Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo)

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Sabesp
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Programas e Ações

Últimos Investimentos

07/07/16 - GA inaugurou a primeira etapa do novo sistema de esgotamento sanitário da cidade de Vargem Grande Paulista.

15/07/16 - GA inaugurou um novo sistema de esgotamento sanitário na cidade de Nova Granada. Com investimento de R$ 270 mil, as obras incluem a construção da estação elevatória de esgoto que bombeará o esgoto coletado para a Estação de Tratamento de Esgoto de Mangaratu, outro distrito do município, além de dois quilômetros de rede coletora, 18 poços de visita e 400 metros de Linha de Recalque.

23/07/16 - GA entregou o novo reservatório metálico no bairro de Tamboré, em Barueri. O investimento do Governo do Estado foi de R$ 5,736 milhões.

31/08/16 - GA inaugurou, em São Bernardo do Campo, a obra de transferência de água do Rio Pequeno para o Rio Grande. O investimento feito pela Sabesp, de cerca de R$ 20 milhões, permitirá que até 4.000 litros de água por segundo sejam bombeados, aumentando a segurança hídrica da Grande São Paulo.

15/10/16 - GA inaugurou a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Pararangaba, em São José dos Campos. Novo sistema vai universalizar o saneamento no município e beneficiará 170 mil moradores.

26/10/16 - GA fez visita técnica ao túnel por onde passará a água do novo Sistema São Lourenço que levará água para 2 milhões de moradores da Grande SP e tem 54% dos trabalhos concluídos.

14/12/2016 - GA anuncia novo Plano Estadual de Recursos Hídricos. Diretrizes visam a melhoria, proteção e o aumento da segurança hídrica.

26/12/2016 - O governador Geraldo Alckmin assinou nessa data, no Palácio dos Bandeirantes, o termo de empréstimo de bombas para combater a seca nos Estados da Paraíba e Pernambuco, no Nordeste. O equipamento consiste em quatro conjuntos de bombas flutuantes, cada um deles com capacidade para bombear até 2 m³ de água bruta por segundo, o que equivale a 600 mil pessoas abastecidas por segundo.

2017

  • 18/02/2017 - Inauguração dos novos sistemas de esgotamento de Cananeia e Miracatu

Alckmin inaugurou os novos sistemas de esgotamento de Cananeia e Miracatu, cidade do Vale do Ribeira, neste sábado (18). Com investimento de R$ 11,5 milhões, as obras beneficiam quase 18 mil pessoas, além de universalizar o saneamento miracatuense.

Com valor de R$ 6,78 milhões, os empreendimentos contemplam quatro estações de tratamento compactas, três estações elevatórias, 13,6 km de redes coletoras, 690 ligações de esgotos e 2 km de linha de recalque. A ação ainda garante a melhora dos córregos e rios do município e, consequentemente, da bacia do Rio Ribeira do Iguape.

Em Cananeia foram investidos R$ 5,74 milhões no sistema de esgotamento, com três estações elevatórias de esgoto, 11 km de redes coletoras, mais de 4 km de linhas de recalque e 385 ligações de esgotos. Além de beneficiar 13% da população cananeiense, a ampliação garante ainda melhorias aos corpos hídricos da cidade.

  • 07/06/2017 - Tratamento de esgoto é ampliado para mais 1,2 milhão de pessoas na Grande SP

A ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Barueri foi inaugurada na manhã desta quarta-feira (7). Essa é uma das maiores da América Latina capaz de tratar o esgoto de mais 1,2 milhão de pessoas, o equivalente à população de Campinas.

A gente fica muito feliz de, na Semana do Meio Ambiente, poder entregar a maior estação de tratamento de esgoto da América Latina”, afirmou governador Geraldo Alckmin. “Nós fizemos praticamente um quarto de todas as ETEs do Estado de São Paulo. Uma grande obra, para a saúde da população e para a preservação do nosso meio ambiente”, disse.

A ETE, que processava 9.500 litros por segundo de esgoto, passa a tratar 12 mil litros. O investimento é de R$ 390 milhões, com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), e integra o Projeto Tietê.

Com isso, 216 milhões de litros de esgoto por dia deixam de ir para os rios sem tratamento em diversos bairros do centro e das zonas sul, norte e oeste da capital e nas cidades de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jandira, Osasco e Taboão da Serra.

  • 26/07/2017 - SP empresta equipamentos hidráulicos ao Distrito Federal

Em encontro nesta quarta-feira (26) no Palácio dos Bandeirantes, o governador Geraldo Alckmin e o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, assinaram um Termo de Cessão de Uso de Equipamentos Hidráulicos da Sabesp ao Governo do Distrito Federal.

O termo prevê o empréstimo, por 180 dias, de três válvulas e equipamentos para conexão ao sistema de abastecimento da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).

“Em 2014, no período de seca, utilizamos muito as chamadas membranas ultra filtrantes. São estações de tratamento de água rápidas, em contêiner, onde a água é tratada por estações que podem rapidamente ser instaladas. Deu muito certo.Tivemos aqui boas iniciativas na crise hídrica e estamos fazendo uma cessão provisória para a Caesb com parte desses equipamentos para não atrasar em Brasília”, explicou o governador.

Os equipamentos, avaliados em aproximadamente R$ 150 mil, serão utilizados para conectar tubulações e permitir a transferência de água entre os sistemas que abastecem Brasília e as cidades do Entorno do Distrito Federal. Isso vai permitir o aproveitamento pleno da nova Estação de Tratamento de Água – ETA, que está em construção no Lago Paranoá, com previsão para ser entregue em setembro deste ano.

A estação, que vai utilizar o sistema de membranas ultra filtrantes, terá capacidade de gerar 700 l/s de água tratada e é uma das medidas adotadas para o enfrentamento da crise hídrica que afeta o Distrito Federal. É a primeira vez que o Lago Paranoá será usado para o abastecimento de água.

Serão três válvulas: uma válvula do tipo borboleta, de 1.200 mm de diâmetro, que serve para controlar a vazão em uma tubulação; e duas válvulas de retenção, dispositivos de fechamento rápido que dão segurança ao funcionamento de bombas em reservatórios. Completa o material a cessão de três flanges de aço, de 1.200 mm de diâmetro, utilizadas para a fixação das válvulas nas tubulações.

Visita

Em janeiro deste ano, diretores e técnicos da Caesb visitaram unidades da Sabesp na Grande São Paulo para conhecer algumas das soluções adotadas pela empresa para atender a mais de 20 milhões de pessoas durante a crise hídrica.

Entre os locais visitados estão a ETA Rodolfo José da Costa e Silva (antiga ETA ABV) e a ETA Rio Grande, que conseguem obter água tratada de alta qualidade a partir do sistema de membranas ultra filtrantes. A experiência foi importante para embasar a escolha da Caesb no uso desse tipo de tecnologia na nova ETA do Lago Paranoá.


  • 26/08/2017 - São Roque ganha sistema que tratará 100% do esgoto na cidade


Esgoto coletado e tratado é fundamental para a qualidade de vida dos cidadãos, além de contribuir para a despoluição e melhoria da qualidade da água de rios e ribeirões. A partir deste sábado (26), o município de São Roque, na região de Sorocaba, deu um importante passo para ter 100% do esgoto coletado e tratado com a entrega de um novo sistema.

O governador Geraldo Alckmin esteve na cidade para inaugurar o empreendimento. “É um ganho duplo aqui em termos de limpeza da bacia hidrográfica. E ainda colocamos os peixes carpa, pinhal e outros no Rio Guaçu, ou seja, no Tietê, porque ele deságua no rio Tietê. É uma grande conquista em saneamento básico e saúde”, detalhou.

Com investimento de R$ 44,6 milhões, as obras possibilitarão o tratamento de 100% do esgoto do município até o fim de 2018. Com isso, contribuirá para melhorar a saúde da população e diminuir a poluição dos ribeirões Guaçu e Mombaça, ambos afluentes diretos do rio Tietê, além dos córregos Aracaí, Carambeí e Marmeleiro, que cortam a área central da cidade.

“Saneamento básico é preservação do meio ambiente. Aqui, Médio Tietê, são 30 estações novas de tratamento de esgoto, 19 entregues e 11 em obras. Nós temos 30 estações de tratamento de esgoto despoluindo o Tietê”, afirmou Alckmin.

No primeiro momento, o sistema vai tratar 80% dos esgotos coletados, beneficiando quase 88 mil moradores. Na segunda etapa, até dezembro de 2017, o tratamento passa a cobrir 95% dos esgotos coletados. E até o fim de 2018, serão tratados 100% dos esgotos coletados na sede e nos distritos de São João Novo e Mailasque, garantindo o desenvolvimento desses bairros e a universalização do saneamento no município.

Estrutura

O empreendimento é formado por uma estação de tratamento com capacidade para processar 156 litros de esgoto por segundo, mais de 16 km de tubulações (redes coletoras, emissários e linhas de recalque), além de três unidades de bombeamento. Essa estrutura fará com que 6 milhões de litros de esgotos in natura por dia sejam tratados.

Nas cidades atendidas pela Sabesp no interior do Estado, foram construídas 113 estações de tratamento de esgotos entre 2011 e 2017.


  • 11/09/2017 - Governo de SP empresta bombas para Sergipe superar seca

São Paulo vai emprestar dois conjuntos de bombas para ajudar a Região Metropolitana de Aracaju a enfrentar a crise hídrica. O termo de compromisso foi assinado pelo governador Geraldo Alckmin nesta segunda-feira (11), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

“Nós adquirimos uma boa tecnologia durante a crise hídrica de 2014, aqui em São Paulo, além de equipamentos de grande potência para poder retirar água em regiões mais profundas. Cedemos os aparelhos para o governo de Sergipe. É uma maneira de retribuirmos a tantos sergipanos que tem nos ajudado a construir o Estado de São Paulo, além da alegria de rever nosso colega, governador reeleito de Sergipe”, disse Alckmin, ao lado do governado de Sergipe, Jackson Barreto.

Os dois conjuntos de bombas flutuantes, cada um com capacidade de bombear até 2.000 litros de água por segundo, serão cedidos pela Sabesp, por seis meses, à Companhia de Abastecimento de Sergipe (Deso).

“É uma questão transitória. A gente imagina que daqui um ou dois meses já comece a chover em Minas Gerais e na Bahia. E, à medida que chover na cabeceira do rio, o São Franscisco sobe. Para se ter uma ideia, uma vazão que era de 1300 metros cúbicos por segundo hoje está em 580”, explicou Alckmin.

Em razão da severa seca enfrentada pelo Nordeste nos últimos dois anos, o rio São Francisco tem sofrido uma drástica redução de vazão. Como consequência, o sistema que abastece a Região Metropolitana de Aracaju encontra-se no limite do ponto de sucção das bombas existentes.

Alckmin ainda deu detalhes dos equipamentos cedidos a Sergipe, que foram desenvolvidos para retirar água da chamada reserva técnica, ou volume morto, e que atualmente nem estão sendo usados atualmente em São Paulo.

“Não estamos utilizando e nem temos previsão de utilizar a curto prazo. Estamos com mais de 60% de reserva de água nas represas do sistema Cantareira. E, de outro lado, agora em dezembro fica pronta a interligação do Jaguari com Atibainha, estamos interligando duas importantíssimas bacias hidrográficas e está chegando a água do São Lourenço, a 74km de distância”, comentou Alckmin.

O empréstimo das bombas vai garantir a continuidade operacional do Sistema de Captação da Adutora do São Francisco, principal captação de água da capital do Sergipe, responsável por 70% de toda a água consumida na região. O sistema é responsável pelo abastecimento de quase 1 milhão de habitantes nos municípios de Aracaju, Barra dos Coqueiros, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão.

A cessão do equipamento e demais materiais necessários para sua instalação, avaliados em R$ 1,023 milhão, será por 180 dias e pode ser estendida, caso seja necessário. Não há qualquer custo aos beneficiados. O transporte dos equipamentos será feito pela Deso, em carretas. A Sabesp dispõe de assistência técnica para instalação e pré-operação dos equipamentos.


  • 15/09/2017 - Sabesp tem plano de capitalização autorizado pelo governo

O governador Geraldo Alckmin sancionou nesta sexta-feira (15) a lei para reorganização societária da Sabesp. A mudança debatida e aprovada na Assembleia Legislativa permite criar uma sociedade para exercer o controle das ações da companhia.

Contudo, o texto mantém o Governo do Estado como acionista majoritário do capital da sociedade controladora, em processo conhecido como ‘holding’.

“Nós vamos ter rapidamente a holding criada. A Sabesp está entre as melhores empresas do mundo, é a quarta maior e campeã da bolsa de Nova York. Isso vai possibilitar mais recursos para mais investimentos. Assim, vamos universalizar mais rápido o saneamento e poder também trabalhar em outras áreas, como, por exemplo, resíduos sólidos”, disse o governador.

A nova lei permite a participação de outros acionistas minoritários na controladora. O texto também autoriza o governo a integralizar sua participação no capital da sociedade controladora mediante a transferência das ações que possui na Sabesp.

Com isso, permite ao Estado aumentar o capital da Companhia para integralização em dinheiro ou bens, inclusive mediante oferta pública de ações.

A controladora a ser criada vai auxiliar o governo do Estado na implementação de políticas públicas voltadas ao saneamento básico. Serão reunidos ativos dessa área e outros serviços de relação com seu objetivo, como água de reuso, drenagem e resíduos sólidos.

Vale ressaltar que os temas também são relacionados ao saneamento, de acordo com a legislação brasileira. Com a holding, o Estado capitaliza ações e elevar a capacidade de investimentos em obras de ampliação dos seus serviços à população.

Com a assinatura do governador, a lei já entra em vigor. O texto prevê a admissão de acionistas privados na sociedade controladora para fornecer capital, agregar valor aos negócios e fortalecer a governança corporativa da controladora e da Sabesp.

Contudo, as novas medidas não podem restringir a capacidade do Governo do Estado de coordenação para o interesse público.


  • 28/09/2017 - Sabesp vai investir mais de R$ 1 bilhão em Itaquaquecetuba

Os mais de 320 mil habitantes do município de Itaquaquecetuba, localizado na zona leste da Região Metropolitana de São Paulo, vão ganhar melhorias na área de saneamento. O governador Geraldo Alckmin assinou nesta quinta-feira (28) o contrato de prestação de serviços de saneamento da Sabesp com a prefeitura.

“O investimento da Sabesp é recorde: R$ 1,1 bilhão em água e esgoto. Isso gera muito emprego na cidade. Nós teremos praticamente R$ 300 milhões investidos em água, garantindo o abastecimento, mesmo em período de seca, além de R$ 800 milhões em coleta e tratamento de esgoto. A medida praticamente universalizará o saneamento básico no município”, explicou Alckmin.

O contrato será válido pelos próximos 30 anos, período em que a companhia vai investir em obras e melhorias nas áreas de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto. A maior parte dos recursos será aplicada em esgotamento sanitário.

Na implantação de tubulações e unidades de bombeamento de esgoto até as estações de tratamento, serão investidos R$ 801,4 milhões, beneficiando a população com mais saúde e qualidade de vida, além da revitalização dos rios da região, inclusive o Tietê. Fazem parte das obras a instalação de estações elevatórias, linhas de recalque, coletores, interceptores, redes e ligações.

Já o fornecimento de água potável receberá investimento de R$ 317,4 milhões em obras de captação, adução e tratamento de água bruta, reservação e a instalação de redes e ligações.

A empresa atua em Itaquaquecetuba desde 1976. Naquele ano, foi firmado um acordo de concessão, que estava vencido e agora será substituído pelo contrato. O plano de investimentos da companhia no município projeta tanto o atendimento aos moradores quanto o crescimento populacional, estimando 450 mil pessoas beneficiadas daqui a 30 anos.


  • 18/11/2017 - Sabesp testa sistema que beneficiará 2 milhões de pessoas

Cerca de 2 milhões de pessoas das cidades de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Santana do Parnaíba e Vargem Grande Paulista serão beneficiadas pelo novo sistema produtor de água da Sabesp. O governador Geraldo Alckmin esteve em Ibiúna neste sábado, 18, para acompanhar os testes iniciais da captação e bombeamento de água do novo sistema.

“O complexo São Lourenço vai levar 6,4 metros cúbicos de água para a região metropolitana de São Paulo. Trata-se de uma das grandes obras hídricas do Brasil, com 83 km de adutora, da Represa de França de Ibiúna até Carapicuíba, atendendo a região oeste da grande São Paulo”, explicou o governador.

Neste sábado, 18, foram realizados os testes das estruturas de concreto que começam a receber a água captada da represa e que será depois bombeada até a estação de tratamento, em Vargem Grande Paulista, a 50 quilômetros de distância.

“É uma grande obra de engenharia. No ápice, foram 4,5 mil empregos diretos e indiretos gerados. Em dezembro, a parte física da obra já deve estar praticamente concluída. Em janeiro do ano que vem, faremos o início da operação, para recebermos em São Paulo 6,4 metros cúbicos de água por segundo. Ou seja, quase dois milhões de pessoas beneficiadas”, comentou Geraldo.

Outras ações

Outra grande obra em andamento é a ligação do Rio Paraíba do Sul com o sistema Cantareira. A bacia do Jaguari, do rio Paraíba do Sul, será interligada com a represa Atibainha, que faz parte do sistema Cantareira.

“Nos municípios operados pela Sabesp, estamos criando um sistema de grande capacidade de resiliência, capaz de atender a população mesmo com as mudanças climáticas, quando chove demais ou quando faz seca. De um lado, aumentamos a reservação. Do outro, integraremos sistemas para não ficar dependente de um sistema só”, afirmou Alckmin.


2018

  • 03/03/2018 - Alckmin inaugura obra que amplia a segurança hídrica em São Paulo e no Rio de Janeiro

O governador Geraldo Alckmin inaugurou neste sábado a obra da Sabesp que aumenta a disponibilidade de água para 39 milhões de pessoas nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Com um investimento de R$ 555 milhões, financiado pelo BNDES, a interligação Jaguari-Atibainha conecta duas bacias hidrográficas distintas, permitindo transferir água de uma região para a outra conforme a necessidade. Beneficia a cidade de São Paulo, a Grande SP, a Região Metropolitana de Campinas, o Vale do Paraíba e o Estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital fluminense.

“Hoje é um dia histórico. Essa obra nos dá mais segurança hídrica para enfrentar as mudanças climáticas. Vai beneficiar muita gente em São Paulo e também no Rio, porque é uma via de mão dupla”, afirmou Alckmin.

A obra começou neste sábado a bombear água, em operação assistida, em direção à represa Atibainha, que faz parte do Sistema Cantareira. Será possível transferir até 162 bilhões de litros de água por ano para o Cantareira – volume equivalente a uma represa Guarapiranga cheia. Dessa forma, haverá mais água disponível para o abastecimento da capital e da Grande São Paulo. Além disso, a Região Metropolitana de Campinas será beneficiada com a maior segurança hídrica no Cantareira, já que essas cidades captam a água que é liberada da represa para o rio Atibainha, que avança pela região.

No sentido que começa a operar agora, a água bruta captada da represa Jaguari, em Igaratá (Vale do Paraíba), percorre um corredor de quase 20 km de adutoras e túnel até chegar à represa Atibainha, em Nazaré Paulista. Serão até 5.130 litros de água por segundo para o Cantareira. Essa vazão passará pela estação de tratamento e será suficiente para abastecer 1,5 milhão de pessoas.

O sentido inverso está em fase final de construção. Aproveitando o mesmo túnel e a mesma adutora, a água da represa Atibainha poderá também ser bombeada até a represa Jaguari, que pertence à bacia do Paraíba do Sul. Dessa forma, aumentará a segurança hídrica de todas as cidades que captam água dessa bacia. Isso inclui o Vale do Paraíba e a Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Serão até 12.200 litros de água por segundo nesse sentido. “Até 31 de março vamos inaugurar o sentido Atibainha-Jaguari”, ressaltou o governador.

A interligação Jaguari-Atibainha é uma obra de integração, que beneficia os dois maiores Estados do Brasil e a geração de empregos em cidades tanto de São Paulo quanto do Rio. Fez parte da autorização para a construção um acordo histórico mediado por Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em dezembro de 2015. No acordo, os governos de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais acertaram as regras de uso da água da bacia do Paraíba do Sul, já que ela abrange rios que cortam os três Estados. Uma das medidas adotadas para garantir a oferta de água à população foi construir a interligação.

A nova interligação empregou 5,3 mil funcionários diretos e indiretos. A escavação do túnel foi uma das partes mais complexas de todo o trabalho. São mais de 6 km de extensão, cinco metros de altura e quatro metros de largura, totalizando uma seção de 20 metros quadrados. Foram mais de 160 profissionais, entre engenheiros, geólogos, marteleiros, encarregados de frente, motoristas, eletricistas e técnicos de meio ambiente divididos em três turnos de trabalho. Além do túnel, a estrutura conta com mais 13,2 km de adutora subterrânea e seis bombas que consomem energia elétrica que seria suficiente para atender aproximadamente 120 mil pessoas.

A obra faz parte de um conjunto de obras estruturantes da Sabesp para garantir o abastecimento à população, ao lado do novo Sistema Produtor São Lourenço – já em testes iniciais – e da captação do rio Itapanhaú, cujo contrato de instalação já foi assinado.


  • 31/03/2018 - ETE Alumínio

A Sabesp investiu R$ 17,5 milhões na Estação de Tratamento de Esgoto de Alumínio, que fica na Região Metropolitana de Sorocaba. Além da estação, o empreendimento inclui a implantação de coletores-tronco (grandes tubulações), estações elevatórias, emissários e interligações.

ETE Rio Bonito, em Botucatu

Com investimento de R$ 5 milhões, além das obras da Estação de Tratamento de Esgotos, foram implantadas 4 estações elevatórias de esgoto.


  • 17/05/2018 - Sabesp renova contrato com Salesópolis e Poá e anuncia investimentos de R$ 183,9 milhões

O governador Márcio França participou nesta quinta-feira, 17, da cerimônia de assinatura da renovação dos contratos de prestação de serviços entre a Sabesp e as prefeituras de Poá e Salesópolis, na região do Alto Tietê, por mais 30 anos. No total, serão investidos R$ 183,9 milhões nos dois municípios nesse período.

A renovação reflete os resultados da atuação da Sabesp nas duas cidades. Em Poá, por exemplo, os indicadores de saneamento deram um salto desde quando a empresa assumiu os serviços, em 1977. Naquela época, o índice de cobertura de água era de apenas 50%, o de cobertura de esgoto era de somente 20% e não havia tratamento do esgoto.

Com a atuação e os constantes investimentos da Sabesp, bairros como Vila Varela, Calmon Viana, Vila Áurea e Nova Poá, que não possuíam redes de abastecimento de água e coleta de esgoto, hoje são plenamente atendidos e a cobertura no atendimento em todo o município com água é de 100%, 97,6% do esgoto gerado na cidade é coletado e 87,2% é enviado para tratamento.

Em Salesópolis, cidade que abriga a nascente do mais importante rio de São Paulo, o Tietê, os indicadores também são excelentes, com 93,6% de atendimento em água, 88,3% em coleta de esgoto e 100% de tratamento do esgoto coletado. Para ter uma ideia do avanço nesses indicadores de saneamento, quando a Sabesp assumiu esse município em 1976, o índice de cobertura de água era de apenas 30%, o de cobertura de esgoto era de somente 5% e não havia tratamento do esgoto.

Esses indicadores colocam Poá e Salesópolis entre as melhores cidades do país em termos de saneamento, com índices comparáveis aos de países europeus e muito acima da média nacional. As obras implantadas garantem aos moradores mais saúde e qualidade de vida, além de benefícios para o meio ambiente. Os contratos assinados são importantes instrumentos para a continuidade dos investimentos e a consequente manutenção e ampliação desses indicadores nas cidades do Alto Tietê.

Investimentos da Sabesp nos próximos 30 anos em Poá

Água: serão investidos R$ 71,2 milhões para captação e tratamento de água, reservação, redes e ligações, redução de perdas e troca de redes antigas para acompanhar o crescimento da população e da cidade.

Esgoto: o investimento de R$ 90,2 milhões será feito na ampliação do sistema de coleta e afastamento de esgoto no município (coletores, interceptores, redes e ligações e troca de redes antigas), que também acompanhará o crescimento da população e o desenvolvimento da cidade. Esse investimento em esgoto também contribuirá diretamente para a despoluição dos córregos do município; neste ano, o córrego Tucunduva já começará a receber ações de despoluição, por exemplo.

Investimentos da Sabesp nos próximos 30 anos em Salesópolis

Água: serão investidos R$ 7,99 milhões para captação e tratamento de água, reservação, redes e ligações, redução de perdas e troca de redes antigas para acompanhar o crescimento da população e da cidade.

Esgoto: o investimento de R$ 14,5 milhões será feito na expansão do sistema de coleta de esgoto no município (redes e ligações), que também acompanhará o crescimento da população e o desenvolvimento da cidade.


  • 14/06/2018 - Inauguração de obra de abastecimento de água em Divinolândia

A obra da Sabesp vai garantir mais água para o município de Divinolândia. O reforço no abastecimento beneficiará moradores do distrito de Ribeirão do Santo Antônio. O empreendimento consistiu na perfuração de um poço tubular profundo e na implantação de 2 km de adutora para levar a água ali captada ao reservatório, atendendo diretamente os moradores do distrito. Para execução dos trabalhos, foram investidos R$ 364,1 mil.


  • 20/06/2018 - Obras da Sabesp no Vale do Paraíba

O governador Márcio França entregou também um conjunto de obras de abastecimento de água e tratamento de esgotos para três municípios da região do Vale do Paraíba nesta quarta-feira. As ações realizadas pela Sabesp beneficiam diretamente mais de 164 mil pessoas de São José dos Campos, Bananal e Lavrinhas, além de melhorarem a qualidade da água de rios e córregos da região, principalmente do Paraíba do Sul. Somadas, as obras tiveram investimento de R$ 9,4 milhões e geraram 285 empregos.

No mesmo evento, assinou novo contrato de prestação de serviços entre a Sabesp e o município de Cachoeira Paulista. Dessa forma, a Companhia fará investimentos de R$ 32,283 milhões na cidade, onde atua desde 1975.

São José dos Campos recebe a ampliação do sistema de abastecimento, com cerca de 5 km de redes e melhorias no reservatório do Jardim Colonial. As medidas garantem mais água diretamente para mais de 156 mil moradores dos bairros Tatetuba, Vila Industrial, Jardim Ismênia, Vila Tesouro, Vista Verde, Jardim Motorama, Nova Michigan, Novo Horizonte e Jardim São José. As obras demandaram um investimento de R$ 3,9 milhões.

Já o município de Lavrinhas recebeu R$ 4,7 milhões em obras que aumentam a coleta e o tratamento de esgoto. Foram construídas duas estações de tratamento (ETEs), oito estações de bombeamento e 4,1 km de tubulações para levar o esgoto coletado das casas até o tratamento. Mais de 8.000 moradores do centro e dos bairros Mavisou, Village Campestre, Caviúnas, Recanto Tranquilo e Pinheiros foram beneficiados. Além disso, as medidas vão melhorar a qualidade da água do rio Jacu e, consequentemente, do rio Paraíba do Sul, onde ele deságua.

O governador entregou também melhorias para os moradores do distrito de Rancho Grande, em Bananal. Uma estação de tratamento de esgotos foi instalada no local, assim como 1.258 metros de rede coletora e 77 ligações domiciliares. Além do benefício aos moradores, o investimento de R$ 795 mil feito com recursos da própria Companhia ampliará a preservação do córrego das Antilhas, que cruza a região, e, consequentemente, o Paraíba do Sul.

Já em Cachoeira Paulista, a Sabesp investirá com o novo contrato R$ 23 milhões, nos próximos 30 anos, em obras de ampliação da reservação e tratamento de água, expansão da rede de distribuição e troca de tubulações. Além disso, mais R$ 8,217 milhões serão alocados para obras de expansão da coleta e tratamento de esgotos. As medidas devem beneficiar cerca de 35 mil pessoas nos próximos anos.

Paraíba do Sul, um rio limpo e com peixes

As obras entregues hoje pelo governador vão melhorar ainda mais a qualidade da água do rio Paraíba do Sul, o principal da região do Vale, responsável por abastecer 15 milhões de pessoas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. As ações desenvolvidas pela Sabesp nos últimos anos despoluíram o rio e fizeram com que os peixes voltassem às suas águas – assim como a pesca em diversas cidades.

A boa qualidade da água no corpo hídrico é constatada pela Cetesb no relatório Qualidade das Águas Interiores do Estado de São Paulo de 2016. Ao analisar o Índice de Qualidade da Água no Paraíba, o documento declara que “a qualidade deste rio manteve-se boa ao longo de praticamente toda sua extensão” no Estado de São Paulo.

Desde 2011, a concessionária investiu quase R$ 280 milhões em coleta e tratamento de esgoto no Vale do Paraíba. As 15 obras realizadas em 10 municípios possibilitam o tratamento de quase 182 milhões de litros de efluentes por dia. Com isso, a empresa devolve água limpa a diversos rios e córregos que deságuam no Paraíba do Sul.

Em São José dos Campos, sede da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, foi o trabalho da empresa que transformou a cidade na que possui os melhores índices de saneamento do país entre as consideradas grandes, ou seja, com mais de 600 mil habitantes. O marco só foi possível com a entrega da Estação de Tratamento de Esgoto Pararangaba, que universalizou o saneamento no município no ano passado. O empreendimento teve investimento de R$ 44 milhões e trata quase 35 milhões de litros de esgoto por dia.


  • 12/12/2018 - Sabesp e Guarulhos selam parceria que põe fim ao rodízio de água no município

O governador Márcio França, a diretora-presidente da Sabesp, Karla Bertocco, e o prefeito de Guarulhos, Gustavo Henric Costa (Guti), assinaram, nesta quarta-feira, 12, o contrato de prestação de serviços de saneamento entre a companhia e a administração municipal. O acordo põe fim ao rodízio de abastecimento na cidade e aumenta a segurança hídrica para os quase 1,4 milhão de habitantes do município, além de ampliar a coleta e tratamento dos esgotos e de distribuição.

Graças ao trabalho conjunto entre Sabesp e prefeitura, a rede do município passa a ser integrada a outros sistemas produtores de água, fazendo parte do Sistema Integrado Metropolitano (SIM) da Sabesp. Em dois grandes bairros, como o Centro e Pimentas, serão cerca de 500 mil pessoas já beneficiadas neste primeiro momento. A companhia fará ampliação nas tubulações de fornecimento de água e construirá reservatórios.

“O acordo feito pela Sabesp com o município vai permitir o fim do rodízio, em 20 dias, do Centro e Pimentas. Ainda vamos melhorar a qualidade da água do Tietê com maior oxigenação da água e permitir 100% de distribuição e tratamento de esgoto para toda a cidade”, disse o governador Márcio França.

Em até 180 dias após a assinatura, praticamente 70% de todo o município estará livre do rodízio de água, o que representa cerca de 900 mil moradores. O contrato de concessão dos serviços por 40 anos tem início imediato e prevê um período de transição na transferência pelo trabalho conjunto da Sabesp e do SAAE. Até o final de dezembro, a operação dos serviços continua sob responsabilidade da autarquia municipal, com as equipes da Sabesp acompanhando o trabalho e conhecendo todo o sistema e já trabalhando nas obras de reforço ao abastecimento.

A Sabesp assumirá o controle dos serviços em 1º de janeiro de 2019, quando começará a fase de operação assistida, com duração de 60 dias e apoio do SAAE, para orientar e supervisionar as atividades. Na sequência, haverá o período de operação plena durante 90 dias, ainda com apoio dos funcionários do SAAE, seguido da transferência completa dos serviços ao término desta etapa.

Parte do esgoto coletado seguirá para duas grandes estações de tratamento da Sabesp, localizadas em São Miguel e Parque Novo Mundo, na capital, próximas a Guarulhos. Haverá impacto direto na melhoria do Tietê. Rios como o Cabuçu e o Baquirivu-Guaçu também deixarão de receber os rejeitos brutos. O tratamento do esgoto guarulhense permitirá que o Tietê fique, em pouco tempo, com sete vezes mais oxigênio do que hoje.

“A ideia, a partir de hoje, é dar velocidade nas obras para equacionar o problema do abastecimento, com obras para ampliar a transferência de água do sistema metropolitano que, agora, com a rápida conclusão de duas obras, passa a integrar Guarulhos. Em seguida, entramos fortemente com equipes para combate às perdas de água nas redes”, afirmou a diretora-presidente da Sabesp, Karla Bertocco.

O investimento da Sabesp em Guarulhos será de cerca de R$ 1,7 bilhão durante o período de concessão, além do repasse de recursos complementares para que a prefeitura faça obras relacionadas ao saneamento básico, como a construção de novas moradias em bairros a serem regularizados e melhorias na drenagem. O contrato estabelece, ainda, que a dívida de R$ 3,2 bilhões do município com a companhia seja equacionada ao longo do prazo de concessão. Isso vai aliviar o caixa da prefeitura e permitirá que o município invista em outras áreas – como saúde, educação e transporte. A fiscalização do cumprimento do contrato será feita pela Arsesp (Agência Reguladora de Energia e Saneamento do Estado de São Paulo).


2019

  • 31/07/2019 - Governo e Sabesp assinam contratos com 13 municípios e preveem investimentos de R$ 6,8 bilhões em saneamento

O Governador João Doria, o Secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido, e o Presidente da Sabesp, Benedito Braga, assinaram contrato de a prestação de serviços de saneamento com os municípios de Santo André e São Bernardo do Campo, no ABC; São Sebastião, no Litoral, Bertioga, Guarujá, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe, na Baixada Santista; e Tapiratiba, Lavrinhas, Oriente, Espírito Santo do Turvo e Alambari, no interior. Serão investidos R$ 6,8 bilhões em serviços e obras para ampliação da distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto, levando mais qualidade de vida para 2,8 milhões de pessoas. A expectativa é que 19 mil empregos, diretos e indiretos, sejam gerados com os novos contratos. "Com a assinatura desses contratos damos um salto extraordinário no saneamento de São Paulo e no objetivo de atingirmos a universalização em todo o estado. É também um paço importante para a despoluição dos rios Pinheiros e Tietê", declarou Doria.

A assinatura com a Prefeitura de Santo André para início de prestação de serviços inaugura um novo momento no saneamento do município. O contrato prevê investimentos que vão melhorar o abastecimento da população. O fim dos dias sem água chega já nos primeiros seis meses de operação da Sabesp, com as obras que vão acabar com os cortes de fornecimento em bairros onde vive uma população de 210 mil pessoas. Também serão feitas obras para ampliar a distribuição de água, a coleta e o tratamento de esgoto.O avanço será possível graças a obras para implantar adutoras e novas redes de água em diversas áreas do município.

O contrato de programa por 40 anos tem início imediato e prevê um período de transição na transferência pelo trabalho conjunto da Sabesp e do Semasa. O investimento da Sabesp em Santo André será de cerca de R$ 917 milhões durante o período do contrato. O Município também vai receber da Companhia recursos transferidos ao Fundo Municipal de Saneamento (FMSA) num total de R$ 622 milhões, o que eleva o investimento para R$ 1,539 bilhão.

O contrato estabelece ainda que a dívida de R$ 3,4 bilhões do município com a Companhia seja equacionada ao longo do período de prestação de serviço. Isso vai aliviar o caixa da Prefeitura e permitirá que o município invista em outras áreas – como saúde, educação e transporte. A fiscalização do cumprimento do contrato será feita pela Arsesp (Agência Reguladora de Energia e Saneamento do Estado de São Paulo).

Ainda no ABC, a Sabesp renovou contrato com São Bernardo do Campo, com

previsão de investimentos de R$ 1,746 bilhão no período de 40 anos. Serão R$ 600 milhões destinados ao abastecimento de água e outros R$ 867 milhões para coleta e tratamento de esgoto, além de R$ 278 milhões em bens de uso geral e renovação de ativos. Os recursos vão beneficiar diretamente a população de 805,8 mil habitantes do município do ABC. "Investir em saneamento é investir na qualidade de vida das pessoas, em meio ambiente. Ao firma convênio com Santo André e renovar com São Bernardo, por exemplo, para executar os serviços da coleta e tratamento de esgoto, estamos reduzindo a poluição no Tamanduateí, colaborando com a limpeza do Rio Tietê", destacou Penido.

Interior

Também nesta quarta-feira a Sabesp assina contrato para início da prestação de serviços de saneamento com a Prefeitura de Tapiratiba e formaliza a renovação de contrato com outros quatro municípios do interior pelo período de 30 anos. Localizada ao norte do Estado, próximo da divisa com Minas Gerais, Tapiratiba passa a ser atendido pela Sabesp pelos próximos 30 anos. A Companhia prevê investimentos de R$ 19,4 milhões durante o período de contratação, voltados à ampliação das redes de distribuição de água e de coleta e tratamento de esgoto oferecidos à população de 12.622 habitantes.

Com a renovação do contrato com a Companhia, o município de Lavrinhas receberá investimentos de R$ 8,8 milhões, com R$ 5,85 milhões em água e R$ 2,54 milhões em esgoto, mais R$ 413,4 mil em bens de uso geral. Para o município de Oriente serão R$ 4,1 milhões, com R$ 2,5 milhões em água e R$ 857,6 mil em esgoto, mais R$ 739,7 mil em bens de uso geral. Alambari receberá R$ 15 milhões, com R$ 6,94 milhões em água e R$ 8,06 milhões em esgoto; Espírito Santo do Turvo terá investimentos de R$ 6,4 milhões em 30 anos, com R$ 4,35 milhões em água e R$ 2,07 milhões em esgoto.

Litoral e Baixada Santista

Os municípios de Guarujá, Bertioga, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe – todos na Baixada Santista – e São Sebastião, no Litoral Norte, terão os contratos renovados por mais 30 anos.

Para o Guarujá estão previstos investimento de R$ 776,3 milhões, sendo R$ 414,5 milhões em esgoto e R$ 351,1 milhões em água, além de R$ 10,6 milhões em desenvolvimento operacional, bens de uso geral e renovação de ativos; Bertioga receberá R$ 417,5 milhões, com R$ 154 milhões em água e R$ 256,5 milhões em esgoto, mais R$ 6,8 milhões em bens de uso geral. Para Mongaguá serão R$ 208,5 milhões em 30 anos, com R$ 83,8 milhões em água e R$ 122,6 milhões em esgoto, mais R$ 2,08 milhões em bens de uso geral; Itanhaém terá investimentos de R$ 988,3 milhões, com R$ 221,3 milhões em água e R$ 755,6 milhões em esgoto, mais R$ 11,4 milhões em bens de uso geral; Peruíbe, R$ 430,8 milhões, com R$ 121,9 milhões em água e R$ 307,6 milhões em esgoto, mais R$ 1,3 milhão em bens de uso geral; São Sebastião, R$ 610,5 milhões em 30 anos, com R$ 203,6 milhões em água e R$ 386,09 milhões em esgoto, mais R$ 20,8 milhões em bens de uso geral. "Num espaço de seis meses estamos apresentando apresentando investimenteos da ordem de R$ 6,8 bilhões, trazendo 19 mil empregos e cumprindo a tarefa de acelerar os processos de universalização no Estado", concluiu Braga.

Municípios que compraram água da Sabesp:

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Sabesp: dívidas dos municípios

Dívida dos Municípios em 30/06/2016:

  • Mauá – R$ 2,351 bilhões
  • Santo André – 3,372 bilhões
  • Guarulhos – R$ 2,708 bilhões
  • Total – R$ 8.431 bilhões

As negociações com Mauá e Santo André foram encerradas sem acordo, após celebrar protocolos de intenções com os dois municípios. Já as negociações com Guarulhos estão suspensas.

Índice de abastecimento, coleta e tratamento de esgoto na Capital, RMSP e Estado

Capital

  • Água 99%
  • Atendimento em coleta de esgotos - 88% / Cobertura em coleta de esgotos - 95%
  • Tratamento dos esgotos coletados - 75%


Região Metropolitana

  • Água 99%
  • Índice de atendimento com coleta de esgotos - 87%
  • Índice de tratamento dos esgotos coletados - 68%


Cidades operadas no interior e litoral

  • Água 99%
  • Índice de atendimento com coleta de esgotos - 82%
  • Índice de tratamento dos esgotos coletados - 97%


Balanço Sabesp - 365 municípios operados

  • Água 99%
  • Coleta 86%
  • Tratamento 78%

Redução de perdas

Atualizado em: 18 de maio de 2018
  • Há anos a Sabesp investe em ações para combate às perdas.
  • Em média, a Sabesp realiza 72 mil reparos de vazamentos por mês na RMSP, dentro de um prazo médio de 22 horas.
  • Norma da Arsesp determina que os consertos devem ser feitos em até 48 horas.
  • O abastecimento da RMSP é feito a partir da divisão do sistema de distribuição em setores de abastecimento. A setorização é fundamental para que se tenha maior eficiência na distribuição da água com a instalação de boosters para atendimento de regiões topograficamente mais altas e válvulas redutoras de pressão (VRPs) em pontos mais baixos, onde a força da água pode danificar a estrutura da rede.
  • Tecnologia presente nos melhores sistemas mundiais e adotada pela Sabesp desde a década de 90, as VRPs também são utilizadas para controlar remotamente a pressão em períodos de menor demanda, como na madrugada, quando as redes estão mais pressurizadas.
  • Com o agravamento da estiagem, a partir de outubro de 2014 houve uma grande intensificação da redução da pressão nas redes de distribuição, o que contribuiu para a economia de mais de 50% de água, conseguida ao longo de 2015.
  • As manobras foram executadas em diferentes setores, em períodos determinados e divulgados nos canais de relacionamento com os clientes: Central de Atendimento, Agências Regionais, site e redes sociais.
  • Com isso, o índice de perdas de água relativo à micromedição (IPM) atingiu o patamar de 27,1% em dezembro de 2015 na Grande São Paulo e 28,5% em balanço que inclui toda a área operada.
  • No início de 2016, com a melhora das reservas dos mananciais, o tempo de interrupção foi reduzido, ficando concentrado nos períodos da noite e madrugada.
  • Atualmente, a RMSP conta com 1.303 VRPs em operação, 66 delas instaladas ao longo de 2015 (124 unidades já haviam sido implantadas em 2014), o que representa uma cobertura de 55% da malha de distribuição cuja extensão contempla mais de 33 mil km de rede e 1,2 mil km de adutoras.
  • Nesse Programa está prevista a aplicação de R$ 6,3 bilhões (valores correntes), no período entre 2009 e 2020.
  • Na etapa inicial do programa, de 2009 a 2012, foram aplicados cerca de $ 1,2 bilhões em ações de combate a perdas, com parte dos recursos financiada pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.


Histórico - JICA

  • A redução de perdas é uma prioridade perseguida há mais de duas décadas.
  • Em 2009 ganhou impulso com a institucionalização do Programa Corporativo de Redução de Perdas, em parceria tecnológica com a JICA (Japan International Cooperation Agency).
  • Com parte do financiamento já contraído junto ao BNDES e à própria JICA, a meta de investimento é de R$ 5,5 bilhões entre 2009 e 2020, quando se objetiva alcançar índice de 17,9% de perdas reais (físicas) na área operada pela Companhia, patamar semelhante ao do Reino Unido e melhor do que os de países como França e Itália, que apresentam índices entre 25% e 29%.
  • Ao final de 2015, o índice de perdas reais da Sabesp estava em 18,7%.
  • É importante destacar que, com a melhora das condições dos mananciais em 2016, a pressão da água nas redes (medida fundamental para o enfrentamento da crise e que respondeu por boa parte da redução de perdas no biênio 2014-2015) teve sua intensidade aumentada com o objetivo de garantir melhoria no abastecimento da população. Tal ajuste deverá se refletir em aumento dos indicadores de perdas.
  • Desde o início do Programa Corporativo de Redução de Perdas, já foram executados R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 525 milhões somente em 2015. A estratégia de atuação do Programa se divide em duas frentes:
    • A primeira frente está voltada ao combate às perdas reais ou físicas, causadas por vazamentos nas tubulações. Para isso, em 2015, na área da Diretoria Metropolitana, além da instalação de 66 VRPs (190 no biênio 2014-2015), foram feitas varreduras na rede de distribuição por método acústico (geofonamento) em 16 mil km (extensão de rede com mais de 1,6 milhão de ramais), mais de 87 mil reparos em redes e ramais e a substituição de cerca de 280 mil ramais. As ações para a redução das perdas reais incluem, ainda, a contínua busca pela redução do tempo no atendimento dos chamados, de forma a minimizar o tempo de existência dos vazamentos e a água perdida.
    • A segunda frente atua na redução das perdas aparentes ou não físicas. Ou seja, as perdas resultantes da água que é consumida por meio de “gatos” ou fraudes e da medição imprecisa dos hidrômetros, resultando em água não contabilizada e não faturada pela Companhia. Nesta frente, em 2015 foram trocados mais de 255 mil hidrômetros na RMSP. Também são feitas inspeções em ligações suspeitas identificadas pelas equipes caça-fraude, que acompanham a variação inexplicada do consumo e, com apoio da polícia, vistoriam os imóveis. Além disso, conta com a colaboração dos próprios moradores, que podem relatar casos suspeitos pelo 195 ou Disque-Denúncia (tel. 181).

O volume desviado por fraudes identificadas em 2015 foi de 3,7 bilhões de litros de água, suficiente para abastecer quase 400 mil pessoas por um mês inteiro. No total, foram detectadas 19,2 mil fraudes (52 casos por dia) na Grande São Paulo e Região Bragantina. Os esforços resultaram em aumento de 24% de irregularidades identificadas com relação a 2014.

  • A meta do Programa é atingir, até 2020, um indicador de perdas por ligação de 273 Litros / ligação x dia e um índice relativo à micromedição de 29,3%, que corresponde a um nível de perdas reais (ou físicas) em torno de 18,9% (comparável a sistemas de abastecimento de países desenvolvidos).


Grafico perdas mar2018.jpg

Ver também

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