Coletiva - Entrega de viaturas para a Polícia Militar 20160707

De Infogov São Paulo
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Coletiva - Entrega de viaturas para a Polícia Militar

Local: [[]] - Data:Julho 07/07/2016

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Olha, hoje nós estamos entregando mais 38 viaturas, 23 viaturas para o policiamento militar com cães, um trabalho importante de policiamento com cães, são 23 viaturas, isso para detectar entorpecentes relevante, controle de distúrbios, rebeliões, ações preventivas, isso 23 viaturas zero-quilômetro. Doze Mitsubishi para o batalhão de choque, que é um batalhão com armamento mais pesado, quatro policiais em cada viatura, viaturas maiores e três veículos lançadores de água, são esses grandes equipamentos com a cabine, inclusive, blindada que agem em grandes distúrbios, e evitam o confronto do policial. Então, você de longe, com um tipo de ação não letal você consegue evitar esse confronto direto do policial nesses distúrbios, então mais um investimento importante, um investimento de R$ 11,8 milhões, trazendo o que há de mais moderno para a nossa polícia. Também explicitar que os mil policiais que nós estamos colaborando com o governo federal e que irão para as Olimpíadas no Rio de Janeiro durante o mês das Olimpíadas não terá nenhum prejuízo para São Paulo porque nós vamos ampliar a Dejem, então nós teremos o mesmo policiamento nas ruas e de outro lado vamos receber do governo federal, após a olimpíada veículos armamento, equipamento de última geração no valor expressivo, então é um ganha-ganha, nós estamos ajudando o Brasil e o estado do Rio de Janeiro nesse momento de dificuldade eu também recebemos, em contrapartida um volume de recursos para compra de equipamentos, viaturas e armamento para o estado de São Paulo.

REPÓRTER: Governador, houve alguma modificação naquele contrato com o serviço Bom Prato? Lembro até que o senhor disse uma vez que não teria, teve alguma coisa? Teve alguma notícia a esse respeito que em outubro vai haver novos repasses, teve alguma coisa nesse sentido?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Não, não, o que existe é o seguinte, nós temos 51 restaurante Bom Prato que o usuário paga um real, alimento de qualidade, controle do Instituto de Tecnologia de Alimentos, alimentos de qualidade, perto de 1.500 refeições em cada Bom Prato, além de café da manhã, muitos têm também curso de gastronomia no período ocioso porque você aproveita o espaço, garçom, cozinheiro, auxiliar de cozinha, enfim, e nós pagamos essa diferença, e nos novos Bom Pratos, as prefeituras também participam nesse subsídio. Nós demos um reajuste em outubro, portanto, faz aí nove meses, acontece que alguns alimentos dispararam o preço, especialmente o feijão, chegou quase aí a 100%, então, quando completar um ano, em outubro, nós vamos avaliar a possibilidade de reajustar, mas não há nada de novidade, nenhuma mudança.

REPÓRTER: Governador, sobre a ação lá de Ribeirão Preto, agora novidade, há um tempo o senhor tinha falado de um maior controle nas rodovias estaduais da entrada de armas aqui no país. Isso tem sido feito, tem algumas coisas operações contra...?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: O que nós temos colocado é o seguinte, empresas de segurança que mantém em suas instalações verdadeiras fortunas de dinheiro ou que transportam valores muito elevados precisam ter a segurança adequada e isso, para não colocar em risco os vizinhos do bairro, a população que está andando pela rodovia. Então, a quem cabe credenciar essas empresas e fiscalizar essas empresas? A Polícia Federal, então, é importante no credenciamento você checar, nesse local aqui o portão é blindado? O prédio é adequado? Tem a segurança à altura de volume de dinheiro que possa estar sendo armazenado ou transportado? Então, isso é importante, nós estamos à disposição para ajudar, agora, quem credencia ou descredencia e quem fiscaliza é a Polícia Federal. No caso de Ribeirão Preto, as investigações estão muito céleres, nós não vamos adiantar nada para não prejudicar o trabalho investigativo.

REPÓRTER: Governador, com relação a Bertioga, amanhã completa um mês do acidente, o inquérito ainda não foi conclusivo, mas já tivemos a divulgação do laudo de Instituto de Criminalística, mas o que as famílias estão reclamando é da desassistência e elas acreditam que com a celeridade do processo no inquérito policial, elas poderiam até almejar indenizações etc. O que o senhor poderia dizer desse caso?

GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DE SÃO PAULO: Olha, eu vou pedir para o doutor Mágino, explicitar melhor, a questão de perícia é fundamental, agora é concluir toda a investigação e inquérito para encaminhar à justiça, nós temos o maior interesse de que isso seja feito o mais rapidamente possível. Categoria 07 de julho de 2016 [[]]