Coletiva-Recuperação de Vacinais em Mairinque-20121901

De Infogov São Paulo
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Transcrição da coletiva da Recuperação de Vacinais em Mairinque

Local: Mairinque - Data: 19/01/2012

REPÓRTER: Governador, de que forma os investimentos hoje vão ajudar a logística da região?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Eu estou acabando de chegar lá do distrito industrial, nós temos grandes indústrias funcionando e grandes indústrias se instalando aqui em Mairinque, nós temos aqui uma logística muito boa, importante tronco ferroviário, descida da serra para o porto de Santos, e as autoestradas, a Raposo e a Castelo Branco, mas um sistema viário muito deficiente. Então nós estamos autorizando para recapeamento de 3,8 quilômetros, da Alberto Cocoza, que é municipal, mas nós vamos recuperar inteirinha a Rodovia Alberto Cocoza, e a sua ligação com a estrada do sertanejo, a vicinal, que hoje foi inaugurado. Esse é um trecho de terra que vai ser todo ele asfaltado para evitar dos caminhões passarem no centro da cidade de Mairinque. Então onde tem emprego, onde tem desenvolvimento, produção, tem que estar o Governo para apoiar as empresas, seja com boas estradas, logística, ETEC, formação profissional, enfim, apoio a esse trabalho.


REPÓRTER: Governador, de um modo geral, como está o cronograma das obras anunciadas para 2012 no caso da região de Sorocaba?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, a região de Sorocaba, o acesso à Toyota está indo muito bem, nós vamos ter todas as obras concluídas antes da inauguração do Parque Industrial, as demais obras anunciadas, algumas já começaram, outras estão num processo licitatório, a duplicação da Raposo Tavares já começou, e nós anunciamos hoje lá em Angatuba a recuperação completa, recapeamento, acostamentos, terceira faixa, e trechos que nós iremos duplicar de Itapetininga até Ourinhos. Porque, porque a Raposo Tavares, ela já está duplicada de Ourinhos para o lado de Presidente Prudente, aliás, nós estaremos nesses 30 dias começando o último trecho, e o trecho pior é entre Ourinhos, Piraju e Itapetininga, então nós teremos esse eixo da Raposo Tavares, grande parte dele duplicado ou, no mínimo, entre Itapetininga e Ourinhos recuperado, modernizado, ampliado e com terceira faixa.


REPÓRTER: E a construção do novo Hospital de Sorocaba, governador? O senhor anunciou na última visita à cidade, quando, de fato, começa?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, o novo Hospital de Sorocaba, ele será feito na saída para Itapetininga; vai atender uma outra região da cidade e regionalmente ele será um importante hospital cirúrgico; ele está integrado ao Complexo Hospitalar. Anunciarei em questão de dias, o cronograma. Ainda não está fechado o cronograma; 100% SUS, 100% do Governo. E vamos recuperando o Complexo Hospitalar; primeiro UTI. O São Camilo já assumiu; esse mês, 10 leitos; em fevereiro, 20 leitos, em março, 30 leitos de UTI de adulto; triplica a UTI de adulto. Estamos estudando contratar, também, por OS, toda a parte de anestesia para não ter atraso nas cirurgias; R$ 15 milhões de investimento na parte de tecnologia para modernizar equipamentos, na área de imagem, todos os equipamentos para atender melhor a população. Mas, com todo esse esforço de recuperação do Complexo Hospitalar, Sorocaba, hoje, e a região é tão grande, e se desenvolve tanto, que nós vamos fazer um segundo hospital público.


REPÓRTER: O senhor anunciou um aumento de vagas para o tratamento de dependentes químicos de 400 para 800, no Estado de São Paulo. Algumas clínicas da região já começaram a receber os convênios com o Estado, mas uma polêmica, governador, porque em uma cláusula lá, as clínicas não têm a liberdade de escolher o paciente, elas não sabem quem elas estão atendendo. De que forma que vai ser feito isso?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, nós temos, hoje, 400 leitos públicos, o Estado de São Paulo tem, para dependentes químicos de álcool ou de drogas. A nossa meta é dobrar, ir para 800 leitos, comprando leitos do setor privado, por exemplo, 80 leitos do Américo Bairral começa agora, dia 1º de fevereiro, e serviços próprios. Botucatu, por exemplo, nós teremos um hospital, praticamente, voltado ao tratamento dos dependentes químicos. Comunidades terapêuticas, por exemplo, Piraju. O Frei Hans, comunidade Nova Esperança, de Guaratinguetá, está fazendo uma nova unidade em Piraju, então, a primeira casa já está pronta. Então, serão nos nossos hospitais gerais, que terão um atendimento para o dependente químico, nos hospitais psiquiátricos, como, por exemplo, São Paulo, na rua... Na Água Funda, e comunidades terapêuticas.


REPÓRTER: Mas como fazer esse tratamento se as clínicas estão recusando esse convênio porque não têm liberdade de escolher o paciente que ela vai atender e até sem saber quem ela vai... Vai chegar esse paciente para lá, ela não vai ter o histórico dele, não vai ser feito nada. Vai ser feito uma triagem, governador?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Não. O sistema de saúde é que encaminha o paciente. O paciente precisa de tratamento, então ele é atendido na rede de saúde. Pode ser que o atendimento seja ambulatorial, aí são nos CAPS, da Prefeitura, não interno, é atendimento ambulatorial, psicólogos, psiquiatras, enfermagem, nutricionista, assistente social, equipes multiprofissionais. E tem casos graves, que você tem que internar, e, às vezes, nem são internações curtas, aí é encaminhado para a rede do Estado.


REPÓRTER: Governador, ainda na área da saúde na região de Sorocaba hoje?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, está melhorando, UTI até março terá três vezes mais leitos de UTI, nós teremos cem médicos a mais, que o Governo já abriu, vai abrir concurso público, nós vamos aumentar muito o salário de médico, porque nós estamos tendo dificuldade de conseguir médico, os anestesistas, nós estamos pensando em fazer também através de ‘OS’ para não ter atraso de cirurgia, e a modernização dos equipamentos do Parque Tecnológico do Complexo Hospitalar, e o segundo hospital do outro lado da cidade.


REPÓRTER: Governador, em relação ao presídio aí de Mairinque, o que o senhor tem de novidade?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, aqui terá um CDP, que é um centro de detenção provisória. Nós tínhamos aqui uma cadeia em péssimas condições, ela acabou até interditada, então não vai ter mais cadeia, e nós teremos um moderno centro de detenção provisória, não é para preso condenado, a CDP é para preso provisório, aquele que está aguardando o julgamento.


REPÓRTER: Governador, qual a contrapartida que o Estado vai oferecer à cidade pela instalação da unidade prisional?


GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN: Olha, já está começando a oferecer, estamos começando aqui com essas obras importante para o emprego, para o distrito industrial aqui da cidade, vamos estudar a rodovia Mário Covas.


REPÓRTER: Obrigado!