Videomonitoramento

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Videomonitoramento[editar]

Atualizado em: 09 de abril de 2014

O que é: o sistema é monitorado pela Polícia Militar com o objetivo de ampliar o patrulhamento em regiões com grande fluxo de pessoas e veículos, além das Áreas de Interesse de Segurança Pública (AISP).

Equipamento: são dois tipos de equipamento, o fixo e o móvel. O primeiro, denominado "inteligente", foca em uma direção específica e seu software está programado para emitir um sinal sonoro à central quando houver algum incidente. O segundo mostra todos os detalhes desse incidente, por funcionar em ângulo 360 graus.

Como funciona uma câmera fixa, instalada em frente a uma agência de banco, por exemplo, “avisará” quando houver qualquer movimento anormal entre as pessoas, de acordo com sua programação. Outro exemplo é nos estádios de futebol: perto da câmera fixa, há uma móvel, que mostra todos os detalhes de um incidente. Tudo isso é observado pelo operador no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), que rapidamente solicita o envio de uma viatura ao local.

Números: São 418 câmeras de videomonitoramento, sendo: 352 na Capital (incluindo das marginais); 32 em Campos do Jordão e 34 em Aparecida. Investimento foi de quase R$ 12 milhões por parte do Governo.

1º fase

Sistema Metropolitano de Videomonitoramento: o Estado anunciou em 03 de julho de 2014, o projeto do Sistema Metropolitano de Videomonitoramento em 55 cidades das seguintes regiões:

Número de câmeras existentes: 2.273.

Número de câmeras disponíveis na 1º fase: 356

Previsão Total: 2.629 câmeras integradas.

Como será: a iniciativa utilizará as 2.273 câmeras que já existem nas cidades de Santos, Praia Grande, São José dos Campos e Jundiaí e instalará 356 novos equipamentos nos perímetros – acesso por rodovias - das 55 cidades. Com isso, será possível fazer o reconhecimento de veículos, controle do fluxo desses locais e até a identificação facial em alguns casos.

Investimento: o investimento nessas três regiões será de R$ 80 milhões em cinco anos. O objetivo do projeto é colaborar no combate à criminalidade e na redução da violência.

O programa: as 2.629 câmeras integradas fazem parte da primeira parte do programa. Ao final, o sistema terá 6.147 câmeras integradas a partir da aquisição de 3.874 equipamentos, que incluem os 356 da primeira fase. O investimento total será de R$ 400 milhões.

O projeto do Sistema Metropolitano de Videomonitoramento foi elaborado pela Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano).

Gamesps

A implantação do sistema de videomonitoramento foi uma das ideias surgidas durante as reuniões dos Gabinetes Metropolitanos de Gestão Estratégica da Segurança Pública (Gamesp) do Vale do Paraíba e Litoral Norte, Baixada Santista e Jundiaí, que foram criados no ano passado.

O Gamesp tem por objetivo integrar ações de prevenção e combate ao crime, integrando membros das polícias Civil, Militar e Federal, guardas municipais, secretarias estaduais, Ministério Público, Poder Judiciário e sociedade civil.

Videomonitoramento nas marginais[editar]

Atualizado em: 09 de abril de 2014

O que é: é a instalação de 82 câmeras nas marginais do Tietê e Pinheiros, duas das mais importantes vias da Capital paulista. São 27 na marginal Tietê e outras 14 na marginal Pinheiros.

Objetivos: Prevenir ações criminosas e apoiar no gerenciamento de trânsito e de crises nas marginais.

Investimento total: R$ 8,7 milhões (orçamento da PM).

Como funciona: as imagens captadas são acompanhadas 24 horas por policiais militares no Copom, que funciona no CPC (Comando de Policiamento da Capital), no bairro da Luz, centro da Capital. Atualmente, cada policial é responsável pelo monitoramento de nove câmeras.

Histórico: o projeto para instalação de câmeras nas marginais foi revisto pela PM. Ainda em 2012, entendeu-se que número de câmeras (20) era insuficiente. O projeto foi revisto e ampliado (82 câmeras) e a licitação para instalação dos equipamentos foi aberta em 31 de julho. O contrato com a empresa vencedora do certame foi assinado em 18/12/12. As tratativas com os fornecedores de equipamentos foram encerradas em 17/01/13.

Status: das 82 câmeras que foram compradas, todas já foram instaladas e 70 encontram-se em operação nas Marginais Tietê e Pinheiros. O órgão técnico da Polícia Militar acompanha e aguarda o término do serviço das companhias de luz e telefonia para dar como concluída a implantação dos equipamentos.

Videomonitoramento em parceria com as empresas de segurança privada[editar]

Atualizado em: 19 de maio de 2014

O que é: é o compartilhamento de imagens do sistema de monitoramento com empresas de segurança privada.

Objetivo: as imagens serão usadas pelas polícias para realizar flagrantes de crimes e para estabelecer o efetivo policial em cada ocorrência que for atendida – ambos com transmissão em tempo real.

São Paulo Contra o Crime: a iniciativa faz parte do programa “São Paulo Contra o Crime”, uma série de medidas que foram iniciadas em maio do ano passado e que tem como objetivo a redução dos índices de criminalidade no estado.

Detecta: o acesso a essas imagens de câmeras privadas ampliará a cobertura da nova etapa do Detecta, sistema inteligente de monitoramento criminal, que está em fase de implantação

Protocolo de intenção: no dia 19 de maio de 2014, foi assinado o protocolo de intenção com associações de empresas de segurança privada para firmar parcerias e receber imagens e informações que contribuam no combate à criminalidade.

Implantação: a implantação do protocolo se dará em três etapas:

  • Criação de um Comitê Gestor, por meio de Resolução do Secretário da Segurança Pública, no prazo de até 60 dias,
  • Relatório final com a definição do objeto, metas, etapas e fases de execução, no prazo de um ano.
  • Celebração do convênio.

Recursos financeiros: o protocolo não implica em qualquer repasse de recursos financeiros por parte dos convenentes.

Parcerias: o protocolo de intenções será firmado entre a SSP e cinco associações de empresas de segurança privada e de bares e restaurantes:

  • Sindicato das Empresas de Segurança Privada,
  • Segurança Eletrônica,
  • Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo (SESVESP),
  • Associação das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE),
  • Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL),
  • Associação Brasileira das Empresas de Transportes de Valores (ABTV) e
  • Associação Brasileira das Empresas de Vigilância e Segurança (ABREVIS).

Expansão do Videomonitoramento[editar]

Atualizado em: 07 de julho de 2014

O Governo do Estado de São Paulo anunciou em 03 de julho de 2014, o projeto do Sistema Metropolitano de Videomonitoramento em 55 cidades das regiões do Vale do Paraíba e Litoral Norte (39 cidades), Baixada Santista (nove cidades) e Jundiaí (sete cidades), que prevê um total de 2.629 câmeras integradas.

Como será: a iniciativa utilizará as 2.273 câmeras que já existem nas cidades de Santos, Praia Grande, São José dos Campos e Jundiaí e instalará 356 novos equipamentos nos perímetros – acesso por rodovias - das 55 cidades. Com isso, será possível fazer o reconhecimento de veículos, controle do fluxo desses locais e até a identificação facial em alguns casos.

Investimento: o investimento nessas três regiões será de R$ 80 milhões em cinco anos. O objetivo do projeto é colaborar no combate à criminalidade e na redução da violência.

O programa: as 2.629 câmeras integradas fazem parte da primeira parte do programa. Ao final, o sistema terá 6.147 câmeras integradas a partir da aquisição de 3.874 equipamentos, que incluem os 356 da primeira fase. O investimento total será de R$ 400 milhões.

O projeto do Sistema Metropolitano de Videomonitoramento foi elaborado pela Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano).

Gamesps

A implantação do sistema de videomonitoramento foi uma das ideias surgidas durante as reuniões dos Gabinetes Metropolitanos de Gestão Estratégica da Segurança Pública (Gamesp) do Vale do Paraíba e Litoral Norte, Baixada Santista e Jundiaí, que foram criados no ano passado.

O Gamesp tem por objetivo integrar ações de prevenção e combate ao crime, integrando membros das polícias Civil, Militar e Federal, guardas municipais, secretarias estaduais, Ministério Público, Poder Judiciário e sociedade civil.

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