Coletiva-Entrega de Novas Viaturas à Polícia Civil-20120204

De Infogov São Paulo
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Transcrição da coletiva da Entrega de Novas Viaturas à Polícia Civil

Local: Capital - Data: 02/04/2012

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha! Hoje, nós... São 700 e? Estamos entregando hoje 709 viaturas 0 km para a Polícia Civil, uma parte significativa preta e branca caracterizada, e uma outra significativa descaracterizada, que é para investigação. Trabalho importantíssimo de Polícia Investigativa e Polícia Judiciário. Além das novas viaturas 0 km, amanhã temos a formatura 90 fotógrafos policiais e dia 25 de maio 571 investigadores que se formam na Academia de Polícia e 251 escrivães, então nós teremos 822 Policiais Civis a mais no Estado de São Paulo. E as 709 viaturas 0 km também já começando a trabalhar, e teremos a partir de quarta-feira, nós vamos fazer um trabalho grande na Operação Direção Segura em todo o Estado de São Paulo. Só aqui na capital serão 80 policiais e 40 viaturas, nós faremos praticamente 20 pontos de bloqueio por dia, antecedendo aí ao feriado e vamos fazê-lo em todo o Estado de São Paulo no sentido de coibir pessoas que bebem dirigirem que um risco enorme para toda a nossa população.


REPÓRTER: Governador, essa intenção sobre o bafômetro não viabiliza, não dificulta um pouco a situação?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, ela não muda a posição nossa, aqui, da polícia; o bafômetro se a pessoa não quiser, aí, ela é lavada até a delegacia. Então não alterou em nada aqui o trabalho feito pela polícia aqui em São Paulo.


REPÓRTER: Essa operação é só a semana que vem, ou ela será intensificada permanentemente?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não, ela vai ser intensificada permanentemente, mas começa quarta-feira, agora, e com foco grande no estado todo no feriado aí, da Páscoa.


REPÓRTER: Quer dizer isso vem... Os números dos homicídios estão caindo, mas as mortes no trânsito, ainda são muito grandes, não é?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: É, o que acontece? O número... A terceira de doença e de morte, chamada morbimortalidade, é causa externa, não é doença: a primeira é coração, a segunda é câncer e a terceira é causa externa. A causa externa era maior causa era homicídio, geralmente arma de fogo, com a queda dos homicídios de 13.000 quase para 4.000, hoje a principal causa de morbimortalidade, causa externa é acidente rodoviário, acidente de trânsito: motocicleta, atropelamento, automóvel e dentre os acidentes de trânsito tem inúmeras causas: excesso de velocidade, imprudência, tem de tudo, mas o álcool chama, chama a atenção.

REPÓRTER: Governador, o senhor define essa semana o Procurador-Geral?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Essa semana. É até o dia 09, então até sexta-feira, nós vamos definir o Procurador-Geral de Justiça.


REPÓRTER: O que se diz respeito a troca na Polícia Militar, saiu uma nota nesse final de semana dizendo que o senhor poderia antecipar, também para esse mês?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: O comandante-geral da Polícia Militar, por legislação, ele deve ir pra reserva, por força de lei, então está se discutindo aí com o secretário da Segurança Pública vai nos sugerir, no momento adequado, o nome para substituí-lo.


REPÓRTER: Governador vence o prazo para descompatibilização no caso de secretários, enfim, de titulares do governo que queiram se a candidatar a vereador... A [ininteligível] nesse ano, o senhor tem algum caso desse tipo no governo que já mostrou essa intenção?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Teremos... Teremos dois casos!


REPÓRTER: Quem são?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Um está semana, que é o Andrea Matarazzo; porque o prazo para vereador é 6 meses e o prazo para prefeito e vice é 4 meses, então para vereador é 6 meses, então Andrea Matarazzo saí essa semana, e daqui mais 2 meses, portanto no comecinho de junho, o Paulo Alexandre Barbosa, a não ser que tenhamos outros pré-candidatos aí a prefeito ou a vice-prefeito, mas por enquanto são os dois.


REPÓRTER: Mas essa saída do André, então já foi conversada, já está tudo ok, e ele saí?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Já, e nós deveremos até hoje ou amanhã, anunciar já o novo secretário.


REPÓRTER: O senhor tem já, nomes?

GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Tenho, mas... Eu ia falar voltem domingo que vem, mas domingo que vem é muito longe, não é? Hoje até à tarde ou no máximo amanhã, nós vamos anunciar um grande nome, muito bom nome.


REPÓRTER: Com relação ao concurso...


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não é político!


REPÓRTER: Concurso público, o governo do estado vai fazer para Polícia Militar? Você viu?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Concurso público?


REPÓRTER: Isso.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Polícia Civil nós já temos a formatura de 822 agora esse mês de abril e maio. Polícia Militar, vamos ter uma formatura no meio do ano, acho que é junho e depois outra no segundo semestre, não é? Então é um trabalho permanente. E no caso de Polícia Civil, temos um concurso para delegado. Nós abrimos 140 vagas, mas o Ferreira Pinto achou que foi tão bem o nível do concurso que talvez a gente chame 200 delegados já de uma vez.


REPÓRTER: E quando isso?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Quando? Ah, o concurso tá terminando, não é?


ORADOR NÃO IDENTIFICADO: Tá terminando o oral.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Tá terminando a prova oral e aí já vão fazer academia. Tá na fase final do concurso. Ontem eu estava assistindo a noite o Silvio Santos. Então dava lá uma dica, tinha que acertar no primeiro, ganhava 10 pontos. Se não fosse no primeiro tinha o segundo, aí o terceiro. Então, o secretário da Cultura é homem, não é político e é da área. 10 pontos quem acertar, hein?

REPÓRTER: Uma última pergunta. O senhor deve ter algum tempo que tá acompanhando o caso do senador Demostenes. Eu queria uma palavrinha do senhor sobre essa relação, sobre esse caso especifico e sobre aquela ação. Como fica à relação partido PSDB e o Democrata?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, a relação é do PSDB e do Democrata não se altera em nada, né? São partidos que tem partidos diferentes, mas que tem partidos distintos, mas que tem uma postura de parceira, de aliança nas áreas municipal, né? Na área municipal em muitas cidades. No estado, na área federal somos os poucos que estamos na oposição, não são muitos, não é? Então, o PSDB, o Democrata e o PPS. Então a relação não muda em nada. Esse é um assunto interno dos Democratas que eu tenho a impressão que eles vão definir hoje qual vai ser a posição do partido em relação a esse episódio.


REPÓRTER: Mas o senhor como político, o que sente quando vê denúncias como essa?


REPÓRTER: Enfraquece a oposição, fragiliza o discurso.


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Evidente que é muito ruim, muito ruim para o senado, para a atividade política. Enfim, mas vamos aguardar aí os... Eu acho que o Democrata vai tomar uma posição ainda hoje. Tá bom?