Coletiva - Governo de SP vai testar 19,3 mil alunos e profissionais da Educação 20200710

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Coletiva - Governo de SP vai testar 19,3 mil alunos e profissionais da Educação 20200710

Local: Capital - Data: Outubro 07/10/2020

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JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa tarde, obrigado pela presença dos jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos, técnicos que aqui estão, obrigado aos que, virtualmente, também nos acompanham. Nossos agradecimentos à TV Cultura, pela transmissão desta coletiva de imprensa, hoje, dia 7 de outubro, quarta-feira, iniciando agora a nova coletiva de imprensa sobre o Corona Vírus e as medidas de ordem de saúde e econômicas do Governo do Estado de São Paulo. Participam desta coletiva: Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico, Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde, Marco Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional, José Medina, coordenador do Centro de Contingência do Covid-19, Rossieli Soares, secretário de Educação, João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência do Covid-19 e a professora Laura Laganá, superintendente do Centro Paula Souza. A todos, muito obrigado por estarem aqui nesta tarde. Começando com mensagens e, na sequência, com duas informações novas para a opinião pública e para os jornalistas que aqui estão. Quero dar as boas vindas aos alunos, professores e profissionais das escolas públicas do Estado de São Paulo, que hoje começam a retomada das aulas. Nós cumprimos o que estava previsto e, dentro daquilo que o Centro de Contingência do Covid-19 permitiu, a retomada gradual e segura das aulas, no Estado de São Paulo, tanto nas escolas públicas quanto privadas. Iniciamos esse processo há um mês, com autorização para as atividades de reforço, e agora a retomada das aulas, a partir de hoje, evidentemente respeitando as decisões de cada prefeito, dos 645 municípios de São Paulo. Uma reabertura que respeita a realidade local e confere autonomia aos prefeitos. Repito que a retomada é gradual, é segura e leva em consideração prioritariamente a saúde e a vida de alunos, professores e profissionais da rede pública e da rede privada de ensino do Estado de São Paulo. Retomar as atividades presenciais é uma medida importante para crianças e adolescentes. Quem é pai sabe disso. E os jovens precisam recuperar o contato social, o contato social auxilia não apenas no desenvolvimento escolar, mas também no crescimento pessoal e na psicologia de cada jovem que estuda na rede de ensino público ou privado em São Paulo. Todos nós precisamos garantir que nenhum aluno fique pra trás por causa das limitações impostas pela pandemia. Retomada das aulas não é um tema com dúvidas e posicionamentos contrários, apenas em São Paulo. É no Brasil e no mundo, 216 países do mundo vivem também a mesma circunstância relativa às decisões de volta às aulas. São Paulo seguiu a orientação da saúde rigorosamente, e diante disso é que nós permitimos a reabertura das escolas a partir de hoje. É um esforço de São Paulo, seguindo as melhores práticas adotadas em todo o mundo. Secretário Rossieli Soares que está aqui, juntamente com o Conselho Especial de Gestão da Secretaria de Educação, foi buscar exemplos positivos, evidentemente, em várias partes do mundo, além de amparar a decisão, repito, por aquilo que os 20 médicos que integram o Centro de Contingência deliberaram. Nós temos muita confiança de que, após a vacina, nós teremos o novo normal e, de forma completa, a volta à normalidade. Enquanto não tivermos a vacina, vamos caminhando passo a passo, de forma segura, como tem feito o Plano São Paulo no nosso estado, para garantir saúde, vida dos brasileiros de São Paulo e a volta gradual e segura a todas as atividades, sejam econômicas, sejam educacionais, sejam as atividades sociais e as atividades também de lazer. Duas informações importantes, hoje ligadas à educação: A primeira é a educação profissionalizante, programa Novotec. O Governo de São Paulo promove a maior expansão do ensino técnico integrado médio da história do Estado de São Paulo. No ano letivo de 2021, o Governo do Estado de São Paulo vai oferecer 23.040 vagas para o próximo ano letivo, com nove opções de cursos técnicos gratuitos, dentro do programa Novotec Integrado. O programa foi criado especialmente para os estudantes cursarem o ensino médio, juntamente com o ensino técnico, na mesma escola e no mesmo turno. Duzentos e quarenta e um municípios, de todas as regiões do Estado de São Paulo, vão receber turmas do Novotec Integrado. É a maior expansão de ensino técnico integrado ao médio da história do Estado de São Paulo. Uma parceria entre o Centro Paula Souza, que é comandado pela professora Laura Laganá, que está aqui ao nosso lado, e a Secretaria de Educação, do Rossieli Soares, estes cursos foram escolhidos de acordo com a vocação de cada região, contemplando, simultaneamente, o interesse dos estudantes e as demandas do mercado de trabalho. O Governo do Estado de São Paulo assumiu o compromisso de triplicar o número de alunos que cursam o ensino médio integrado a cursos técnicos profissionalizantes, e os números indicam que vamos cumprir a nossa meta. Com o Novotec Integrado estamos proporcionando as habilidades práticas e conhecimentos necessários para dar aos estudantes uma profissão e um futuro melhor. Segunda informação de hoje, também vinculada à educação e à saúde: O Governo inicia na próxima semana a testagem em alunos e servidores da rede estadual de educação, começando na próxima segunda-feira. O objetivo é mapear os níveis de infecção na rede estadual de ensino, para que, aos poucos e de maneira segura, tenhamos todos os procedimentos acompanhados pela saúde no Estado de São Paulo. Como todos sabem, São Paulo já é o estado que mais testa no Brasil, aliás, no continente latino-americano, é a região que mais testagem já fez até o presente momento. São cinco milhões de testes já realizados aqui no Estado de São Paulo. E continuamos a testar, testar e testar. Sobre isso, nessa coletiva, falará Jean Gorinchteyn, nosso secretário estadual de Saúde. Dadas as mensagens e as informações de hoje, com foco principalmente no ensino, um tema que vai ao encontro do desejo de milhões de famílias e jovens, crianças e jovens do Estado de São Paulo, nós vamos começar com a Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico, na parte do ensino técnico, e a professora Laura Laganá, e na sequência Rossieli Soares, como secretário de Educação. Patrícia.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE SÃO PAULO: Obrigada, governador. É um orgulho estar aqui hoje com este anúncio, honrando o compromisso de campanha do governador João Doria, de triplicar as vagas do ensino técnico pros nossos alunos do ensino médio. Os cursos do Novotec Integrado vão dar acesso a muito mais estudantes, as aulas vão ser dentro das escolas estaduais, em um único turno, com certificado de conclusão do médio e certificado de habilitação técnica e sem vestibulinho pra entrar. Esses cursos têm o padrão de qualidade do Centro Paula Souza, que ontem fez 51 anos, e também foi o Dia do Tecnólogo, e é o maior centro de ensino técnico da América Latina. Com 223 Etecs e 73 Fatecs, nós temos aqui o orgulho de também termos 50 das 100 melhores escolas públicas do Brasil no Ideb. É um ensino de qualidade, é um ensino que conecta ao mundo do trabalho, e que hoje está anunciando a maior expansão desse ensino, em parceria com a Secretaria da Educação, com o secretário Rossieli. Essa é uma parceria histórica e que só aconteceu porque temos aqui a liderança da professora Laura Laganá e do secretário Rossieli, e toda a integração e a boa vontade da rede de professores da Secretaria de Educação e dos professores do Centro Paula Souza. Com isso, nós vamos chegar até o final desse ano a mais de 100 mil matrículas na rede de ensino técnico. Na próxima página, nós descrevemos exatamente como essa expansão está se dando. Hoje, nós já temos, estamos finalizando esse ano com quase 84 mil estudantes estudando na nossa rede de ensino técnico. Essa expansão, que é a maior da história, vai nos levar, com todas as matrículas ocupadas, a mais de 117 mil alunos cursando ensino técnico integrado. É importante que as famílias, que os jovens que estão nos acompanhando hoje, divulguem essa informação e se inscrevam. Nós fizemos a nossa parte aqui, de disponibilizar esses cursos, agora precisamos que os alunos se inscrevam nas vagas que estão disponíveis nesse momento. Na próxima página, nós escutamos os alunos e estamos fazendo esse trabalho em parceria com a Educação, de uma forma que não tenhamos prova de seleção, como eu disse, vai ser dentro das escolas estaduais, no mesmo turno, e com certificado específico da habilitação. Essa escuta também se deu nas profissões. Na próxima página, nós colocamos aqui quais são as vagas que estão sendo ofertadas, e nós fizemos essa oferta com base em dois princípios: os pedidos dos alunos, lembrando que a pesquisa realizada na rede estadual mostrou que metade dos estudantes coloca como prioridade a conexão do ensino médio com o mundo do trabalho. Ouvindo os estudantes, nós também colocamos aqui as profissões que eles têm mais interesse, e obviamente escutamos o mercado de trabalho, os empregadores, para que as profissões que estejam aqui sendo oferecidas, nesse [ininteligível] itinerário hoje, sejam profissões que atendam às necessidades dos alunos e também as ofertas do mundo do trabalho. Na próxima página, nós temos aqui o formato de inscrição, a professora Laura vai dar os detalhes. Eu vou pedir para essa página ficar aqui na tela. E queria finalizar a minha fala dizendo que conectar o ensino ao trabalho é oferecer aos alunos a oportunidade de conhecer e sonhar com profissões que eles nem imaginavam que existiam. E é claro que dar a eles a ferramenta necessária para prosperar no mundo profissional, tanto técnico quanto comportamental. Esse modelo, essa iniciativa devolve aos nossos jovens o direito de sonhar e transformar esse sonho em realidade. Muito obrigada, Laura, muito obrigada, Rossieli, e governador, por tornar esse sonho possível.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Patrícia. Vamos então à professora Laura Laganá, para a complementação desta apresentação. Laura.

LAURA LAGANÁ, DIRETORA DO CENTRO PAULA SOUZA: Obrigada, governador. Boa tarde a todos. Eu gostaria, antes de mais nada, de parabenizar o governador João Doria, a secretária Patrícia Ellen, o secretário Rossieli, por essa decisão importantíssima, que é ampliar o programa Novotec Integrado, dentro das escolas da Secretaria de Educação. Essa é uma opção muito interessante de curso, porque é um curso que tem 3.000 horas, e o currículo integra conteúdos e competências do ensino médio e da formação técnica profissional. Como é que isso vai acontecer? Isso vai acontecer dentro das escolas da Secretaria da Educação, onde a formação geral vai ser ministrada pelos professores da Secretaria de Educação, e a formação técnica pelos professores do Centro Paula Souza e de outras instituições também, que serão contratadas pela Secretaria. É uma honra para o Centro Paula Souza participar desse programa, e a partir do ano que vem, mais de 23 mil jovens vão ser beneficiados, vão poder aprender uma profissão, nesse momento tão desafiador, em que os estudos apontam que a faixa etária entre os 15 e 29 anos é a faixa etária mais que sentiu na pele os impactos da pandemia, pelo fechamento de postos de trabalho. São nove cursos muito interessantes, e como eles atendem não só o anseio dos jovens, mas as demandas do mercado de trabalho, vai ser muito mais fácil, é muito maior a chance dos estudantes serem inseridos no mundo produtivo. E eu gostaria de explicar agora para os alunos, principalmente para os pais, como isso vai acontecer. Quem pode se inscrever? Podem se inscrever todos os alunos que hoje cursam a 9ª série. Na Secretaria Estadual de Educação, na Secretaria Municipal de Educação e também nas escolas privadas, que desejem cursar o ensino técnico integrado ao médio, em uma das escolas da Secretaria da Educação. Qual o período de inscrição? Os alunos que hoje cursam a nona série na Secretaria Estadual de Educação podem se inscrever no período de 6 a 16 de outubro, as inscrições já estão abertas, e é importante que o aluno acesse as informações e efetue a sua matrícula. Aliás, desculpe, os alunos das escolas estaduais e municipais. Os alunos da escola privada que desejem cursar o primeiro ano do médio integrado ao técnico na Secretaria de Educação, vão poder se inscrever no período de 16 a 30. É uma oportunidade fantástica para que esses alunos adquiram uma profissão. Então eu gostaria de enfatizar, governador, que estamos no caminho certo, os alunos vão poder se inscrever pelo site da secretaria escola digital. Eles podem também acessar o site www.novotec.sp.gov.br, para também entender melhor essas possibilidades. Mas é importante que não percam esse período de inscrição. O governo do estado nunca ampliou esse número de vagas dentro da educação profissional, estou na educação profissional há quase 40 anos, e realmente nunca assisti uma ampliação de vagas do curso integrado nessa proporção. Então, governador, estou muito feliz, eu acho que São Paulo está fazendo a escolha certa, os países desenvolvidos tem a opção da formação profissional para ampliar a sua produtividade, aumentar a produtividade, emprego e renda. E São Paulo tem toda essa condição. Como a Patrícia citou, no IDEB divulgado há poucas semanas, o Centro Paula Souza, das 100 melhores escolas públicas do Brasil, 50 são ETECs do governo do estado de São Paulo. Então graças ao trabalho sério das nossas escolas e dos nossos professores. Então eu gostaria de agradecer muito aos diretores, tanto das escolas técnicas, como os diretores das escolas estaduais que abraçaram essa proposta. Então estou aqui muito feliz, governador, porque nós vamos levar a educação profissional de qualidade para essas escolas na Secretaria de Educação, e para mais de 270 municípios. Muito obrigada.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Laura Laganá. Ainda no tema da educação, complementa o Rossieli Soares, nosso secretário de Educação. Rossieli.

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, governador. Boa tarde, a todos. Quero cumprimentar o governador, porque é uma alegria muito grande poder estar aqui hoje nesse crescimento, governador, do NovoTec, isso já vem da reforma do ensino médio, vem de muitos debates, e é uma oportunidade para os jovens. E a Laura, que a gente já conversou tantos anos já falando sobre isso, né, Laura? Poder estar aqui em São Paulo também com você para fazer essa mudança com a Paula Souza trabalhando dentro das nossas escolas é fundamental. Agradeço também à Patrícia. Em relação ao NovoTec, eu acho que a principal mensagem que precisa ficar para os jovens e para as famílias, especialmente, que estão agora preocupadas com a pandemia, com empregabilidade, com o sustentar, é que a educação é o principal vetor de sucesso na vida de qualquer jovem, e à medida que ele estuda mais, especialmente desde a educação básica, o retorno será muito maior. O que isso tem a ver com o NovoTec aqui? É porque nós estamos falando da melhor instituição de educação técnica hoje do país, nós estamos falando de atender os alunos que mais precisam, talvez em um momento mais difícil da história de São Paulo. E essa é a grande mensagem que nós temos, se você quer dar uma real oportunidade aos seus filhos, procurem a vaga do NovoTec, porque isso é sim uma grande abertura de portas. E aos jovens e ao Brasil, que construiu na história uma imagem de que sucesso só vem com o ensino superior, isso não é uma verdade, os países mais desenvolvidos tem políticas fortíssimas de educação técnica, como a Finlândia, que tem 73% dos alunos hoje em educação técnica, Alemanha, que tem mais de 50%, ou a Itália, com 48% dos seus alunos fazendo educação técnica. Isso não é ditar uma única trilha, mas é abrir uma série de oportunidades para os nossos jovens, e eu acho que nesse momento mais do que nunca é fundamental. E hoje em um dia muito simbólico, governador, apenas para complementar, hoje reabrimos as escolas, nós temos hoje 904 escolas estaduais no estado de São Paulo com atividades presenciais não obrigatórias, são opcionais para a escola, para a família, e isso é muito importante. Hoje na capital paulista nós temos 304 escolas, é um número extremamente expressivo, com atividades que recomeçam vagarosamente, lentamente, com segurança acima de tudo, nós não abrimos mão de termos segurança. Se a escola não estiver preparada ela não vai abrir, é opcional para a família, é opcional para a própria escola construir este plano. E é fundamental que a gente observe no primeiro dia, governador, mais de 200 mil alunos passando pelas nossas escolas, hoje, somente nas escolas estaduais. Isso é um número muito bom para um início. E tenho certeza que com o tempo vamos ter mais confiança e vamos melhorando ainda mais o atendimento, especialmente aos que mais precisam. Neste momento o foco é na vulnerabilidade educacional, na vulnerabilidade social, para aqueles que mais precisam terem reforço escolar, ou outras atividades, acolhimento socioemocional. Então, hoje, governador, foi um passo muito importante, e estamos muito felizes de estar aqui hoje para compartilhar e dizer aos nossos colaboradores que estamos realmente muito orgulhosos de todo o trabalho que as escolas estão fazendo. É impressionante, seja agora com o presencial, com o híbrido, e com a própria educação medida por tecnologia, e saudar a todos os colaboradores da Secretaria de Educação da escola, das diretorias de ensino, de todas as áreas que tem feito um grande trabalho. Obrigado, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Rossieli. E agora a última intervenção antes das perguntas, é da saúde, com o Jean Gorinchteyn, secretário estadual de Saúde, inclusive atualizando os números da saúde em São Paulo. Jean.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO DO ESTADO DE SÃO PAULO: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. Estamos na quadragésima primeira semana epidemiológica, comparativamente aos dados da semana epidemiológica anterior em todo o estado, tivemos redução em 10% do número de casos, redução em 5% no número de óbitos, e a ocupação dos leitos das Unidades de Terapia Intensiva continuaram a cair, são 43,4% no estado. Lembrando que a semana anterior eram 44%. E 42% na grande São Paulo. Semana anterior, 42,5%. Na próxima semana iniciaremos o inquérito COVID-19, em escolares, em educadores e profissionais da própria educação. E com essa medida, que nós chamamos uma medida adicional, permitiremos avaliar a circulação do vírus no momento atual. Nós sabemos que grande parte dos municípios já tem feito, e já vem fazendo inquéritos que nós chamamos sorológicos. Os inquéritos sorológicos avaliam a passagem prévia do vírus naquela região, mostrando o quanto as pessoas ficaram expostas ou não ao próprio vírus naquela região. Quando nós falamos em sintomáticos, sintomáticos leves, que também é uma outra forma de avaliação, nós estamos avaliando aqueles que tiverem sintomas leves, nariz entupido, dores de garganta, e que já são orientados a sequer procurarem as unidades escolares e irem para as unidades hospitalares para que possa fazer a detecção do vírus através do PCR. Através dessa metodologia que eu vou apresentar agora, existe um diferencial, nós vamos avaliar naqueles indivíduos assintomáticos a presença do vírus, mostrando momento atual nessa circulação. Então o objetivo dessa testagem é estimar a incidência, incidência, quer dizer, presença de novos casos de infecção de [Ininteligível], em escolas do estado de São Paulo, durante o retorno às aulas. Esse inquérito inclui 10 mil alunos, 9.300 servidores da educação, na qual faremos aquele teste RTPCR, que é aquele teste do cotonete em assintomáticos, como diz. Próximo, por favor. Serão 20 municípios de todo o estado contemplados, esses 20 municípios estarão espaços em todas as regiões de saúde. Serão cinco escolas sorteadas por município, perfazendo 100 alunos por escola, e todos os servidores dessas escolas serão também avaliados. Próximo, por favor. Os dados de hoje, por favor, diapositivo. Nós temos um total de casos no estado de São Paulo de 1.016.755 milhões de casos, 36.669 vidas infelizmente foram perdidas, mas temos 895.004 pacientes que tiveram recuperados com mais de 111 mil altas hospitalares. Próximo. Nas projeções de casos na primeira quinzena de outubro, estamos em um limite inferior das metas estabelecidas. Próximo. E em relação ao número de óbitos, também próximo à medida basal das projeções apresentadas. Obrigado, governador.

JOÃO DORIA JÚNIOR, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito obrigado, Jean Gorinchteyn. Vamos agora às perguntas, eu vou elencar aqui os veículos de comunicação que já estão inscritos para essa coletiva, começando com a Rádio Jovem Pan, na sequência, CNN, depois o Portal Econômico da Argentina, Info By, depois o Portal IG, aqui do gral, TV Cultura, Rádio Capital, e finalizando, TV Globo, Globo News. Então começando com a Rádio Jovem Pan, com você, Caterina Achutti. Muito obrigado, pela sua presença. Boa tarde, sua pergunta, por favor.

CATERINA ACHUTTI, REPÓRTER: Obrigada, boa tarde. A minha pergunta é para a secretária Patrícia Ellen. Quanto ao balanço que a senhora faz, o interesse por parte dos alunos dos cursos profissionalizantes, e também curso técnico oferecido pelo programa NovoTec. Quer dizer, essa disponibilização do programa para 2021 é resultado do interesse desses alunos para esses cursos? E para 2021 a ideia é seguir com esse modelo híbrido, ou seja, aulas presenciais e aulas online? E para finalizar, a gente sabe que muitos alunos, especialmente no ensino público, durante essa pandemia não tinham computador, um tablet em casa, com acesso à internet, e a direção trabalhou no sentido de fornecer isso para os alunos. Qual o balanço que a senhora faz? Quer dizer, os alunos, de fato estão tendo acesso a esse sistema online tecnológico? Obrigada.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigada. Vou pedir até para a professora Laura me complementar. Começo pela segunda pergunta. O balanço do uso dos alunos da adesão é muito positivo, nós distribuímos chips para garantir a presença dos alunos. E nós estamos com uma participação de mais de 90%, que é maior, inclusive do que nos nossos cursos presenciais. Então o resultado do ensino técnico com relação à dedicação dos alunos foi surpreendente também nas provas, e a professora Laura terá todos os detalhes aqui também. Com relação à primeira parte, também, a razão de estarmos expandindo foi exatamente estamos trabalho com o secretário Rossieli de ouvir os nossos jovens. E metade dos jovens disseram que a conexão dos estudos com o mundo do trabalho seria a primeira razão que os fariam ficar na escola. Nós sabemos que a evasão dos jovens no ensino médio é sempre um desafio histórico na educação brasileira, então essa conexão com o mundo do trabalho ela vem de encontro exatamente com essa necessidade, e com o pedido dos jovens. Nós fizemos uma série de pilotos esse ano, com o NovoTec Expresso, NovoTec Integrado, nós tivemos grande procura dos jovens para o ensino técnico integrado ao médio, sejam nas escolas estaduais, ou diretamente no Centro Paula Souza. O desafio que nós tivemos foi no NovoTec Expresso, porque os alunos iam ter que cursar no contraturno, e pela dificuldade de inscrição, que é uma segunda inscrição, não é direto na matrícula, é uma inscrição à parte. E esse anúncio de hoje resolve os dois problemas. O secretário Rossieli esclareceu que o estado de São Paulo foi o primeiro estado a trazer agora a implementação do novo ensino médio. Então esses alunos vão cursar o ensino técnico dentro da grade tradicional do ensino médio. Com isso não há necessidade de o aluno ter que se organizar para estudar além, e a inscrição já acontece no ato da matrícula. Eu queria chamar atenção para um último ponto, que está sendo um trabalho grande nosso, eu comentei com o governador hoje, muitos desses jovens tem interesse em trabalhar durante o ensino médio. Então nós estamos conectando também o NovoTec Estágio, e NovoTec Aprendiz, para dar essa chance para esses alunos e conectar com o mundo do trabalho e das empresas já durante o ensino médio, para que eles não deixem a escola porque precisam ou desejam trabalhar. A prioridade é a escola, é a educação de qualidade, e nós estamos levando pra dentro da escola o que os jovens estão pedindo, para que eles não precisem sair da escola para realizar o seu sonho.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Patrícia. Catarina, obrigado pela pergunta. Vamos agora à CNN, com a jornalista Tainá Falcão. Tainá, boa tarde, sua pergunta, por favor.

REPÓRTER: Boa tarde. Eu queria confirmar sobre o inquérito, se começa na segunda, no feriado. É isso? Na terça?

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Perdão.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Na terça-feira, exato. Na próxima semana, muito bem colocado.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Aliás, a informação foi um equívoco meu. Terça-feira, depois do feriado.

REPÓRTER: Ok então. E eu tenho uma outra pergunta, agora direcionada pro secretário Rossieli, sobre eventuais desigualdades que venham a surgir, que já existem de alguma forma, entre a rede pública e particular, agora impactada pela pandemia. O que o Governo, qual o planejamento do Governo para evitar que isso se acentue?

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Rossieli.

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Obrigado, governador, obrigado, Tainá, pela pergunta. Essa é uma preocupação, Tainá, das mais importantes que nós temos. As desigualdades, nós tivemos agora o resultado do Ideb, que foi um resultado importante do Estado de São Paulo, o maior crescimento da sua história no ensino médio e no 6º ao 9º ano, e nós tivemos uma diminuição do gap, ou seja, crescemos mais na rede pública do que na rede privada. Isso é importante, a longo prazo deveríamos fazer isso constantemente, para dizer que, na aprendizagem, estaremos diminuindo as desigualdades. Obviamente que a pandemia escancarou a visão que nós temos em relação à desigualdade, a sociedade pôde enxergar muito mais inúmeros fatores, porque ela já existia e nós precisamos combate-la todo tempo. Agora, o fato da volta, como está sendo organizada, primeiro que nós temos uma série de fatores que precisam ser considerados: a volta às atividades presenciais, tanto do aluno da rede pública quanto do aluno da rede privada, ela é fundamental, porque quando a gente está falando, por exemplo, de acolhimento, desenvolvimento socioemocional, saúde mental, nós não estamos falando somente do aluno que tem alta vulnerabilidade econômica e social, por exemplo, mas também do aluno classe média, alta, que tem sofrido também com uma série de angústias, tristezas, enfim. A OMS tem alertado absolutamente, colocou isso com muita força a partir de agora. Tanto que os protocolos, nos países da Europa, estão sendo revistos, como a prioridade total para a escola nesse momento. Então, voltar a atividade tanto da pública quanto da privada tem que ser uma prioridade nossa, enquanto nação, tem que ser uma prioridade nossa enquanto estado, e tem que ser especialmente uma prioridade das famílias e das nossas escolas, sejam elas públicas ou privadas. A desigualdade, nós não vamos combater somente com a volta, agora, Tainá, que nós queremos, sim, que volte o máximo possível, desde que com segurança. Mas ao longo de vários anos, pra recuperar. Nós vamos combater a desigualdade trazendo outras políticas de busca ativa para os jovens, vamos combater a desigualdade oferecendo o Novotec, que é, por exemplo, a empregabilidade para esse jovem, a atratividade para uma escola que faça sentido, porque ele precisa. Porque é muito diferente para um menino pobre que vai para a escola, muitas vezes a sua necessidade é diferente do que um outro menino, que vai para a escola privada. Por isso, não dá pra você dizer que é apenas um fator, não é a volta às aulas que vai aumentar a desigualdade hoje no Estado de São Paulo. Nós vamos é começar a minimizar os outros problemas, que as pessoas têm falado pouco, que são os cuidados que nós temos que ter com os nossos jovens, as nossas crianças. Obrigado.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Rossieli, obrigado, Tainá, obrigado pelas perguntas. Vamos agora a uma pergunta online, que é da correspondente Eleonora Gosman, a experiente correspondente. Eleonora, é um prazer revê-la, há tempos que não a vejo. Agora, à frente do maior portal de notícias econômicas da Argentina, Infobae. Eleonora, você já está em tela, boa parte, sua pergunta, por favor.

REPÓRTER: Boa tarde, boa tarde governador [ininteligível]. Bom, eu queria perguntar. O retorno às aulas a partir de hoje, se as autoridades de São Paulo avaliaram se esse retorno pode ou não conduzir a um aumento dos casos. Nesse sentido também, gostaria de saber quais são as normas para evitar esses contágios, eventuais contágios, e quem vai inspecionar que as normas sejam efetivadas pelos estabelecimentos educacionais?

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, Eleonora, eu vou pedir ao Rossieli Soares e ao Jean Gorinchteyn que possam responder às suas duas perguntas. Você fez duas perguntas em uma, então, começando com o Rossieli, e depois o Jean.

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Obrigado, governador, obrigado, Eleonora, pela pergunta. Primeiro, nós temos trabalhado junto com a área da saúde, com o Centro de Contingência, para que essa volta às atividades presenciais seja a mais segura e absolutamente não aumente o número de casos. O Estado de São Paulo tem uma trajetória importante de diminuição de casos, de melhoria nesse combate à pandemia ao longo do tempo, e obviamente que a prioridade continua sendo esta, salvar a vida das pessoas. Mas também voltando as outras atividades, e entre elas a educação. Nossos protocolos estão estabelecidos com o que há de semelhança de melhor hoje no mundo, e olhando as experiências, Eleonora, daquilo que aconteceu. Tanto que hoje, se você for olhar os principais países da Europa, há uma inversão. Se tiver que fechar alguma coisa, não se fechará mais escola, se fecha bar, se fecha restaurante, se fecham outras coisas, mas não mais escolas. É só olhar Reino Unido, olhar Madri, olhar outros que estão discutindo, França mesmo, estão discutindo, estão deixando o que é essencial, e a escola passa a ser uma. Primeiro, porque o nível de contaminação de crianças é baixo na escola, o nível de possibilidade de acontecer algo com os alunos é muito, muito, muito, muito ínfimo e, obviamente, com proteção aos nossos servidores. E seguir protocolos. Nós estamos voltando vagarosamente, Eleonora. Uma das coisas importantes é: queremos voltar, entendemos a importância, vamos trabalhar pra isso, mas sempre ouvindo a comunidade, ouvindo os professores, ouvindo os pais, de forma opcional nesse primeiro momento, e voltando num tamanho que nos permita garantir a segurança e a execução dos protocolos estabelecidos.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Bem, agora Jean.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Eleonora, é muito importante nós entendermos que todos os aparelhos educacionais estão totalmente programados, disponibilizando todos os equipamentos de proteção, seja a distribuição do álcool em gel, uso de máscaras, do face shield, principalmente para aqueles funcionários que têm um contato mais próximo, eventualmente, com um ou outro aluno, e que, dessa forma, além de todo aquele acompanhamento, tanto com essas medidas que estão sendo feitas, através dos inquéritos dessa população, assim como o seu ingresso na unidade, sendo aferida a sua temperatura. Todos, sejam profissionais da educação, sejam os alunos, eles são orientados a que não venham para o ambiente escolar a partir do momento que tiverem qualquer sintoma, seja uma dor de garganta, seja o nariz entupido. E, ao invés de estar indo para lá, eles estarão se deslocando para as unidades básicas de saúde, onde serão então avaliados no que tange à detecção do PCR para identificarmos uma forma muito mais precoce esses alunos ou profissionais. Dessa maneira, nós entendemos que, dentro da escola, ele não terá risco de adquirir a doença, e sim fora. Se não forem seguidas as medidas sanitárias, evitando aglomeração, exigindo-se o uso de máscara, distanciamento entre as pessoas e o álcool gel. Então, a gente sabe, vai começar a aula de uma forma lenta, gradual e progressiva, vão circular mais pessoas? Vão, mas respeitando as regras sanitárias, nós não teremos risco para ninguém. Nós temos muito mais temor das pessoas nas ruas não seguindo essas medidas instituídas do que retomando em atividades tão essenciais como educação, principalmente para o nosso país.

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Governador, o senhor me permite? Eu esqueci uma parte da pergunta da Eleonora, eu queria só complementar, porque ela perguntou sobre quem vai inspecionar as normas, e eu acabei me esquecendo, peço desculpas. Bom, nós temos uma parte, um papel importante dos próprios municípios, aqui, Eleonora, que fazem, através da Vigilância Sanitária e outros órgãos, que vão estar, inclusive a Prefeitura de São Paulo estabeleceu que terão agentes específicos para acompanhar o cumprimento das normas e protocolos, por exemplo, na cidade de São Paulo. Então, os municípios também têm um papel. Nós, na Secretaria de Educação, temos as chamadas diretorias de ensino, que são as nossas regionais, onde nós temos profissionais extremamente gabaritados, que são os supervisores de ensino, que são acostumados a justamente observar o cumprimento de regras das escolas, tanto públicas quanto privadas. No caso das privadas, será movido por algum tipo de denúncia, como a gente já trabalha, e no caso das escolas estaduais é um acompanhamento diário de todas as escolas que têm atividade. Então, nós temos hoje 91 diretorias com alguns milhares de servidores, que estarão fazendo o acompanhamento das escolas diariamente. Obrigado.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem, obrigado então, Jean, obrigado, Rossieli. E muito obrigado a você, Eleonora Gosman, é um prazer revê-la mais uma vez. Mucho gusto siempre. Vamos agora tirá-la aqui de tela e vamos seguir aqui com Eduarda Esteves, do Portal IG, na sequência TV Cultura, Rádio Capital e TV Globo, GloboNews. Eduarda, boa tarde, sua pergunta, por favor.

REPÓRTER: Boa tarde, governador. Alguns pais não entenderam essa mudança de oito ciclos para 2021. Eu gostaria que o secretário Rossieli detalhasse um pouco mais o tema, e também queria saber se o governo já decidiu sobre a reprovação ou aprovação dos alunos esse ano. E por fim, eu queria saber o protocolo do Governo do Estado, caso algum professor ou algum aluno seja infectado com a Covid-19. Se o professor, por exemplo, teve contato com várias salas, toda sala que ele teve contato será isolada, os alunos serão isolados? Como é que vai ser esse protocolo [ininteligível]? Obrigada.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Eduarda. Eu passo ao Rossieli e o comentário pode ser do Jean ou do Medina, ou do Gabardo. Então, com você, Rossieli.

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Obrigado, vamos lá, Eduarda. Oito ciclos são os dois anos, certo? É o ano de 2020 e o ano de 2021. Eu já vou misturar duas perguntas, que você perguntou sobre reprovação, porque os dois temas acabam se juntando. Obviamente que, num ano normal, se o aluno não alcança, não aprende as habilidades que são esperadas, ele tem uma nota em cada bimestre, e a média dela, se não for atingida a média mínima estabelecida, ele pode ser reprovado, por exemplo. Então, nós não estamos falando disso. Mesmo que o aluno tenha dificuldade, e não tenha aprendido determinada habilidade, ele poderá progredir, e essa recuperação vai ser avaliada durante esses oito bimestres, ou seja, as quatro notas do ano de 2020, que ele precisa ter, mais as quatro notas do ano de 2021, criando um ciclo entre esses dois anos, por conta da pandemia. Contudo, os estudantes que não entregarem nenhum tipo de atividade, poderão ser, sim, retidos ainda este ano. E aí, nós estamos falando de um percentual muito menor. Nós estamos, neste momento, inserindo as notas, até o dia 15 de outubro nós inserimos, terminamos de inserir 2º e 3º bimestre, e logicamente vamos avançando com o 4º bimestre, até o final do ano. E, logicamente também, dando toda opção de recuperação, de entregar posteriormente o trabalho, se o aluno sumiu. E quais são, o que é o mínimo que a gente está exigindo? São os materiais impressos que estão acessíveis a todos os estudantes que, logicamente, se a família não retirou, pode retirar na escola. A maioria absoluta já retirou, então basta fazer a entrega e o contato com a escola. Então, os oito bimestres é para o processo de recuperação da aprendizagem, mesmo para as habilidades de 2020, que eventualmente não tenham sido adquiridas, mesmo que ele tenha uma nota mais baixa, mas ele participou, ele buscou entregar as coisas, ele vai continuar progredindo e vai ter oportunidade de fazer esta correção. Então, é esse o sentido em relação a isso. E sobre os infectados, nosso protocolo prevê, obviamente, que, havendo o sintoma, se afasta. Mesmo que preventivamente, não se saiba se seja, se não tem o teste, afasta. Tem o sintoma na família, a criança já nem vai. O pai ficou com a coriza, a criança já não ir para a escola, essa é a orientação que a gente está dando. Quando identificado um caso, primeiro se isola e a coisa mais importante do que o próprio teste daquela pessoa é o monitoramento dos contactantes. Isso é a coisa mais importante que nós temos que fazer na educação. Com quem a pessoa teve contato? Aquele professor deu aula para quais alunos? Conversou com quais colegas? Em quais dias? Pra gente entender quais são as possibilidades e aí monitorar, logicamente, cada um. Um infectado, você isola aquela pessoa e observa, monitora aqueles do entorno. Se você tiver dois da mesma turma, você isola a turma e, eventualmente, três ou mais, você pode tomar decisões, dependendo do caso... Digo dependendo do caso, porque você pode ter circunstâncias que não são da escola, que são da própria comunidade. Vou dar um exemplo, eu posso ter três casos e as pessoas nunca se encontrarem na escola durante a semana, e não terem fatores, porque são professores distintos e turmas, lembrando que a gente trabalha por rodízio. Então, haverá muitas formas de monitoramento, acompanhamento, e a tomada de decisão vai ser sempre local, a partir de cada caso. Mas, obviamente, testando e acompanhando, monitorando os contactantes.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem, obrigado, Rossieli. Jean?

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: Bom, isso se chama afinamento, nós estamos absolutamente afinados com isso, é muito claro que: você detectou algum paciente, como disse, sintomático, ele nem sequer vem para a escola. E naquele caso em que você defina, através da positividade, o rastreio daquelas pessoas que estão ao seu entorno, e a realização do que nós chamamos de quarentena, o isolamento é para quem está positivado, e o rastreio com quarentena para àquelas pessoas que estiverem no seu entorno para serem idealmente acompanhadas.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem, obrigado, Rossieli. Obrigado, Jean. E, obrigado, Eduardo, pela pergunta. Vamos agora à Maria Manso, da TV Cultura. Maria.

MARIA MANSO, REPÓRTER: Boa tarde. Pegando o gancho dessas respostas, então, eu posso concluir que vocês não concordam com o posicionamento da Secretaria Municipal da Saúde, porque o doutor Edson Aparecido disse hoje que caso seja confirmado, um aluno ou funcionário com COVID-19 dentro de uma escola, essa escola inteira ficará em quarentena durante 14 dias. Eu queria saber se é isso mesmo, se o posicionamento do estado é diferente da secretaria e da vigilância sanitária da cidade de São Paulo? E para o doutor Medina, eu queria perguntar se houve algum avanço na deliberação de protocolos para as famílias dos detentos poderem fazer visitas presenciais nas penitenciárias. Por favor.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Maria, antes de passar ao doutor Medina, ele pode responder as duas perguntas, se houver necessidade, com a intervenção do Gabbardo dou do Jean. Mas eu quero deixar muito claro, as prefeituras tem autonomia, nós respeitamos a autonomia das prefeituras em relação ao tema do ensino, e também da fiscalização sanitária. Não há nenhum conflito entre o governo do estado de São Paulo e qualquer prefeitura do estado de São Paulo, dentro do procedimento que a lei estabelece, e neste caso a lei estabelece claramente que é um direito da prefeitura estabelecer os procedimentos sanitários de vigilância, controle e decisões. Mas vamos ao José Medina, nosso coordenador do centro de contingência do COVID-19.

JOSÉ MEDINA, COORDENADOR DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: A primeira pergunta o governador já respondeu, e essa é uma política do município ou do estado, e o que é mais importante é que tenha a disponibilidade do exame, do RTPCR, para que ele possa ser realizado quando algum aluno, algum funcionário ou professor apresentar qualquer sintoma, e em seguida o resultado precisa ficar pronto em 48 ou 72 horas, para que essa decisão do isolamento seja mais constante. Então a política do município, a política do estado, ambas as políticas estão corretas, elas são um pouco diferentes uma da outra, mas elas não são conflitantes. E a segunda pergunta era...? Desculpa, sobre o presídio. Nós emitimos um parecer através do grupo de contingência, e encaminhamos para o Coronel Nivaldo, e ele está agora organizando a logística, que é complexa, para fazer a liberação dessas visitas, mas ele já está tomando essa providência, nós concordamos com todo protocolo que ele apresentou, que é um protocolo bastante detalhado, bastante cuidadoso, que segue toda a segurança necessária para esse tipo de complexidade.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Medina. Maria Manso, obrigado pelas perguntas. Vamos agora à Rádio Capital, que é a penúltima intervenção, Carla Mota. Carla, obrigado, boa tarde. Sua pergunta, por favor.

CARLA MOTA, REPÓRTER: Boa tarde. Boa tarde, a todos. Eu tenho dois questionamentos na área da educação. O primeiro é se nessa reabertura das escolas os professores também podem optar por ficar em casa? Se for opcional, como que vai ser feita a substituição desses educadores? Isso eu gostaria de saber também se existe um balanço da Secretaria de Educação sobre a migração dos alunos da rede particular para a rede pública? E o que a pasta está fazendo para receber esses estudantes? Muito obrigada.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Carla. As duas perguntas serão respondidas pelo Rossieli Soares, secretário de Educação do estado de São Paulo. Rossieli.

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: Obrigado, governador. Carla, duas perguntas importante, primeiro, se é nessa fase as atividades extracurriculares, por exemplo, opcional ao professor? É sim opcional ao professor, é opcional à escola, e opcional à família. É uma construção pela própria comunidade que precisa fazer um plano de atendimento focado especialmente nos que mais precisam, e naqueles que desejam, obviamente por ser uma política opcional. Por se tratar de atividades opcionais extracurriculares, nós não necessariamente temos que ter a substituição. Mas nós estamos sim contratando professores de categoria eventual para reforçar os times das escolas que estejam ofertando atividades extracurriculares. Hoje mesmo eu estive visitando a Escola Tomaz Alckmin, que é uma das escolas que tem, por exemplo, o professor temporário, além de professores de carreira que ao fazerem atividade presencial não precisam cumprir aquela carga horária no online, porque eles não vão aumentar o seu tempo necessariamente de trabalho. Portanto, é sim opcional, mas nós não temos neste caso um problema de substituição. Quando do retorno das aulas, por exemplo, nós teremos aí sim atividades presenciais dos professores nas escolas, que serão híbridas, mesmo eles estando presencialmente na escola ele poderá ter atuação, por exemplo, para o sistema do centro de mídias, ou outros sistemas que, porventura, a escola esteja utilizando. Em relação ao balanço da migração da escola privada para a escola pública, hoje em torno de 15 mil pessoas pediram para migrar para as escolas estaduais nesse período de pandemia, esse é um número quatro vezes maior do que é, aproximadamente no mesmo período em outros anos. Mas nós temos condição de absorver 100% e muito mais. Então não há nenhum, destaco, na rede estadual não há nenhum problema de recebermos esses e todos os outros estudantes que quiserem. Poderemos ter algum problema localizado, porque estou falando de um universo de 3,5 milhões de alunos, para 15 mil estudantes, certamente nós conseguimos absorver. Qual que é a nossa maior preocupação nesse momento? É o aluno da educação que está na educação infantil, que está na rede privada e que queira migrar para a rede pública, especialmente de zero a três nas creches, onde realmente há um estrangulamento no atendimento de forma geral, é a etapa que mais tem crescido em excesso no Brasil, em São Paulo também, mas é sim uma grande dificuldade se todos desejassem migrar. Mas no ensino médio, por exemplo, ou no ensino fundamental, nós temos capacidade de absorção. E vamos ter um quadro melhor, Carla, com a matrícula, lembrando que os pais precisam fazer a manifestação de interesse, desde ontem até o dia 30 de outubro, aqueles que são da rede privada, se desejam estudar em uma escola estadual. E para aqueles que são de rede pública e queiram continuar estudando, precisam fazer essa manifestação até o dia 16 de outubro, e aí teremos um balanço melhor ainda.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Rossieli Soares. Obrigado, Carla Mota. Vamos agora à última pergunta, que é do William Cury, da TV Globo, Globo News. Antes, porém, Will, de passar a palavra a você, quero agradecer a presença aqui entre nós, do General João Campos, secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo. Will, boa tarde, sua pergunta, por favor.

WILLIAM CURY, REPÓRTER: Boa tarde, governador. Boa tarde, a todos. São duas perguntas, uma delas, na verdade, é uma dúvida, eu começo por ela, que é sobre a testagem de alunos e professores das escolas estaduais. Em agosto o governo tinha anunciado o inquérito sorológico também com alunos e professores. Eu queria saber se esse anúncio de hoje ele substitui aquele inquérito sorológico? Se ele nem começou a ser feito? Porque agora vai ser com outro tipo de exame, não mais o sorológico, né? Imagino que aquele não tenha nem iniciado, ou se iniciou. Teve algum tipo de resultado? A outra pergunta é sobre o plano São Paulo, o governo há 26 dias congelou o estado na fase amarela, nós estávamos tendo queda de internações como uma medida no estado, até a última semana que apresentou uma alta de 3%. E analisando regiões, algumas regiões apresentaram uma piora mais considerável nos índices, como Barretos, é uma delas, que já colocaria a região na fase laranja de volta por esse indicador, se não tivesse congelamento já teria sido feito na própria sexta-feira passada. Eu queria saber, teremos uma atualização agora no dia 9, sexta-feira que vem. Eu queria saber se esses indicadores que temos até hoje podem realmente colocar algumas regiões na fase laranja? E o que pode ter como consequência? Por exemplo, para retomada das aulas, que a condição era 100% do estado estar na fase amarela. Se houver algum retorno para laranja, o que pode acontecer? Obrigado.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Will. Foram duas perguntas, sendo a segunda com várias perguntas embutidas na segunda. Mas na primeira, sobre a testagem responde Jean Gorinchteyn, sobre o plano São Paulo, a Patrícia Ellen e o Marco Vinholi, e se necessário, com algum comentário do João Gabbardo. Então vamos à primeira parte, a testagem, com o Jean, e se necessário, desculpe, alguma intervenção também do Rossieli, na primeira pergunta do William Cury.

JEAN GORINCHTEYN, SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE DE SÃO PAULO: William, o que nós entendemos, que quando você faz o RTPCR, você identifica nesse momento como está a circulação do vírus em uma determinada região. Quando você faz o inquérito sorológico, ele simplesmente diz o que aconteceu, lá no passado, e esse passo pode ser um mês, há dois meses. E não muda em nenhuma condição as medidas sanitárias que estão sendo regradas. Dessa maneira nós entendemos que você fazer o PCR dos pacientes sintomáticos leves, fazendo já o seu isolamento e a quarentena dos contactantes, bem como de forma aleatória poder pesquisar naqueles que estão assintomáticos e ainda circulante, pode permitir que você possa identificar uma maior circulação de vírus em uma determinada região, tomando medidas imediatas, como por exemplo, a necessidade de fechamento de uma escola, ou mais escolas na região. Então essa medida faz com que exista uma possibilidade de monitorarmos em tempo real a circulação do vírus em uma determinada região de saúde.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem, obrigado, Jean. Agora, plano São Paulo, a segunda pergunta do William Cury, com você, Patrícia Ellen.

PATRÍCIA ELLEN, SECRETÁRIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: Obrigada, governador. Will sempre antenado aqui nos dados. Primeiro, Will, o cuidado que nós sempre temos tido é não tomar decisões de classificação com base em uma única foto em um dia, por isso que nós temos as datas previstas, e esse cuidado de olhar as últimas semanas. Inclusive no centro de contingência, na reunião de ontem, dado que nós fizemos essa classificação agora que será anunciada, ela terá acompanhado algum período mais longo, e a variabilidade está bem menor da pandemia, há uma discussão de começar a acompanhar os indicadores em períodos mais longos. Hoje nós temos reunião com o governador João Doria, toda à tarde, para debater exatamente isso com o centro de contingência, e vermos como será a abordagem daqui em diante. Mas há um consenso de que períodos mais longos de tempo são mais adequados no momento que nós estamos da pandemia. E tudo isso será detalhado na coletiva de sexta-feira, como você mencionou. Sobre a educação, nós cumprimos tudo que foi acordado e fomos além, porque o compromisso era que pelo menos, 80% da população estivesse em regiões na fase amarela para iniciarmos esse retorno, nós estamos iniciando com 100% da população na fase amarela. O que nós combinamos também é que se houvesse piora em regiões específicas, medidas específicas seriam tomadas para aquelas regiões. Mas nós não faríamos isso para todo o estado, foi exatamente por isso que nós tomamos o cuidado de chegarmos nesse nível de estabilidade estadual, para podermos iniciar esse processo. Muito obrigada.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Patrícia. Vinholi.

MARCO VINHOLI, SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL: Boa tarde, William. Os índices, a medida geral do estado, são muito positivos, nós temos aqui na intensidade de internações, 36,4%, o índice de 40% é o necessário para ir para a fase verde, portanto, a média do estado na fase verde. E o índice de óbitos em cinco, o índice necessário também para a fase verde, a média do estado se encontra ali. Evidentemente que com variações nas regiões, a secretária Patrícia colocou muito bem, a gente vai analisar o vídeo em todo esse período, nós estamos aí com 28 dias nesse formato. E, portanto, analisar o dia em uma forma exata para a gente poder aferir a evolução ao longo desse período. Tudo isso será feito, evidentemente que a região, se tiver alguma região com a regressão devida para fazer o retorno, ela não poderá ter a volta às aulas naquele território. Nós vamos analisar até os índices de amanhã, e evidentemente que na sexta-feira vem aqui as informações finais sobre a atualização.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Obrigado, Vinholi. E conforme prometido, João Gabbardo, coordenador executivo do nosso centro de contingência do COVID-19. Estou vendo o Rossieli aí animado. Você quer fazer um comentário sobre isso também, não?

ROSSIELI SOARES, SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO: É só a pergunta sobre a situação da educação em caso de regresso. É só para dizer se ataca somente a região que voltar, se eventualmente voltar, não permanecer no amarelo, não para mais o estado inteiro, mas somente aquela região vai ter um atendimento específico, Will.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Ok, importante esclarecimento. Obrigado, Rossieli. Finalmente, João Gabbardo.

JOÃO GABBARDO, COORDENADOR EXECUTIVO DO CENTRO DE CONTINGÊNCIA DO COVID-19: Boa tarde, governador. Eu queria complementar essa questão que o William levantou, que é uma preocupação que o centro de contingência também tem. Realmente nas últimas duas semanas, mesmo que nós tenhamos uma redução no número de casos, uma redução no número de óbitos, tem se mostrado a nível estadual, um aumento no percentual, na taxa de internação. O centro de contingência tem avaliado isso, William, que essas internações estão aumentando, mas não existe um paralelo entre o aumento de casos que poderia justificar o aumento da internação, e muito menos o aumento do número de óbitos. O que nós estamos entendendo é que pela ociosidade dos leitos os critérios de internação hospitalar ficaram mais flexíveis, e também porque hoje os profissionais da área da saúde, os médicos, entendem que o paciente que apresenta sintomas, quanto mais cedo ele puder ser acompanhado no hospital, melhor o resultado, a evolução dele tem um prognóstico melhor. Então é possível que esse pequeno percentual, na semana passada foi 3%, essa semana, se nós computarmos os últimos sete dias, nós temos um acréscimo de 9% nas internações, esse aumento de internação não seria por um aumento da epidemia, e sim por uma flexibilização, uma modificação positiva nos critérios de internação hospitalar. Obrigado.

JOÃO DORIA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Muito bem, João Gabbardo, assim concluindo, as respostas das perguntas do nosso antenado William Cury, da TV Globo, Globo News. E com essa última intervenção, nós concluímos a coletiva de hoje. Sexta-feira uma importantíssima coletiva aqui, onde nós vamos avaliar uma nova etapa da quarentena do plano São Paulo, esperamos contar com a presença dos jornalistas, que como sempre comunicam e informam de forma correta e transparente a opção pública de São Paulo. Muito obrigado, a todos pela presença. Obrigado aos cientistas, aos fotógrafos, técnicos. Por favor, aos que estão em casa acompanhando pela TV Cultura, ao saírem de suas casas, ou dos seus ambientes de trabalho, por favor, lembrem de usarem as suas máscaras, obedecerem ao distanciamento social de 1,5 metros para uma ou mais pessoas, lavarem as mãos e utilizarem álcool em gel. Fiquem em paz, com as suas orações e a sua proteção. Muito obrigado, e até sexta-feira.