, há um índ ice de indicação, por exemplo, do aumento do consumo de álcool como eu falei. E o quarto, os profissionais, particularmente os profissionais de saúde. Então, estamos monitorando, nesse momento, as pessoas ainda são pouco procuradas, acho que as pessoas ainda estão mais preocupadas em permanecer no isolamento do que buscar ajuda. Mas nós esperamos que nos próximos meses comece a aflorar. Essa é a nossa perspectiva. Como é que a gente monitora isso? Além do atendimento também, temos hoje, por exemplo, em andamento, uma pesquisa pela Secretaria de Saúde de doenças crônicas, uma pesquisa populacional que est&aa cute; coincidindo ao longo da epidemia, talvez algumas pessoas tenham algumas informações sobre o comportamento em relação aos sintomas psicológicos a partir desse tipo de pesquisa. aumentar o consumo de álcool como eu falei. E o quarto, os profissionais, particularmente os profissionais de saúde. Então, estamos monitorando, nesse momento, as pessoas ainda são pouco procuradas, acho que as pessoas ainda estão mais preocupadas em permanecer no isolamento do que buscar ajuda. Mas nós esperamos que nos próximos meses comece a aflorar. Essa é a nossa perspectiva. Como é que a gente monitora isso? Além do atendimento também, temos hoje, por exemplo, em andamento, uma pesquisa pela Secretaria de Saúde de doenças crônicas, uma pesquisa populacional que está coincidindo ao longo da epidemia, talvez algumas pessoas tenham algumas informações sobre o comportamento em relação aos sintomas psicológicos a partir desse tipo de pesquisa. aumentar o consumo de álcool como eu falei. E o quarto, os profissionais, particularmente os profissionais de saúde. Então, estamos monitorando, nesse momento, as pessoas ainda são pouco procuradas, acho que as pessoas ainda estão mais preocupadas em permanecer no isolamento do que buscar ajuda. Mas nós esperamos que nos próximos me ses comece a aflorar. Essa é a nossa perspectiva. Como é que a gente monitora isso? Além do atendimento também, temos hoje, por exemplo, em andamento, uma pesquisa pela Secretaria de Saúde de doenças crônicas, uma pesquisa populacional que está coincidindo ao longo da epidemia, talvez algumas pessoas tenham algumas informações sobre o comportamento em relação aos sintomas psicológicos a partir desse tipo de pesquisa. nesse momento, as pessoas ainda vêem pouca procura, acho que as pessoas ainda estão mais preocupadas em permanecer no isolamento do que buscar ajuda. Mas nós esperamos que nos próximos meses comece a aflorar. Essa é a nossa perspectiva. Como é que a gente monitora isso? Além do atendimento também, temos hoje, por exemplo, em andamento, uma pesquisa pela Secretaria de Saúde de doenças crônicas, uma pesquisa populacional que está coincidindo ao longo da epidemia, talvez algumas pessoas tenham algumas informações sobre o comportamento em relação aos sintomas psicológicos a partir desse tipo de pesquisa. nesse momento, as pessoas ainda vêem pouca procura, acho que as pessoas ainda estão mais preocupadas em permanecer no isolamento do que buscar ajuda. Mas nós esperamos que nos próximos meses comece a aflorar. Essa é a nossa perspectiva. Como é que a gente monitora isso? Além do atendimento também, temos hoje, por exemplo, em andamento, uma pesquisa pela Secretaria de Saúde de doenças crônicas, uma pesquisa populacional que está coincidindo ao longo da epidemia, talvez algumas pessoas tenham algumas informações sobre o comportamento em relação aos sintomas psicológicos a partir desse tipo de pesquisa. Como é que a gente monitora isso? Além do atendimento também, temos hoje, por exemplo, em andamento, uma pesquisa pela Secretaria de Saúde de doenças crônicas, uma pesquisa populacional que está coincidindo ao longo da epidemia, talvez algumas pessoas tenham algumas informações sobre o comportamento em relação aos sintomas psicológicos a partir desse tipo de pesquisa. Como é que a gente monitora isso? Além do atendimento também, temos hoje, por exemplo, em andamento, uma pesquisa pela Secretaria de Saúde de doenças crônicas, uma pesquisa populacional que está coincidindo ao longo da epidemia, talvez algumas pessoas tenham algumas informações sobre o comportamento em relação aos sintomas psicológicos a partir desse tipo de pesquisa.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN FERREIRA, SECRETÁRIO DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO : Antes de encerrar, o Vinholi quer fazer um convite para todos.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO : Como o Dr. Paulo Menezes aqui colocou uma distribuição de 250 mil testes, kits para os municípios do estado de São Paulo, estão convidando os gestores municipais, suas equipes, até às 15h30 nas redes do Palácio, o Dr. Paulo Menezes, secretária Patrícia Ellen e eu, dando orientações para as preposições sobre esses testes e sobre a forma como vamos seguir com esse importante impacto que vai dar aqui no estado de São Paulo.

JOSÉ HENRIQUE GERMANN FERREIRA, SECRETÁRIO DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO : Obrigado. São 13h49min. Muito obrigado a todos, amanhã teremos uma nova coletiva com a presença do governador João Doria. Muito obrigado.