Coletiva - Governo de São Paulo entrega obras de melhoria viária em Jundiaí 20201711

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Coletiva - Governo de São Paulo entrega obras de melhoria viária em Jundiaí 20201711

Local: Campinas - Data: Novembro 17/11/2020

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JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Vou pedir um microfone, temos mais um nosso aqui? É pra eles, pra poder... Ah, tá bom, ótimo, porque assim também a sua pergunta pode ser ouvida pelos demais colegas. Nós temos cinco, perdão, quatro intervenções, do SBT, TV Record, TV Globo e Jornal de Jundiaí. O SBT é a TV Sorocaba, a TV Recordo, TVB de Campinas, TV Globo é TV Tem de Sorocaba, e o Jornal de Jundiaí. Vamos começar com você, Leandro Chaves, do SBT, TV Sorocaba, bem-vindo, Leandro, boa tarde. Sua pergunta, por favor.

LEANDRO CHAVES, REPÓRTER: Obrigado, governador. Boa tarde, boa tarde a todos. Governador, minha pergunta é em relação às vacinas coronavac, está prevista, né, essa chegada das primeiras 120 mil doses pra esta sexta-feira, o que muda isto no cenário? Se isso pode acelerar, de alguma forma, a terceira e última fase de testes, e uma última pergunta, se o senhor considera isso uma vitória pessoal sobre o Governo Federal, após ele mesmo se pronunciar, presidente Jair Bolsonaro, de que teria vencido essa contra o senhor.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Leandro, começo respondendo a segunda pergunta, é a vitória da vida, vitória da saúde, eu não classifico vacina e nem a Covid como uma disputa política, nós estamos na disputa pela vida e proteção à vida. Então, eu não classifico isso como uma disputa de ordem pessoal, ou política, com o presidente Jair Bolsonaro. E, de fato, você tem razão, essa semana, até sexta-feira, chega o primeiro lote das doses da vacina coronavac, a vacina do Butantan junto com o laboratório Sinovac. E a partir daí, semanalmente, nós vamos recebendo lotes da vacina, até chegar a seis milhões de vacinas neste mês de dezembro. Em janeiro serão mais 40 milhões de doses. São 46 milhões de doses já contratadas pelo Governo do Estado de São Paulo. Tendo ou não a participação do Ministério da Saúde, a nossa decisão foi proteger a vida de quem mais precisa, independentemente de ter ou não a participação do Governo Federal. A meu ver, é obrigação, é dever do Sistema Nacional de Imunização, portanto, do Ministério da Saúde, de adquirir esta vacina, desde que ela seja aprovada pela Anvisa, assim como de outras vacinas também e, com isso, nós temos a oportunidade de vacinar todos os brasileiros, quanto mais vacinas aprovadas contra a Covid-19, mais brasileiros serão salvos, e temos que fazer isso de forma célere, de forma segura, mas rápida, a cada dia que passa, cerca de 400 vidas se perdem aqui no Brasil, são mais 400 pessoas que morrem diariamente, portanto, quanto mais rápido vacinarmos, obedecendo os critérios e os protocolos da ciência, mais vidas serão salvas, e este é o caminho que nós estamos adotando com o Instituto Butantan, aqui em São Paulo. Antes da próxima, Leandro, obrigado. Antes da próxima pergunta, que é do Tiago Santos, da TV Record, da TVB aqui de Capinas, que está aqui na minha frente, vou pedir ao pessoal que está aqui em volta, em torno, fazer um pouquinho de silêncio, eu não peço por mim, peço pelos profissionais aqui da imprensa, porque eles estão trabalhando e nós temos que respeitar o trabalho deles. Eu vou pedir o silêncio de vocês pra poder continuar aqui a coletiva, em respeito aos jornalistas. Se tiver alguém falando do seu lado, dá um cutucãozinho, por favor, em respeito aos jornalistas, eles têm que fechar o material pra prosseguirem nas suas redações e a conclusão e edição dos seus materiais. Obrigado, pessoal. Tiago.

TIAGO SANTOS, REPÓRTER: Governador, boa tarde ao senhor, boa tarde a todos aqui presentes. Só uma correção, TVB agora é TV TAT, afiliada Record.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ah, mudou agora, é verdade, mudou agora, parabéns.

TIAGO SANTOS, REPÓRTER: Muito obrigado. Duas perguntas. A primeira, gostaria que o senhor atualizasse a questão da Covid-19 no estado, a quarentena segue prorrogada até dezembro, e quero saber como que o governo vem trabalhando nesse sentido, pra evitar, e até se preparar pra uma segunda possível onda viral. E, apesar da gente, a segunda pergunta, apesar da gente observar um avanço no PIB, quero saber de algum plano mais aquecido pra retomada da economia agora, né, até levando em consideração possíveis emendas parlamentares.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Tiago, obrigado pelas perguntas. Meu abraço ao [ininteligível], e a TAT comunicação, que agora detém o controle aqui da TV Record, o meu abraço a você e a todos os profissionais de jornalismo, técnicos, cinegrafistas, que compõem agora o Grupo TAT. Nós temos aqui no Estado de São Paulo, nesse momento, um milhão 169 mil 377 pessoas que estão infectadas com a Covid-19, e 40 mil 576 pessoas que perderam a sua vida, no Brasil, praticamente, 168 mil pessoas, infelizmente, perderam a sua vida, e são mais de cinco milhões e 600 mil brasileiros, que também, lamentavelmente, se foram, se foram não, estão, hoje, contaminados, e serão curados, mas nós lamentamos e muito a perda de mais de 167 mil vidas. Em São Paulo, nós tivemos a decisão ontem, Luiz Fernando, de adiar por mais 14 dias a avaliação do Plano São Paulo, é sempre a cada duas semanas, a cada 14 dias, porque nós levamos em consideração os resultados, a média dos últimos 14 dias, é o que a ciência recomenda, e é o que São Paulo obedece. Nós estamos, neste momento, com uma situação sob controle, ainda que tenhamos tido um pequeno aumento nas internações nos hospitais de São Paulo, privados e públicos, nas últimas duas semanas, este aumento foi de 18%, ele não é determinante pra chegarmos a qualquer nível de ampla preocupação, como já tivemos no passado, onde algumas UTIs estavam até com 75%, até um pouco mais de ocupação, mas elas significam um sinal de atenção, de cuidado e de zelo para com o sistema público e privado no atendimento à saúde e à internação daqueles que contraíram a Covid, e aproveito para recomendar a quem nos assiste neste momento, se você não teve Covid, ou se você já teve, oriente seus filhos, seus parentes, seus amigos, seus vizinhos, a usarem máscara em todo o tempo, ao saírem de suas casas, ao saírem do seu trabalho, e ao desfrutarem, eventualmente, do seu final de semana, e, por favor, não vá a aglomerações, e aglomerações, normalmente, festivas, as pessoas tiram a máscara, consomem bebida alcoólica, esquecem de recolocar a máscara, isso aumenta o potencial de contaminação, e a medicina, a saúde recomenda, evitem fazer isso, nós só teremos a cura definitiva da Covid-19 com a vacina, vacina que está chegando, mas enquanto não tivermos a imunização, este é o cuidado, é a máscara, é o distanciamento social, é evitar aglomerações, é lavar as mãos ou usar álcool em gel, que nos protege, protege a nossa família, nossos amigos e as demais pessoas. Obrigado, Tiago, mais uma vez, parabéns ao Grupo TAT. Você tinha mais uma? Ah, economia, perdão, desculpe, você perguntou, sim, nós lançamos há três semanas, com o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meireles, hoje secretário da Fazenda e planejamento do Estado de São Paulo, o programa retomada 21/22, em São Paulo, a retomada econômica, e graças ao trabalho liderado por Henrique Meireles, desde julho deste ano, nós já começamos essa recuperação, embora ela seja prevista mais aceleradamente resultados a partir de janeiro do ano que vem e, sobretudo, cm a chegada da vacina, mesmo assim, nós tivemos um desempenho em julho, agosto, setembro e repetimos em outubro, Luiz Fernando, com crescimento médio de 3.4% do PIB de São Paulo, três vezes mais do que Brasil, então, São Paulo segue liderando a economia do país, e, Tiago, você, que é trabalhador aqui, nesta obra, ao longo deste período, até setembro, nós conseguimos gerar mais 141 mil novos empregos, e vamos continuar gerando, provavelmente vamos terminar, vamos ter os dados agora, em novembro, de aproximadamente mais 40 mil novos empregos, ou seja, vamos estar próximos de 200 mil novos empregos aqui em São Paulo. Nessa toada e neste ritmo, nós estaremos virando o ano acentuando uma visão otimista, porém realista, de crescimento da economia de São Paulo para o ano de 2021, Luiz Fernando, prevendo um PIB de 5%, essa é a estimativa de Henrique Meireles, ex-ministro da Fazenda, ex-presidente do Banco Central, e atual secretário da Fazenda do Estado de São Paulo. Isso é fruto do trabalho, planejamento, e um trabalho bem realizado, priorizando a proteção à vida e à saúde dos brasileiros. Obrigado, Tiago. Vamos agora à penúltima intervenção, é do Roberto Volfart, da TV Tem, de Sorocaba, Jundiaí, que é afiliada da TV Globo nacionalmente. Muito obrigado, Roberto, pela sua presença. Sua pergunta, por favor.

ROBERTO VOLFART, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde a todos. A pergunta, novamente, sobre vacina e também sobre o Plano São Paulo. Sobre a vacina, qual é a data prevista pro início da aplicação? O senhor citou aí aprovação dos estudos, né, a finalização dos estudos e também a aprovação da Anvisa, uma data, tem uma previsão de iniciar a aplicação da vacina coronavac? E sobre o Plano São Paulo, com essa prorrogação da quarentena, e com o aumento aí das internações, existe a probabilidade do Estado de São Paulo, nas suas regiões, regredirem de fase no Plano São Paulo?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Roberto, vou responder as duas perguntas. Na primeira, não há uma data ainda definida, nós dependemos dos estudos, estamos na última etapa, última e derradeira etapa da testagem da vacina coronavac, Instituto Butantan, eu posso lhe afirmar que em dezembro os estudos estarão concluídos e o relatório completo, em mãos da Anvisa, embora a Anvisa esteja acompanhando pari passu diariamente todos os procedimentos dessa terceira fase de testagem da vacina do Butantan, mas o relatório com a estruturação plena, agora em dezembro certamente será entregue e nós poderemos ter uma decisão segura, mas célere, firme, baseado na ciência, mas com rapidez por parte da Anvisa, e com independência, é isso que nós esperamos de uma Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que não se deixe ser pressionada por nenhum fator de ordem política, nenhum fator de ordem ideológico, ou de qualquer outra natureza, que não da ciência e da saúde, e que a Anvisa também tenha compreensão de que a vida, para ser protegida, ela exige rapidez, a cada dia que passa perdemos mais de 400 mil, 400 brasileiros que se somam ao número de óbitos aqui no Brasil, portanto, ter velocidade com a responsabilidade é uma conjunção adequada e assim nós esperamos da Anvisa. Em relação a segunda pergunta que você nos faz...

ROBERTO VOLFART, REPÓRTER: Possibilidade de regredir no Plano São Paulo.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: O Plano São Paulo, ele tem essa característica, de que ele pode avançar, pode estabilizar e pode regredir, é por isso que ele é bem sucedido, e ele respeita a ciência, neste momento, nós não temos nenhum indicador que nos obrigue a ir ao processo de regressão, não há, neste momento, mas nós temos que ter o cuidado e a cautela de afirmar isso. Neste momento, o centro de contingência do Covid-19, que é composto por 20 médicos epidemiologistas, infectologistas do Estado de São Paulo, não indica nenhuma necessidade de regressão, ou seja, de voltar atrás nas fases de coloração que nós temos hoje, no momento, em todo Estado de São Paulo, ainda que regionalmente, mas se necessário for, para proteger vidas, nós não hesitaremos em fazê-lo, mas quem determina isso não é o Governo do Estado de São Paulo, são os cientistas que compõem o centro do contingência do Covid-19. Tivemos, sim, um pequeno aumento no número de internações nos hospitais públicos e privados, em São Paulo, estamos acompanhando isso em todo Estado de São Paulo, a Secretaria de Saúde detém um controle absoluto e diariamente tem os resultados que, aliás, são compartilhados com o Consórcio de Imprensa e com o Ministério da Saúde. Neste momento, estamos em uma situação sob controle, porém sob cautela também, e é importante, na cautela, recomendar que as pessoas não saiam de casa sem usarem máscara, não saiam do seu trabalho sem o uso da máscara e evitem aglomerações, sobretudo os jovens, não é hora de fazer celebrações, comemorações e festividades, é hora de cuidar da saúde, e proteger a sua vida, após a vacina teremos a oportunidade de celebrar e de festejar a vida sem colocar em risco a própria vida e a vida dos seus familiares, vizinhos e amigos. Obrigado, Roberto. Vamos agora ao Angelo Sant, do Jornal de Jundiaí, Angelo, obrigado, obrigado pela paciência também.

ANGELO SANT, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, Luiz. Bom, a minha pergunta é mais ou menos na mesma linha dele, em relação à regressão, né, se caso for necessário regredir algumas regiões do Estado de São Paulo pras fases mais rígidas do plano, como São Paulo vai lidar economicamente com essa parte? Já tem alguma coisa mais prevista na parte econômica, caso seja necessário a volta das medidas mais rígidas no estado?

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Angelo, São Paulo nunca fechou, até é importante a sua pergunta, pra dizer que desde a primeira quarentena, desde o momento um do Plano São Paulo, nós, naquele momento, já mantínhamos 70% da economia do Estado de São Paulo aberta, nós não fechamos nenhuma indústria do agronegócio, o setor do agronegócio, as indústrias, todas elas se mantiveram abertas, dentro do protocolo sanitário recomendado pelo centro de contingência do Covid-19. Então, da mesma maneira que não fechamos anteriormente, mesmo no período mais agudo da Covid, não há razão de pensar em fechamento neste momento, o que nós temos que priorizar é a atenção diária, análise diária, como tem feito o centro de contingência do Covid-19 aqui em São Paulo. Nós temos isso feito, eu diria, no controle diário, controle, aliás, que é compartilhado com a imprensa ao final do dia, o chamado consórcio de imprensa, e também ao Ministério da Saúde. Porém, no Plano São Paulo, vale mencionar, que nós já regredimos algumas vezes para proteger a vida das pessoas, portanto, quero deixar claro que se esta for a recomendação do centro de contingência do Covid-19, em São Paulo, nós atenderemos plenamente, não há nada que substitua a obediência à ciência, diante de uma pandemia, não há campanha política, não há campanha ideológica, não há pressão política, não há pressão econômica, há o respeito pela vida, e em São Paulo nós respeitamos a vida. Bem, respondidas essas questões, queria agradecer mais uma vez a todos os jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos, técnicos, obrigado pela presença de vocês, por favor, se protejam, estejam bem, breve eu estarei aqui de volta, já assumi esse compromisso aqui com o nosso prefeito Luiz Fernando, Tiago, assumindo compromisso com você também, em breve estarei aqui pra novas inaugurações. Muito obrigado pela presença e pela paciência. Tchau.